“Uma raposa entrou faminta num quintal onde havia uma frondosa videira, carregada de uvas maduras, cujos cachos se penduravam, muito alto, muito acima da sua cabeça. A raposa não podia resistir à tentação de comer aquelas uvas, mas, por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las. Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse: – Estão verdes...” – in, A Raposa e as Uvas (Esopo 620-564 a.C.)