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Chegámos ao último episódio desta temporada Chunking Down!
Foram 25 episódios que eu e o Miguel gravámos, desde abril deste ano, onde partilhámos visões e aprendizagens que a Programação Neurolinguística trouxe para as nossas vidas, na expetativa de que mais pessoas possam usufruir das mesmas.
Hoje, último dia do ano, não podíamos deixar de falar sobre as resoluções que todos nós prometemos a nós próprios fazer no ano novo, enquanto comemos as passas no toque das 12 badaladas. Tenho a certeza que também acontece com a maioria de vós, em cada ano deixamos cair a maior parte dos nossos objetivos que definimos nesta noite... e este ciclo repete-se, e muitas vezes fica aquele gosto amargo, aquela frustração e culpa de não termos nos esforçado por conseguir. Como podemos quebrar este ciclo?
Ouçam o episódio e deixem-se inspirar... mais importante, deixem-se energizar e arregacem já as mangas para fazer acontecer! Um ano 2021 repleto de conquistas e objetivos realizados, muita saúde, paz, amor e amizade, são os votos de toda a equipa Chunking Up para os nossos queridos amigos e seguidores!
Hoje, véspera de natal, em muitas casas pelo mundo fora há reuniões de familiares e amigos, seja presencial ou virtualmente, para um momento muito esperado durante todo o ano, de fraternização, união e convívio. Em muitas casas há lugar a uma troca de prendas escolhidas a pensar nas necessidades e alegrias do outro... há também, ou deveria haver, troca de afetos, de palavras de reconhecimento, de gratidão, de perdão, de compaixão, de amor e amizade. Estes são os presentes mais especiais que podemos dar a outro ser humano, contudo, nem sempre temos os recursos para os poder dar... às vezes, falta-nos saber onde os ir buscar, pois a única loja onde os podemos encontrar é dentro de nós, e muitas vezes essa "loja" está cheia de... prateleiras vazias. Para podermos dar, temos que 1º abastecer o nosso stock. E para sabermos receber, temos que ter um lugar muito especial reservado nas prateleiras.
Dar e receber... o fluxo constante da vida!
Abastece o teu stock com estes presentes que deves dar a ti próprio neste natal!
Feliz natal para todos!!
Decidi aproveitar a vasta experiência do Miguel com pessoas com vários tipos de adições, para perceber melhor o que pode levar alguém a tornar-se dependente, seja de álcool, de tabaco, de drogas, do jogo, de sexo, ou até mesmo de alguém!
Uma pessoa dependente é uma pessoa privada da sua liberdade, refém do objeto do seu vício. Depende dele para viver, tão simples assim... Não é algo que a "força de vontade" consiga resolver por si só, até porque muitas vezes, aliada à dependência psicológica existe uma dependência física (no caso das substâncias). Acredito que toda a pessoa dependente de algo preferia não o ser!
Como começa a dependência? Porque as pessoas se viciam? Quais os impactos na vida da pessoa? E na dos que a rodeiam? Porque a pessoa não consegue sair da dependência? Como devem as pessoas à volta lidar com alguém com dependência? Como podem ajudar? Como pode a PNL contribuir para o tratamento das dependências e ajudar quem delas sofre a ter uma vida livre, funcional e feliz?
Para mais informações sobre este tema, contacte-nos! [email protected] https://chunking-up.com/
Em 2019, no Fórum Económico Mundial, foi apresentado um relatório intitulado “O Futuro do Trabalho”, com o objetivo de analisar as mudanças no trabalho que poderiam ocorrer até 2022. Agora em 2020, em cenário de pandemia, os dados fazem ainda mais sentido. Segundo este estudo, estas são as TOP 10 competências mais requisitadas no mundo do trabalho, até 2022:
1 — Pensamento inovador e analítico
2 — Aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem
3 — Criatividade, originalidade e iniciativa
4 — Tecnologia, Design e Programação
5 — Pensamento crítico e analítico
6 — Resolução de problemas complexos
7 — Liderança e influência social
8 — INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
9 — Resolução de problemas
10 — Análise e avaliação de sistemas
Dentro da INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, uma competência tem sido destacada pela sua extrema importância nos tempos incertos que vivemos: a EMPATIA. Seja em contexto de trabalho ou em contexto social / familiar, sabermo-nos colocar no lugar do outro é fundamental para a manutenção de relações e sistemas sociais saudáveis! Nas empresas, a empatia tornou-se crucial nas lideranças e há uma preocupação crescente com a segurança, saúde e bem-estar geral dos colaboradores. A preocupação não é apenas altruísta, pois a sobrevivência dos próprios negócios depende disso! Mas... como se "aprende" e se desenvolve a empatia? Qualquer pessoa consegue ser empática se treinar muito?
Esta e outras perguntas são respondidas hoje pelo Miguel, no nosso episódio 22 Chunking Down! Para mais informações sobre como podes desenvolver a tua empatia: https://chunking-up.com/
De cada vez que vejo os filmes Frozen (I e II) com a minha filha Ema, de 5 anos (já são muitas!), descubro significados profundos sobre as várias emoções humanas. Nesta conversa com o Miguel, abordamos o medo, emoção explorada no Frozen I, que leva a rainha Elsa a congelar todo o reino de Arendelle e, sem querer, o coração da sua própria irmã. O medo de magoar os que mais ama surge enquanto a Elsa é criança, e numa tentativa de proteger os que a rodeiam, a Elsa é isolada pelos pais, e já adulta ela própria se isola. A Elsa nunca teve oportunidade de explorar e saber lidar com os seus incríveis poderes. No fim, apenas o amor é capaz de descongelar o coração da sua irmã, e todo o reino.
Quantas vezes nós somos a Elsa, a escondermo-nos com medo de não sermos aceites, de magoarmos alguém? De desiludirmos? De fracassarmos? De nos magoarmos? Quanto do nosso potencial, da nossa "magia" fica por atingir, porque vivemos constantemente no medo?
Eu digo "Já passou, já passou!"! Está na hora de viver com amor e coragem!
Ouçam para saber mais sobre estes antídotos!
Muito se fala em propósito hoje-em-dia... seja no âmbito profissional ou pessoal, trabalhar / viver para um propósito tornou-se apanágio de uma vida significativa e realizada.
O conceito não é propriamente novo. Não há muitos anos atrás, falava-se, embora num círculo mais reservado a académicos do que a empresários, de "espiritualidade nas organizações", e no âmbito mais pessoal, da importância de desenvolvermos a nossa "espiritualidade", mas creio que este termo (espiritualidade) sempre assustou um pouco por ser associado a algo mais abstrato, isotérico ou até ligado à religião. Propósito é um termo consensual e parece-me que veio para ficar! Esta popularização do propósito tornou-nos mais atentos à forma como vivemos a nossa vida e exercemos a nossa profissão, e parece que uma percentagem cada vez maior de pessoas já não se satisfaz a viver uma vida "insatisfatória" ou "mediana" do ponto de vista da sua realização.
Mas... o que é o propósito? Como se encontra? Como sabemos se o nosso propósito é "bom"? Como se sabe se estamos a viver o nosso propósito? Estas e outras perguntas são respondidas no episódio de hoje, pelo Miguel Ferreira!
Nesta conversa intimista com o Miguel, falamos sobre a sua realização da maratona, no passado dia 8 de novembro 2020.
Foram 42km e 200m, sob condições climatéricas bastante duras. Competindo contra si próprio (melhor, desafiando-se a si próprio), vários foram os desafios e obstáculos que o Miguel teve que ultrapassar para cruzar a meta.
Como foram estas 4 horas de corrida? Como venceu o cansaço físico e psicológico? Sem dúvida a sua força de vontade, tenacidade e resiliência, estratégia e foco no objetivo foram determinantes. Foi um grande feito! Mas uma das coisas que mais me marcou nesta conversa foi o apoio que o Miguel referiu ter tido... desde a pessoa que o acompanhou nas 18 semanas de treino, que o acompanhou de 5 em 5 km no dia 8 para o ajudar a repor água e nutrientes, a ajuda médica que teve caso necessitasse, e um grupo de pessoas que o acompanhou e apoiou com palavras, palmas e gritos de apoio... o Miguel nunca esteve só. Isto levou-me a refletir sobre a importância de termos as pessoas certas do nosso lado, durante a nossa vida, profissional ou pessoal... podemos vencer sozinhos, mas... o caminho do sucesso faz-se acompanhado!
O tema desta semana foi uma sugestão da Elvira Peres, embaixadora Chunking Up e espectadora assídua das conversas Chunking Down. Sobre a culpa, e a forma como ela nos paralisa, o Miguel tece uma série de considerações sobre causas e efeitos na nossa vida, e a importância de identificarmos, trabalharmos e reenquadrarmos os acontecimentos emocionalmente significativos (que podem inclusive dar origem a traumas e depressões) ligados a sentimentos de culpa. A "terapia da linha do tempo", ou "Change Personal History" são 2 formas usadas em PNL para fazer este reenquadramento.
Curioso em saber mais? Veja o vídeo e consulte a nossa página https://chunking-up.com/ para mais informações!
No episódio de hoje convidei o Miguel a partilhar connosco a estratégia que colocou em marcha para correr a maratona. Sim, 42 km!!! O Miguel tinha na sua lista de coisas a fazer antes de morrer este objetivo, e no dia 8 de novembro de 2020 vai concretizá-lo! Mas... qual é a receita para um corredor "indisciplinado" (palavras dele:)) conseguir correr a maratona? E será que esta receita / estratégia pode ser usada para alcançar qualquer objetivo na vida?
Neste 16º episódio, eu convido o Miguel Ferreira a refletir sobre um dos principais mitos do desenvolvimento pessoal: alguém (ou alguma coisa) vai salvar-me. Gosto de lhe chamar "síndrome da princesa aprisionada".
Fruto de uma herança cultural judaico-cristã, juntando todos os contos, histórias e filmes da nossa infância sobre princesas e príncipes salvadores de frágeis donzelas aprisionadas em seus castelos governados por rainhas más, é com muita facilidade que caímos na armadilha do "salvador" que vem resolver todos os nossos problemas, e quando isso acontecer, seremos então felizes e viveremos a vida que sempre sonhámos.
Como mudar esta forma de pensar e sermos os nossos próprios "salvadores"? Como agarrar na "espada" e matar os "dragões" com as nossas próprias mãos?
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