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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (06):
Em audiência na Justiça de Nova York, Nicolás Maduro declarou ser inocente e afirmou ser um "presidente sequestrado". Enquanto isso, na ONU, países como Brasil, China e Rússia criticaram o governo americano pela captura do líder venezuelano. Nos bastidores, articula-se uma tentativa de contato do presidente Lula (PT) com Donald Trump para discutir a situação. Já na Venezuela, a vice-presidente Delcy Rodríguez foi empossada como presidente interina.
Rússia, China, Brasil e outros países condenaram o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do ex-ditador Nicolás Maduro durante uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU. As delegações afirmaram que a ação viola a soberania venezuelana e a Carta das Nações Unidas. Em resposta, o governo de Donald Trump rebateu as críticas e declarou que a operação foi uma ação de “aplicação da lei”, com apoio militar, para prender um narcoterrorista considerado foragido da Justiça americana.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou nesta segunda-feira (05) que poderá voltar a pegar em armas caso seja necessário para defender o país. O mandatário declarou ainda que deu ordem à força pública para reagir e atirar contra qualquer “invasor”. Petro também aproveitou o discurso para rebater acusações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacando ações de seu governo contra o tráfico de drogas e afirmando que foi eleito democraticamente, sem qualquer ligação com o narcotráfico.
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), vice-líder da Oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Câmara, anunciou nas redes sociais que foi alcançado o quórum necessário para a abertura de uma CPMI destinada a investigar possíveis crimes financeiros envolvendo o Banco Master. De acordo com a assessoria parlamentar, o pedido já conta com 229 assinaturas, sendo 196 de deputados federais e 33 de senadores.
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado ainda avalia os desdobramentos da captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o presidente da Comissão, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
Moradores de Caracas compartilharam nas redes sociais, na noite desta segunda-feira (05), imagens que mostram disparos feitos pela Guarda da Presidência da Venezuela contra drones que sobrevoavam as proximidades do Palácio Miraflores, sede do governo. Segundo informações oficiais, o incidente ocorreu por um erro de comunicação entre as autoridades, já que os equipamentos pertenciam ao próprio governo venezuelano.
Auxiliares próximos ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avaliam que os recentes ataques feitos por ele ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT nas redes sociais fazem parte de um “jogo eleitoral parado”. Segundo essa leitura, a estratégia permite que Tarcísio mantenha viva a narrativa da direita e não se afaste do cenário de 2026, sem, contudo, apoiar ou fortalecer explicitamente o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL).
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara uma cerimônia para marcar os três anos dos atos do 8 de Janeiro, mas aliados defendem que o evento não seja usado para vetar o projeto de lei da dosimetria na presença dos chefes do Legislativo.
Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã.
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By Jovem Pan4.3
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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (06):
Em audiência na Justiça de Nova York, Nicolás Maduro declarou ser inocente e afirmou ser um "presidente sequestrado". Enquanto isso, na ONU, países como Brasil, China e Rússia criticaram o governo americano pela captura do líder venezuelano. Nos bastidores, articula-se uma tentativa de contato do presidente Lula (PT) com Donald Trump para discutir a situação. Já na Venezuela, a vice-presidente Delcy Rodríguez foi empossada como presidente interina.
Rússia, China, Brasil e outros países condenaram o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do ex-ditador Nicolás Maduro durante uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU. As delegações afirmaram que a ação viola a soberania venezuelana e a Carta das Nações Unidas. Em resposta, o governo de Donald Trump rebateu as críticas e declarou que a operação foi uma ação de “aplicação da lei”, com apoio militar, para prender um narcoterrorista considerado foragido da Justiça americana.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou nesta segunda-feira (05) que poderá voltar a pegar em armas caso seja necessário para defender o país. O mandatário declarou ainda que deu ordem à força pública para reagir e atirar contra qualquer “invasor”. Petro também aproveitou o discurso para rebater acusações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacando ações de seu governo contra o tráfico de drogas e afirmando que foi eleito democraticamente, sem qualquer ligação com o narcotráfico.
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), vice-líder da Oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Câmara, anunciou nas redes sociais que foi alcançado o quórum necessário para a abertura de uma CPMI destinada a investigar possíveis crimes financeiros envolvendo o Banco Master. De acordo com a assessoria parlamentar, o pedido já conta com 229 assinaturas, sendo 196 de deputados federais e 33 de senadores.
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado ainda avalia os desdobramentos da captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o presidente da Comissão, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
Moradores de Caracas compartilharam nas redes sociais, na noite desta segunda-feira (05), imagens que mostram disparos feitos pela Guarda da Presidência da Venezuela contra drones que sobrevoavam as proximidades do Palácio Miraflores, sede do governo. Segundo informações oficiais, o incidente ocorreu por um erro de comunicação entre as autoridades, já que os equipamentos pertenciam ao próprio governo venezuelano.
Auxiliares próximos ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), avaliam que os recentes ataques feitos por ele ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT nas redes sociais fazem parte de um “jogo eleitoral parado”. Segundo essa leitura, a estratégia permite que Tarcísio mantenha viva a narrativa da direita e não se afaste do cenário de 2026, sem, contudo, apoiar ou fortalecer explicitamente o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL).
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara uma cerimônia para marcar os três anos dos atos do 8 de Janeiro, mas aliados defendem que o evento não seja usado para vetar o projeto de lei da dosimetria na presença dos chefes do Legislativo.
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