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Hoje foi dia de a B3 reagir melhor aos estímulos internos e externos, comparativamente a outros mercados acionários do mundo, especialmente da Europa e EUA. Tivemos indicadores importantes sendo anunciados ao longo do dia, declarações aos montes de membros do governo e o bom comportamento dos treasuries americanos, com oscilações mais comedidas. Esses fatores acabaram gerando maior ânimo nos investidores por aqui.
Na agenda do dia teremos as notas do setor externo e de mercado aberto em abril, dados do Caged e o fluxo cambial da semana anterior. Nos EUA, sairá o relatório da dívida pública de abril, os estoques de petróleo e derivados da semana anterior pelo departamento de energia e discursos de dirigentes do FED.
Mercados seguem com movimentos oscilantes entre a ampliação do apetite ao risco por conta de vacinação maciça, reabertura das economias, momentos de preocupação com a inflação ascendente e juros em alta. Isso, mesmo considerando que nas últimas sessões os treasuries americanos tiveram boas quedas.
O dia pode ser de mercados novamente em alta e pode também confirmar a aproximação do Ibovespa do recorde de pontuação obtido lá em 08/01, acima dos 125.300 pontos.
Hoje foi dia novamente de mercados positivos em quase todo o ocidente, como havíamos previsto logo cedo, mesmo considerando o feriado de Pentecostes na Alemanha, que quebra um pouco da dinâmica. Como motivação podemos alinhar declarações mais suaves de dirigentes regionais do FED ao longo do dia e petróleo no mercado internacional melhor alinhado (minério não).
O dia pode ser positivo para o mercado local, seguindo performance melhor no exterior, mas dependente dos ruídos políticos produzidos.
Com mercados sensíveis à qualquer notícia, o dia foi marcado por declarações importantes de diferentes economias e novidades na B3.
Hoje a B3 estreia novo modelo de vencimento do mercado de opções, com vencimento em todo terceira sexta-feira de cada mês, podendo negociar durante todo o pregão as opções e com exercício no call de encerramento e after.
O dia trouxe a reversão dos mercados na Europa e nos EUA, mas aqui acabou não havendo grande reação. Quadro político tenso, situação fiscal grave e inflação mostrando as garras, são alguns dos ingredientes dessa letargia dos investidores. Não bastasse o Brasil está no mesmo rol problemático da África do Sul e da Turquia, outros dados indicam que os investidores globais puxaram o freio de mão com o país. No exterior o dia foi marcado por boas recuperações nas Bolsas e queda dos juros dos notes, principalmente após o leilão de TIPs de 10 anos com baixa demanda.
Ontem foi um mau dia para os mercados de risco em todo o mundo, com os investidores aguardando a divulgação da ata do FED da última reunião, para tentar extrair o pensamento sobre inflação futura e comportamento dos juros. Essa é a grande preocupação de momento dos investidores.
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