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Investidores em todo o mundo estão cada dia mais preocupados com a inflação, o que refletiu nos mercados na sessão de hoje.
Ontem a B3 ainda conseguiu encerrar seu pregão com leve alta de 0,03% e índice em 122.979 pontos, mesmo com mercados no exterior em queda. Dessa forma emplacamos o quarto pregão seguido de valorização, ainda que pequena. O dólar fechou cotado em R$ 5,25, em queda de 0,22%. Mercados americanos terminaram no campo negativo.
Avaliando o comportamento dos mercados no início do dia, a previsão inevitavelmente seria francamente de alta. Bolsas da Ásia fechando com fortes altas, Europa operando no positivo e futuros dos EUA também indicando alta. As commodities também tinham início de dia positivo. Mas não foi bem isso que aconteceu, numa sessão de agenda fraca de eventos. Lembrando que falamos que os mercados se pautariam pelas notícias de momento.
Ontem a B3 andou na contramão dos principais mercados acionários do mundo e fechou com valorização de 0,87% e índice em 122.937 pontos, depois de ter vazado 123 mil pontos durante a sessão. Dólar fechou com leve queda de 0,09% e cotado a R$ 5,266. Mercados nos EUA terminaram o dia com quedas, o mesmo acontecendo na Europa.
Comportamento do minério de ferro na China e do petróleo em Nova York motivou a Bovespa a ter um comportamento diferente dos outros mercados do mundo.
Na semana passada a B3 terminou praticamente estável (-0,01%), aos 121.880 pontos, enquanto o dólar mostrou alta de 0,78%, com a moeda americana cotada a R$ 5,27. Isso com todas as confusões ocorridas durante o período na política e dados de conjuntura não tão positivos.
No segundo pregão consecutivo de alta, os mercados acionários buscaram reparar parte das perdas do início da semana. A grande preocupação foi sempre o comportamento da inflação, e o que isso poderia trazer de consequências sobre o nível dos juros, principalmente nos EUA, depois da divulgação de forte inflação no mês de abril. Aqui, além desse efeito, ainda tivemos a divulgação de resultados do primeiro trimestre, as confusões políticas e quadro fiscal deteriorado.
Ontem os mercados acionários conseguiram reverter parte das perdas da véspera, e a B3 encerrou o dia com valorização de 0,83% e índice voltando ao patamar de 120.705 pontos, com dólar em alta de 0,15% e cotado a R$ 5,31. No mercado americano, o Dow Jones fechou com alta de 1,29% e Nasdaq com +0,72%. Isso mesmo com a inflação medida pelo PPI de abril (no atacado) aumentando acima do previsto, em 0,6%, de previsão de +0,3%.
A sessão de hoje começou tensa, com investidores aguardando a divulgação da inflação medida pelo PPI (atacado), nos EUA, e outros indicadores. No conjunto acabou sendo positiva, mas ainda sem mostrar tendência mais definitiva. Com safra de resultados do primeiro trimestre chegando ao fim em 15/05, o dia foi marcado pela divulgação maciça de lucros no segmento local, provocando boa rotação de ativos. No geral, como esperado, foram mais para positivos.
Hoje, o mercado local deve seguir fraco e com expectativas sobre a divulgação de balanço da Petrobras, o que deve mexer pontualmente com as ações ao longo pregão.
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