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  • Gente Investiga #35 | Os desafios do empreendedorismo negro
    Dados mostram que a pandemia da Covid-19 prejudicou mais o crescimento dos empreendedores negros do que brancos. Segundo o recorte nacional do relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o faturamento dos empreendedores negros sofreu uma redução de 62% – seis pontos percentuais a mais do que o dos brancos, que caiu 56% no mesmo intervalo. Outras estatísticas da mesma pesquisa apontam para uma maior dificuldade em manter os negócios abertos depois da emergência sanitária, além de empecilhos para conseguir crédito. Todas esses desafios que surgem para os negros e negras que resolvem emrpeender no Brasil estão relacionadas com problemas históricos enfrentados pelos afro-descendentes no país. Para mergulhar nesse assunto, Tulio Custódio recebe Alan Soares, um dos fundadores do movimento Black Money que é também empreendedor social e especialista em negócios, e Nalui Mahin, analista de pesquisa e integrante da equipe do Sintonia com a Sociedade, da Globo.
    22 min
  • Gente Conversa #36 | Mulheres e entretenimento
    A indústria do entretenimento tem passado por grandes transformações. Parte por conta do avanço da tecnologia. Parte pela crescente demanda por conteúdo diverso e representativo. E as mulheres são parte ativa e crítica neste cenário. No Brasil, o público feminino é o principal consumidor de entretenimento, desde as tradicionais novelas até as mais recentes plataformas de streaming. Em um estudo global, as brasileiras ficaram em segundo lugar como as mulheres que mais consomem streaming no mundo. A experiência das mulheres, porém, é frequentemente afetada pela falta de representatividade e a perpetuação de estereótipos de gênero. Não à toa, elas vem exigindo mais protagonismo e representatividade em filmes, programas de TV, jogos, músicas e livros. A forma como as mulheres acessam o conteúdo é moldada por suas vivências e realidades sociais. É o que mostra a pesquisa "Como as brasileiras consomem entretenimento?", feita pelo GNT. Realizada em 2022 com mulheres entre 30 e 45 anos, a pesquisa mostra, por exemplo, que 84% das mulheres são interrompidas em suas experiências com conteúdos de vídeo – o que explica uma preferência por narrativas curtas. De que outras formas as vivências femininas interferem no consumo de entretenimento? E qual o papel do conteúdo na diminuição das desigualdades de gênero? Juliana Wallauer conversa com Renata Martins, diretora e roteirista, criadora da série Histórias (Im)Possíveis, que reúne tramas ficcionais de suspense protagonizadas por mulheres, Míriam Castro, conhecida como Mikannn, é jornalista e youtuber especializada em cultura pop, jogos e séries, com mais de 500 mil inscritos em seu canal e Leonardo Moura, Gerente Sênior de Produto de Canais Pagos na Globo, à frente da programação de lifestyle, entretenimento, infantil e notícias. Vem com a gente pra uma conversa sobre tendências, desafios e oportunidades para o consumo de entretenimento por mulheres no Brasil.
    1 hr
  • Gente Investiga #34 | Hábitos alimentares no Brasil: a gente não quer só comida
    Se você tivesse que descrever a alimentação dos brasileiros, como faria? Você pensou em arroz, feijão e bife, né? Para muita gente, “comer” é isso mesmo. No máximo, a gente dá uma ousada com uma batatinha frita. E os mais saudáveis, com uma salada. Tudo regado a um suquinho ou refrigerante, claro. No domingo, é de lei: uma macarronada caprichada, ou qualquer outro prato tradicional daquela família, que consiga reunir a todos num grande almoço comunitário. Com toda a nossa diversidade, pluralidade e mistura, a alimentação é o nosso porto seguro. A mesa é o espaço onde o nosso tradicionalismo se mantém vivo. A gente pode discordar na religião, política e futebol... Mas o cardápio da gente é sagrado. Mas, será que você consegue se lembrar do cardápio das suas refeições nos últimos 7 dias? Ou me dizer, pelo menos, quando você comeu marmita, quando pediu um delivery, quando jantou fora, ou até mesmo quando "pulou" uma refeição? Pois é, parece que o ditado "eu não lembro nem o que eu comi no café da manhã" não é tão metafórico assim, não é? Nosso cardápio é bem mais variado do que a gente imagina. Resta saber, nesse furacão de comidas, quais são parte ou não de nossos hábitos alimentares. E, afinal, o que são e qual a importância de olharmos para esses hábitos. Especialmente em tempos onde nossa rotina alimentar é cada vez menos rígida e homogênea. O Gente Investiga de hoje, quer saber: o que a comida diz sobre os brasileiros? Túlio Custódio recebe Paula Pinto e Silva, antropóloga, cientista social e sócia-diretora na Tekô Antropologia para tentar descobrir. Vem com a gente!
    30 min
  • Gente Conversa #35 | Tendências: o que esperar de 2023
    Fim de ano chegando e aquele clima geral de bota-fora de 2022 impera em todos os lugares. Entra ano, sai ano, o ritual não muda. E, claro, fazer aquela lista de metas, projetos e sonhos para o ano que vem não pode faltar. Tem gente que faz listinha mental, tem quem faça promessa, tem quem se jogue na planilha e tente planejar cada detalhe do novo ciclo. Mais do que um ritual, a mudança de ano é um momento propício pra gente avaliar para onde estamos indo, e como chegar onde queremos. Mas, se fazer esse planejamento no nível pessoal já é uma trabalheira, quando a gente fala de negócios e sociedade então… Se prever o futuro ainda é impossível, um certo nível de certeza sobre o que deve acontecer é crucial para a maioria das empresas. E tem muita gente que se debruça em números, pesquisas e índices, para se dedicar à arte de predizer o imprevisível. Por isso, nossa conversa de hoje está de olhos bem abertos para o futuro. Especialistas em tendências nos mostram o que podemos esperar para 2023. Como devemos nos comportar após pandemia, eleições, guerra, crise econômica, copa do mundo… E tantos fatos históricos nos atropelando de uma vez. Será que estamos preparados para um novo ciclo? Será que viveremos, de fato, um novo ciclo? E mais do que isso: como ler e interpretar as tendências para o próximo ano? Juliana Wallauer conversa com Paula Rizzo, Head de Inovação em Marca e Comunicação da Globo, Iara Poppe, Especialista em Pesquisa da Globo e Túlio Custódio, escritor, filósofo e sócio-curador da Inesplorato, empresa de tendências.
    48 min
  • Gente Investiga #33 | Pequenas e Médias Empresas, grandes desafios
    Quem nunca sonhou, pelo menos um pouquinho, em ter um negócio próprio? A promessa de uma vida com mais liberdade, criatividade, e onde você possa fazer as coisas do seu jeito, soa atraente para a maioria das pessoas. Mas, se o “sonho do negócio próprio” é bonito no papel, na prática, a realidade é um pouco mais dura. Afinal, um olhar mais atento a esse grupo, que já representa 29% do nosso PIB, nos revela muito mais sobre a nossa economia, sociedade e até sobre as contradições e desafios que fazem dessa área, uma das mais estratégicas para o país. É verdade que o empreendedorismo vem disparando como nunca nos últimos anos. Só durante a pandemia, foram abertas mais de 4 milhões de empresas em todo o Brasil. Por outro lado, o sonho pode acabar virando pesadelo bem rápido: 49% - ou seja, quase metade - das empresas que são abertas no Brasil, fecham suas portas em até 3 anos. E claro, que um período de pandemia, crise econômica e isolamento social, não ajudou boa parte desses novos negócios a se estabelecerem. Ainda assim, aquelas empresas que estão sobrevivendo ao fim da pandemia, apresentam ideias, formas criativas de fazer e uma capacidade de reinvenção inspiradoras para todos, até para os grandes. Túlio Custódio conversa com Laura Lazzari, analista de inteligência de mercado no time de Telecom e plataformas e serviços na Globo, para investigar como aumentar a potência dos pequenos e médios empreendedores, para recuperar a economia. Vem com a gente!
    17 min
  • Gente Conversa #34 | A ascensão das séries no país das novelas
    Você pode até ter a impressão de que as séries só se tornaram um tema "da moda" nos últimos anos. Mas, a verdade é que esse formato já está em voga desde o comecinho do século passado. Sim, desde que a TV é a TV, as séries estavam lá, em preto e branco mesmo. E você, provavelmente, viu. Só talvez não tenha reparado. Mas, no começo do século XXI, as séries ganharam mais musculatura e começaram a pipocar por todas as partes, iniciando uma corrida de canais de TV de todo mundo pelos direitos de transmissão. Enquanto isso, a internet ia jogando seus tentáculos por várias áreas de nossas vidas. Por meio dela, as séries encontraram um espaço confortável entre memes, trending topics e plataformas de vídeo. O streaming entrou em nossas casas, computadores e celulares, sem nunca precisarmos desligar a TV. E de repente, o país das novelas começou a apostar alto em produtos nacionais desse gênero, que leva o nome pela divisão em temporadas (ou então, divisão "seriada") de alguns capítulos. O verbo "maratonar" se tornou linguagem corrente nas casas brasileiras - principalmente depois de uma pandemia, que nos trancou em casa por tantos meses. E os temidos "spoilers" passaram a ser combatidos por todas as partes. Subitamente, parece que ficou impossível participar de conversas, grupos e referências, sem consumir, pelo menos, uma boa dose de conteúdo sobre séries. O formato furou uma bolha virtual, atingindo público de todas as idades e localidades. Se democratizou, diversificou e passou a abrigar uma quantidade quase infinita de histórias, formatos e narrativas. Está cada vez mais difícil definir, exatamente, o que é uma série. E ficou impossível negar sua importância na briga pelo entretenimento em todo o mundo. Para nos ajudar com essa questão, Juliana Wallauer conversa com Vinicius Mayer, coordenador de Marketing da NBCUniversal, Raphael Perez, analista de conteúdo na NBCUniversal e Thiago Guimarães, influenciador e criador de conteúdo sobre cultura pop e entretenimento.
    1 hr 1 min
  • Gente Investiga #32 | Diversidade e representatividade na transformação da música
    Por que você ouve música? As pessoas ouvem música a todo momento: pra ficar feliz, pra encarar tristezas, pra se divertir e até mesmo, pra se distrair. Tem gente que não imagina a vida, sem essa companhia sonora. Tem gente que ouve música e nem mesmo se dá conta. E, aqui no Brasil, nossa voz ecoa mais alto: somos o país que mais consome música na América Latina. Por isso, no programa de hoje, vamos falar sobre música. E mais do que isso. Afinal, música não é só som, acordes, ritmos ou cifras. Música também é emoção, experiência e identidade. Que rima com diversidade: o coletivo de muitas identidades, vivendo em conjunto. O nosso desafio aqui é entender, afinal, como, onde e porque ouvimos música. E o que os sons que consumimos, compartilhamos e produzimos, de todos os cantos do país, contam sobre quem somos, o que queremos e o que podemos ser, enquanto sociedade. Será que as músicas produzidas por aqui, refletem a diversidade do povo brasileiro? Será que singles, clipes e artistas, podem ajudar a sensibilizar as pessoas para a diversidade social? E será que grandes espaços musicais, como as premiações, podem impulsionar a presença de mais representatividade na música e promover mais inclusão no país? Claro, nenhuma dessas perguntas tem resposta fácil. Por isso, Tulio Custodio trouxe para a conversa dois especialistas no assunto: Juliana Costantini, que trabalha na Globo como gerente de conteúdo musical, e Gabriel Volfzon, gerente de inteligência de negócios da Globo.
    19 min
  • Gente Conversa #33 | Como a tecnologia impacta o futuro e o presente da publicidade?
    Há alguns anos, a publicidade vem tentando se equilibrar numa corda que parece bem bamba: a escolha entre o investimento nos formatos tradicionais - grandes anúncios, comerciais e campanhas nacionais, versus os novos formatos digitais: mídia programática, com espaços comprados diretamente com os veículos, controlada por algoritmos e inteligências artificiais. Por muito tempo, parecia que a resposta estava na divisão dos meios de acordo com a estratégia: grandes campanhas atingem boa parte da população, enquanto campanhas digitais fazem comunicação segmentada, personalizada pelo próprio comportamento dos consumidores. Se o ambiente digital prometia dar fim à era do "broadcast", onde um só canal fala com várias pessoas ao mesmo tempo, veículos tradicionais se mostraram mais resistentes do que muitos pensavam. E agora, pode vir desses grandes espaços a solução para essa dicotomia entre comunicação massiva e anúncios personalizados: o caminho do meio. Finalmente, a tecnologia e as possibilidades de conexão abrem caminhos para que a segmentação e os formatos dinâmicos deixem de ser termos exclusivos da internet e passem para o streaming, para a TV e para outros grandes formatos de mídia. A personalização parece a obsessão das marcas - e os dados e a tecnologia, são o caminho para atingirmos esses objetivos. Para entender mais sobre como a tecnologia impacta o futuro e o presente da publicidade, vamos conversar com Renata Fernandes, diretora de Produtos Publicitários Digitais da Globo, Yuri Valdevite, gerente sênior de Brand Marketing da Deezer e Diego Correa, gerente de Mídia na agência VMLY&R.
    49 min
  • Gente Investiga #31 | Crianças, games e socialização
    “Hoje em dia, as crianças nascem na frente de uma tela. É como se tivessem um chip implantado”. Quem nunca ouviu, ou até mesmo repetiu, essa ideia cada vez mais difundida na sociedade? Para quem é mais velho, é um pouco chocante observar a desenvoltura das crianças com as máquinas. Muitas delas, se adaptam a controles, funções e conexões, antes mesmo de dominar funções básicas de fala, coordenação motora, ou outras habilidades manuais. A Era da Hiperconexão atingiu em cheio a criançada. E tem sido cada vez mais difícil afastar os pequenos do universo virtual. Até porque, dentre os muitos atrativos da tecnologia, há um ramo com especial apelo entre as crianças: os games digitais. On-line ou desconectado. Pelo computador ou pelo tablet e celular. Nunca foi tão fácil acessar as mais recentes criações de uma das indústrias mais tecnologicamente desenvolvidas, e mais promissoras, do mercado digital. O que torna os games tão irresistíveis, especialmente para os pequenos? E quanto das preocupações dos adultos com crianças e jogos, são pertinentes? Será que os games virtuais estão criando uma geração de viciados em telas, com dificuldades de socialização e interação com o “mundo real”? Aliás, será que essa distinção entre “real” e “virtual” ainda é válida? Mas será que não estamos vendo o copo meio vazio demais, deixando de ver as vantagens que o mundo dos games traz para as crianças? E se pudermos falar que os games não precisam ser apenas vilões. Que podem se tornar, inclusive, aliados no desenvolvimento de habilidades como comunicação e socialização? Para entender melhor esse cenário, Tulio Custódio conversa com Lucas Oliveira, que trabalha na equipe de canais digitais do Gloob e com Heloisa Padilha, líder pedagógica da FazGame. Vem com a gente!
    17 min
  • Gente Conversa #32 | Por que o brasileiro gosta tanto de novela?
    No mundo do entretenimento, cada mergulho é um flash. Todos os dias, milhões de horas de conteúdo são despejadas e consumidas nas mais diversas plataformas. E o tempo que duram as tendências, fica cada vez menor. Mas algumas coisas insistem em não mudar. E após mais de 70 anos, as novelas continuam uma fervorosa paixão nacional. Tão significativas para nós quanto o futebol, o carnaval, e outras tradições. Claro, todo mundo ama uma boa e bem contada história. E todos lembram de pelo menos um personagem marcante. Mas engana-se quem pensa que o segredo do sucesso, está na repetição da fórmula. Como as novelas conseguiram se reinventar, mantendo-se as mesmas? Como conciliam públicos tão diversos, há tanto tempo? E como equilibram a sede de uma boa história, com um bom espaço para anúncios? Para falar sobre isso, Juliana Wallauer recebe Paulo Silvestrine, Diretor Artístico da Globo, Viviane Ribeiro, Gerente de Negócios Internos de Publicidade da Globo e Juliana Covino, Gerente de Comunicação na Vivo.
    52 min

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Gente, a plataforma de pesquisas e tendências da Globo, apresenta seus programas: "Gente Conversa", que é o programa de debate trazendo insights sobre estudos e comportamentos, e "Gente Investiga",…

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