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No EP10, o Exextrico estreou um novo quadro: o react. E o vídeo escolhido era sobre as princesas da Disney, o feminismo e a "essência feminina" — com peruca, bigode e cachorro latindo ao fundo.
A tese do vídeo: Cinderela sabia o que estava fazendo. Moana, Elsa e Mérida estragaram tudo. A mulher moderna está sozinha e triste porque o feminismo destruiu o sonho do príncipe. A Bela e a Fera é um romance, não um cárcere privado. E o trono tem que se equilibrar com o coração.
A reação: a Clara explicando por que essência feminina deve ser um perfume, a Ale tentando de boa-fé entender a frase do trono com o coração — e não conseguindo — e as duas chegando à conclusão de que o cara podia ter usado a peruca e o vestido sem precisar de papo furado. Tá tudo bem, 2025 tá aqui, pode usar o que quiser.
No meio do caminho ainda tem: por que é mais perigoso ser casada do que ser puta (os dados estão aí), a propaganda antifeminista desde a época do sufrágio, sobrenome de ex ainda preso no Itaú, Virgínia sendo defendida a contragosto, e o cachorro do vídeo que claramente não concordava com nada do que estava sendo dito.
Ninguém resolve nada. Todo mundo perde a paciência. Os vestidos estavam bonitinhos.
Exextrico é apresentado por Alessandra Siedschlag e Clara Averbuck.
No EP09, chegou mais um Cantão do Coracinho — e dessa vez o assunto foi vingança.
Uma ouvinte contou a história do João Feio, da amiga de Londres, do namorado flagrado no bar — e de uma reviravolta que nenhuma de nós viu. Dois anos. Um erro de português. É tudo.
Depois vieram as vinganças das próprias hosts: a Ale que fez algo silencioso, cirúrgico e irreversível em 30 camisas — oi, Júnior. E a Clara que botou fogo no sofá. O sofá era dela. De couro português. Vermelho. Cinco mil reais. Comprado por quinhentos por causa de um pingo de tinta.
Ainda tem: um plano de brigadeiro de cocô em embalagem fake do Starbucks que a advogada vetou na última hora, gatos prestando um serviço inestimável antes de uma devolução de pertences, e a tese de que vingança não é frescura — é saúde pública.
Ninguém resolve nada. Todo mundo ri muito. O sofá não sobreviveu.
Exextrico é apresentado por Alessandra Siedschlag e Clara Averbuck.
No EP08, chegou o Cantão do Coracinho — e o que chegou na caixa de e-mail não era pra qualquer um.
O Moreno Misterioso contou a história de uma bruxa cartomante que incorporou um gato no meio do sexo, pediu pra gravar tudo pro dominador dela, tentou um Age Play com Yuppie! (sim, Yuppie!) e de quebra anunciou uma terceira presença extraterrestre no quarto — que, por acaso, era um cometa passando.
Depois, uma ouvinte escreveu sobre a amiga desobediente demais pra ser submissa: duas horas assistindo compilado de xingamentos do Wagner Moura em Paraíso Tropical, um dominador português mandando escrever cachorro na bunda, um dildo em formato de tentáculo de monstro marinho e a constatação de que o universo é injusto porque faz a gente foder bem com o filho da puta.
No meio do caminho ainda tem: os prós e contras do 69 (Pillow Princess se manifesta), por que o mercado de garotos de programa não atende a demanda das mulheres normais, e o plano de abrir um puteiro de homens normais — sem músculo, sem óleo.
Ninguém resolve nada. Todo mundo ri muito. O gato estava incorporado.
Exextrico é apresentado por Alessandra Siedschlag e Clara Averbuck.
No EP07, só as duas — e o assunto foi emprego merda, que todo mundo teve ou vai ter, e ninguém escapa.
A Clara que desmaiou de calor dentro de uma fantasia de Snoopy numa festa infantil no interior gaúcho — e tiveram que tirar a cabeça do bicho na frente das crianças. A Ale que entregava fita de pornô numa videolocadora para velhos tarados. O Mickey fumando pelo olho no trenzinho de Fortaleza. A Mônica com restrições orçamentárias (tem até prêmio pra isso).
No meio do caminho: o Jesus ameaçador do SBT, a Xuxa mandando a Letícia Spider emagrecer, por que exigir que mulher seja magra é uma estratégia de controle, a hierarquia dos garçons de rodízio (os da picanha são os pica grossa) e a Ale que se mijou inteira numa gruta na Itália depois de topar com o Diabo de surpresa.
Ainda tem: mulher rica exigindo bolachinha no hospital, moradores de rua invisíveis, Candomblé fazendo quentinha na comunidade, e um pedido desesperado de patrocínio — de calcinha antivazamento a tênis para academia.
Ninguém resolve nada. Todo mundo ri muito. O Snoopy não resistiu.
Exextrico é apresentado por Alessandra Siedschlag e Clara Averbuck.
No EP06, o Gustavo Braun ainda está na casa e a conversa vai fundo de verdade: saúde mental sem filtro, com três pessoas que passaram por depressão severa contando como foi — oito meses deitada, oito anos de diagnóstico tardio, depressão funcional que ninguém vê porque você ainda está sorrindo.
A mensagem do episódio: se tem alguém na sua vida passando por isso, seja a rede de apoio. E se você está passando, busca o CAPS — que não é piada nem meme.
Depois de respirar fundo, o programa voltou para o território natural: histórias de médico que vão de ginecologista cardiologista (a culpa é do coração em cima da mesa) a dentadura de dez anos sem tirar, depilação anal surpresa numa esmalteria peruana, gonorreia com sabor e camisinha como assunto de utilidade pública.
No meio do caminho ainda tem: anfetamina pra emagrecer nos anos 90, a Clara com 13 anos, o Paulo Gustavo numa varanda do Rio e a proposta de colocar uma xoxota em cima da mesa do estúdio.
Ninguém resolve nada. Todo mundo ri muito. O maluco tem talento.
🧡 Se você ou alguém que você conhece está passando por um momento difícil, há ajuda gratuita disponível:
No EP05, o Cantão do Coracinho está de volta — e o especialista Gustavo Braun continua na mesa para ajudar a julgar o amor alheio.
A história de hoje: ela o conheceu por intermédio de uma amiga, o almoço durou sete horas, ele mandava vídeo, foto e áudio todo dia — e então, após três semanas de encontros gostosos, ele voltou da fazenda, recebeu o marzipã alemão que ela trouxe de presente e pediu pro cachorro acompanhá-la até o carro.
O debate que se seguiu envolveu: quanto tempo é necessário para um encontro gostoso virar namoro, se ela se empolgou demais, se ele foi escroto demais, a importância de viajar com a pessoa antes de qualquer compromisso, e por que banheiro com porta transparente é um crime contra a humanidade.
Veredito do especialista: pega um de 30 e esquece o senhor Marzipan.
No EP04, Lele e Clara recebem Gustavo Braun — especialista em absolutamente tudo, como ele mesmo confirmou. A agenda? Homens mijando na rua (um deles vizinho), catfishes de luxo que pagavam conta de luz e criavam ONGs antes de não existirem, um chefe famoso no Twitter que era mais personagem do que pessoa, e uma pitada de sincretismo religioso com padre online, orixás e a possibilidade real de convidar um pai de santo e um sacerdote para o mesmo episódio.
No meio do caminho: Josie and the Pussycats, a Academia Brasileira de Letras (e o Sarney que é imortal), Labubu na Argentina, Trump apagando WhatsApp de brazucas em Nova York e a Clara cogitando concorrer ao Jabuti — o que, confirmamos, é possível a partir do próximo livro.
Ninguém resolve nada. Todo mundo ri muito. O padre provavelmente continua assistindo.
O Cantão do Coracinho voltou — e as ouvintes mandaram histórias que a gente não pediu mas claramente precisava.
Nesse episódio: a moça que foi visitar o namorado preso, acabou visitando os amigos do namorado preso, se apaixonou por um deles e engravidou. O cara que botou o nome da ex na filha e fingiu que a ex chamava Paula. A menina de 22 anos com namorado ciumento que se "corroe por dentro" — e o conselho unânime foi trocar de psicólogo. E o homem de 12 anos de namoro que tinha um Facebook paralelo com 3 mil mulheres e pedia companhia para o motel nos comentários de divulgação de festas de swing.
Lele e Clara opinam, discordam, debatem ciúme, virgindade, calvo versus careca, e por que os homens crescem até os 18 anos e depois só trocam os brinquedos por versões mais caras.
Mandem suas histórias: 📩 [email protected]
A gente voltou no EP01. Agora ficou.
Nesse segundo episódio, Lele e Clara falam sobre a pressão estética que não tem fim (o braço da Xuxa, a Fafá de biquíni, a gravidade que não perdoa nem nariz), maternidade sem rede de apoio, casamento às cegas e a mulher que fez stalking no noivo que nem chegou a conhecer, trad wife, Red Pill e o que os homens querem exatamente — além de TikTok, que nenhuma das duas entende mas as duas têm conta.
E tem também a história do pai que fazia voadeira na frente da escola, o Luiz Fernando Veríssimo que deu dois tapinhas e foi embora, e a pergunta filosófica da temporada: o que eu posso ser, afinal?
A resposta, como sempre, não é deles pra dar.
Era uma vez um Ex-Tricô. Depois de 15 anos, Lele e Clara voltam do mesmo jeito que foram: falando tudo, sem filtro e com amor.
Nesse primeiro episódio elas relembraram por que sumiram, o que aconteceu com o colágeno (spoiler: foi), a festa de divórcio que rolou dentro do R7, a demissão por telegrama depois de 9 anos, o cara do Tinder que era anarquista mas não dava nome pro gato, e por que a paciência — ao contrário da amizade — não volta nunca mais.
Bem-vindas de volta. Ou bem-vindas pela primeira vez.
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