Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo

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Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo episodes

  • Alimentar os famintos
    Um dos atos mais conhecidos de Jesus foi a ocasião em que Ele providenciou alimentação
    para cinco mil homens, “além de mulheres e crianças” (Mt 14:21).
    No entanto, como ocorre com tudo o mais no Novo Testamento, essa história não
    aconteceu sem um contexto que nos ajuda a entender ainda mais profundamente
    o significado do que Jesus fez.
    1. Leia Mateus 14:1-21. O que aconteceu pouco antes da alimentação miraculosa,
    e que papel esse evento pode ter desempenhado no que ocorreu a seguir?
    Coloque-se no lugar dos discípulos naquele momento. João Batista, que evidentemente
    era um homem de Deus, havia acabado de ser decapitado. Eles sabiam
    disso, porque tinham dado a notícia a Jesus. Embora o texto não revele, isso
    deve ter sido extremamente desanimador para eles. Sem dúvida, sua fé foi provada.
    Contudo, depois do que Jesus fez a seguir, a fé dos discípulos deve ter recebido
    um novo impulso, especialmente após aquele desapontamento.
    Há, porém, um significado muito mais profundo nessa história, independentemente
    de quanto ela tenha aumentado a fé dos discípulos. O ato de Jesus ao
    alimentar o povo fez com que todos se lembrassem do maná que Deus tinha providenciado
    para os israelitas no deserto. “Surgiu dentro do judaísmo a tradição de
    que o Messias viria numa Páscoa e que, com Sua vinda, o maná começaria a cair
    novamente. [...] Portanto, quando Jesus alimentou os cinco mil, precisamente antes
    da Páscoa, ninguém devia ficar surpreso se a multidão começasse a especular
    se Ele era o Messias e se Ele estava para fazer um milagre ainda maior: alimentar
    todas as pessoas durante todo o tempo, restaurando o maná” (Jon Paulien, John:
    The Abundant Life Bible Amplifier [João: Comentário Bíblico Vida Abundante].
    Boise: Pacific Press Publishing Association, 1995; p. 139, 140).
    Esse era exatamente o tipo de Messias que o povo desejava: Alguém que cuidasse
    de suas necessidades exteriores. Naquele momento, as multidões estavam
    prontas para tornar Jesus rei, mas Ele não tinha vindo para ser rei, e Sua recusa os
    desapontou grandemente. Eles tinham suas expectativas, e quando estas não foram
    satisfeitas, muitos abandonaram Jesus, embora o Senhor tivesse vindo para
    fazer muito mais do que supunham suas expectativas estreitas e mundanas.
    Fortaleça sua experiência com Deus.
    Quão estreitas são suas espectativas quanto à maneira de Deus agir?
    5 min
  • Senhor de judeus e gentios
    Em Mateus 15:24, Jesus disse explicitamente: “Não fui enviado senão às ovelhas
    perdidas da casa de Israel.” Não há dúvida de que o ministério de Cristo, durante
    os anos em que Ele esteve na Terra, foi dirigido principalmente à nação de Israel.
    Porém, como a Bíblia inteira mostra, Israel não era o único povo com o qual
    Deus Se importava. A razão pela qual Deus escolheu Israel era que Ele pudesse
    abençoar todos os povos da Terra. “Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus e
    os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo
    que nela está e o espírito aos que andam nela. Eu, o Senhor, te chamei em justiça,
    tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e
    luz para os gentios; para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo
    e do cárcere, os que jazem em trevas” (Is 42:5-7).
    Seria por meio de Israel, ou, mais especificamente, a partir do Messias, que surgiria
    de Israel, que Deus alcançaria o mundo todo. Nesta semana estudaremos um
    pouco mais o esforço de Deus para alcançar todos os que precisam de salvação.
    3 min
  • Estudo adicional
    Alguém disse: “Com ou sem religião, espera-se que boas pessoas façam coisas
    boas, e que más pessoas façam coisas más. Porém, para que boas pessoas façam
    coisas más, isso requer religião.” No século 17, o filósofo e matemático francês
    Blaise Pascal ficou famoso ao declarar que “os homens nunca fazem o mal de
    maneira tão completa e entusiástica como quando fazem isso por convicção religiosa”.
    Embora haja um pouco de exagero nessas ideias, infelizmente há também
    um pouco de verdade. Isso pode ser visto no contexto da lição desta semana, que
    trata da relação entre os fariseus e o sábado. “Quando Jesus Se voltou para os fariseus
    perguntando se era lícito no dia de sábado fazer o bem ou o mal, salvar ou
    matar, os confrontou com seus próprios maus desígnios. Estavam caçando Sua
    vida com ódio amargo, ao passo que Ele salvava a vida e trazia felicidade às multidões.
    Seria melhor matar no sábado, como estavam planejando, do que curar o
    aflito, como Ele havia feito? Seria mais justo ter o homicídio no coração durante o
    santo dia de Deus, do que amor para com todos os homens, amor que se expressa
    em atos de misericórdia?” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 287.)
    7 min
  • A guarda do sábado
    Como está claro pelo relato dos evangelhos, Jesus não aboliu o sábado. O que Ele
    fez foi restaurá-lo, libertando-o dos pesados fardos que as pessoas haviam colocado
    sobre ele. Centenas de anos mais tarde os cristãos ainda estavam descansando
    e adorando no sábado. O historiador Sócrates Escolástico escreveu: “Quase
    todas as igrejas ao redor do mundo celebram os mistérios sagrados [a Ceia do Senhor]
    no sábado todas as semanas, mas os cristãos de Alexandria e de Roma, por
    causa de alguma tradição antiga, se recusam a fazê-lo” (História Eclesiástica, livro
    5, p. 289). Não há dúvida de que, sejam quais forem as razões pelas quais todos esses
    incidentes foram registrados nos evangelhos, o motivo não era que as pessoas
    deixassem de observar o sábado.
    5. Leia novamente Mateus 12:12 e se concentre na frase: “Logo, é lícito, nos sábados,
    fazer o bem”. O que isso significa no contexto imediato ao qual Jesus
    estava se referindo? O que a guarda do sábado deve incluir?
    Embora a lei judaica permitisse o cuidado médico no sábado para uma pessoa
    cuja vida estivesse em perigo, Jesus levou isso um passo adiante: as curas, talvez
    até aquelas que pudessem ser feitas em outros dias, foram realizadas no sábado.
    Com isso em mente, leia o que Jesus disse posteriormente em Mateus: “Por isso,
    todo mestre da lei instruído quanto ao Reino dos céus é como o dono de uma casa
    que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas” (Mt 13:52, NVI). Sem dúvida,
    Jesus também estava tirando novas coisas de Seu tesouro.
    6. Leia Isaías 58:7-13. De que forma esse texto ajuda a refletir sobre o significado
    verdadeiro de seguir o Senhor e viver os princípios da lei, inclusive o sábado?
    Como entender a frase “reparador de brechas”, especialmente no contexto
    das três mensagens angélicas?
    7 min
  • Cura no sábado
    É muito interessante fazer uma leitura completa dos evangelhos para ver todas
    as vezes em que os escritores registraram incidentes ocorridos no sábado entre
    Jesus e os líderes religiosos. Se o sábado estava prestes a ser abolido, por qual
    motivo os escritores dos quatro evangelhos incluíram relatos, numerosos em alguns
    casos, da luta que Jesus travou com os líderes a respeito da guarda desse dia?
    Essa ideia se torna ainda mais evidente quando nos lembramos de que os evangelhos
    foram escritos muitos anos após o ministério de Jesus. Embora os estudiosos
    estejam divididos quanto às datas exatas, a maioria deles os coloca pelo menos 20
    a 30 anos após a morte de Jesus. Assim, naquela altura, se o sábado já havia sido
    substituído pelo domingo, certamente não há qualquer alusão a essa mudança em
    nenhum dos relatos inspirados sobre a vida de Jesus. Portanto, temos fortes evidências
    de que o sábado não foi abolido, mudado nem substituído, por meio de
    qualquer exemplo ou ordem de Jesus registrada nos quatro evangelhos. Ao contrário,
    se olharmos para as ordens e o exemplo de Jesus, os evangelhos nos mostram
    que o sábado continua sendo válido.
    4. Leia Mateus 12:9-14. Qual é a questão envolvida nesse texto, e por que esse
    seria outro motivo para divergência?
    “Em outro sábado, ao entrar Jesus na sinagoga, viu ali um homem cuja mão era
    mirrada. Os fariseus O observavam, ansiosos para ver o que Ele faria. Bem sabia
    o Salvador que, curando no sábado, seria considerado transgressor, mas não hesitou
    em derrubar o muro das exigências tradicionais que obstruíam o sábado.
    [...] Era uma máxima entre os judeus que deixar de fazer o bem, havendo oportunidade
    para isso, era fazer o mal; negligenciar salvar a vida, era matar. Assim,
    Jesus os atacou com suas próprias armas” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as
    Nações, p. 286).
    Novamente, como no incidente anterior, Jesus procurou indicar o propósito
    mais elevado da lei e da vida de fé. Essas pessoas prefeririam deixar aquele homem
    em sua dor e sofrimento, a transgredir suas próprias regras de origem humana a
    respeito do sábado, o qual havia sido tão pervertido que, embora eles tirassem um
    boi de uma cova nesse dia, se recusavam a aliviar o sofrimento de um ser humano.
    Precisamos ter muito cuidado para garantir que nossa maneira de praticar a fé
    não esteja atrapalhando o modo pelo qual Deus nos chamou a viver essa fé!
    6 min
  • A resposta de Jesus
    Este era o ambiente no qual Jesus estava trabalhando: regras rígidas para a guarda
    do sábado, impossíveis de ser cumpridas, que arruinavam o propósito original
    do sábado. Ele devia ser um dia de repouso do trabalho; um dia para adorar
    a Deus e ter comunhão com outros fiéis de uma forma que não podemos fazer
    durante a semana de trabalho. Um dia em que as crianças sabiam que seus pais
    estariam mais acessíveis a elas do que poderiam estar em outras circunstâncias;
    um dia para se regozijar especialmente no que foi feito em nosso favor pelo nosso
    Criador e Redentor.
    3. Leia Mateus 12:3-8 e 1 Samuel 21:1-6. Como Jesus reagiu ao pesado jugo dos
    fariseus? Qual foi a linha de raciocínio de Jesus?
    Nesse episódio, Jesus disse o que voltou a dizer mais tarde de maneira muito
    mais forte (ver Mt 23:23, 24): que eles deviam se concentrar no que era realmente
    importante. Jesus recapitulou a conhecida história do rei Davi que, ao fugir, tomou
    o pão do tabernáculo, que devia ser comido somente pelos sacerdotes. Nessa situação,
    a fome de Davi e de seus companheiros era mais importante do que o ritual
    do tabernáculo que tinha outro propósito. Da mesma forma, a fome dos seguidores
    de Jesus era mais importante do que as orientações sobre o sábado (a respeito
    da colheita) que se destinavam a outro propósito.
    Jesus citou também o trabalho dos sacerdotes no templo no dia de sábado.
    O sábado permitia o trabalho do ministério. Da mesma forma, o sábado permitia
    o trabalho dos companheiros de Jesus, porque Ele e Seu trabalho eram maiores
    que o templo.
    Nada que Jesus disse nessa ocasião ou em qualquer outro momento a respeito
    da guarda do sábado diminuiu a ordem divina para que o guardemos. Ele estava
    tentando libertá-los, não do sábado, mas das regras sem sentido que ocultavam
    o propósito desse dia, que era o de ser uma expressão do descanso que temos em
    Cristo como nosso Criador e Redentor.
    “Nos dias de Cristo, a observância do sábado havia se tornado tão distorcida que
    refletia o caráter de homens egoístas e arbitrários, em lugar do caráter do amorável
    Pai celestial” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 284). Analisando
    seus atos, o que você poderia fazer para garantir que eles reflitam o caráter
    de nosso amorável Pai celestial, e não o caráter do egoísmo e da arbitrariedade?
    5 min
  • Agitação por causa de um dia de descanso
    Se, como grande parte do mundo cristão argumenta, o sábado foi abolido, substituído,
    ultrapassado, cumprido (ou o que quer que seja), por que Jesus passou
    tanto tempo tratando de como guardar o sábado?
    2. Leia os versos seguintes. Sobre quais questões existem divergências nesses
    textos? Sobre quais pontos não há divergência? Mt 12:1, 2; Lc 14:1-6; Mc 2:23-
    28; Jo 5:9-16
    Sabendo que uma das razões pelas quais Israel tinha ido para o cativeiro babilônico
    foi a profanação do sábado, os fariseus desejavam impedir que isso acontecesse
    novamente. Portanto, haviam criado uma série de regras e regulamentos
    sobre o que era e o que não era aceitável no sábado, com a ideia de proteger sua
    santidade. Quais eram algumas dessas regras?
    Se uma galinha botar um ovo no sábado, está certo comê-lo? A opinião da maioria
    dos fariseus era que, se fosse uma galinha poedeira, não era certo comer o ovo
    botado no sábado porque ela estaria trabalhando. Contudo, se não fosse uma galinha
    poedeira, mas apenas uma galinha que estava sendo engordada para ser consumida,
    então o ovo podia ser consumido, porque esse não era o trabalho principal
    da galinha. Havia também uma sugestão de que o ovo botado no sábado por uma
    galinha poedeira podia ser consumido, contanto que a galinha fosse morta mais
    tarde por ter transgredido o sábado.
    Está certo olhar-se no espelho no sábado? A resposta é: Não, porque se você vir
    um cabelo branco pode ser tentado a arrancá-lo, o que seria uma colheita e, como
    tal, transgressão do sábado.
    Se sua casa pegar fogo no sábado, é certo tentar salvar suas roupas? A resposta
    é: Você deve tirar apenas uma muda de roupa. Contudo, se você vestir uma muda
    de roupa, então pode carregar outra muda. A propósito, se sua casa pegar fogo,
    não é certo pedir a um gentio que apague o fogo, mas se o gentio apagar o fogo assim
    mesmo, tudo bem.
    É certo cuspir no sábado? A resposta é: Você pode cuspir em cima de uma rocha,
    mas não pode cuspir no chão, porque isso produziria lama ou argamassa.
    Podemos rir dessas regras, porém, corremos o risco de fazer a mesma coisa à nossa própria maneira,
    não só a respeito do sábado, mas também de todos os aspectos de nossa fé, isto é, perder
    de vista o que é verdadeiramente importante e nos concentrar no que é trivial. Como evitar
    essa armadilha?
    6 min
  • O jugo leve de Cristo
    Em Mateus 11:20-27, Jesus começou com uma poderosa repreensão a algumas
    das cidades da Galileia que rejeitaram Seu ministério. O que torna tão assustadora
    essa repreensão e Sua advertência de condenação é que essas cidades haviam
    recebido grandes oportunidades de conhecer a verdade. Cristo, a Verdade (Jo 14:6),
    tinha andado como ser humano entre seus habitantes. E, se isso não bastasse, também
    havia realizado ali “numerosos milagres” (Mt 11:20); contudo, eles não quiseram
    se arrepender. Na verdade, Jesus disse que, se os “milagres” (Mt 11:23) que Ele
    havia feito em Cafarnaum tivessem sido feitos em Sodoma, “teria ela permanecido
    até ao dia de hoje”. Em outras palavras, eles eram piores do que os sodomitas.
    Logo depois disso, nos versos 25 a 27, Jesus começou a orar, agradecendo ao Pai e
    falando sobre Seu relacionamento com Ele. Reconheceu, também, tudo o que o Pai
    Lhe havia concedido, mostrando ainda mais claramente que as cidades que O rejeitaram
    enfrentariam consequências trágicas.
    1. Leia Mateus 11:28-30. Por que essas palavras de Jesus foram colocadas exatamente
    nesse ponto, logo após Sua oração e depois da lamentação sobre as
    cidades incrédulas?
    Depois de condenar a incredulidade e reafirmar Sua intimidade com o Pai, Jesus
    ofereceu, a todos os cansados, descanso nEle. Em outras palavras, Ele estava dizendo
    às pessoas que não cometessem o mesmo erro que aquelas cidades haviam
    cometido ao rejeitá-Lo. Ele tem autoridade e poder para cumprir o que promete,
    e prometeu que, quando formos a Ele, encontraremos descanso para a alma. Em
    vista do contexto, esse descanso inclui a paz, a certeza da salvação e a esperança
    que aqueles que O rejeitam não têm.
    O que mais Jesus quis dizer quando prometeu que nos dará descanso? Isso significa
    inatividade? Quer dizer que qualquer coisa serve? Claro que não. Jesus tem
    um padrão muito elevado para nós; vimos isso no Sermão do Monte. Mas o relacionamento
    com Jesus não tem o objetivo de nos deixar exaustos. Aprendendo
    dEle, imitando-O e imitando Seu caráter, podemos achar descanso para muitos
    fardos e problemas da vida. Como veremos, uma das expressões desse descanso
    se encontra na guarda do sábado.
    4 min
  • Descanso em Cristo Sábado
    “Cristo era um vivo representante da lei. Nenhuma transgressão de seus santos
    preceitos se encontrou em Sua vida. Olhando para uma nação de testemunhas
    ansiosas por uma oportunidade de condená-Lo, Ele pôde dizer, sem contestação:
    ‘Quem dentre vós Me convence de pecado?’” (Jo 8:46; Ellen G. White, O
    Desejado de Todas as Nações, p. 287).
    A vida de Jesus refletiu plenamente o significado da lei de Deus, os dez mandamentos.
    Ele foi a lei personificada. Assim, ao estudar Sua vida, vemos o que é
    guardar os mandamentos e como guardá-los de uma forma que não seja legalismo
    árido e formal.
    Entre esses mandamentos está o quarto, o sábado. Nesta semana, ao continuar
    o estudo de Mateus, examinaremos algumas controvérsias sobre o sábado e veremos,
    na vida de Jesus, uma revelação do que significa guardar o sábado. Pois se
    a lei é, de fato, um reflexo do caráter de Deus, e se Jesus personificou essa lei, ao
    entender como Cristo guardou o quarto mandamento e o que Ele ensinou sobre
    isso, podemos aprender mais sobre o caráter de Deus e a respeito de maneiras pelas
    quais podemos refletir esse caráter em nossa vida.
    4 min

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