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Tiago André, natural de Coimbra e conhecido como A Boy Named Sue, é uma referência do rock’n’roll enquanto DJ, com uma carreira de 25 anos e sets que cruzam rock, soul, garage, punk, exotica e outros géneros.
Falamos dos seus primeiros passos na música, da ligação a Legendary Tigerman e aos Wraygunn, da experiência com os Jon Spencer Blues Explosion, das viagens internacionais e da sua longa ligação à RUC através do Cocktail Mariachi.
A conversa passa ainda pela cena musical de Coimbra, pelo seu futuro e pela forma como a cidade é vista por quem a conhece por dentro.
E, claro, termina com a pergunta obrigatória: onde se bebe o melhor fino de Coimbra?
O MCGA recebeu Ruze, uma das figuras maiores do hip-hop de Coimbra, para uma conversa sobre mais de três décadas de carreira, as origens do rap na cidade e a evolução de um movimento que ajudou a construir.
Falou-se da identidade do hip-hop coimbrão, do equilíbrio entre fazer música por paixão ou para o grande público, das novas gerações e dos desafios que os artistas enfrentam numa era dominada pelos algoritmos e pelas plataformas digitais.
Houve ainda espaço para refletir sobre o futuro da cultura urbana em Coimbra, o reconhecimento do seu percurso e o papel que o hip-hop pode continuar a desempenhar na cidade e no panorama musical português.
O MCGA recebeu Li Furtado, fundadora da CINCO, para uma conversa sobre a criação de uma das marcas portuguesas de joalharia com maior projeção internacional. Da Geografia ao empreendedorismo, falou-nos do percurso que a levou a trocar o planeamento territorial pelo design de joias.
A conversa passou pela origem da marca, pelo processo criativo, pela produção sustentável e pelo crescimento de um projeto que hoje vende maioritariamente para mercados internacionais, mantendo Coimbra como base.
Houve ainda espaço para falar de empreendedorismo, internacionalização, dos bastidores da joalharia contemporânea e do caminho que levou a CINCO de uma pequena ideia a uma marca reconhecida dentro e fora de Portugal.
O MCGA recebeu Pedro Biscaia, uma das figuras históricas da natação em Coimbra, para recordar décadas dedicadas ao ensino da modalidade e a evolução das piscinas da cidade.
A conversa passou pela formação de várias gerações de nadadores, pelas diferenças entre os alunos de ontem e de hoje e pelo equilíbrio entre aprendizagem, competição e segurança na água.
Houve ainda espaço para refletir sobre o futuro da natação em Coimbra, o papel das infraestruturas e o legado de quem passou uma vida inteira à beira da piscina.
O MCGA recebeu Catarina Costa e João Neto, duas das maiores figuras do judo português, para uma conversa sobre o percurso de ambos, a ligação a Coimbra e o caminho que os levou aos Jogos Olímpicos e às principais competições internacionais.
Falou-se da exigência da alta competição, da relação entre atleta e treinador, da pressão dos grandes palcos e dos desafios de conciliar o desporto com a vida académica e profissional.
Houve ainda espaço para refletir sobre o presente e o futuro do judo em Coimbra e em Portugal, numa conversa descontraída sobre esforço, ambição e o que é preciso para competir ao mais alto nível.
O MCGA recebeu Pedro Pereira, fundador da página Caderneta de Cromos, para uma conversa que começou longe do futebol. Formado em Psicologia e com percurso profissional ligado aos recursos humanos e ao marketing digital, Pedro acabou por se tornar uma das vozes do universo futebolístico português nas redes sociais, acumulando milhares de seguidores.
Entre curiosidades sobre os bastidores do projeto e histórias dos primeiros tempos, ficou claro que o sucesso nasceu de uma mistura de conhecimento, consistência e paixão genuína pelo desporto.
Num registo descontraído e bem-humorado, a conversa explorou ainda a relação entre comunicação, comportamento humano e futebol, mostrando como um projeto inicialmente amador se transformou numa referência para milhares de adeptos. Uma entrevista sobre futebol, sim, mas também sobre empreendedorismo, criatividade e a capacidade de transformar uma paixão num projeto com verdadeiro impacto.
Nesta segunda parte da conversa informal que Victor Torpedo nos trouxe, vamos ouvir falar dos Coldplay e da aventura que foi, às tantas da madrugada e com José Manuel Silva metido ao barulho, meter os 5ª Punkada em palco, no dia seguinte, com a banda de Chris Martin.
5ª Punkada, que abre o coração de Victor Torpedo e nos fala, com brutal sentimentalismo, do que é acompanhar há décadas este projeto.
Vamos entrar em polémicas, ou não, revisitando o Luna Fest, precursor do Rocketmen e um dos projetos pessoais de eleição de Torpedo.
Vai ainda falar do estado da arte da cidade de Coimbra, da música, dos espaços que a promovem, dos agentes culturais e finalmente do futuro de tudo isto.
No final, faremos a nossa questão-o-que-dizem-os-teus-olhos, mas muito mais apropriada ao espírito MCGA - venham descobrir qual.
Isto hoje é um curto-circuito entre biografia, mito e sobrevivência artística.
Victor Torpedo, figura central da cena rock de Coimbra desde os anos 80, passa por tudo: dos Objectos Perdidos aos míticos Tédio Boys, dos The Parkinsons aos projetos mais recentes como Pop Kids e 5ª Punkada. Pelo meio, acumula guitarras, discos, caos criativo e uma ideia muito própria de criação artística — um tal de “Acidentalismo”.
A conversa vai entre a memória crua dos anos 80/90 em Coimbra, as influências (The Clash, Cramps) e a crítica à indústria musical atual. Há também a máquina criativa em modo compulsivo: 12 álbuns em 12 meses, gravações feitas numa manhã e a recusa total do romantismo do “artista em retiro espiritual”.
No fundo, fica o retrato de alguém que nunca saiu verdadeiramente da urgência — nem da cidade, nem da música, nem da invenção permanente. E talvez seja isso: mais do que carreira, isto parece um sistema operativo próprio a correr há 40 anos, em 24/7, numa cidade sem ritmo para o acompanhar.
Faz um ano: 30 de abril de 2025 nascia esta tasca sonora — 43 episódios depois, quase 22 horas (1313 minutos) e perto de 10 mil audições, seguimos vivos e minimamente recomendáveis. Bem-vindos ao 13º e último episódio da temporada 3 do Make Celas Great Again.
Tema da semana: o Penedo da Saudade — que já foi Pedra do Vento, depois Penedo do Vento e só mais tarde ganhou a melancolia oficial. De bosque desordeiro e romântico a jardim domesticado, com chalets “abomináveis”, urbanização à pressa e lápides poéticas a mais — o progresso coimbrão a fazer o que melhor sabe: polir até tirar graça. Pelo meio, bustos roubados e ideias eternamente adiadas.
Para fechar: festa na Estação Nova de Coimbra - Bash Fest - e concerto dos The Walks no Salão Brazil, com dez anos de “Fool’s Gold” e primeira parte dos Triste Feia — porque, apesar de tudo, Coimbra ainda vai dando sinais de vida.
Entre lendas dignas de Game of Thrones e teorias heráldicas, afinal quem manda no brasão — a mítica Cindazunda ou a esquecida deusa Trebaruna? Pelo meio, um rei bárbaro apaixonado, um rio tingido de sangue e uma cidade que gosta tanto de histórias que às vezes se esquece de as confirmar.
Descemos depois à terra firme com os mártires de Marrocos — cinco franciscanos que passaram por Coimbra antes de morrerem em missão e acabarem por influenciar até Santo António de Lisboa. E sim, o Pinhal de Marrocos não é só um nome estranho — é memória histórica com séculos.
E fechamos com ciência que parece magia: o Rio Mondego “a correr ao contrário” — não é milagre, é física com pinta.
Como sugestões, ainda há Coimbra BD 2026 e Portugal Burger Cup 2026, porque Coimbra tanto discute deuses antigos como hambúrgueres modernos.
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