Gilson Aguiar

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By Gilson AguiarEducationSelf-Improvement
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Gilson Aguiar episodes

  • Sobre perdidos, caminhos e escolhas

    Quando estamos perdidos costumamos ficar inertes, parados. Consideramos que não há ânimo para seguir, caminhar, se movimentar. Percebemos que o que dá estímulo a busca é a perspectiva do que vamos alcançar. Por isso, resistimos em sair do lugar quando estamos perdidos.

    Temos que nos movimentar. Buscar uma saída. Não a que existe, mas uma que seja construída. E para isso, temos que entender os passos dados como um aprendizado de onde estamos e do caminho que estamos traçando.

    Estar perdido é um problema, porém, não é uma eternidade. Quando se sabe onde ir, qualquer caminho leva a algum lugar. Logo, se apegue a sensação de liberdade para buscar um sentido que se constrói de forma original. Dentro de você e não imposto por outros interesses que não sejam os seus.

    Caminhe, se movimente, perceba, uma solução se constrói com ação. Ficar muito tempo olhando o horizonte nos dá apenas uma bela paisagem no olhar. Precisamos participar e nos envolver com o lugar. Mais que isso, se comprometer com o caminho para merecer o destino que nos espera.

    2 min
  • Para desqualificados a crise é pior

    Toda a miséria subsidiada tem um custo muito elevado e demora para se pagar.

    O fim da ajuda emergencial do governo, que foi iniciada em abril do ano passado e se encerrou em dezembro de 2020 acende o sinal de alerta. E agora? Somente no Paraná foram investidos R$ 13,2 bilhões. São 5,5 milhões de paranaenses beneficiados com a medida. E agora?

    Há quem pinte a desgraça, o apocalipse econômico. O desemprego que atinge 14 milhões de brasileiros pode crescer. Tudo indica que os primeiros anos de 2021 não serão fáceis. O poder público não terá lastro para garantir condições mínimas para a economia ter uma recuperação segura. Seria o fim do mundo?

    “Santa ingenuidade batman!” Estamos falando de uma das maiores economias do mundo. Tudo bem, não somos os Estados Unidos e nem podemos nos comparar com boa parte das nações que compõem a comunidade europeia, estamos cada vez mais distantes da China, perdendo terreno para a Índia e Rússia. Contudo, não somos um nada fadado ao fracasso.

    Há uma recuperação econômica que deve se desenhar conforme o ambiente for se tornando mais seguro. A estabilidade deve ser o fator determinante para uma recuperação de emprego e renda com mais rapidez. Logo, há um horizonte, uma luz, quase um Sol, no fim do túnel.

    Nossos problemas que se agravaram com a pandemia sempre existiram. Uma crise, outra e mais outra, sempre farão parte da realidade de qualquer nação. Tolice ficar considerando que estamos diante de problemas inéditos.

    Já falamos inúmeras vezes da desqualificação dos brasileiros, isto é crônico. E não é preciso ser nenhum gênio para saber que é dinheiro sem retorno, a fundo perdido, investir em quem é pouco produtivo e não tem ambiente, condições e capacidade de se aprimorar. Não se investe em quem não dá retorno. Parte considerável dos brasileiros estão nesta faixa. Nosso desemprego não é falta de oportunidade e sim de gente qualificada para as vagas oferecidas.

    Realmente o fim do subsídio trará um mal à tona, aquele que nós sempre escondemos por debaixo do tapete. Porém, sem desespero, porque a riqueza produzida pelo país gera uma possibilidade de crescimento significativo e vai voltar ao seu rumo. Porém, nem todos os brasileiros participam e vão participar disso.

    3 min
  • Insegurança piora a crise

    Os grandes momentos de uma gestão estão ligados diretamente à capacidade de definirmos prioridades. Qual será a prioridade neste momento? Esta é uma questão que vai definir parte considerável do ambiente de início de ano.

    O governo federal, assim como o estado e municipal precisam demonstrar interesse em uma segurança para o primeiro semestre de 2021. Ou seja, um programa de vacinação com cronograma estabelecido e o início o mais rápido possível da imunização dos brasileiro.

    No ambiente econômico as reformas pretendidas pelo governo devem ser aceleradas. Quais seriam as mais adequadas? O que garantiria ao mercado mais segurança, Aqui a tributária e o processo de privatização poderiam contar e muito. O problema é que estamos falando do Brasil.

    Nossa tradição de definição de prioridades são burocráticas e se arrastam para valorizar e garantir interesses de representantes públicos. Não se tem uma ação de atendimento à sociedade de forma rápida. Não por acaso temos uma máquina pública inchada e pouco eficiente.

    A lição que isto dá…

    A morosidade em agir acaba por retardar a resposta a um ambiente de crise. O governo está retardando ao máximo as definições e pagará um preço por isso. O desgaste do ambiente econômico que aos poucos iniciou um processo de recuperação da crise instalada com a pandemia pode ser perdido.

    Considerar que o problema não existe também não é a solução. O enfrentamento com objetividade, racionalidade e visão sistêmica é o mais adequado. Um líder de fato não dá exemplos ruins ou insiste em dizer que está tudo bem ou mal. Ele é transparente e dá o exemplo do comportamento ideal.

    Uma estratégia de governabilidade, de gestão, dá passos orientados. Sabe na medida do máximo possível as consequências dos atos e o que se desdobra a cada ação. Isto se chama planejamento. Ele tem que existir. Não parece o que estamos assistindo agora.

    Infelizmente, na política pública, o principal objetivo de quem governa é manter-se no poder ou ascender a funções mais elevadas. Logo, para isso, qualquer ação vale e se justifica, desde que alcance o resultado esperado. Em grande parte, quem paga o preço dos atos na busca da permanência é a sociedade que o elegeu.

    2 min
  • 2020 ainda não acaba, mas 2021 será melhor

    A pandemia marcou 2020, ela avança ainda sobre os primeiros meses do ano que vem como o principal problema. Não vai acabar tão cedo. Logo, este ano, no ambiente de mudança, tensão e ansiedade, instabilidade econômica e sanitária, ainda continua. A pandemia não tem calendário.

    O que se pode levar de 2020 e ter atenção pelo decorrer dos próximos anos, é que o bem e o mal ficam mais evidentes quando as crises se apresentam. O melhor e o pior da humanidade são vistos na expressão dos atos, no sentido das atitudes.

    Se queremos conhecer e reconhecer nossas mazelas e esperanças, na hora em que a vida sai do normal a essência se desnuda. Dela, o ser humano idealizado não tem lugar para os mais atentos. Claro que existem os que se negam a perceber, ver e aceitar.

    A ciência demonstrou sua capacidade de resposta durante a pandemia. Associada à informação séria e eficiente, contribuiu para as ações responsáveis ou que aumentaram e minimizam a dor. Também o poder de informar foi campo fértil para a mentira. Fake news se transformou em expressão corrente e perigosa. Ainda hoje, induz a atos equivocados e avaliações distorcidas.

    A certeza que temos é que 2021 será melhor. Vamos poder respirar sem máscara. Vamos continuar tendo que cuidar da saúde e conviver com mais uma doença. Teremos o crescimento econômico depois de tantas perdas. Parte da sociedade vai lembrar da doença e outra fará questão de esquecê-la. Logo, o Ano Novo nos levará de volta ao “novo normal”.

    3 min
  • Reação não é solução

    A vacina está trazendo esperança para os brasileiros, mas a demora para ser aplicada vai alimentando o temor do ambiente econômico. A contradição é perceptível. Enquanto que 73% dos brasileiros querem tomar a vacina e cinquenta e seis por cento defendem sua obrigatoriedade, 60% da população acredita que o desemprego vai aumentar. Os dados são de pesquisas do Datafolha.

    Já, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país bateu recorde de desempregados, agora são 14 milhões. Realmente a coisa não está boa. Porém, há outros indicadores que vão na contramão e podem ser a preferencial. O Ibovespa tem tido aumento em sua pontuação e pode bater um recorde antes do final do ano.

    Para deixar a contradição mais acirrada, analistas das principais agências de investimentos. Especialistas ouvidos pelo Estadão/Broadcast consideram que os investimentos estrangeiros no Brasil em 2021 devem chegar a US$ 53 bilhões, bem acima dos US$ 11,3 bilhões deste ano.

    O país atrai investimentos, mas nem todos os brasileiros são atrativos para investir. Verdade nua e crua é essa. Parte da população vive neste momento de subsídio. Não é capaz de produzir sua própria renda e riqueza, ter autonomia. Este ambiente não é bom para os negócios e se há investidores interessados, não passa por estes lugares.

    Logo, temos duas ações a tomar, uma é a de sempre e que não leva muito longe ou a lugar nenhum, reagir. Manter ajudas, fazer (re)medições, prorrogar dívidas, empréstimos para manter empresas funcionando. Medidas necessárias, mas não são soluções. A segunda medida é a resolutiva. Investir no que nos dará capacidade de superar o problema de forma definitiva e criar oportunidades.

    Melhorar o capital humano. Incorporar nas empresas e nas pessoas capacidade de ser eficiente, construir soluções e qualificar pessoas. Aprender e usar o que se aprendeu de forma eficiente. Entender as demandas de mercado e responder a elas.

    Enquanto existir estado excessivo nada estará resolvido. Viver de subsídios sem uma estratégia para dar independência às pessoas e ampliar o problema anestesiando os sintomas indesejados. Isto que estamos fazendo. É hora de construir respostas e não reagir sem lógica.

    3 min
  • Quanto custa a ignorância?

    Te alerto que não é barato. Mas não se sente quando se convive já que no mar de ignorância a semelhança do limite sempre é um consolo. Onde todos não parecem ter muita instrução, a inteligência é ilusão. Contudo, ela é a saída. Porém, em um “mar de burrice” ela fica cada vez mais longe.

    Não é fácil encontrar saída quando o hábito e a limitação na compreensão da realidade engessam soluções lógicas. E isto não é uma questão generalizada, teórica. É lógica, está próximo de você, observe. Reflita o quanto a falta de conhecimento já custou caro as pessoas.

    Lembre-se de quantas vezes na sua vida a limitação do conhecimento lhe tirou oportunidades. Na convivência necessária com outras pessoas, muitas também limitadas em sua qualidade técnica e científica, fora a falta de valores, o quanto se perdeu e quanto se perde?

    Empresas reproduzem pouco por terem relações limitadas, por ter um capital humano limitado. Ainda há empresários que acreditam que a ignorância dos seus colaboradores é a maneira de lucrar mais pagando menos. Não se percebe que manter a limitação nos limita também.

    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através do Sistema de Indicadores Sociais (SIS), com dados do ano passado, 2019, mostra que 24,8% dos brasileiros estão na faixa da pobreza. 6,5% na extrema pobreza.

    Algumas associações são sempre lembradas ao falarmos da desigualdade de renda no Brasil. 70% dos pobres são negros e pardos. As mulheres negras e pardas são 38,1% desta população.

    Quando o assunto é o grau de instrução, a associação entre miséria e tempo de banco na escola fica evidente. Apenas 0,6% da população pobre tem curso superior. 24,8% têm fundamental completo ou incompleto.

    Este é o ponto, instrução e qualificação. Não é apenas ensinar a fazer, envolver no processo de produção. Gerar condições de que a inteligência desenvolvida tenha a oportunidade de ser produtiva. Conhecimento e geração de riqueza têm que estar associados. Sem isso, não há futuro.

    Toda empresa precisa investir na qualificação das pessoas. Gerar capacidade produtiva e possibilidade de melhoria nas relações humanas dentro do ambiente de trabalho. Fazer da vida profissional uma realização, independente do posicionamento das pessoas dentro das corporações. Todos ganham com isso.

    2 min
  • Quem busca solução não cria problema

    No edifício onde moro, há uma coleta seletiva de lixo. Os moradores devem separar o que é descartado em recipientes onde são selecionados por categorias, orgânicos e uma variedade de recicláveis.

    A medida deu ao edifício benefícios no pagamento de tributos e melhorou a destinação de um montante significativo de recicláveis. Todos ganharam com isso, nem todos contribuem para que isso ocorra.

    Não é errado afirmar que há uma parte significativa dos condôminos que não se importam com a destinação dos resíduos. Não fazem a seleção do seu lixo, depositam vidros, plásticos, metais e orgânicos todos juntos e dificultando a coleta seletiva.

    Me causa indignação o comportamento de indiferença com algo importante. Há uma resistência em fazer o que é necessário por pessoas que estão se beneficiando do comportamento de outros. Este comportamento não é só no condomínio onde moro.

    Vamos perceber que nas organizações há os que se comprometem, os que se envolvem e os que se isentam, não querem mudar o comportamento, resistem. Os negativistas e opositores que sempre tem uma crítica a fazer e não uma solução a oferecer.

    Observe que os criadores de problema são os mesmos críticos ferozes que veem defeitos nas medidas inovadoras. Tudo o que muda incomoda a inércia e os inertes. Os hábitos enraizados, mesmo que da má educação, são difíceis de serem transformados por aqueles que buscam sentido em negar o que é necessário, mudar.

    Nem por isso deve-se desistir. Nas empresas podemos demitir os resistentes e os descomprometidos. Em um condomínio, assim como na sociedade, é mais difícil. Principalmente porque a maioria dos que não contribuem para a solução tendem a se esconder para não serem identificados, comprometidos ou se comprometer.

    Contudo e porém, a mudança virá. E são os que entendem e agem de forma necessária para atender ao que os desafios que o momento exige é que acabam dando a solução. Sei que muitos gostariam de punir os que não se comprometem ou atrapalham. Nem sempre é possível. Sempre é bom lembrar que a dor é maior para quem resiste à mudança inevitável. Paga mais caro pelo impacto das transformações.

    2 min
  • Cultura: para o bem ou mal

    O mundo das corporações e a cultura…

    Se trabalha a cultura empresarial de forma superficial, ao meu ver. Se considera cultura as práticas que se estabelece dentro das relações produtivas e mesmo aquelas que se pode ter uma racionalidade sobre ela. Cultura é mais que isso.

    Nos valores de uma seleção de um funcionário para ingressar dentro da empresa há que se tomar cuidado com os valores que se tem dentro do ambiente. São as pessoas que vão estabelecer nossas relações no mundo corporativo. Isto conta e “paga a conta”.

    Uma relação de valores conflituosos prejudica diretamente o rendimento dos seres humanos envolvidos. Não me estimula a conviver com quem me julga. Nem com quem julgo não ter valores dignos ou indignos aos meus. É uma ilusão considerar que nas empresas há por si só, no código de ética, o controle sobre as peculiaridades e sutilezas das relações.

    Elaborar projetos dentro do ambiente corporativo requer conhecer a convergência de valores dos envolvidos. Saber o quanto que temas  que necessitam ser trabalhados com racionalidade e eficiência não serão perturbados por conceitos, pré-conceitos e preconceitos. Este último o pior de todos.

    Vale lembrar que a cultura de uma corporação está envolvida com a cultura local, regional e na dimensão em que há pessoas se relacionando com a empresa e seu posicionamento no mercado. Posicionamento que envolve cultura, valores. O que pode ser um tema mais adiante, em uma futura abordagem.

    Fornecedores e consumidores se relacionam com as pessoas que trabalham em uma organização. No atendimento há um cliente, na disposição dos produtos, nas propostas de serviços, na campanha publicitária, nos fornecedores. Enfim, em todos os momentos em que estamos inseridos nas relações sociais as questões culturais podem ser atraentes ou repelentes de negócios, de interesses.

    Empresas não têm o hábito de procurar compreender os valores que cultuam diariamente. Quem se propõe pode ter uma surpresa agradável ou desagradável. Respostas para o que pode ser um entrave para o seu desenvolvimento ou uma oportunidade de crescimento. Porém, tem que se estar disposto a conhecer de forma sincera e profunda. Se comprometer e mudar se necessário e assumir se possível e viável os valores que se tem.

    3 min
  • A beira do abismo quem quer um empurrão?

    Estamos diante de uma série de problemas que afetam cada um e todos ao mesmo tempo. Lá, naqueles dias que você busca uma solução, angustiado, sem saber direito o que fazer, se espera que uma voz amiga, alguém venha a te apontar o melhor caminho. Que bom se uma mente brilhante e salvadora viesse nos dar a resposta que precisamos. Se estivermos à beira do abismo, quem precisa de um empurrão?

    Isto pode parecer irônico, mas a tal ajuda do próximo não pode vir em forma de resposta ou escolha que depende de nós. Muitas vezes, a tal ajuda, o “empurrãozinho” pode nos jogar no abismo.

    Melhor ter ao lado que nos ajude a entender onde estamos e quem somos. Mais saudável uma descoberta amarga que tire de dentro de nós o remédio. Não há solução que venha de quem não seja o senhor da dor e único que pode descobrir a cura.

    Não é empurrão que nos salva do limite entre o equilíbrio e a queda. Sim a mão que segura para que possamos permanecer em pé.

    Nestes tempos de aflição, nos sentimos perdidos e procurando um sentido. Olhamos para o lado e a busca de um caminho que a grande maioria siga. Estamos dispostos e prontos a adotar um valor que venha de tantos outros que por serem muitos parecem estarem certos. Será?

    A existência é intransferível. Rodeados de tantos outros, vivemos uma solidão saborosa. Ela é que nos dá a dimensão e sentimento da particularidade fantástica que comprova nossa existência, única e intransferível. Sei que muitos adorariam transferir o peso de viver para as costas de um outro e se aliviar. Como sentir o alívio se não queremos sentir o peso?

    Logo, não tem como transferir a vida. Ela é a sua comprovação de que a vida lhe pertence. Se quer ajuda, busque a mão que não te guia apontando a direção, mas aquela que demonstra a dimensão de quem você é e te ajude a fazer suas escolhas.

    2 min
  • Vale a pena ter razão ou uma razão para viver?

    Uma afirmação que pode parecer desanimadora, indigesta, contudo, real. Achamos o tempo todo que basta ter razão na vida. Acredito que deveríamos nos preocupar mais em ter uma razão para viver.

    Estamos sempre mergulhados em embates, confrontos e discussões que dividem as opiniões. Desejamos estar do lado certo. O que exige uma reflexão. Nem sempre estamos. Porém, não basta fazer aquilo que é correto, há que ter sentido no que se faz.

    Quantas pessoas que conhecemos que radicalizaram suas posições e acabam por perder a vida em extremismos. Todo o enfrentamento extremo tem um custo mais elevado do que a razão, a verdade. Isto vale a pena?

    Por isso, tenha uma razão para viver. Um motivo pelo qual podemos passar os dias construindo uma trajetória que colabora para uma grande causa. Não se dedique extremo esforço para questões passageiras e que o tempo e a vida, em sua sabedoria, se encarregam dela.

    Nestes tempos de incertezas, onde muitos estão vivendo a ansiedade, a angústia e a depressão, um combate fundamental a tudo isso é ter um valor maior para viver. Compreender que a vida é uma trajetória longa e que merece um sentido na proporção de sua duração. Viva por uma razão e não queira ter apenas razão na vida.

    3 min

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A vida não é tarefa fácil. A gente tem que gestá-la depois de ter sido fruto de uma gestação. As coisas não param e a gente também não. Mesmo os que se neguem a se movimentar serão arrastados ou…