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Os limites de pista voltaram a assombrar os pilotos durante todo o fim de semana da Fórmula 1 no Catar. Além das inúmeras punições durante a classificação, a corrida contabilizou mais de 51 infrações que resultaram em diversas sanções. O problema veio na esteira do GP da Áustria, que registrou nada menos que 1200 violações e 83 voltas deletadas.
Os limites de pista irritaram Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, que ameaçou tirar as duas praças do calendário da F1. Porém, o Catar tem mais dez anos de contrato pela frente, enquanto a Áustria deve se manter até 2030.
Lance Stroll também está na mira da FIA. Não necessariamente por ter ultrapassado as linhas brancas com as quatro rodas, mas pelo chilique apresentado em Lusail após a classificação. Na ocasião, o canadense foi visto empurrando o próprio preparador físico dentro dos boxes da Aston Martin em frustração após ser eliminado ainda no Q1. Vem punição por aí?
O TT GP conta com JP Nascimento na apresentação e os comentários de Renato Ribeiro, Rodrigo Berton e Bernardo Castro, além da produção de Rodrigo Berton.
Max Verstappen levantou o tricampeonato mundial de Fórmula 1 ainda no sábado no Catar. Isso não impediu o holandês de ter uma outra grande performance no domingo, em dia marcado pelo alto calor e desgaste em Lusail, que fez diversos pilotos passarem mal.
Victor Martins apresenta, com comentários de Evelyn Guimarães e Gabriel Curty.
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O Paddock GP tem produção de Gabriel Carvalho. A direção é de Rodrigo Berton e o podcast é hospedado no feed do GRANDE PRÊMIO.
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A promessa era de um verdadeiro caos, mas ficou só na expectativa. E ainda que o salseiro tivesse acontecido no Catar, dificilmente Max Verstappen seria afetado. Mais uma vez, com a tranquilidade que virou marca na temporada 2023, o holandês cruzou a linha de chegada em primeiro, fechando o fim de semana do tricampeonato na Fórmula 1 com chave de ouro.
A corrida começou a ser desenhada horas antes da largada, após FIA e Pirelli determinarem, em conformidade com as equipes do grid, que os stints realizados não poderiam ultrapassar 18 voltas com pneus novos; com os usamos, a perna seria ainda menor, uma vez que os giros já realizados em sessões anteriores seriam levados em consideração.
Tudo isso em nome da segurança, após a Pirelli constatar um desgaste perigoso dos compostos de mais de 20 voltas no único treino livre realizado sexta-feira. Mesmo com a mexida nos limites de pista de duas curvas, julgou-se ser mais prudente determinar quantas trocas de pneus deveriam acontecer.
Para se ter uma ideia do pandemônio que poderia se formar, nem todos os pilotos foram à pista com pneus médios novos, como o caso de Nico Hülkenberg. Seu pneu de faixa amarela em melhor vida útil já tinha quatro giros na conta, ou seja: se tal composto fosse o escolhido para um determinado stint, o piloto da Haas só poderia dar 14 voltas na pista com ele antes de parar novamente.
E foi um conta-reconta a todo momento. Só que, na prática, o troca-troca mexeu pouco com as estratégias dos ponteiros, tirando George Russell. O britânico acabou se envolvendo num acidente com o companheiro de equipe, Lewis Hamilton, na primeira curva e precisou fazer uma corrida de recuperação, arriscando os macios no último stint para brigar pelo pódio contra os carros da McLaren. Só que não houve tempo para o #63 buscar o top-3.
No final, Oscar Piastri, vencedor da sprint, ganhou a queda de braço contra Lando Norris e completou em segundo. Russell ficou em quarto, com Charles Leclerc levando a única Ferrari presente na corrida — Carlos Sainz não largou por um vazamento de combustível no carro — ao quinto posto.
Fernando Alonso assegurou o sexto lugar, com Esteban Ocon, Valtteri Bottas, Guanyu Zhou e Sergio Pérez — punido várias vezes em 5s por track limits — fechando o top-10.
A Fórmula 1 volta daqui a duas semanas, entre os dias 20 e 22 de outubro, em Austin, com o GP dos Estados Unidos, o primeiro da última perna tripla da temporada. E o GRANDE PRÊMIO acompanha tudo.
Oscar Piastri desencantou e venceu a corrida sprint da Fórmula 1 no Catar, realizada neste sábado (7), mas o apogeu foi todo de Max Verstappen. Como precisava apenas de um sexto lugar para celebrar o terceiro título na Fórmula 1, teve calma para escapar das confusões e cruzar a linha de chegada em segundo, entrando para a galeria de tricampeões da elite do automobilismo mundial.
O título de Verstappen, na verdade, foi decidido na volta 11: numa disputa inglória no meio do pelotão, Sergio Pérez se viu lado a lado com Nico Hülkenberg e Esteban Ocon, o mexicano por fora, o francês por dentro e o carro da Haas ensanduichado. Como era carro demais para espaço de menos, a batida foi inevitável, e o abandono do #11 sacramentou o tricampeonato de Max antes mesmo da bandeirada.
Um desfecho ainda mais anticlimático que o esperado? Talvez, mas o abandono de Pérez acabou sendo um retrato fiel de toda a temporada 2023, em que Verstappen mostrou-se imbatível ao volante do RB19, enquanto o companheiro de equipe penou em muitos momentos para ao menos colocar o mesmo equipamento entre os dez melhores do grid. Sem rivais à altura, o fim do campeonato antes mesmo da bandeirada de uma corrida com apenas 19 voltas não deixa de ser justo.
A corrida sprint, aliás, foi das mais interessantes, com os pilotos em boas disputas por posições. Ferrari e a Mercedes com George Russell, por exemplo, arriscaram os macios e apareceram forte no início, mas perderam rendimento na parte final. Lando Norris, em mais uma ótima corrida, acabou terminando em terceiro.
Russell ficou em quarto, seguido por Lewis Hamilton, Carlos Sainz, Charles Leclerc, Alexander Albon, Fernando Alonso e Pierre Gasly fechando o top-10.
A Fórmula 1 volta à pista de Lusail neste domingo (8), com a largada do GP do Catar programada para as 14h (de Brasília, GMT-3). O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO e EM TEMPO REAL. Há também a transmissão da corrida em segunda tela, em parceria com a Voz do Esporte, a partir das 13h40.
Max Verstappen precisou de uma única tentativa no Q3 para elevar o sarrafo e conquistar mais uma pole-position na temporada 2023 da Fórmula 1. O holandês cravou 1min23s778 na sessão desta sexta-feira (6) e vai largar na posição de honra no GP do Catar.
Após um treino bastante prejudicado pela areia na pista, poupando pneus macios ao máximo para a classificação, a definição do grid de largada até teve seus momentos de equilíbrio e algumas surpresas, sendo a maior a queda de Carlos Sainz ainda no Q2. Sergio Pérez também não conseguiu passar para a parte final da sessão por exceder os limites de pista em sua tentativa final e ter a volta deletada.
Não tinha o que fazer. A briga, na verdade, foi para se manter nos limites de pista e não comprometer qualquer décimo que valeria uma primeira fila. Norris era sempre o que mais chegava perto do tempo de Max, mas não conseguiu escapar dos track limits e teve todas as voltas adquiridas no Q3 deletadas. No final, ficou apenas em décimo, enquanto George Russell e Hamilton fecharam o top-3.
A Fórmula 1 volta neste sábado (7), com a classificação para a sprint marcada para as 10h (de Brasília, GMT-3). O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO e EM TEMPO REAL e ainda exibe a corrida curta em segunda tela, às 14h15, em parceria com a Voz do Esporte.
Max Verstappen desembarca no Catar precisando de apenas três pontos para alcançar o tricampeonato da Fórmula 1. Já Gabriel Bortoleto dá passo importante na carreira com entrada no Programa de Desenvolvimento de Pilotos da McLaren.
Esse e outros assuntos no WGP, o programa que é comandado pelo time feminino do GRANDE PRÊMIO. Juliana Tesser apresenta, com comentários de Luana Marino e Ana Paula Cerveira, além de Carol Vergilio na produção. Assista
Fim do casamento de Marc Márquez e Honda na MotoGP. Equipe e piloto não vinham se dando muito bem nos últimos anos e, recentemente, o espanhol começou a externar as frustrações com o equipamento japonês. Por isso, na manhã desta quarta-feira (4), as partes anunciaram o fim precoce da relação, que deveria durar até o fim de 2024.
Já na Fórmula 1, Sergio Pérez decidiu rebater as anlálises negativas que vem recebendo ao longo de 2023. Relembrando a fala xenofóbica de Helmut Marko, o titular da Red Bull afirmou que o fato de "ser mexicano" faz com que as críticas sejam mais pesadas para o seu lado. Será?
O TT GP conta com Pedro Henrique Marum na apresentação e os comentários de JP Nascimento, Juliana Tesser e Bernardo Castro, além da produção de Carol Vergilio.
A Fórmula 1 visita o Catar após ausência em 2022 e cercada de expectativas pela possibilidade de título de Max Verstappen. O bicampeão mundial pode se tornar tri ainda no sábado, caso some 3 pontos a mais que Sergio Pérez na corrida sprint.
O programa também aborda a aprovação da entrada da Andretti na F1 pela FIA, e o futuro da equipe na principal categoria do esporte a motor.
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Como a temporada 2023 da Fórmula 1 já está decidida — afinal o campeonato de Construtores terminou no Japão, com o hexa da Red Bull, e o de Pilotos depende de um sexto de Max Verstappen na sprint do Catar —, a Ferrari resolveu chamar a Mercedes pro combate! Frédéric Vasseur afirmou que não vai adiar a luta pelo vice e ainda explicou que o foco é na preparação para 2024.
A Mercedes, por sua vez, parece estar em crise, bastou Toto Wolff não ir ao Japão para a dupla Hamilton/Russell entrar em ebulição! Sergio Pérez, em contrapartida, está morno, quase frio, em mais uma apresentação para esquecer na F1 2023. Tem ainda Felipe Drugovich e a Williams e o aniversário do GP de Singapura de 2008, o maior escândalo da história da F1. Tudo isso no WGP de hoje, o programa que é comandado pelo time feminino do GRANDE PRÊMIO. Luana Marino apresenta, com comentários de Evelyn Guimarães e Carol Vergilio. Assista!
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