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ICPCast episodes

  • Alterações no Procedimento do Tribunal do Júri

    Neste 18º episódio, conversamos com Soraya Brasileiro Teixeira sobre as recentes mudanças no procedimento do Tribunal do Júri. Aliando prática à uma visão crítica, o principal questionamento foi: A mudança trazida no art. 492, do CPP, impôs a prisão automática ou se trata de mera diretriz procedimental? Ademais, diversos outros pontos foram discutidos, como, por exemplo, se essa medida eventualmente não prejudicaria a defesa do acusado ou se representaria uma violação ao princípio da Presunção de Inocência. Venha nos ouvir!


    -- Convidadas: Soraya Brasileiro Teixeira: Juíza de Direito do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Diretora de Comunicação do Instituto de Ciências Penais.

    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

    -- Edição: Felipe Bulim (@felipebulim);

    -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)

    47 min
  • O Acordo de Não Persecução Criminal

    Neste 17º episódio, debatemos com Jamilla Monteiro Sarkis o Acordo de Não Persecução Penal introduzido pela pelo Pacote Anticrime. Em uma conversa super didática, essa inovação procedimental foi destrinchada, demonstrando a sua construção na legislação brasileira, seus requisitos e os pontos mais controversos. Sempre tratado com um olhar crítico, diversos pontos foram levantados, tais como: o ANPP é direito subjetivo do indivíduo? É possível a aplicação retroativa desse instituto? Se sim, até qual momento? O que muda para a defesa neste novo molde de justiça negocial? Estaria a confissão elevada, novamente, a “rainha das provas”? Venham conferir!

    -- Convidada: Jamilla Monteiro Sarkis: Advogada Criminalista. Mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenadora Adjunta do IBCCRIM.

    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

    -- Edição: Felipe Bulim (@felipebulim);

    -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)

    48 min
  • O artigo 316 e a necessidade da revisão periódica da prisão

    Nesta semana, o ICP Cast lança uma nova série sobre as alterações relevantes trazidas pelo Pacote Anticrime (Lei n. 13.964). Para sua estreia, conversamos com Caio Paiva sobre a revisão periódica  da prisão preventiva, precisamente descrita no art. 316, do CPP. Este tema ganhou os noticiários a partir de recente decisão do STF. Através de uma conversa crítica, delimitou-se a importância da adoção desse novo regramento para o controle do sistema punitivo. Partindo de uma análise comparativa, Caio Paiva apresenta os diversos correspondentes em toda a legislação internacional, para assentar o entendimento constitucional acerca do Art. 316. Nesse sentido, apontou-se de forma pormenorizada os pressupostos e consequências decorrentes da norma acrescentada pelo Pacote Anticrime.

    -- Convidado: Caio Cezar de Figueiredo Paiva: Defensor Público Federal. Especialista em Ciências Criminais. Coordenador e Professor do Curso CEI. Autor de artigos e obras jurídicas.


    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

    -- Edição: Felipe Bulim (@felipebulim);

    -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)

    50 min
  • Afinal, o que é Organização Criminosa?

    Neste décimo quinto episódio, conversamos com Carla Silene sobre as problemáticas existentes na imputação do delito de Organização Criminosa. Para tanto, realizamos um revolvimento histórico buscando trazer como a construção do tema se deu no ordenamento jurídico brasileiro. Após, diversas pontuações extremamente necessárias foram feitas. Notamos que a ausência de critérios específicos, a despreocupação com o Princípio da Legalidade, ocasionaram a banalização na imputação do delito, ocasionado uma incompreensão sobre o que o legislador pretendeu punir. Por fim, frisou-se que esse alargamento, sob o pretexto de assegurar a ordem pública, a paz social, pouco contribui ao enfrentamento do tema. Venham nos ouvir


    -- Convidada: Carla Silene Cardoso Lisboa Bernardo Gomes: Advogada Criminalista. Mestre em Teoria do Estado e Direito Constitucional pela PUC-RJ. Doutora em Direito Penal pela PUC-MG. Diretora Nacional das Coordenadorias Estaduais do IBCCRIM. 1ª Vice-Presidente do Instituto de Ciências Penais.


    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

    -- Edição: Felipe Bulim (@felipebulim);

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    42 min
  • Interseccionalidade, seletividade e Direito Penal

    Neste 14º episódio, conversamos sobre "Interseccionalidade" com Nádia de Castro Alves e Thiago Teixeira, tema extremamente importante e altamente renegado pela academia. Tratamos dos aspectos conceituais e históricos e abordamos a importância desse estudo para a compreensão da sociedade atual. Nossos convidados relacionaram a interseccionalidade e a aplicação seletiva do Direito Penal, concluindo que é ele um dos principais instrumentos para a manutenção de um status discriminatório que tem se perpetuado.


    -- Convidados:

    - Nádia de Castro Alves: Advogada. Mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa. Professora de cursos de graduação e Pós-Graduação em Direito. Pesquisadora, membro do IBCCRIM e Integrante da Comissão Amicus Curiae do ICP.

    - Thiago Teixeira: Mestre em Filosofia pela FAJE. Doutorando em Ciências Sociais pela PUC Minas. Professor universitário. Editor da Revista Senso.

    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

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    1 hr 1 min
  • Violência Doméstica

    Neste décimo terceiro episódio, conversamos sobre as violências domésticas e o 14º ano de vigência da Lei Maria da Penha com as convidadas,  extremamente atuantes: Desembargadora Kárin Emmerich, Presidente do ICP, e Ana Paula Balbino, Delegada da Polícia Civil. Os principais avanços e conquistas da lei foram estabelecidos, unindo o conhecimento diário que elas possuem sobre a temática com uma análise crítica da legislação, trazendo questões como a necessidade de conscientização, a espiral ascendente que ocorre nesse tipo de violência, além da necessidade de responsabilização do agressor. Importante contribuição nesse aniversário. Venha nos ouvir!


    -- Convidadas: Kárin Liliane de Lima Emmerich e Mendonça é Desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Presidente do Instituto de Ciências Penais para o biênio 2020/2022.

    Ana Paula Lamego Balbino é Delegada da Polícia Civil, 2° Diretora Secretaria do Instituto de Ciências Penais para o biênio 2020/2022.


    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

    -- Edição: Felipe Bulim (@felipebulim);

    -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)

    1 hr 20 min
  • Princípio da Presunção de Inocência

    Neste décimo segundo episódio, conversamos sobre um assunto que permanentemente movimenta as discussões jurídicas: o Princípio da Presunção de Inocência. Para debater sobre o Estado de Inocência, como muitos autores preferem definir, conversamos com Vinícius Diniz Monteiro de Barros. Na conversa abordamos a conceituação desse Princípio, a sua importância nos ordenamentos jurídicos, a necessidade de resgate do processo a partir de uma ótica constitucional e, principalmente, discutimos sobre a falibilidade de recentes discursos retóricos que visam minimizar direitos e garantias individuais. Venham conferir!

    Obras indicadas: A Lógica das Ciências Sociais (1967), O Conhecimento Objetivo (1972), ambos de Karl Popper;

    -- Convidado: Vinícius Diniz Monteiro de Barros é Defensor Público Federal, professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, pós-doutorando em Filosofia e Psicanalise pela Faculdade Jesuíta de Filosofia. Doutor em Direito Processual Penal pela PUCMINAS, instituição onde também concluiu o Mestrado.

    -- Realização: ICP Jovem

    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo;

    -- Edição: Felipe Bulim (@felipebulim);

    -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)

    47 min
  • Sistemas Processuais Penais
    Neste undécimo episódio, conversamos com Jacinto de Miranda Coutinho e José de Assis Santiago Neto sobre os Sistemas Processuais existentes na história humana, sobre como eles surgiram, como foi a evolução do Sistema Inquisitório e o Sistema Acusatório e as principais características de cada um deles. Através de exposições críticas e extremamente necessárias, foi possível colher como a mentalidade inquisitória é presente nos julgadores, fazendo com que as partes processuais se confundam entre si, mesmo que possuam boas intenções em sua atuação proativa. Por fim, concluiu-se que apenas a reforma da lei não fará efeito algum no sistema, somente com a mudança da mentalidade, chegaremos ao sistema mais condizente com a Constituição.
    -- Obras indicadas: Em nome da Rosa, Umberto Eco (1986), Sombra de Goya (2007); Anotações sobre a lide e o conteúdo do processo penal, Jacinto Nelson de Miranda Coutinho (1998), A trilogia do Terceiro Reich, Templarios, Richard J. Evans, The Borgias, The Tudors, Tribunais da Consciência: Inquisidores, Confessores e Missionários (2013)
    -- Convidados:
    Jacinto Nelson de Miranda Coutinho. Advogado e professor de Direito Processual Penal na Universidade Federal do Paraná (UFPR) – aposentado -, da pós-graduação em Ciências Criminais da PUCRS e do mestrado em Direito da Faculdade Damas. Doutor em Direito Penal e Criminologia pela Università degli Studi di Roma, mestre em Direito pela UFPR e especialista em Filosofia do Direito pela PUCPR. Membro da Rede de Direito Público Brasil-Itália-Espanha (REDBRITES) e pesquisador e presidente de honra do Observatório da Mentalidade Inquisitória. Membro da Comissão de Juristas do Senado que elaborou o Anteprojeto ao Código de Processo Penal.
    José de Assis Santiago Neto: Graduado em Direito pelo Centro Universitário Newton Paiva (2005), pós graduado em Ciências Penais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2007), mestre em Direito Processual pela PUC/MG (2011) e doutor pela PUC Minas (2019). Atualmente é sócio do escritório Santiago e Associados Advocacia e professor assistente aprovado em concurso externo de seleção da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC/MG) no campus Betim. Membro da diretoria do Instituto de Ciências Penais (2012), Coordenador Adjunto do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) em Minas Gerais e membro do Instituto dos Advogados de Minas Gerais (IAMG).
    -- Realização: ICP Jovem  -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo -- Edição: Felipe Bulim  -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)
    1 hr 45 min
  • A Cegueira Deliberada no Ordenamento Brasileiro

    Neste décimo episódio guiado por Pedro Figueiredo, abordamos a Cegueira Deliberada juntamente com Paula Brener e Guilherme Lucchesi, averiguando se é possível a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro, verificando se a importação dessa teoria é sustentada em bases fortes ou questionáveis. Através de um delinear histórico, foi possível verificar como a Cegueira Deliberada surgiu nas terras brasileiras, desde o caso do "assalto ao Banco Central" até recentes casos de lavagem de dinheiro e corrupção. Entretanto, algo ficou claro: utilizando de ordenamentos jurídicos estrangeiros e conceitos alienígenas,  a importação da teoria é questionável frente a ausência de correspondência nacional, bem como a confusão dos conceitos de culpa com o de dolo.

    -- Obras indicadas: Podcast Salve Melhor Juízo; Podcast More Perfect: Ep. Citizens United; Imputação dolosa do crime omissivo impróprio ao empresário em cegueira deliberada, Lucas Pardini (2019); Hernandes,  Camila Ribeiro. A impossibilidade de aplicação da teoria da cegueira deliberada ao crime de lavagem de capitais no direito penal brasileiro/ Salvador, 2018;

    -- Convidados:

    Pedro Afonso Figueiredo de Souza (Âncora): Advogado Criminalista. Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2020). Pós-Graduando em Direito Penal e Processo Penal pela ABDConst. Diretor de Comunicações do ICP Jovem. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa Epistemologia Jurídica das Instituições Criminais e Penais na Democracia - Aspectos elementares do retributivismo, sob orientação do Prof. Vinicius Diniz Monteiro de Barros (2019). Membro do Grupo de Estudos Mídia e Garantismo Penal, sob orientação da Profa. Daniela Villani Bonaccorsi, (2019). Membro da Comissão Especial de Estudos em Execução Penal, promovido pelo Canal Ciências Criminais/RS, (2019). Membro da Comissão Especial de Estudos em Direito Penal, Gênero e Diversidade, promovido pelo Canal Ciências Criminais/RS (2019). Autor de Artigos.

    Guilherme Brenner Lucchesi: Advogado Criminalista. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Professor Universitário pela mesma universidade. Autor de obras e artigos científicos, inclusive, autor de uma das principais obras acerca do tema, “Punindo a culpa como dolo: o uso da cegueira deliberada no Brasil”, pela Marcial Pons. 

    - Paula Brener: Advogada Criminalista. Mestranda em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ex-Presidente do Instituto de Ciências Penais Jovem.


    -- Realização: ICP Jovem  -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo  -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais.  -- Sugestões, dúvidas, reclamações: [email protected] -- Instagram: Instituto de Ciências Penais (https://www.instagram.com/cienciaspenaisicp/) || ICP Jovem (https://www.instagram.com/icpjovem/) -- Facebook: Instituto de Ciências Penais (https://www.facebook.com/institutodecienciaspenais)

    1 hr 23 min
  • O que é o Garantismo Penal?
    Neste nono episódio, conversamos sobre Garantismo Penal com Ana Cláudia Bastos de Pinho, que é Promotora de Justiça no Estado do Pará. Através de uma discussão enriquecedora, Ana Cláudia esclarece aspectos sobre o Garantismo Penal, como ele surgiu, quais são suas características, se existe a possibilidade de pensar a teoria fora de Ferrajoli, se ela se alia a impunidade e, por fim, quais são as suas deficiências. Através de uma conversa prazerosa, foi possível delimitar o Garantismo Penal e fornecer contribuições para pensar a teoria, fortalecendo o debate em torno do tema.
    -- Obras indicadas: O Estrangeiro (1982)
     -- Convidada: Ana Cláudia Bastos de Pinho é Promotora de Justiça do Estado do Pará. Doutora em Direito Pela Universidade Federal do Pará. Professora Universitária. Coordenadora do Grupo de Pesquisa "Garantismo em Movimento". Autora de Obras Jurídicas.
     -- Realização: ICP Jovem 
    -- Organizadores: Ícaro Leon e Pedro Figueiredo
     -- As opiniões das entrevistadas não representam, necessariamente, a posição do Instituto de Ciências Penais. 
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    1 hr 1 min

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Podcast do Instituto de Ciências Penais (ICP), abordando o Direito Penal e suas inúmeras vertentes . Realização: ICP Jovem.