As máquinas param isso é uma realidade que não tem como mudar. O supervisor oferece apoio e direção e quando as máquinas param é o que a equipe mais precisa.
As agitações do chão de fábrica são muito intensa para o supervisor e no meio deste turbilhão ele precisa aprender a encontrar em suas rotinas momentos de prazer e alívio par cuidar bem de si mesmo, da família e da equipe.
A comunicação com a equipe precisa de constante evolução e limpeza para uma estabelecer de confiança e vínculo. E algo muito importante é saber manter a rádio peão dentro de limites saudáveis.
No caminho do supervisor emerge muitos líderes informais que são aqueles que não tem um cargo de liderança, porém, são os verdadeiros líderes da organização. E o supervisor precisa compreender e envolver esses profissionais.
No chão de fábrica encontramos muitos líderes que influenciam a equipe para grandes resultados. E muitos destes líderes não tem um cargo de liderança, porém, conquistam o respeito e admiração da equipe.
No caminhar do supervisor surgem conflitos dos mais diversos e das mais diferentes direções e nível hierárquico. Não se engane conflitos explodem diariamente no chão de fábrica.
O supervisor precisa compreender que as máquinas param, o indicador fica vermelho, coisas saem fora do controle. E nesses momentos torna-se necessário a gestão das emoções.
O supervisor ao realizar reuniões para feedbacks baseado no modelo Um a Um necessita trabalhar com dados e fatos reais e não em suposições e conversas de corredores.