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  • Gente Investiga #25 | Educação e tecnologia
    Podcast Gente Investiga discute o papel da tecnologia no fortalecimento da educação no Brasil Durante a pandemia, a tecnologia se mostrou como forte aliada no processo de continuidade da aprendizagem. Com o auxílio da digitalização, o ensino remoto passou a ser uma estratégia pedagógica para driblar os desafios da educação durante o período pandêmico. De acordo com o Mapa Integrado de Conectividade na Educação, ferramenta que oferece dados sobre a conectividade de escolas espalhadas por todo o país, enquanto em São Paulo 91% das escolas estaduais têm internet para aprendizagem, na Bahia, o número cai para 10%. Além disso, de acordo com o UNICEF, um em cada três alunos encontrou problemas ao tentar assistir às aulas online nesse período. Para debater sobre os benefícios da tecnologia na educação e entender o acesso à tecnologia no Brasil hoje, o sociólogo Túlio Custódio conversa com Lúcia Dellagnelo, diretora presidente do Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), no novo episódio do podcast Gente Investiga, uma produção da Plataforma Gente, da Globo. Lúcia acredita que, através da tecnologia, a educação pode ser levada com a mesma qualidade para todos os estudantes, independentemente de onde eles estejam localizados. “A tecnologia permite que uma criança que more no interior da Amazônia tenha acesso a conteúdo e experiências de aprendizagem das crianças que estão em qualquer centro urbano com uma boa estrutura educacional”, destaca. Apesar disso, a diretora pontua as dificuldades para que essa tecnologia chegue a todas as partes do Brasil, considerando a falta de estrutura básica nas escolas do país. “Muitas dessas escolas estão localizadas em áreas que não há viabilidade econômica, por exemplo, grandes operadoras de internet, provedores de internet. Precisa ter algumas mudanças de mentalidade, de metodologias, de gestão, para que realmente essa promessa da tecnologia aconteça na educação brasileira”, afirma. No papo, Lúcia aproveita para destacar as contribuições do Movimento LED – Luz na Educação, no Brasil. “Para mim, a principal contribuição do prêmio do Movimento LED é jogar luz na ideia que para que a inovação educacional aconteça é preciso um ecossistema com atores, às vezes, muito diferentes, como um empreendedor, como o próprio estudante, o professor, o gestor de secretaria. A inovação pode vir de qualquer lugar”, conclui. Lançado em 2021, o Movimento LED é uma iniciativa da Globo e da Fundação Roberto Marinho que tem o propósito de iluminar práticas inovadoras na educação brasileira e de reconhecer quem está revolucionando o cenário do setor. Acompanhe mais detalhes sobre o projeto através do link https://redeglobo.globo.com/movimento-led-luz-na-educacao/ Para se aprofundar no tema através de pesquisas sobre educação, acesse: https://gente.globo.com/ Vem com a gente!
    20 min
  • Gente Conversa #26 | Como o brasileiro envelhece
    Longevidade é tema do novo episódio do podcast Gente Conversa. Diferente dos clichês do passado, a transformação etária dos brasileiros caminha cada vez mais para uma maturidade ativa e independente. No país, 25% da população tem mais de 50 anos e esse grupo representa cerca de 40% do poder de consumo do Brasil. O 26º episódio de Gente Conversa discute as diversas formas de envelhecer em 2022. Comandado por Juliana Wallauer, o programa recebe a apresentadora Astrid Fontenelle, a gerente de insights da Globo, Flávia Toledo e a empreendedora e cofundadora do Hype 60+, Layla Vallias. A pesquisa ‘Diversa-idade: Um olhar aprofundado sobre a maturidade’, explorou a temática da longevidade e buscou entender as várias versões do Brasil 50+. Entre as descobertas, a pesquisa aponta que os brasileiros encaram a longevidade questionando padrões e redefinindo velhos conceitos. Dados da pesquisa também apontam que 70% dos brasileiros acima de 50 anos acessam a internet todos os dias e 64% usam as redes sociais. Para Astrid Fontenelle, a maturidade carrega valores e transformações importantes para a atualidade. “A gente está vivendo um momento onde as atenções estão voltadas para o bom envelhecimento. Nada mais moderno do que falar do envelhecimento, aliás, do que envelhecer. A tecnologia, a moda, o consumo são coisas que me interessam muito. A tecnologia é fundamental, ela é saber, ela é conhecimento, ela é conexão. Então, eu sou uma senhorinha toda conectada”, afirma. O entendimento da velhice no Brasil se estende por diversos recortes, entre eles, o recorte racial. Flávia Toledo explica como é o impacto de raça no entendimento da velhice no país. “O que é esperado da velhice? É que seja um momento de sabedoria e desfrute. Mas a gente sabe que, no Brasil, homens e mulheres negros demoram mais do que os brancos para poder vivenciar essa fase do descanso e do desfrute da velhice. Por quê? Porque eles têm que trabalhar mais, por mais tempo, para ser esse arrimo familiar. Eles têm mais familiares dependendo dele”, comenta. Já na perspectiva de gênero, Layla Vallias aproveita para destacar a lente comportamental que norteia a velhice do público feminino. “São as mulheres que mais trafegam e navegam melhor na maturidade. Um perfil aventureiro, explorador, que quer conhecer e fazer muito mais coisa pela frente”, conclui. Vem descobrir mais insights com a gente =) Acesse a pesquisa completa em https://gente.globo.com/
    55 min
  • Gente Investiga #24 | Doação e empatia em uma sociedade fragmentada
    Apesar de ser conhecido como um país solidário e acolhedor, o ecossistema de doações ainda é um espaço pouco explorado pelos brasileiros. Durante a pandemia, o cenário de práticas filantrópicas no Brasil sofreu algumas mudanças, desencadeando uma rede intensa de apoio nos primeiros meses da emergência sanitária causada pela Covid-19. Segundo dados da Associação Brasileira de Captadores de Recursos, entre 31 de março e 31 de julho de 2020 foram doados 7,16 bilhões de reais. Para falar sobre o papel do brasileiro nesse universo e entender o lugar dos doadores no espaço de reconstrução social pós-pandemia, no novo episódio do podcast Gente Investiga, o sócio e curador de conhecimento da Inesplorato, Tulio Custódio, entrevista Rafael Marques, supervisor executivo da área de Valor Social da Globo e responsável pela implementação e gestão de projetos ligados à cultura de doação, como Criança Esperança e Para Quem Doar. O Criança Esperança já arrecadou mais de R$ 420 milhões de reais e já beneficiou mais de quatro milhões de crianças, adolescentes e jovens em todo país, em seus 36 anos de existência. Já o canal Para Quem Doar - que reúne diversas iniciativas para conectar pessoas que desejam ajudar instituições que precisam de apoio - já publicou mais 200 campanhas, ao longo de seus quase dois anos de atuação. Em sua iniciativa mais recente, a plataforma reuniu organizações e locais que estão apoiando as famílias atingidas pelas chuvas que devastaram a cidade de Petrópolis nas últimas semanas, na região serrana do Rio de Janeiro. Rafael conta que de fato existe uma cultura solidária no Brasil, mas essa faceta generosa aparece com mais força em momentos críticos. “Quando a gente olha para as situações de calamidade pública, por exemplo agora na pandemia ou situações de desastres naturais, você vê que o brasileiro responde rápido. Ele tem uma identificação muito rápida e é muito generoso nesses momentos. Você ajuda muito mais por uma decisão emotiva. E nesses episódios de calamidade isso é muito escancarado”, afirma. O executivo também aproveita para destacar os desafios do país em desenvolver hábitos de doações mais maduros, e comenta sobre as travas que precisam ser superadas para o real encontro dos brasileiros com a solidariedade. “Fazer o brasileiro entender que aquela doação dele, aquele hábito de doar, na verdade, é um investimento que ele está fazendo na sociedade.”, conclui. Ouça com a gente! Gente é a plataforma de pesquisas e insights da Globo. Seu propósito é compartilhar conhecimento baseado em pautas contemporâneas da sociedade, no comportamento do consumidor e nos hábitos dos brasileiros. O conteúdo é aberto a todos e pode ser acessado em https://gente.globo.com/
    19 min
  • Gente Conversa #25 | Sotaques do Brasil
    Gente Conversa #25 discute sobre sotaques brasileiros e atuação da publicidade no cenário multicultural do país As diferentes características linguísticas, culturais e identitárias das regiões brasileiras fazem do Brasil um país múltiplo e diverso. O novo episódio do podcast Gente Conversa discute sobre as singularidades dos vários sotaques espalhados pelo Brasil, a importância de contemplar a retratação de regionalidades e debate sobre como isso tem interferido na comunicação e atuação de marcas com seus clientes. Apresentado por Juliana Wallauer, o episódio recebe Gabriela Rodrigues, head de cultura e impacto na agência de publicidade SOKO, Cau Stéfani, especialista em pesquisa e conhecimento na Globo e David Fiss, diretor de serviços ao cliente e novos negócios da Kantar. No episódio, Cau Stéfani comenta sobre a série de estudos ‘Sotaques’, disponível na Plataforma Gente, e que tem o objetivo de descontruir estereótipos regionais e entender as características e identidades das populações locais. “Quando a gente fala que vai apresentar um estudo sobre sotaque, normalmente as pessoas associam única e exclusivamente a questão linguísticas. E a gente precisa parar e falar que a questão linguística é o que eu menos vou abordar. Eu tenho que abordar toda uma série de construção identitária, construção cultural, construção histórica de toda uma população”. Já no contexto da publicidade e comunicação de marcas, Gabriela Rodrigues acredita que as particularidades regionais precisam ser trabalhadas de maneira mais efetiva pelas empresas. “Eu sinto que hoje em dia, 2022, se a gente fizesse um raio x da publicidade brasileira, a gente veria que ela ainda é muito deslocada de realidade social brasileira. É quase como se fosse um mundo que nega o Brasil e tenta produzir conteúdo para ser consumido por quem mora no Brasil”. David Fiss, também aproveita o papo para refletir sobre o papel do consumidor no ato de contestar a não identificação nas publicidades que vão ao ar. “Por que não questionar a comunicação nas redes sociais? Cadê o sotaque da minha região aqui? Cadê a linguagem da minha região? Eu acho que a gente, como consumidor, é muito passivo, infelizmente”. Vem pra conversa com a gente =) Descubra insights nas pesquisas da série ‘Sotaques’ em https://gente.globo.com/
    1 hr 1 min
  • Gente Investiga #23 | Vozes femininas no esporte
    O lugar da mulher é onde ela quiser e muitas optaram por estar em ambientes que sempre foram bem masculinos, como é o caso do jornalismo esportivo. O mais novo episódio do podcast Gente Investiga debate o tema e discute se esse ‘clube do bolinha’ abriu espaço de fato para o sexo feminino. E para conversar, Túlio Custódio recebeu Karine Alves, apresentadora do Troca de Passes, do SporTV, e do bloco paulista do Esporte Espetacular, na TV Globo. Karine começou a trabalhar com esportes em Porto Alegre, na RBS, a afiliada gaúcha da TV Globo, e tem uma visão bem realista. “Eu queria ter uma resposta bacana: Nossa, isso ficou no passado, não existe mais. Mas é uma mentira. Ainda encaramos todos os dias o machismo, que está enraizado e velado. Presenciei coisas erradas com mulheres e vi muitas puxadas de tapete. Pensei até em sair do jornalismo esportivo.”, explica a apresentadora. Karine seguiu na área por questões sociais. “Acho que o esporte representa muito bem, principalmente o futebol, o retrato do Brasil. Estou aqui por escolha minha, pois poderia fazer outras coisas. Como cantar”, pondera Karine. Sobre legado, a apresentadora aposta que vale mostrar para todas que sim, elas podem conquistar ambientes antes masculinos. E espera que as mulheres entendam que há espaço para todo mundo. “Eu trabalho pelas próximas, e não apenas por mim. E hoje em dia as mulheres já estão mais parceiras das próprias mulheres. Acho que a maioria já se deu conta de que precisamos nos apoiar”. Ouça o papo completo com a gente. Explore mais pesquisas, comportamentos e tendências sobre esportes em http://gente.com.br/
    17 min
  • Gente Conversa #24 | A (r)evolução é preta
    Você já ouviu falar de Ubuntu? Essa é uma daquelas palavras de difícil tradução. De origem sul-africana, ela carrega uma reflexão filosófica a partir do seguinte ponto: 'eu sou porque você é'. Filosofia de preto, o ubuntu é, na prática, sobre cooperação. E essa é uma das chaves mais importantes para sacar de onde vem a potência da revolução preta que estamos atravessando. Eu explico: O ubuntu é revolucionário quando absorvido por comunidades marginalizadas. E as favelas brasileiras - de população majoritariamente preta - sempre tiveram na cooperação e no senso de comunidade a sua maior potência. E essa força já gerou enormes mudanças… Quer um exemplo? Basta se ligar em como a cultura negra se transformou no maior centro de influência artística do país. Os pretos brasileiros já não precisam mais do aval de ninguém para legitimar suas existências. O mundo é que tem que correr atrás. Mas ainda tem muita coisa pra acontecer - e pra ser revolucionada - nessa história. O ubuntu é um caminho para um outro conceito central da negritude contemporânea: o afrofuturismo. Já ouviu falar, né A cidade de Wakanda, da Marvel, ganhou espaço no imaginário de todo mundo quando a gente pensa sobre o termo. Mas a real é que afrofuturismo não é ficção, mas sim um jeito de transformar a realidade. O preto como protagonista, aliado à tecnologia, à ciência e ao poder. A ideia de Black Money, por exemplo, tem tudo a ver com isso. Se liga: Nos anos 90, uma pesquisa norte-americana descobriu que enquanto 1 dólar circulava por 30 dias dentro da comunidade asiática, na comunidade negra esse período se resumia a seis horas. Ou seja: o dinheiro saia das mãos dos consumidores negros, mas não chegava aos empreendedores negros. O black money é uma estratégia para mudar isso e propor que a comunidade se retroalimente, se fortaleça. Compre do preto. Ubuntu. Enquanto isso… No Brasil, um empreendedor preto tem os seus pedidos de crédito negados três vezes mais do que um branco. Construir uma rede comunitária que drible os racismos institucionais é um gatilho gigante para fazer das ideias afrofuturistas realidade. E essa ferramenta ganha ainda mais força quando a gente se lembra que o maior grupo demográfico do Brasil é o de mulheres negras. Que são, sim, massacradas pelo sistema. Mas resistiram, resistem e revolucionam. E ainda empreendem. A existência preta não é (só) composta por tragédias. O debate público já está sendo mais pautado pela necessidade de diversidade - mas precisamos agora converter isso em mais dinheiro, mais poder e mais saúde para o povo preto brasileiro. E é sobre isso que Túlio Custódio, Katiúcha Watuze, Luiz Felipe Sá e Rafaelle Seraphim vão trocar uma ideia com você hoje. Vem com a gente!
    1 hr
  • Gente investiga #22 | O brasileiro, a fé e a religião
    Uma coisa a gente sabe: o povo brasileiro é um povo de fé. 99% dos brasileiros declaram ter fé, ainda que 10% não tenham religião. Os dados são da pesquisa “Diversidade Cristã”, que traz um panorama sobre a fé, a religiosidade e a religião e suas formas de expressão na cultura brasileira. Apesar de consolidada, essa relação está em constante transformação. Túlio Custódio e Marcella de Oliveira, especialista em pesquisa e conhecimento na Globo, abordam as principais mudanças relacionadas ao tema do episódio “O brasileiro, a fé e a religião” do Gente Investiga. De acordo com a tradição histórica, o Brasil é um país de religião católica. Porém, o cenário atual vê um crescimento da religião evangélica, que pode ser explicada por fenômenos sociais, políticos e culturais que agregam uma comunidade unida pela mesma crença, e principalmente pelo reforço de questões identitárias. “A gente está em um momento muito específico de todo mundo buscando a própria identidade, as discussões hoje em dia são sempre pautadas em discussão de gênero, de raça, sua própria liberdade de expressão…E a gente não vê isso tanto em outras religiões quanto vê na evangélica”, diz Marcella. A relevância da fé e a religião no período da pandemia também foi um dos temas abordados na conversa. Segundo Marcella, essa é uma das marcas do povo brasileiro, já que o Brasil sempre foi um país fortemente influenciado por suas religiões e sincretismo. O diálogo e promoção da diversidade devem ser estimulados para que este elemento tão presente na identidade do brasileiro prevaleça respeitando sempre as diferenças. Vem ouvir com a gente! Descubra mais sobre religião nas pesquisas e nos estudos publicados em http://gente.com.br/
    21 min
  • Gente Conversa #23 | O futuro da experiência
    Gente Conversa #23 fala sobre o conceito da realidade mista e híbrida e de como isso vai impactar a vida da sociedade daqui para frente A pandemia chega em um momento em que a vida ainda é vivida dentro de casa, mas com a vacinação, escola, trabalho e eventos já retomam ao presencial, mantendo hábitos desenvolvidos durante o isolamento. E assim o termo híbrido vai tomando conta da cena e as experiências de cada um devem ser levadas em consideração, uma vez que geram emoções e as marcas buscam isso cada vez mais. Para debater esses assuntos, o novo episódio de Gente Conversa, sob o comando de Juliana Wallauer, traz os convidados Priscila Braga, CEO do GExperience; Franklin Costa, cofundador do ØCLB; Luciano Luccas, head de Brand Experience da Coca-Cola; e Duda Pereira, Gerente de Relações Públicas da Globo, que vão falar sobre o “Futuro da Experiência”. A conversa começa com o questionamento: como fazer os melhores dos mundos - unir as vantagens do digital com as emoções do presencial. E todos são categóricos: não é uma coisa ou outra e é preciso que o digital tenha ferramentas para fazer essa conexão. “Dependendo do conteúdo eu consigo otimizar muito mais no digital. Mas há momentos em que o coletivo faz muita falta e é insubstituível. Contudo, os dois formatos têm vantagens, se complementam. Basta buscar o equilíbrio entre eles”, compara Priscila Braga. Para Luciano, uma fronteira caiu e é apenas preciso gerenciamento. “O cenário é assim. Comercialmente é melhor ainda, pois consigo alcançar pessoas físicas e ainda ampliar. O negócio tem capacidade de aumento exponencial”, analisa. E atenção: Franklin explica que é “pecado” pensar que no modelo híbrido basta colocar uma webcam no cenário. “Tudo é percepção e no online a leitura é diferente. É preciso construir uma leva de profissionais que saibam trabalhar com essa linguagem e roteirizar onde está sendo trabalhada a emoção”, explica o cofundador do ØCLB. Vem conversar com a gente =)
    49 min
  • Gente Investiga #21 | Cenário musical na era dos vídeos curtos
    Quinze minutos de fama ou apenas quinze segundos de música? Os aplicativos de vídeos curtos transformaram a maneira como os artistas lançam seus trabalhos. No episódio “Cenário musical na era dos vídeos curtos” do podcast Gente Investiga, Túlio Custódio e Rennan Valverde, analista de produto digital do Multishow, debatem essa tendência e como o engajamento nesses aplicativos são essenciais para a indústria musical. O podcast aborda o poder de “viralização” desses conteúdos, e os diversos fatores que tornaram os aplicativos em grandes catalisadores de artistas. “Até no Prêmio Multishow, as indicações agora refletem um pouco isso também. Então, a gente vê um caminho muito inverso, são os vídeos curtos ditando um pouco das tendências da música, e das paradas de sucesso, o que é bem assustador, mas também incrível, o mercado da música se renovando cada vez mais”, conta Rennan. A criatividade do público brasileiro e a capacidade de transformar tudo em meme também foi um dos pontos destacados por ele. “O impacto cultural é muito real, e percebendo isso, as plataformas de streaming começam a criar subgêneros e playlists baseadas nesse consumo, então, se você entra hoje no Spotify antes de entrar no TikTok, você vê que tem um gênero chamado Viral Hits, que você clica e 1 milhão de playlists baseadas nesse novo formato lá, aí você consegue entender a influência e abrangência que esse novo formato tem atingido”, finaliza Rennan. Vem com a gente =) Tem mais insights sobre música em gente.com.br. Acesse!
    18 min
  • Gente Conversa #22 | Quanto vale uma boa ideia?
    A todo momento estamos gravando valiosos dados sobre nós mesmo enquanto navegamos pela internet. É com essa premissa que Ju Wallauer apresenta o novo episódio do podcast Gente Conversa “Quanto vale uma boa ideia?”, apresentado pelo Prêmio Profissionais do Ano. Com a lógica do algoritmo e do marketing digital voltado cada vez mais para os dados, a criatividade ainda é fundamental para se destacar na internet. Para tentar entender como os dados se transformam em informação relevante na construção de ideias e como isso muda a relação do consumidor com as marcas, o podcast reúne três profissionais que vivem isso no dia a dia: Livia Kinoshita, Gerente Executiva de Marketing na Volkswagen Brasil, André Vinicius, diretor de Negócios com Agências da Globo, e Luiz Sanches, Chairman e CCO da AlmapBBDO. “O papel da criatividade é inspirar as pessoas. Só existem números depois que você tem um estímulo, e esse estímulo vem de alguma coisa que inspira as pessoas. Os dados são importantes para continuar uma conversa. Mas o ponto inicial, a faísca, o que vai começar uma conversa tem que ser algo surpreendente, único. Sem criatividade o mundo fica chato. As pessoas precisam sonhar”, opina Luiz. “Saber que tipo de dado pode nos ajudar a construir estratégias de comunicação mais vencedoras é o grande ponto do jogo. Além de pensar na questão da comunicação e criação para as marcas, também muda a forma de produzir conteúdo. O Big Brother, por exemplo, se transformou no maior reality do Brasil, mas também em uma grande plataforma de gerar conversas e discussões sobre a sociedade”, afirma André Vinícius. “Ao mesmo tempo que a gente, como profissional de marketing, precisa criar esses estímulos. Antes, a gente determinava a vontade, mas sem canal de devolutiva. Hoje as coisas se misturam muito mais. A gente tem que criar as demandas, mas também tem que ouvir. Hoje os espaços estão abertos”, finaliza Lívia. Vem com a gente =) Tem mais sobre criatividade, dados e insights na plataforma. Acesse gente.com.br
    48 min

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