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21 de agosto de 1940, Leon Trotsky, um dos líderes da Revolução Russa de 1917 ao lado de Lênin, era assassinado no México por um agente de Stálin.
Para debater um pouco de sua obra e legado histórico, convidamos, Martina Gomes - professora, feminista e dirigente nacional da Resistência/Psol, Frederico Costa - Professor da UECE e Fábio Queiroz - Professor da URCA.
EDITORIAL - Não é hora de ficar com medo das provocações de Bolsonaro. O povo deve ir às ruas por suas reivindicações e pelo impeachment – com Valério Arcary, colunista do Esquerda Online.
Debate "A luta contra a privatização dos Correios: momentos decisivos", realizada no dia 13 de julho com as presenças de Jacó (Fentect-DF), Halisson (SINTECT-PE), Tavares (Fentect-PB) e Gilson (oposição Sintect-SC).
EDITORIAL - As enormes manifestações de 29 de maio e 19 de junho impactaram a conjuntura nacional, abrindo caminho para derrotar Bolsonaro. Apesar dos riscos da pandemia, centenas de milhares foram às ruas, corajosamente, em todo país. Foram às ruas com indignação, transformando luto em luta. Foram às ruas porque sabem que não se pode esperar até 2022 para tirar o miliciano do poder. Foram às ruas conectando-se ao sentimento da maioria da população, que rejeita esse governo genocida. Foram às ruas levantando as bandeiras mais sentidas pelo povo: vacina no braço, comida no prato e Fora Bolsonaro!
EDITORIAL - Após o sucesso dos protestos de 29 de maio, a campanha Fora Bolsonaro promete voltar às ruas em todo país no dia 19 de junho, sábado. O objetivo é realizar manifestações ainda maiores, demonstrando — outra vez e com mais força — a indignação da maioria do povo nas ruas. Os atos ocorrerão com todos os cuidados sanitários, sendo indicado a utilização, por todos os presentes, de máscara PFF2 (ou N95) e o uso de álcool em gel. Nesse editorial, apresentamos três razões para que você construa o 19J na sua cidade, junto com amigos, familiares, colegas de trabalho e conhecidos.
EDITORIAL - Esperançar, segundo Paulo Freire, é o ato de se levantar para alcançar um objetivo. É juntar-se a outros para agir coletivamente e tornar o objetivo em realidade. É diferente de esperar passivamente, como se o problema pudesse se resolver sem ação, como que por um milagre. Os protestos ocorridos nos dias 13 e 29 de maio renovaram o sentido do verbo esperançar. Afinal, só pode vencer quem luta. E apenas com manifestações de massa será possível derrubar esse governo genocida. Nas ruas, transformando luto em luta, abrimos caminho para derrotar Bolsonaro e a extrema direita. Por isso, tem grande importância a decisão tomada pelas organizações da Campanha Fora Bolsonaro, que se reuniram nesta quarta (2) e decidiram, por unanimidade, pela convocação de novos protestos de rua no dia 19 de junho. O desafio agora é fazer do novo dia nacional pelo Fora Bolsonaro ainda maior que o 29M. Para avançar na luta contra o governo da morte, construindo protestos ainda mais potentes, três tarefas são fundamentais nesse momento.
O Chile foi às urnas no domingo, 16, para a escolha dos deputados e deputadas constituintes e também para a eleição de governadores e prefeitos. Resultado representou uma derrota para a direita do país e mostrou a força das candidaturas independentes. Ao contrário das previsões do governo e das instituições, a direita pinochetista não conseguiu atingir o resultado de 1/3 das cadeiras, que permitiria usar do poder de veto, diante de propostas que representassem mudanças estruturais no texto da Constituição. Com 99,1% dos votos apurados, a coligação Vamos por Chile (XP) obteve apenas 20,56% dos votos, e precisará buscar apoio entre constituintes de partidos tradicionais e que já estiveram também no governo, como o Partido Democrata Cristão, para exercer o poder de veto em temas específicos.
EDITORIAL - O governo de Ivan Duque (Partido Centro Democrático) está ordenando uma das maiores repressões ao ativismo social dos últimos anos na Colômbia. Duque é o mesmo que acusa o governo Maduro, da Venezuela, de “ditadura” e dá abrigo para Juan Guaidó e outros líderes golpistas. É afilhado político do ex-presidente e ex-senador, Álvaro Uribe, que renunciou ao Senado para fugir do foro da Corte Suprema, onde responde a 28 processos, entre os quais por relação com grupos paramilitares, a milícia colombiana que mata ativistas sociais.
EDITORIAL - Depois de mais de 360 mil mortes no Brasil, o Senado finalmente aprovou a CPI da covid-19, que tem como objetivo apurar a atuação do governo federal no combate à pandemia. A decisão ocorreu após a ordem do STF para que Rodrigo Pacheco instalasse a CPI. Enfraquecido, o governo tem apenas o apoio de quatro dos onze membros titulares da Comissão. Esse fato abre possibilidade real de que a investigação possa avançar, revelando provas dos diversos crimes cometidos pelo presidente. Tanto é, que Bolsonaro está visivelmente desesperado com a abertura da CPI, como ficou evidente no áudio gravado pelo senador Jorge Kajuru.
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