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O termo nano vem do grego e significa algo muito pequeno. Tudo que é da ordem de 10⁻⁹ do metro, está na escala nanométrica.
Essa é a escala atómica, e o estudo dos materiais a nível atômico e molecular através de modelos teóricos e experimentos é o que chamamos de nanociência. Já o termo nanotecnologia é a capacidade de manipular, controlar e manufaturar os materiais nessa escala de tamanho tão pequena. O Conceito de nanotecnologia foi introduzido pelo físico americano Richard Feynman em 1959. Ele previu a miniaturização tecnologia imaginando máquinas que construiriam máquinas menores até o nível atômico.
Contudo, já no século quatro na Roma antiga temos um exemplo de nanotecnologia. O objeto da Roma Antiga conhecido como “Cálice de Licurgo”, que está atualmente no Museu Britânico e tem mais de 1.600 anos de história, é conhecido por uma peculiaridade: quando é iluminado pela frente, tem a cor verde. Quando iluminado por trás, parece ser vermelho sangue.
Em 1990, análises com microscópio de pequenos fragmentos quebrados do objeto revelaram que o vidro foi misturado a partículas de ouro e de prata com 50 nanômetros de diâmetro. Com essa medida, seriam necessárias mil delas para atingir o tamanho de um grão de sal de cozinha, o que faz com que os romanos antigos passem a ser considerados os pioneiros da nanotecnologia.
Hoje em dia, materiais compostos utilizam elementos em nanoescala para tornar todo tipo de coisa melhor, mais forte e mais rápida – de tecidos e cosméticos a telas de TV e painéis solares.
A ideia da Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará de possuir em sua estrutura uma farmácia que atendendesse a comunidade e, ao mesmo tempo, fosse local de ensino-aprendizagem para os alunos da opção Farmácia, nasceu na data de 14 de junho de 1932, como proposta do Professor Raimundo Gomes ao colegiado da instituição.
Nesta data, a Farmácia-Escola iniciou suas atividades como instituição de apoio ao ensino de Farmácia da FFO, funcionando apenas como uma farmácia com manipulação que se propunha a venda de medicamentos e manipulação de poucas fórmulas magistrais. Entretanto, sua duração foi efêmera. Funcionou por curto período de sete anos.
Em 1977, o Prof. Geraldo Wilson da Silveira Gonçalves, diretor do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFC, designou os professores Francisco Eudes Apoliano Gomes – chefe, e Antônio Melquiades dos Santos – subchefe, docentes do Departamento de Farmácia do CCS, para reorganizar a Farmácia-Escola.
Em seguida, os novos chefes entraram em contato com instituições federais mais desenvolvidas nas áreas de produção e controle de fármacos e medicamentos. Procuraram as Universidades Federais do Rio Grande do Norte e a da Paraíba que, na época, já haviam implantado instituições de produção e pesquisa em medicamentos e, ao mesmo tempo, de apoio ao ensino farmacêutico: o Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos – NUPLAM, em Natal e o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica – LTF, em João Pessoa.
A partir de então, a F-E inicia sua história como instituição de apoio ao ensino e a pesquisa de fármacos e medicamentos apresentando eventos que marcam este caminho. A FE estabeleceu convênios através da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura – FCPC, com prefeituras do interior do Estado, com o fim de produzir para estas, alguns medicamentos essenciais tais como, comprimidos de sulfato ferroso, metionina, ácido acetil salicílico, mebemdazol, metroniidazol líquido.
Hoje a F-E funciona servindo a população carente produzindo medicamentos e cosméticos, realizando, ao mesmo tempo, ensino, pesquisa e extensão.
A Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará foi a instituição que formou o alicerce das ações de ensino, pesquisa e assistência à saúde do Ceará. Sua história institucional começa em simplórios currículos de farmácia e odontologia, marcos históricos implementados em 1916.
A princípio, a FFO propunha simplesmente formar farmacêuticos e dentistas. Entretanto, na trajetória de mais de um século, extrapolou seus limites transformando-se em um grande espaço aberto à novas dimensões: pioneira no Ceará no ensino superior das ciências básicas (química, biologia, botânica, física, microbiologia), das ciências da saúde (fisiologia, histologia, anatomia, bioquímica, farmacologia, toxicologia, bromatologia, cirurgia buco-maxilofacial, dentistica, ortodontia) e outras matérias;
Propulsora e irradiadora da pesquisa científica no Ceará em áreas nobres como química orgânica, botânica, plantas medicinais, farmacologia, toxicologia, alimentos, microbiologia, saúde pública, produção, controle da qualidade e uso racional de medicamentos, dentistica, ortodontia, dentre outras.
Pioneira em ações de extensão criando a Farmácia-Escola e a Clínica Odontológica no longínquo 1936, para atender a população carente de Fortaleza que, ao longo do tempo, evoluíram propiciando parcerias com instituições da área de saúde tanto de natureza pública quanto particulares, visando a melhoria da formação de seus alunos, através de estágios.
A partir de 1997, o curso de Enfermagem passou a integrar a faculdade, sendo assim criada a Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem (FFOE). A FFOE além de atividades extensionistas realizadas pela FarmáciaEscola e pela Clínica Integrada de Odontologia, há os Laboratório de Análises Clínicas e Toxicológicas, Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Medicamentos – GPUIM, Centro de Desenvolvimento de Especialidades Farmacêuticas – CEDEFAR, Centro de Informação de Medicamentos – CIM, Clínica Integrada de Odontologia, Emergência Odontológica, CETOX;
A FFOE tem colaborado, ao longo dos anos, na formação de outros Cursos de Farmácia, Enfermagem e de Odontologia no Ceará e no Brasil. Nosso respeito, admiração a seus idealizadores sobretudo por suas coragem e visão de futuro: os cirurgiões dentistas Francisco de Sá Roriz, Raimundo Gomes, Pedro Verissimo de Araújo, Mozart Catunda, Américo Marães Picanço e o farmacêutico Affonso de Pontes Medeiros.
Sistemas de monitoramento remoto do estado de saúde de pacientes, que seja dotado de um módulo inteligente de apoio à decisão, visam acelerar a resposta do médico a emergências apresentadas por seus pacientes. Um sistema desta natureza deve ser capaz de atuar em cenários que variam da contínua averiguação do bem-estar do paciente à detecção de sintomas e situações anômalas que levam a eventos potencialmente fatais.
Há pesquisas recentes que atestam como essencial o monitoramento contínuo de pacientes, a fim de detectar mudanças críticas no estado de saúde de pacientes e que também possam guiar a conduta terapêutica a ser tomada. Sistemas inteligentes para monitoramento remoto de pacientes, para que atuem de fato à distância e que sejam capazes de auxiliar na tomada de decisão, precisam de tecnologias da informação e das comunicações (TICs) e de técnicas de inteligência artificial (IA) bem consolidadas.
Embora tais áreas em si já sejam temas de pesquisa, a efetiva integração em um produto que possa beneficiar o usuário final da tecnologia, no caso as unidades de saúde (clínicas e hospitais), planos/seguradoras que oferecem serviços de homecare, e até usuários doméstico privados, envolve um longo caminho de validação e teste dessas novas tecnologias, até ganhar a confiança necessária no equipamento e a devida certificação pelos órgãos reguladores.
autoria: : Prof. Guilherme de Alencar Barreto
Agora, iremos abordar o que são as TICs e inteligência artificial, Sociedade de Inteligência Computacional, falaremos do DETI - Departamento de Engenharia de Teleinformática e muito mais!
Inteligência Artificial, também conhecida pela sigla IA, é toda demonstração de inteligência realizadas por máquinas, ao contrário da inteligência natural, demonstrada por animais e humanos.
A IA é também uma área que estuda "agentes inteligentes", ou qualquer sistema artificial capaz de perceber seu ambiente e tomar uma decisão, ou fazer uma ação, com o intuito de realizar um objetivo.
A ideia de autômatos dotados de inteligência é comum em histórias de ficção científica, mas não estão presentes apenas na ficção que tenta descrever um futuro iminente. Na mitologia grega, Talos de Creta é um gigante construído de bronze cuja missão é proteger a população da ilha de Creta.
Já em 1942, Isaac Asimov introduziu no conto "Círculo Vicioso" um conjunto de regras conhecidas como "As três leis da robótica", as quais visavam controlar a interação entre humanos e máquinas. Na proposição dessas três leis, Asimov tinha em mente que um dos enredos mais comuns na ficção científica da época: o vislumbre de uma sociedade futurística onde robôs seriam criados e, depois, destruíram seu criador.
Hoje, a perspectiva de que a interação entre seres humanos e máquinas precise ser pautada por diretrizes da forma como Asimov propôs é ainda um exercício de imaginação, mas a interação da humanidade com máquinas já é uma realidade. Agora, iremos abordar o que é inteligência artificial, aprendizagem de máquinas, realidade virtual, tecnologia visual (TV) e muito mais!
Em meados de 1977, a então Secretaria de Indústria e Comércio do Governo do Estado realizou uma pesquisa para diagnosticar as necessidades tecnológicas industriais do Ceará nas áreas de: manutenção; controle de qualidade; treinamento de pessoal; transferência de tecnologia; pesquisa aplicada e consultoria. Assim, a Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial – Nutec, foi instituída no dia 12 de dezembro de 1978. A partir de 1º de fevereiro de 1979, o Nutec começou suas atividades. Visando a praticidade, ainda no mesmo ano, o Nutec firmou uma parceria interinstitucional com a Universidade Federal do Ceará, economia que permitiu à Fundação a aquisição de novos equipamentos para os laboratórios conveniados.
No ano de 2006, em um decreto publicado no Diário Oficial, o Nutec foi qualificado como Agência Executiva, não perdendo suas condições de Fundação Pública, tendo como principais objetivos promover, coordenar e realizar estudos, pesquisas científicas e tecnológicas, prestando serviços de assistência e aplicação ao sistema produtivo, ao Governo do Estado, bem como a outras instituições públicas federais e municipais. Atualmente o Núcleo de Tecnologia e Qualidade Industrial do Ceará (NUTEC) é uma Autarquia pública do Ceará com sede no Campus do Pici da Universidade Federal do Ceará em Fortaleza.
Tem como função a difusão da inovação e desenvolvimento tecnológico industrial do Ceará fortalecendo suas parcerias para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas e prestação de serviços com órgãos estratégicos do desenvolvimento socioeconômico do estado, em 40 anos de história, a Instituição alcançou a marca de 27 mil clientes atendidos e contou com projetos de enorme importância para o desenvolvimento do estado do Ceará.
Esse é o nosso segundo programa com a professora Janaína Sobreira, pesquisadora do NUTEC (Núcleo de Tecnologia e Qualidade Industrial do Ceará). Agora, iremos abordar o que é a NUTEC, qual o seu objetivo, os trabalhos desenvolvidos, como são os laboratórios, as linhas pesquisa atuais e muito mais!
Você sabia que o ouro pode ter a cor negra, rubi ou arroxeada, além do amarelo? Para responder essa pergunta, vamos falar um pouco sobre NANOTECNOLOGIA. “Considerando-se os processos químicos, físicos e biológicos que ocorrem na natureza, é possível identificar a presença da nanotecnologia em períodos remotos da história da humanidade. Há aproximadamente 4000 anos A.C., os alquimistas egípcios utilizavam o "elixir de ouro" para estimular a mente e restaurar a juventude.
O famoso elixir da longa vida, era constituído na realidade por partículas de ouro em suspensão com tamanho da ordem de 1-100 nm. Os chineses, embora sem ter consciência disso, já aplicavam a nanotecnologia, ao empregarem nanopartículas de carvão em solução aquosa para produzir a tinta nanquim. Na Europa, o colorido dos vitrais das igrejas medievais, tão ricamente trabalhados pelos artesões, era o resultado da formulação do vidro com nanopartículas de ouro. A famosa Taça de Licurgus, do século IV d.C, que exibe uma cor verde quando a luz é refletida, mas é vermelha sob luz transmitida, é na realidade constituída por nanopartículas de ouro e prata.
No século XIX, Michael Faraday mostrou a relação entre as propriedades e o tamanho de partículas de ouro, observando que esse tamanho influenciava na absorção de luz. Dessa forma, é possível obter materiais baseados em ouro em diferentes cores, dependendo do tamanho das partículas. Em sua forma natural, o ouro exibe uma coloração amarela porém, dependendo do tamanho das partículas, ele pode se mostrar negro, rubi ou arroxeado.”
Parte deste texto foi retirado do artigo intitulado:
Nanotecnologia: aspectos gerais e potencial de aplicação em catálise Da Revista Química Nova, Vol. 32, No. 7, 1860-1870, 2009 Autores: Hadma Sousa Ferreira e Maria do Carmo Rangel
No programa de hoje conversamos com a professora Janaína Sobreira, Pesquisadora do NUTEC - (Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará), sobre Nanomateriais. Vamos falar sobre o que é nanotecnologia e nanomateriais, Usos gerais das Nanopartículas, Nanopartículas magnéticas no diagnóstico – como contraste e muito mais!
A Química está em toda parte. De fato, a Química está em tudo, pois estuda a matéria, sua composição, suas propriedades e suas transformações. Os átomos, as moléculas, os compostos, as misturas e as reações químicas são alvos de estuda desta vasta ciência. A Química está no centro de muitas transformações que ocorrem no mundo que nos rodeia e explica uma infinidade de diferentes propriedades da matéria.
A origem dos conhecimentos práticos da Química remete a um passado distante, quando as primeiras reações químicas foram observadas e realizadas, desde o cozimento dos alimentos, até o início da metalurgia. Um dos primeiros fenômenos foi a descoberta e controle do fogo, sendo este o primeiro acontecimento na natureza em que o homem pré-histórico teve contato com reações químicas que transformavam a matéria.
Podemos dizer que a história da Química caminha junto com a história da humanidade. Sua origem está ligada à Alquimia. Os alquimistas tinham grandes conhecimentos práticos de metalurgia, química e astronomia e que buscavam nas teorias gregas as explicações para a transformação da matéria. Hoje, a Química tem um grande impacto e um importante papel na nossa sociedade.
Ela está presente em diversos setores, como no desenvolvimento de fármacos, na indústria alimentícia, nos materiais do dia-a-dia, nos produtos de limpeza e higiene pessoal, nos cosméticos, na busca de soluções para o meio ambiente, entre muitos outros.
No programa de hoje continuamos a nossa conversa com a professora Patrícia Fernandes Lootens Machado, professora do Instituto de Química da Universidade de Brasília - UNB, sobre química. O tema desse programa é "A Química no Cotidiano", iremos abordar assuntos como o que é a química, qual seu objeto de estudo e como podemos aprender essa ciência com situações do cotidiano!
O conhecimento científico é produzido a partir de atividades científicas e este conhecimento busca constantemente esclarecer e verificar fenômenos por meio de observação e investigação.
O ensino de ciências é um campo do conhecimento que oferece uma visão científica do mundo real e o desenvolvimento de habilidades de raciocínio, desde a mais tenra idade, podendo despertar nas crianças e nos jovens, o gosto pela ciência. Essa reflexão possibilita que a criança desde muito cedo possa observar, explorar, investigar e construir conhecimentos científicos.
O Ensino de Ciências permite introduzir o aluno, na investigação e na interpretação dos fenômenos naturais, podendo assim se tornar uma das vias que possibilitam a compreensão e o entendimento do mundo, contribuindo para a formação de futuros cientistas. A Pesquisa no Ensino de Ciências pode estabelecer uma mudança de compreensão do significado de ensinar Ciências, principalmente na formação do docente, resgatando o caráter investigativo e da (re)descoberta na Ciência.
Alguns destes trabalhos de pesquisa buscam estudar diferentes estratégias metodológicas que permitam ao professor estabelecer um ciclo de ensino e aprendizagem dinâmico, objetivo e inovador, fundamentando-se em metodologias, que possam auxiliar o processo de ensino-aprendizagem das Ciências.
No programa de hoje conversamos com a professora Patrícia Fernandes Lootens Machado, professora do Instituto de Química da Universidade de Brasília - UNB, sobre ensino das ciências, iremos abordar os desafios de ensinar ciências para jovens e crianças, experimentações dentro da sala de aula, o projeto Integração Universidade Escola da UNB e vários outros que a professora Patrícia participa para melhorar o ensino de ciências no país!
Você sabe o que é Odontopediatria? A odontopediatria é a área da odontologia especializada na saúde bucal das crianças, desde o seu nascimento até a adolescência. A recomendação mundial é de que a primeira consulta odontológica deve ocorrer entre o nascimento do primeiro dente, geralmente aos 6 meses, até o primeiro ano de vida.
De acordo com Ministério da Saúde, crianças que são levadas ao cirurgião-dentista até o primeiro ano de vida apresentam menores chances de receber tratamento odontológico emergencial e de fazer consultas odontológicas de urgência ao longo da infância. Orientações feitas pelo profissional da área para familiares acerca da importância dos aspectos higiênicos e alimentares podem impactar positivamente tanto na qualidade de saúde oral como geral de crianças, conferindo significativa redução da cárie dentária.
A odontopediatria é uma área da odontologia fundamental para a saúde bucal das crianças, já que esta especialidade tem como objetivo a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dos problemas de saúde bucal do bebê, da criança e do adolescente, a educação para a saúde bucal e a integração com outros profissionais da área da saúde. Odontopediatria por envolver diversos níveis de atenção e cuidados é uma especialidade odontológica que se depara com muitos desafios técnicos assistenciais e encontra-se marcada por uma complexidade de dinâmicas relacionais.
Este texto foi retirado do Artigo: A RELEVÂNCIA DA ATUAÇÃO DO ODONTOPEDIATRA Revista Faipe, v. 9, n. 2, jul./dez. 2019 -Autores: a GIROTTO, GARCIA, TENANI e DE CHECCHI
Esse é o nosso segundo programa com o professor e dentista José Jeová Siebra Moreira Neto, professor da Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem da Universidade Federal do Ceará (UFC), sobre Odontologia. Nesse programa iremos falar sobre Odontopediatria que é a especialização do professor José, ao longo do programa iremos falar sobre a questão da Saúde Bucal na infância, o problema de medo dos dentistas, importância da questão de políticas públicas sobre saúde bucal e muito mais!
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