
Sign up to save your podcasts
Or


Sartre já afirmava, “os outros são o nosso inferno”. Porém, são a nossa medida. Deles compreendemos o que somos no mundo. Mas, até onde uns ou alguns, são os outros que nos infernizam?
Há que se considerar o outro como uma forma de compreender a realidade que vivemos, quem somos. Para condenar ou absolver, aqueles que nos cercam têm o poder de julgamento. Mas a condenação é outra coisa.
Você pode se perguntar, onde fica o “eu” nessa história? A minha percepção própria do que faço e do que considero como correto. Temos que ter claro até onde vai o que os “outros” consideram, quantos destes “outros” e quem somos. Há, também, a relevância da opinião de alguns. Nem todo mundo pensa da mesma forma.
Nossa relação com as outras pessoas também não é única, não somos e temos o mesmo significado para as pessoas com quem nos relacionamos. Logo, a opinião alheia muda. Contudo, não esqueça do eu, ele conta e muito.
O mesmo Sartre considera que os outros podem ter a opinião sobre nós, podem nos julgar. Mas o que somos e o que vamos fazer diante da opinião dos outros, é uma escolha nossa. Se é, como vamos reagir, isso depende muito mais de nós.
A direção que damos aos dilemas que temos, nossa ação, faz toda a diferença. Tomar a vida para si e se responsabilizar pelos atos, é fundamental. Entender a dimensão dos que estão envolvidos e a intensidade da convivência com cada um mapeia os limites dos envolvidos e dos que merecem consideração pela opinião que dão.
Selecione bem as pessoas que podem e devem ser ouvidas. Não dê ouvidos para qualquer um.
Chefe não é líder. Nunca será. Por mais que tenha o cargo de comando. Liderança é outra coisa, a capacidade de influência, por exemplo. Comandar não está relacionada com qualidade de gestão.
Dizer o que fazer, impor ideias e ameaçar os comandados com o poder de dispensá-los dá a muitos o sentimento de serem importantes, mas não são líderes.
Uma quantidade considerável de pessoas obedece por medo. Não são poucos os que fazem pela coação. Se pudessem dizer o que pensam ou sentem, não fariam o que fazem nem compactuariam com os comandos dos seus “chefes”.
A liderança é influência, o poder de alterar a vida das pessoas está nas mãos de muitos. Poucos tem dimensão do que isso significa e entendem a dimensão das consequências dos seus atos.
Nas empresas, você pode questionar, mas não é o papel de quem está no comando direcionar as ações ao lucro? Sim, deve. Porém, o lucro não é uma condição única de chegada. Há várias formas de obtê-lo e o que é mais importante, mantê-lo.
Ganhar dinheiro pelo maior tempo possível e da forma mais segura é diferente de obtê-lo a qualquer preço. Saber construir a eficiência para que dure e garanta solidez e satisfação para os envolvidos é a busca ideal. Como fazer isso é a questão.
Planejamento e conhecimento são a resposta. Não aqueles planejamentos engessados, mas ter como meta principal da organização, empresa ou vida, a capacidade de buscar a percepção mais aguçada do que se vive. Conhecer o que nos envolve.
Empresas deve passar por isso e seus líderes têm responsabilidade com este ato. Levar a empresa ao autoconhecimento e desenvolvimento de potencial. Saber o que cada um é, pode oferecer e organizar. Permitir o desenvolvimento das pessoas e do seu aproveitamento para o sucesso da empresa.
Por isso, tem gente que manda e não deseja se envolver com as pessoas que lidera, entendê-las. Mandar e descartar aqueles que não se encaixam ou os que podem ser responsabilizados pelos erros cometidos pela gestão.
A afirmação é conhecida. Você já conhece o exemplo de alguém que é preterido, descartado ou menosprezado por causa de outra pessoa que vem de fora. A afirmação serve para inúmeros casos, desde questões profissionais a pessoais. Preferimos apostar em quem vem de um lugar as vezes tradicional ou maior, com mais destaque, do que os que estão a nossa volta.
Esta prática pode ter dois fundamentos. O primeiro é a falta de gente qualificada ou capacitada para fazer o que se deseja; a outra é o menosprezo e desconfiança de que quem está ao seu lado não é capaz de ser tão competente como aquele que está em um centro maior ou leva a aparência de eficiência. Há que se dizer que as aparências enganam.
A diferença entre acertar ou errar com a escolha “estrangeira”, alguém de fora, é muito pequena. Exige eficiência na decisão e um grau elevado de conhecimento do contexto e ambiente em que se vive. Quem está ao nosso lado nos conhece bem, uma vantagem, mas está envolvido, uma desvantagem.
Os que convivem conosco, estão no mesmo ambiente, podem reconhecer detalhes, os que nos veem de fora, perceber o que não conseguimos enxergar por causa dos hábitos. O envolvimento nos satisfaz, mas pode nos comprometer. No fundo é isso.
Estratégias inteligentes implicam em conhecimentos relevantes. Se queremos melhorar há que se estar disposto a ser receptivo as análises e observações que tenham um propósito e não poupem nossos sentimentos e ressentimentos contaminados. Nas empresas, muitos gestores preferem ouvir o que querem ou desviarem a culpa de seus problemas para outros.
A grande questão da escolha do que é melhor para uma pessoa ou uma empresa, se alguém próximo ou de fora, está na consciência do que realmente precisamos. Qual a verdadeira necessidade que temos. Se não somos capazes de encarar a realidade não estamos atrás de uma solução e sim de uma mentira. Independente da escolha.
Considero apenas que as pessoas competentes que gostariam de contribuir para a melhora e estão ao lado de quem não lhes dá valor, devem pensar em se retirar de onde estão e ir para um lugar melhor. Não vale a pena ficar apostando em que não enxerga a capacidade que temos de ser cientes e conscientes. É melhor ser consciente na terra de quem reconhece e precisa de lucidez.
Um levantamento feito pela Great Place to Work (GPTW) mostra que 60% das pessoas que estão no mercado de trabalho estão ansiosas porque temem perder o emprego. 56% tem sua ansiedade devido a mudança da rotina na vida do trabalho e pessoal trazida pela pandemia. Já, a metade das pessoas entrevistadas na pesquisa não conseguem conciliar a vida doméstica com a vida profissional.
A ansiedade atrapalha a produtividade, pode ferir uma vida profissional de forma silenciosa. Há preconceito em admitir que se tem o problema e, desta forma, 80% dos que não manifestam e 50% dos que sabem não buscam tratamento. Sendo que metade de quem busca abandona nas primeiras semanas.
As pessoas temem admitir que o momento que estamos atravessando exige mais do que elas estão preparadas. A cadeia de relações que se alteram e se alteram durante a pandemia é extensa e intensa. Quando não podemos tratar dos problemas de forma adequada e tudo se mistura, torna-se difícil lidar com as emoções.
Como compreender que em determinado momento não temos o controle da situação e não podemos antecipar um sofrimento. Aprender que as coisas devem ocorrer em seu momento e não podemos gerar expectativa do que ainda não aconteceu. A ansiedade é viver antecipadamente um fato que não ocorreu ainda e tem uma possibilidade de nem chegar a ocorrer. Ele existe mais em nossa mente do que na vida real.
Mesmo que tudo o que a nossa ansiedade antecipe emocionalmente venha a ocorrer, chegará com nossa capacidade emocional desgastada e em condições piores do que poderíamos enfrentar se estivéssemos mais equilibrados. Sofremos antes, durante e depois.
Os gestores precisam começar a se preocupar com isso. A forma mais adequada é gerar transparência nas relações e demonstrar respeito ao capital humano da empresa. Não adianta fazer pressão e exagerar na dose do terror acreditando que isso vai acelerar a produtividade. A tal da pressão que muitos administradores consideram necessária para tirar os colaboradores da “zona de conforto”. Não é saudável tirar do “conforto” e colocar no “inferno”.
As pessoas precisam neste momento de sentimento de autoestima, acreditarem em seu potencial e que não estão sozinhas. Serem valorizadas na atividade que exercem e demonstrar que há um projeto de futuro no qual elas estão incluídas. Logo, para se combater a ansiedade é necessário se ter um propósito.
Onde a ansiedade impera pode ocorrer um contágio. Dentro do ambiente de trabalho o ansioso acaba por contaminar os colegas de trabalho e alterar as relações de grupos e equipes dentro da organização. As pessoas que estão na empresa podem ser um termômetro importante para detectar o ansioso e conduzi-lo para um tratamento adequado.
O que vale lembrar é que este é um momento em que muitos estão vivendo a ansiedade. Não é algo raro e nem significa que você está andando na contramão das coisas. Apenas não vai chegar a lugar nenhum sendo ansioso. É preciso buscar tratamento. Em toda a doença, o começo de superá-la é admiti-la. Não só para quem tem, mas para quem convive com pessoas que estão com o problema.
O trabalho remoto se tornou uma saída viável e necessária para muitas empresas e empregados para poder conter a Covid-19. Melhor ficar em casa do que correr o risco de um ambiente onde o vírus circula e tem capacidade de contaminação elevada. Porém, esta condição não representou a maioria dos trabalhadores brasileiros.
O trabalho em casa não é algo novo para 3,8 milhões de brasileiros que já tinham este modelo de trabalho. Os números são de 2018 e o levantamento é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Logo, se levarmos em consideração que hoje 7,5 milhões estão em home-office, a tendência não significa uma mudança para a maioria dos trabalhadores brasileiros.
A vontade de trabalhar em casa é uma tendência dos trabalhadores dos mais diversos setores onde a atividade é possível. Segundo uma pesquisa da Buffer, de 2019, 98% têm o desejo de experimentar pelo menos uma vez esta forma de trabalho. Mas, entre a vontade e a realidade há uma grande diferença.
Hoje, 49% das pessoas em atividade profissional poderiam optar pelo home-office. Seria para 55% dos desempregados a forma de trabalho ideal, segundo pesquisa do Instituto Ipsos. Porém, há uma falta de estrutura tanto por parte das empresas como da condição privada dos trabalhadores.
Há uma tecnologia entre o viável e o inviável
A possibilidade de um trabalho mais seguro e com maior produtividade tem como fronteira do possível a capacidade tecnológica. O conhecimento que se traduz em ações produtivas passa pelo domínio e condições de meios que viabilizem a eficiência da atividade. Investimos pouco nisso. As empresas brasileiras ainda resistem em pensar a Tecnologia da Informação (TI) como uma necessidade real.
Segundo levantamento da Owl Labs, feito em 2019, mostra que a satisfação de quem está trabalhando em home-office é de 71%. Os trabalhadores que não estão nesta modalidade têm uma satisfação de apenas 50%, segundo a pesquisa. Tecnologia bem usada e no lugar certo tende a ser produtiva.
Mudanças qualitativas acabam por estimular resultados em um período em que as empresas estão vivendo o desafio de se manter funcionando dentro de uma crise sem precedentes. Para algumas, a pandemia demonstrou possibilidades, contudo, com necessidade de mudanças. TI teve papel vital nestas ações que refizeram e geraram possibilidades para superar as limitações com as restrições que a prevenção ao novo coronavírus apresentou.
Logo, a pandemia acentua um divisor de águas entre possibilidades profissionais. Em um momento que falamos tanto de um “novo normal”, esta condição pode significar a abertura para uma nova percepção do trabalho e sua capacidade produtiva. Porém, temos que nos preocupar em dar condições a maioria dos trabalhadores de poderem se aprimorar para serem incluídos entre os que têm acesso a tecnologia e mais opiniões.
Este país passa fome. Isto não é novidade. Contudo, ocorreu uma diminuição gradativa desta condição até 2014. Depois voltou a aumentar. Quem anda pelas ruas percebe o aumento do número de pessoas pedindo nas ruas. A condição de risco atinge cada vez mais brasileiros.
O quadro da pobreza é lamentável. 19 milhões de pessoas passaram fome no Brasil em 2020. 13,5 milhões na extrema pobreza. Desta população, 72,7% são pretas e pardas. A pobreza no país atinge 52,7% da população. Ou seja, 6 em cada dez famílias têm risco alimentar.
Esta condição não surgiu do acaso. A história deste país denuncia a origem da desigualdade. Somos formados pelo excesso e pela falta. Se por um lado a riqueza que o país produz é significativa, a miséria se traduz na produção contrária.
Nossa formação econômica agrária se sustentou em uma escravidão intensa e extensa, ao mesmo tempo que gerou uma população marginal na periferia da organização escravocrata dominante. Os que não estavam incluídos na condição de senhores e escravos não foram alternativa eficiente para gerar uma economia alternativa que se sobressaísse e superasse a permanência do trabalho compulsório.
A ironia está em que o país é um dos maiores produtores de grãos do mundo e as famílias brasileiras têm 70% de sua mesa sustentada pela agricultura familiar. Produção que sempre atravessa dificuldades para se manter viva no mercado. A soja produzida no país não tem o destino da mesa no caminho que hortifrutigranjeiros têm, passa pela industrialização e ocupa uma função distante da alimentação básica.
Temos inúmeros programas sociais. Em sua grande maioria não conseguem atingir seu objetivo. Em parte por remediar e não alterar de maneira definitiva a realidade das pessoas que são atendidas. Alimentamos os miseráveis e não combatemos a miséria, esta é a lógica das políticas públicas em sua maioria.
Aliada a isso e com importância na discussão da fome está a falta de instrução. A formação de um brasileiros capaz de gerar a sua própria vida e não depender de ninguém. Agir diante de sua realidade dominando parte das condições necessárias para superar a miséria que o ameaça.
Liberdade é dar autonomia alimentar e intelectual, gerar habilidade para que o capital humano seja capaz de traçar seu próprio destino, nutrido orgânica e intelectualmente.
A pergunta que vale “ouro”, como será o futuro? Já é difícil prever quando estamos diante da normalidade, daquilo que temos uma grande parcela de controle. Imagina quando vivemos o que não foi pensado, o que nos toma de assalto e envolve todos de uma só vez. Catástrofes são assim, uma pandemia também.
Tivemos que romper com práticas constantes e conviver com situações novas e desafiadoras. Perdas irreparáveis e outras que, mesmo sendo possíveis de serem recuperadas, vão nos custar um bom tempo para nos recuperarmos.
Nada será como antes, para uma pequena parcela da população mais consciente esta afirmação se justifica, para uma grande maioria o desejo e a prática são de um retorno ao normal quando tudo passar. Muitos resistiram a compreender a dimensão do que estamos atravessando. Crianças birrentas costumam resistir. Maturidade não é somente uma questão de idade.
Uma das mudanças mais significativas está ligada ao mundo digital. Ele cresceu. Ampliou sua capacidade de convivência com o ser humano e vai se ampliar ainda mais. Não da mesma forma para todos. Ilusão considerar que a maioria das pessoas terão acesso a aparelhos e aplicativos inteligentes.
O foço entre os que estarão com uma tecnologia disponível e os que não deve crescer. Isso já demonstra o antagonismo entre dois “mundos”, o do possível e o inviável. Muito dos programas de futuro e geradores de possibilidades passam pela capacidade de assimilação que as pessoas terão através das tecnologias digitais, da inteligência artificial.
Logo, a inteligência artificial, a tecnologia digital se transformou em necessidade básica. Não se pode pensar o futuro sem ela disseminada para uma grande parte das pessoas. A mínima possibilidade de ser ouvido ou de agir na busca de seus interesses passa e passará pelo mundo digital.
Nas ruas, nos estabelecimentos públicos e privados, na convivência e comunicação com as demais pessoas se torna fundamental o acesso ao que a tecnologia da informação produz. A genialidade dos aplicativos e dispositivos facilitam a vida humana, alteram a condição de poder agir e reagir com mais ciência e eficiência. Fazer melhor.
Desta forma, como será o futuro depois da pandemia? Não sei dizer com precisão, mas quem tiver a tecnologia da informação nas mãos em forma de ferramentas para ciência e consciência terá mais oportunidades e com certeza o que vem pela frente será melhor. Por isso, temos que levar a inclusão digital a sério.
Uma experiência fantástica está sendo a da FARM, ela vai fechar as 73 lojas que tem no Brasil nesta segunda-feira dia 17 de maio. Qual o motivo? Comemorar o Dia da Internet levando uma experiência aos seus consumidores através de sua loja ou plataforma virtual.
A ideia é simples, estimular o consumo pelo smartfone ou celular, estas são as ferramentas mobile que as pessoas acessam o endereço eletrônico da FARM e suas redes sociais. Tudo direcionado com um tráfego que permite um ambiente virtual sedutor para o consumo.
Você considera que esta é uma possibilidade somente para as grandes empresas? Você precisa frequentar o Instagram, por exemplo, entender o que tem se passado em uma plataforma que disputa a atenção dos consumidores de produtos considerados fiéis as lojas físicas.
Estamos em plena pandemia. Muitas pessoas reclamam da falta de acesso aos produtos por causa da limitação da circulação dos clientes nas lojas. Os ambientes virtuais podem ser a solução segura para uma experiência única.
No ano passado (2020) o crescimento do e-commerce foi de 5 para um, ou seja, cresceu cinco anos em apenas um. Mais que isso, 49% de quem começou a comprar pela internet afirma que vai permanecer neste ambiente de compra.
Por isso, se quer uma dica para este momento e que deve permanecer no futuro, invista em uma produção de sua empresa física no mundo virtual. Ocupe o seu espaço no e-commerce. Qualifique e busque pessoas qualificadas no setor de inteligência artificial, de marketing digital. Não será dinheiro jogado fora e sim investimento necessário e urgente.
As empresas precisam estar nos lugares certos. Se você sente falta de quem passava em frente a sua empresa, agora estas pessoas estão circulando pelas redes sociais, trafegando nos canais digitais. É bom se preocupar com isso.
A educação é uma resposta, sim. Vale lembrar que ela não faz milagre. Quem tem uma formação pessoal ruim tende a expressar na escola o mau caráter. Mesmo aqueles bem formados, em instituições renomadas, estão livres de terem condutas duvidosas.
Quem não conhece alguém que apesar do currículo acadêmico recheado tem uma conduta baixa e pobre. A educação pode nos dar mais conhecimento sobre como as coisas são, contudo não podem construir uma intenção do que vamos fazer com o saber que temos.
Quantas vezes, na vida de professor me deparei com seres sem caráter e outros com posturas coerentes independente do desempenho no aprendizado escolar. Levamos conosco nossos vícios e na escola as coisas não são diferentes. Nossa conduta expressa muito de nossas intenções.
De pensar morreu um burro, isto é fato. Ficar à espera que algo aconteça para nos salvar é perder o tempo. Melhor reagir antes de termos que amargar prejuízo por não responder. Fazer. As palavras convidam e as atitudes arrastam.
Nem toda a situação merece uma atitude precipitada. Há que se pensar no que se faz e no que se está fazendo. Contudo, ficar sem uma ação é perder a oportunidade de promover mudanças necessárias e que por si abrem oportunidades.
Vivemos um tempo de muitas perdas. Inúmeras são as pessoas que têm o que computar de prejuízos por causa da pandemia. Poucos e privilegiados saíram ilesos desta crise. Ela atinge a todos de alguma forma. Se estamos aqui e não fomos uma vítima fatal dela, temos que continuar. Dar sentido a existência, tomar a vida em nossas mãos e promover algo que demonstre que não estamos aqui de passagem.
Tenha certeza, agir nos deixa mais fortes e capazes. Nos faz perceber que para levar a vida com leveza, com a paz que ela merece é preciso ter o ato na medida, é preciso agir e exercitar a existência. Não espere respostas, construa possibilidades. É no comportamento que escrevemos a nossa passagem neste lugar.
From the publisher's feed