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Para além de obras literárias que abarcam a maternidade, o melhor exemplo para tratar a relação entre mães e filhos, é trazendo mães que escrevem; que fazem a verdadeira literatura acontecer no dia a dia. Mas antes de enaltecer o que é ser mãe na prática, não podemos deixar de destacar a maternidade compulsória. E para falar de tudo isso, a Literatura Confessional traz as autoras Carla Guerson, mãe de dois, servidora pública e autora escalada em antologias como “Mulheres em poesia”, pela editora Brunsmarck, “Feminismos”, pela editora Medusa, “Desaguamentos” pela editora Escaleras; e Natânia, mãe de um, antropóloga com publicações em revistas acadêmicas da UFRJ, UNICAMP, e USP, além de seu recente conto figurar a coletânea "Conto a Gotas". Por meio também da intersecção com outros campos e disciplinas, o ser mãe-ser escritora, desempenha um papel importante em diálogos em torno não só da maternidade, mas principalmente no acolhimento da mãe como pessoa, livre de rótulos ou funções. A confissão que ambas escreveram e recitaram, está disponível para leitura aqui: medium.com/literaturaconfessional. Compartilhe este episódio e Feliz Dia das Mães!
A linha é muito fina, quase que dissolúvel, entre como cada um deles nos cerca. Por isso, decidi repensá-los, do jeito que me cabe, usando minha própria vida. Na confissão deste episódio, conto que aproveitei o clima de limpeza para a chegada da primavera aqui no hemisfério norte, e fui dar uma olhada na minha gaveta de rascunhos, como uma caixa de pandora. Eis que lá achei perdido um longo rabisco sobre esses três sentimentos bastante vivenciados pelas mulheres, pois síndrome da impostora estamos mais que apresentadas. Decidi tirar o pó desse texto, adicionei uma nova roupagem, e taquei-lhe perfume de ironia e humor. No entanto, não exitei em dar aquele toque de autoajuda gratuito (sim, aqui contém motivação!), porque ainda que estejamos cansados da tal "positividade tóxica", a Literatura serve pra isso que não provocar. Aliás, esse texto é pra ser uma crônica; mas pera, será que é mesmo uma? Ixe... ;) leia na íntegra aqui: shorturl.at/cqwHT
Qual a junção de uma conversa entre uma psicanalista e uma professora de português? Ah, essa é fácil: Literatura Confessional! É com muita animação que a psicanalista e escritora Jéssica Pozzebon, e a professora, escritora e autora do livro de contos "A Primavera das Mulheres", Liz Coelho, conversaram comigo sobre esse universo que representa exatamente a essência deste podcast. Para além da escrita, as duas se movem por essa paixão entre o eu, o outro; o nós. E durante o papo é possível entender o quanto literatura e análise caminham juntas, ainda que cada qual em sua particularidade. Ambas escritoras, claro, também se confessaram e você pode ler acessando este link: shorturl.at/cnNP5
O primeiro episódio do #outro de 2021 é especial por várias razões. A autora contemporânea que é unanimidade em talento e simpatia, Aline Bei, é a convidada de ouro para abrir essa temporada de confissões da Literatura Confessional. Num misto de realização de sonho e honra, bati um papo delicioso com Aline sobre sua trajetória pessoal dos palcos do teatro até seu pouso em solo firme na literatura; o processo de criação do aclamado "O Peso do Pássaro Morto"; seu segundo livro prestes a ser publicado "Pequena Coreografia do Adeus", e sua relação com a escrita e conselhos da mesma enquanto escritora para outros escritores. Para ler a confissão da Aline escrita especialmente para a L.C acesse: shorturl.at/jkwV2
9 de março de 2021 marca o primeiro aniversário da Literatura Confessional! Parabéns, parabéns!! E nesta primeira confissão do"o eu" do ano, Larissa comemora lendo uma confissão/conto onde explora, primeiramente, o "se tornar mulher, ou mocinha"; quando ela menstruou pela primeira vez, e das histórias que se ramificaram durante a mesma epóca. Um conto escrito em fluxo de consciência e marcado pelo tom confessionalista que Larissa faz questão de manter.
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