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Juliana Gomes Pereira (@psiquiatrajulianagomes)*
Sistema endocanabinóide: sistema fisiológico estudado há cerca de 30 anos e ainda pouco conhecido no meio médico e na sociedade, principalmente devido ao preconceito relacionado à maconha, desde a guerra às drogas, nos EUA, na década de 70, o que prejudicou muito os estudos científicos sobre os efeitos medicinais de diversas substâncias, entres elas a cannabis sativa. Este sistema é responsável pela regulação fisiológica do organismo e busca garantir a homeostase através dos receptores canabinoides, seus ligantes e enzimas relacionadas. O estilo de vida mais saudável contribui para que possamos produzir mais endocanabinoides e tenhamos melhor ação neste equilíbrio, regulando os sistemas fisiológicos do nosso organismo. Prof Di Marzo (1998) resumiu as funções básicas do sistema endocanabinoide: “Relaxar, Comer, Esquecer e Proteger” , que se relacionam intimamente com a Medicina do Estilo de Vida, que preconiza a alimentação saudável, prática de atividade física, sono restaurador, controle do estresse, prevenção de uso de substâncias tóxicas e conexões sociais positivas.
Aprendizados do curso de certificação para a prescrição de cannabis medicinal da WeCann Academy.
*Médica Psiquiatra Geral, Infância e Adolescência. Atendimentos particulares por vídeo e presenciais. CRM-SP 127.410-RQE 29339-1/2
Se você quer ficar por dentro do que acontece no mundo do esporte de alto rendimento, é só acompanhar os episódios de Ricardo de Moura (@ricardo_de_mou ) por aqui no #movimentoesporteconecta.
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Com suas análises e ponderações do que acontece no cenário esportivo no Brasil e no Mundo, Ricardo sempre capta os fatos relevantes e compartilha por aqui!
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"OPORTUNIDADE, RESULTADO ESPORTIVO E CELEBRIDADE"
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Engajamento, alcance em massa nas mídias sociais...será que as federações, confederações esportivas não poderiam fazer mais pelos nossos atletas...
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Vejam o caso de P.A., o velocista brasileiro do atletismo chamado Paulo André, que teve um "boom" de seguidores nas redes sociais devido a sua passagem pelo BBB..
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Ouçam e reflitam junto com a gente!
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#podcastgotasdeenergia🎧💦
#movimentoesporteconecta
Ao ler uma postagem sobre "SER FORTE" no instagram de Rosângela Silva, a ultramaratonista aquática que foi a segunda mulher a nadar os 45km na Ilha do Mel/PR, logo me identifiquei com o texto e com as considerações da Rosângela.
Passado uns minutinhos quem eu "li" ali totalmente se "entregando" também ao texto? A Kriis Karreira, a primeira mulher a nadar os 45km da Ilha do Mel!
Eu, mais que depressa pensei...hummmm....vamos levar este bate-papo pra mais gente?
Então é isso pessoal! Este é o assunto deste episódio do Gotas de Energia!
Elas, além de mostrarem suas vulnerabilidades como ser humano que todos somos, ainda conseguem ter o carinho de me agradecer pelo Movimento no Movimento rsss!
Prazer e delícia sempre ter estas pessoas emanando mais energias por aqui!
#gratidão @queiroz63rosangela @kriiskarreira
***Ale Dias conversa sobre o assunto com a primeira e a segunda mulher a nadarem os 45km na Ilha do Mel/PR: Kriis Karreira e Rosângela Silva
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Gotas de Energia! O Podcast do #movimentoesporteconecta
Pedalando com Carol são episódios onde a professora de educação física, fotógrafa e amante de esportes junto à natureza, Carol Casals (@carolcasals) compartilha com a gente um pouco de sua experiência morando em Portugal e aproveitando para usar a bicicleta como meio de transporte e para conhecer a região!
Dicas valiosas e inspirativas para nos manter em movimento!
#podcastgotasdeenergia
#segueaale
#pedalandocomcarol
#biketour
O LUGAR DO AUTISTA É TODO LUGAR. INCLUSIVE NO PODIO OLIMPICO.
Segundo Francisco Paiva Junior, subchefe da Revista Autismo, o autismo — Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) — “é uma condição de saúde caracterizada por déficit na comunicação social (socialização e comunicação verbal e não verbal) e comportamento (interesse restrito ou hiper foco e movimentos repetitivos)”.
Existem muitos subtipos do transtorno.
Daí, o uso do termo “espectro”, pelos vários níveis de apoio que necessitam. Há desde pessoas com outras doenças e condições associadas, como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, com vida comum.
Pela dificuldade do diagnóstico, algumas pessoas nem sabem que são autistas.
O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 2007. O mês de abril é dedicado à causa com objetivo de levar informação à população para reduzir a discriminação e o preconceito contra os indivíduos que apresentam o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O slogan desse ano é “O lugar do autista é todo lugar”.
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) atinge de 1% a 2% da população mundial e, no Brasil, aproximadamente dois milhões de pessoas.
O remador australiano Chris Morgan nunca deixou sua luta contra o autismo atrapalhar seu sonho olímpico.
Ele competiu nos Jogos de Pequim 2008, ganhou a medalha de bronze em Londres 2012 e representou a Austrália nas Olimpíadas Rio 2016.
Ele também foi campeão nacional e bicampeão mundial nas classes de sculls e de barcos a remo.
E Morgan acredita que sua atenção aos detalhes e sua obsessão por melhorar o tornaram um dos melhores do mundo.
Ele sempre soube que era diferente de seus colegas de remo e muitas vezes foi hostilizado e excluído. Na maioria das vezes, a maneira como ele se comunicava e o estilo diferente de interação com o grupo era mal interpretada.
Quando Morgan foi diagnosticado com autismo de alto funcionamento, aos 28 anos, as coisas começaram a melhorar.
Chris afirmou: "Eu vejo minha neuro diversidade como um dom e não como uma deficiência. Tem um custo, mas também tem um grande benefício."
Hoje, ele ajuda nos projetos para inclusão de pessoas com autismo.
O surfe e o skate estão entre os esportes que estrearam nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
As duas práticas são esportes individuais que se baseiam no equilíbrio para suas manobras.
No caso da inserção dos autistas, o fato de serem esportes individuais já traz uma vantagem.
Alguns especialistas apontam como equívoco tentar inserir o autista em esportes coletivos. Esportes convencionais como futebol, basquete e vôlei vão apresentar maiores dificuldades.
O skate e o surfe geram atração para o autista por não demandar interação.
Permitem a criação de grupos de convivência, de tribos urbanas, mas permitem que eles convivam com suas vontades, necessidades, angústias, sem precisar dialogar com ninguém.
O surfe, o skate e eles.
O esporte é uma ferramenta de inserção social eficiente, rápida e com profundas transformações.
Traz mais que a medalha olímpica, a medalha de uma visa saudável, de inclusão e respeito.
No episódio de hoje, Fernanda Gavioli (@fernandagav) médica nutróloga e atleta, irá responder uma questão que recebemos pelas nossas enquetes do #movimentoesporteconecta.
"Será que a forma que nos alimentamos também impacta em nosso lado emocional"?
Quais as relações entre o que comemos e a forma que o nosso corpo, nosso cérebro reage ?
Bóra ouvir nosso bate-papo e aprender com a gente! Além de "nutrir" seu corpo e mente de forma saudável!
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Gotas de Energia! O podcast do Movimento Esporte Conecta
APOIO DISCRETO E EFICIENTE*
"O sonho de ser atleta olímpico tem um preço.
Subir ao pódio olímpico custa ainda um pouco mais.
Desde o início da carreira, muito esforço e disciplina. Logo a seguir, conciliar o estudo, emprego e família com os treinos.
Acordar cedo, ir para o treino e passar horas fazendo exercícios pesados.
Superar limites.
Para enfrentar todos esses desafios é necessário suporte técnico, administrativo e financeiro.
Hoje, o sistema esportivo funciona de forma compartida.
Locais de treinamento, técnicos, equipes multidisciplinares e equipe de apoio são mantidos pelos clubes e projetos aprovados no Comitê Brasileiro de Clubes – CBC.
Viagens e a realização dos Campeonatos Nacionais são sustentados financeiramente pelo Comitê Brasileiro de Clubes e Comitê Olímpico Brasileiro.
As viagens internacionais de preparação e participação em eventos têm o apoio de verbas com repasse feito pelo Comitê Olímpico Brasileiro.
Às Confederações, hoje, sem patrocinadores, ficam para fazer regras e regulamentos. Para os Jogos Panamericanos e Jogos Olímpicos, os critérios, necessitam ainda, serem validados pelo Comitê Olímpico Brasileiro.
Hoje são coadjuvantes no processo.
Os atletas têm a sustentação financeira através de repasse individual feita pelos clubes, patrocinadores, as bolsas Atleta e Atleta Pódio, além do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR), das Forças Armadas.
Auxílios fundamentais, em períodos normais e críticos, principalmente na ultrapassagem do período de pandemia.
Um dos programas mais discretos é o PAAR, do Ministério da Defesa, criado em 2008 com o objetivo de fortalecer a equipe militar brasileira em eventos esportivos de alto nível.
Discreto e eficiente.
Atualmente, é integrado por 551 militares atletas em 30 modalidades. Desse total, 92 foram a Tóquio. Esses atletas conquistaram 8 das 21 medalhas obtidas pelo Brasil.
Para participar no Projeto, é necessário alistamento por meio de edital público e passar por um processo seletivo: avaliação curricular, entrevista, inspeção de saúde e exame físico. São considerados os resultados dos atletas em competições nacionais e internacionais. Os aprovados ingressam em uma das Forças Armadas.
Os atletas militares contam com os benefícios da carreira militar como soldo, assistência médica, acompanhamento nutricional e fisioterapeuta. Além de estruturas esportivas adequadas para treinamento em organizações militares.
De forma cada vez mais frequente, temos acompanhado o gesto de prestar continência, no momento do pódio. E, nas próprias competições nacionais, o emblema das Forças Armadas estampado nos uniformes e nas toucas de natação dos atletas militares.
Um dos atletas que prestou continência no alto do pódio nos Jogos de Tóquio foi Ana Marcela, campeã das maratonas aquáticas. Ela está engajada à Marinha.
Os atletas ressaltam que o gesto, mesmo não sendo obrigatório, é uma forma de expressar respeito.
Também poderia ser de agradecimento e satisfação em participar do processo.
O mérito da conquista da medalha é do atleta.
Mas, cada vez mais, essa medalha tem participação efetiva de muitos outros atores.
Ninguém faz nada sozinho."
Episódio por Ricardo de Moura para o Gotas de Energia, o Podcast do Movimento Esporte Conecta
*texto publicado também no facebook do autor (https://www.facebook.com/riicardodemoura)
Educação e Esporte no Podcast Gotas de Energia 🎧💦
"4 a 9 de abril de 2022, Rio de Janeiro, Campeonato Brasileiro Absoluto de Natação, a primeira competição mais importante pós Olimpíadas, o caminho pra Paris ficou mais curto, pouco mais de 800 dias...antes temos o Campeonato Mundial em junho - Budapeste...e, ali, "grudadinhos" aos atletas temos a figura do TÉCNICO de NATAÇÃO!
Incansáveis no trabalho de planejar, orientar, avaliar a correta preparação de seus atletas para atingir seus objetivos, temporada pós temporada.
Os atletas buscam alguém que os ouça, compreenda, motive...servem como inspiração, coordenam a equipe multidisciplinar, corrigir uma falha técnica, conhecem os pontos fortes e fracos dos rivais...tornam-se amigos e confidentes, respeitam e são respeitados, sem perder a liderança..."
Você que convive com seu técnico, seja ele de natação ou outra modalidade, sabe bem o que significam estes pontos que Ricardo de Moura enaltece aqui neste nosso episódio do Podcast Gotas de Energia! Aproveito e mando um beijo e gratidão enorme a todos que já tive como técnico!!! Lembrando aqui do "teniquinho" Alexandre Perdão e do "mestre dos mares" Sidney Pereira, que me acompanharam por muitos e muitos desafios que tracei na minha vida esportista, e, agora neste novo ciclo que está iniciando em 2022, aos amigos que também passarão a ser meus técnicos, Luciano Alves na corrida e na natação Mirella Salomon.
Outra coisa bacana que Ricardo comenta é sobre a forma da medalha dos Jogos Olímpicos de Paris, a Medalha em 04 partes...que dará a oportunidade ao atleta de compartilhar a sua medalha com seu técnico ou com quem ele quiser!
ESPORTE É EMOÇÃO!....e complemento como digo aqui...É CONEXÃO!
Conta pra mim? Qual momento marcante lembra que teve com ele?
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