Literatura Confessional

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Literatura Confessional episodes

  • {o eu #6} - Pessoas Normais amam, e amam muito!

     Para além de uma leitura despretensiosa, o livro “Pessoas Normais”, de Sally Rooney, é um deleitável ponto de partida para enlaçar as “normalidades” do amor na ficção e na vida real. Neste episódio, confesso minhas impressões sobre a obra e sobre a potência do amor genuíno. Texto por Larissa Xavier, para ler acesse: medium.com/literaturaconfessional/o-eu/home


    20 min
  • {o outro #1 - Julia Raiz} A primeira convidada a se "confessar" no divã do outro da L.C.
    Eis que estreamos hoje a sessão “O OUTRO”, onde convidados se confessam, e revelam suas interioridades em nome da Literatura, em nome de nossa humanidade. A primeira convidada a abrir com chave de ouro é a Julia Raiz, escritora com dois livros publicados, além de também comandar o podcast “Raiz Lendo Coisas”. Aperta o play!

    Olá você,

    Uma das maiores qualidades da Literatura, como arte, é a possibilidade de conectar corações partidos, almas perdidas, corpos imcompreendidos, talvez nunca vistos antes; através das palavras. De transformar sentimentos que pareciam isolados, em vejam só, corriqueiros.

    Quando eu ainda estava concebendo este projeto, algo que sempre quis desde o início era que ele tivesse, claro, muito de mim, mas também que ele tivesse muito do outro, consequentemente tendo muito de nós todxs. Afinal, “eu sou eu e eu sou o outro também”. O que nos une e o que nos separa é exatamente as vulnerabilidades e as potências de cada um. E só dando a chance para outros se confessarem que essa máxima poderia ser alcançada.

    Então, eis que estreamos hoje a sessão “O OUTRO”, onde, sempre que possível, receberei convidados que se disporão a se revelar, em revelar suas interioridades em nome da Literatura, em nome de nossa humanidade.

    A primeira convidada é a Julia Raiz, que tive o prazer de conhecer/encontrar através das redes sociais e que, tão gentilmente, topou ser a primeira a se confessar no divã literário que é o Literatura Confessional.

    Seja bem-vinda Julia, o prazer é todo nosso. <3

    Larissa Xavier // Literatura Confessional

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    1 hr 11 min
  • {o eu #5} - Quando a inspiração tem nome próprio.
    A história do filme brasileiro “Elena”, escrito, vivido e contado pela irmã e diretora, Petra Costa, traz um misto da busca artística-espiritual na tentativa de ressignificar a dor, a arte, e a complexidade que é existir; algo que também deveríamos fazer com nossas próprias vidas, de um jeito, ou de outro.

    Olá, você!

    Antes mesmo de escrever a newsletter passada, eu já estava processando [sentimentalmente] o texto da próxima, ou seja, desta que você lerá ou escutará em alguns minutos. Desde o dia 2 de Agosto eu tenho pensando muito no filme brasileiro “Elena”. Bom, se você já o viu, sabe o porquê do documentário ficar, de certa forma, na cabeça; senão taí um ótimo motivo para você o fazer após esta leitura. Mas de antemão, esclareço que, além de uns spoilers, o ensaio à seguir, não nasceu para ser um review ou uma sinopse; é mais um desabafo, ou, uma clássica confissão minha perante ao que me tocou profundamente. E isso, não só por conta da qualidade da obra, mas muito pelo o caminho que tracei [ou foi traçado para mim?] para descobrir e, de fato, ter o interesse em assistí-lo.

    Aconteceu que eu recebi uma espécie de mensagem cósmica. O universo adora dar dessas comigo. Foi daí que tudo começou, e pra saber como tudo começou, só lendo ou ouvindo, pra saber.

    Larissa Xavier // Literatura Confessional

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    Quando a inspiração tem nome próprio

    A história do filme brasileiro “Elena”, escrito, vivido e contado pela irmã e diretora, Petra Costa, traz um misto da busca artística-espiritual na tentativa de ressignificar a dor, a arte, e a complexidade que é existir; algo que também deveríamos fazer com nossas próprias vidas, de um jeito, ou de outro.

    Se tem um material que tenho paixão, é o papel, este em que as pessoas podem transformar suas ideias em algo ali concretizado; seja em estrutura, palavra, ou imagem, e, que depois, qualquer um pode ter o prazer de tocar, de folhear, de abraçar.

    Infelizmente, não me lembro quando ou como, mas em meio à milhares de flyers, cadernos, cartões postais, e marcadores que guardei/guardo, me recordo de ter um, em especial, por muito tempo. Nele havia uma mulher afundando em água verde-esmeralda escuro. Ela vestia um vestido com algumas flores estampadas, de tecido leve que poderia ser algodão ou chiffon; tinha ares daqueles antiguinhos. No topo do cartão estava impresso o título devidamente destacado — ou um nome que vai ser sempre próprio
    17 min
  • {o eu #3} - 25 de Julho, Dia Nacional do Escritor!

    De livros, de rótulos, de conversas de boteco {…} uma confissão em homenagem a todos que se dispõem a fazer da palavra seu começo, meio e fim; sua existência! Vida longa aos que escrevem! Texto por Larissa Xavier, para ler acesse: medium.com/literaturaconfessional/o-eu/home




    5 min
  • {o eu #2} - Era pra ser um "book review", mas acabou virando...

    …uma espécie de relato amoroso por livros & pessoas; histórias. O que no fim é totalmente plausível. E por que não seria? No texto de hoje, resolvi confessar minha paixão literária das últimas semanas: o livro “A Elegância do Ouriço”. E o melhor, como ele chegou até as minhas mãos. Texto por Larissa Xavier, para ler acesse: medium.com/literaturaconfessional/o-eu/home


    13 min
  • {o eu #1} - Escrevendo sobre si próprio: tornando público o que é intímo.

    Este é oficialmente o primeiro episódio do Literatura Confessional. Nestaa estreia, escrevi uma confjavascript:void(0);issão falando sobre o porquê deveriamos escrever sobre nós mesmos. Quando se compartilha pensamentos, memórias, desejos, reclamações, caprichos – ou ainda medos, incertezas e confusões – mãos se cumprimentam e mentes se conectam, ainda que em nosso imaginário. Texto por Larissa Xavier, para ler acesse: medium.com/literaturaconfessional/o-eu/home




    13 min

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