Estamos presenciando uma corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial e de outras ferramentas que prometem aumentar a produtividade econômica, o poderio militar e o controle de dados. Nesse contexto, a China estende seus tentáculos para dominar o Brasil, buscando segurança energética, alimentar e controle sobre a América Latina.
Para ser um grande player na guerra da IA, é preciso dispor de fontes abundantes, constantes e confiáveis de energia; afinal, é necessário garantir o funcionamento contínuo de computadores, data centers e sistemas de resfriamento para desenvolver a IA.
Se a guerra contemporânea é pelo desenvolvimento da IA mais avançada e eficiente, também precisamos refletir sobre a eficiência dos meios energéticos que sustentam essas pesquisas. Devemos nos perguntar: o que os países estão fazendo para garantir energia barata, confiável e constante?
Com Arthur Machado.