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O prazo para entregar a Declaração do Imposto de Renda 2024 acaba no dia 31 de Maio, e muita gente que deixa esse compromisso para a última hora pode acabar se estressando para reunir toda a documentação, e até mesmo acabar perdendo dinheiro por não usar todas as ferramentas que podem deduzir menos impostos.
O novo episódio da série “Imposto de Renda 2024” traz recomendações para preencher a declaração e antecipa como é possível se planejar com antecedência para este momento. Na conversa entre Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban, e Andy de Santis, educadora e consultora financeira, dicas valiosas dicas para reduzir a dedução de impostos com investimentos e doações.
Não deixe de consultar também a plataforma de Educação Financeira da Febraban
Acompanhe a conversa entre Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban, e Andy de Santis , educadora e consultora financeira, e aprenda a evitar a correria de última hora ao declarar seu Imposto de Renda. O episódio está disponível em todas as plataformas de áudio.
Neste ano, a Receita Federal espera um número recorde de declarações do Imposto de Renda: 43 milhões. Para alcançar a marca, o órgão incorporou a inovação ao sistema, implementando ferramentas que facilitam o processo de declaração.
Inteligência Artificial, Chatbot, atualizações nos aplicativos e a mudança na faixa inicial da tabela de retenção, que passa a considerar rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90, estão entre os principais destaques.
No primeiro episódio do especial “Imposto de Renda 2024”, recebemos José Carlos Fonseca, supervisor nacional do Programa de Imposto de Renda da Receita Federal, trazendo as principais mudanças deste ano. Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban, percorre as principais atualizações que são decisivas para fazer uma boa declaração.
Confira.
Todos os brasileiros que receberam acima de R$ 30.639,90 de renda tributável no ano passado, como salário, aposentadoria ou aluguel, precisam enviar sua declaração à Receita Federal até 31 de maio.
A declaração não é complicada, mas requer organização. Afinal, você vai precisar juntar os informes dos rendimentos que recebeu dos empregadores e, caso tenha investimentos, terá que anexar os dos bancos também.
A boa notícia é que o Meu Bolso em Dia conta com uma seção sobre imposto de renda que facilita todo esse trabalho, com um passo a passo para você preencher e enviar sua declaração, incluindo o que muda nas regras deste ano e o calendário da restituição.
Acesse meubolsoemdia.com.br e confira.
Conheça as novidades tecnológicas do mercado financeiro que vêm pela frente. Nesta entrevista, as novidades tecnológicas do mercado financeiro que vêm pela frente. Quem comenta são os especialistas Carolina Sansão, diretora-adjunta de Inovação, Tecnologia e Cibersegurança da Febraban e Ivo Mosca, superintendente da Área de Relações e Inovações Regulatórias do Itaú Unibanco.
Ao longo do ano, o Open Finance vai continuar uma agenda de desenvolvimento de novos produtos e serviços, como por exemplo, câmbio, investimentos e seguros.
O PIX, por sua vez, é sucesso consagrado, usado por 2/3 da população do país. Bateu recorde em 2023, com mais de 37 bilhões de transações realizadas. O próximo passo: o PIX Automático, permitirá gerar um processo de cobrança pelo recebedor ou prestador de serviço, competindo com o boleto. “Posso usar, por exemplo, para pagar a mensalidade da academia, autorizando esse débito fixo na minha conta”, explica Carolina Sansão.
Já o DREX, a nossa moeda digital, regulado pelo Banco Central, inicialmente previsto para este ano, deve ficar para 2025. Antes de validar a tecnologia do projeto piloto, ainda estão programados muitos testes de segurança e privacidade.
Fique por dentro das novidades do setor, assistindo à entrevista conduzida pela jornalista Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias da Febraban.
A Autorregulação Bancária da Febraban é um conjunto de normas adotadas voluntariamente pelos bancos para a proteção e defesa dos clientes. Essas boas práticas vão além do que obriga a legislação e o Código de Defesa do Consumidor. “Quando o banco se autodeclara, o comprometimento é muito maior, tem um peso muito grande”, explica Ricardo Morishita, consultor e professor de Direito do Consumidor no Instituto Brasileiro de Direito Público.
Em comemoração dos 15 anos do sistema, os 15 normativos voltados para o consumidor foram consolidados em um único documento, facilitando o uso por parte das governanças dos bancos. “Nessa consolidação, inserimos temas atuais, como segurança digital, os princípios da Inteligência Artificial e o uso do nome social”, acrescenta Alessandra Camargos, gerente de Normas da Febraban.
Desde que foi criada, em 2008, aderiram à autorregulação 25 instituições financeiras, entre elas, os principais bancos públicos e privados do país. “Quando o banco adota o sistema, ele aceita ser fiscalizado e, eventualmente, até punido, em caso de não cumprimento”, esclarece Marcelo Sodré, um dos conselheiros independentes da Autorregulação e professor na PUC de São Paulo. As punições variam de advertência e multa a descredenciamento do sistema.
A cultura da violência contra mulheres pode estar mais profundamente enraizada na sociedade do que imaginamos. Diariamente, milhares sofrem com pressões psicológicas, manipulações, ameaças, e uma série de comportamentos que pouco a pouco deixam mulheres cada vez mais vulneráveis. Dados do Instituto Maria da Penha revelam que o impacto da violência contra a mulher pode gerar uma perda de até um bilhão de reais na economia brasileira.
Neste ano, a lei que deu origem ao Instituto Maria da Penha completa dezoito anos, e o Febraban News trouxe para o último episódio da série “Mulheres”, uma conversa com Regina Barbosa, vice-presidente e diretora pedagógica do instituto, e Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, (Contraf-CUT).
Acompanhe a entrevista conduzida pela jornalista Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban e descubra como ajudar a construir uma cultura de paz, ampliar a garantia dos direitos das mulheres e o acesso para transformar suas vidas.
Uma mulher é morta a cada doze horas, e praticamente 60% dos casos de violência acontecem nas próprias casas das vítimas. Encontrar soluções para transformar essa realidade é um compromisso de todos, sobretudo de homens que, em muitos casos, ocupam mais espaços de poder do que as mulheres.
Como os homens podem ser aliados no enfrentamento à violência de gênero? Esse é o tema do novo episódio da Série Mulheres, do podcast Febraban News.
A entrevista traz importantes dados e insights para aqueles que desejam se aliar a esta luta. A jornalista Mona Dorf recebe Marina Ganzarolli, presidente da Me Too Brasil, movimento que combate o assédio e agressão sexual, e Guilherme Valadares, fundador e diretor de pesquisa do Instituto PdH e Papo de Homem, espaços de transformação das masculinidades, voltados para a equidade.
O programa marca também o lançamento do livro “Como conversar com homens sobre violência contra meninas e mulheres”, que você encontra neste link https://institutopdh.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Como-conversar-com-homens-3010-compress.pdf
No segundo episódio da Série Mulheres, especialistas explicam como o assédio no trabalho pode comprometer a saúde e o desempenho de mulheres que enfrentam essa realidade.
A jornalista Mona Dorf recebe Ana Addobbati, diretora na Livre de Assédio, e Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, a CONTRAF-CUT.
Elas debatem quais implicações jurídicas podem ocorrer aos assediadores e como os casos de assédio, na maioria das vezes, começam com pequenos ataques que ferem a dignidade das profissionais.
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