Malhete Podcast

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By Luiz Sérgio F. CastroHistory
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Malhete Podcast episodes

  • Hoje na História: Aconteceu no dia 7 de julho
    O dia 7 de julho é marcado por uma série de eventos históricos que abrangem desde batalhas e acontecimentos políticos até marcos culturais e esportivos. Vamos explorar algumas dessas informações históricas que ocorreram neste dia ao longo dos anos.
    No ano de 1307, o rei inglês Eduardo I faleceu durante uma viagem à Escócia. Ele foi sucedido por seu filho, Eduardo II, que assumiu o trono e enfrentou vários desafios durante seu reinado.
    Em 1520, ocorreu a Batalha de Otumba, um confronto entre o exército espanhol liderado por Hernán Cortés e as forças astecas na região que hoje é o México. A batalha foi parte da conquista espanhola da região e teve um impacto duradouro na história do continente americano.
    Em 1802, Robert Rusticoat criou o primeiro gibi em quadrinhos a ser publicado, chamado "The Wasp" ("A Vespa"). Esse marco no mundo dos quadrinhos estabeleceu as bases para o desenvolvimento posterior dessa forma de arte e entretenimento popular.
    No ano de 1846, a Califórnia foi oficialmente anexada aos Estados Unidos. Antes disso, era um território mexicano. Esse evento teve um impacto significativo na expansão territorial dos Estados Unidos e no estabelecimento de sua influência na região oeste.
    Em 1865, Mary E. Surratt se tornou a primeira mulher a ser executada pelo governo norte-americano. Ela foi condenada por supostamente auxiliar John Booth no assassinato do presidente Abraham Lincoln. Sua execução foi controversa, pois algumas pessoas questionaram seu envolvimento direto no crime.
    No campo esportivo, em 1912, ocorreu o primeiro clássico FlaFlú de futebol, um dos maiores clássicos do futebol brasileiro. Esse jogo entre os times Flamengo e Fluminense marcou o início de uma longa e histórica rivalidade no futebol carioca.
    No âmbito político, em 1941, o presidente norte-americano Roosevelt anunciou que as forças dos Estados Unidos haviam entrado na Islândia para prevenir uma invasão nazista. Esse evento foi parte da estratégia dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial para evitar que a Islândia caísse sob o controle do Eixo.
    Em 1942, Heinrich Himmler, líder das SS nazistas, decidiu dar início aos experimentos com prisioneiros no campo de concentração de Auschwitz. Esses experimentos cruéis e desumanos fazem parte de um dos capítulos mais sombrios da história.
    Em 1957, o lendário jogador de futebol Pelé fez seu primeiro jogo pela seleção brasileira. Esse foi o começo de uma carreira brilhante, na qual Pelé se tornou a maior estrela do futebol mundial e um símbolo do esporte brasileiro.
    No campo político, em 1969, o governo canadense instituiu o inglês e o francês como línguas oficiais do país. Essa medida refletiu a diversidade linguística e cultural do Canadá e buscou promover a igualdade e o respeito às diferentes comunidades linguísticas presentes no país.
    Em 1981, o presidente norte-americano Ronald Reagan nomeou Sandra Day O'Connor para a Corte Suprema dos Estados Unidos. Ela se tornou a primeira mulher a ocupar esse cargo máximo da justiça norte-americana, abrindo caminho para mais inclusão e diversidade no sistema judicial do país.
    No campo da cultura, em 1990, o Brasil perdeu um dos seus grandes artistas. O cantor e compositor Cazuza faleceu, deixando um legado significativo na música brasileira. Sua poesia e sua voz marcaram uma geração e suas canções continuam sendo apreciadas até os dias de hoje.
    Em 1992, um ato demandando o impeachment do presidente brasileiro Fernando Collor de Mello reuniu cerca de 5 mil pessoas em Brasília. Esse movimento marcou um dos momentos políticos mais tumultuados da história recente do Brasil, culminando no afastamento de Collor da presidência.
    No campo legal, em 1999, um júri em Miami condenou os fabricantes de cigarro como responsáveis por produzir um produto defeituoso que causa doenças como enfisema e câncer de pulmão. Esse julgamento foi um marco importante na luta contra o tabagismo e na conscientização sobre os riscos associados ao consumo de cigarros.
    O dia 7 de julho nos mostra a diversidade de eventos históricos que ocorreram ao longo dos anos. Desde acontecimentos políticos e batalhas até marcos culturais e esportivos, esses eventos moldaram o curso da história e tiveram um impacto duradouro. Ao conhecermos essas histórias, podemos compreender melhor o mundo em que vivemos e refletir sobre o passado enquanto caminhamos em direção ao futuro.
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    6 min
  • Hoje na História: Aconteceu no dia 6 de julho

    O dia 6 de julho é

    marcado por uma variedade de eventos históricos significativos em todo o mundo.
    Desde avanços científicos e literários até conflitos e tragédias, esta data nos
    oferece uma visão abrangente dos acontecimentos que moldaram o nosso passado.
    Vamos explorar algumas dessas informações históricas que ocorreram neste dia ao
    longo dos anos.

    6 min
  • Freud, maçom?
    Por Olivier Rogeau
    Constrangido em sua carreira, Freud ingressou
    na maçonaria em 1897. Um livro de 2012 lança luz sobre quarenta anos de
    discreta lealdade a B'nai B'rith.
    A maioria de seus biógrafos preferiu
    ignorá-lo e, às vezes, mantê-lo calado: Sigmund Freud (1856-1939) era maçom. Em
    1897, aos 41 anos, ingressou na loja "Wien", fundada na capital
    austro-húngara. Casado, pai de três filhos, o pioneiro da psicanálise era, na
    época, um médico isolado e deprimido, contido na carreira hospitalar
    universitária e nas pesquisas. Era também, no final do século XIX, um homem sem
    ilusões: acreditava que a assimilação dos judeus já não era possível no seu
    país, onde um clima de antissemitismo voltava a propagar-se Até sua morte,
    quarenta e dois anos depois, Freud permaneceu fiel à sua loja, que dependia da
    associação maçônica judaica B'nai B'rith. Encontrou apoio moral e audiência: em
    muitas ocasiões, apresentou seu trabalho. Assim, suas duas primeiras palestras,
    em dezembro de 1897, foram dedicadas aos sonhos – a "estrada real que leva
    ao inconsciente" – e sua interpretação. Animado com o sucesso, defendeu o
    mesmo trabalho alguns dias depois na Universidade de Viena. Mas apenas três
    ouvintes vão povoar os bancos do anfiteatro!
    "O suficiente para confortá-lo na
    escolha de um público escolhido", observa Jean Fourton, autor de Freud
    Freemason, livro do qual oferecemos as "boas folhas". Membro da B'nai
    B'rith – e do Grande Oriente da França desde 1958 –, Fourton foi psicanalista
    clínico, discípulo do psiquiatra francês Jacques Lacan e membro da Escola
    Freudiana de Paris. Seu livro é o resultado de pesquisas nas bibliotecas de
    B'nai B'rith e nos arquivos freudianos em Washington, agora acessíveis ao
    público em geral.
    .
    Extratos
    O
    ritual de iniciação
    Chegou o dia em 1895, quando Edmund Kohn
    propôs a seu amigo e paciente desesperado que o patrocinasse para entrar em
    B'naiB'rith; Assim, ele sairá de seu isolamento. Era normal, na época, esperar
    por uma longa investigação. Ainda hoje é assim. Trata-se de distanciar candidatos
    inspirados na ambição, na agressividade, na curiosidade, na infiltração. A
    iniciação de Freud ocorreu 2 anos após seu pedido, em 29 de setembro de 1897,
    na loja "Viena" [...]. Não havia mais nenhum ritual de intimidação ou
    trote do ímpeto B'nai B'rith. A instituição nunca gostou muito dessas
    humilhações fóbicas de outra época que seriam herança das práticas medievais
    pertencentes aos Companheiros e que foram encontradas em certas obediências
    maçônicas. Mas algo da ordem da castração simbólica, ou melhor, da totemização,
    dentro dos limites territoriais da instituição, funciona.
     
    Ligado
    aos irmãos por uma corda
    Note-se que o requerente, "para glória e
    sob a proteção do Altíssimo", geralmente é apenas convidado a entrar na
    loja cercado por dois irmãos e ligado a eles por uma corda. Essa corda
    materializa o vínculo de integração e solidariedade do recém-chegado.
    Paradoxalmente, será historicamente para Freud mais um elo e não uma alienação,
    descobrir e colocar em palavras sua conceituação do inconsciente e da
    psicanálise, da disciplina clínica, da escola do amor e da liberdade. A loja é
    um lugar regulado de fala. Sua criatividade poderia ter sido abafada, mas é um
    paradoxo, alguns elos têm uma função libertadora [...].
     
    Psicanálise
    e Maçonaria
    Muitos autores foram levados a estabelecer
    semelhanças entre a psicanálise e a maçonaria. Que se faça a própria cura
    psicanalítica e a diferença surge imediatamente na consciência. Muitas
    obediências têm como objeto a busca da "a" verdade, enquanto a análise
    dá ao sujeito a oportunidade de descobrir a sua. Jung, que também era maçom,
    mas na Alpina, muitas vezes uma obediência protestante suíça, defendia a teoria
    de um inconsciente universal, projetando assim o seu e tornando-o Deus. Tal
    condenação pode fazer parte de um episódio de cura inacabada. De fato, parece
    que Jung caiu do sofá de Freud alguns meses antes de sua chegada, o que em nada
    diminui a estética de seus comentários.
     
    O lugar
    da mulher nas lojas
    Ele falou em 1901 sobre os objetivos de B'nai
    B'rith e um ano depois foi ouvido sobre o papel das mulheres na vida da loja. É
    preciso dizer que, na época, as mulheres estavam frequentemente no centro das
    discussões e que nem sempre era fácil para elas encontrar um lugar. Por
    exemplo, em 1902, um texto de Paul Möbius intitulado A fraqueza das mentes das
    mulheres (sic) foi colocado para um estudo mais aprofundado na agenda da
    segunda loja de Viena chamada Harmony (Eintracht). Freud virá visitar essa loja
    irmã que ajudou a fundar e intervirá maciçamente no debate [...]. Em princípio,
    ele prefere falar sobre assuntos que fazem parte de seu trabalho em andamento,
    ou trabalhos que ele publicará. Por exemplo, em 9 de fevereiro de 1900, ele
    proferiu uma palestra, para a qual as senhoras foram convidadas a enloge, sobre
    a Psicologia da criança, que também se encontra sob o título A Vida Mental da
    Criança. No mesmo ano, em 24 de abril, fala sobre Fertilidade, romance de
    EmileZola que havia classificado entre dez bons livros, em resposta a uma
    pesquisa da editora [...].
    7 min
  • Hoje na História: 5 de julho

    O dia 5 de julho é marcado por uma série de

    eventos históricos importantes em diferentes partes do mundo. Desde a
    independência de um país até avanços tecnológicos significativos, esta data nos
    proporciona uma visão diversificada dos eventos que moldaram o mundo ao longo
    dos anos. Vamos explorar alguns desses acontecimentos históricos que ocorreram
    neste dia ao longo dos séculos.

     

    Em 1811, na Venezuela, um momento crucial

    para a América Latina, a Ata de Independência da Venezuela foi assinada. Esse
    evento foi um passo significativo rumo à libertação do jugo colonial espanhol e
    marcou o início de uma luta pela independência em todo o continente.

     

    Em 1853, o Brasil estava vivendo um período

    de grande prosperidade econômica devido ao boom do café. Nesse contexto, foi
    re-fundado o Banco do Brasil, uma instituição financeira que desempenhou um
    papel fundamental no desenvolvimento do país ao longo dos anos.

     

    No ano de 1914, foi realizada a primeira

    travessia de um aeroplano entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Esse voo
    histórico, que durou 4 horas e 40 minutos, foi um marco importante na aviação
    brasileira e abriu caminho para futuros avanços no transporte aéreo.

    Em 1922, eclodiu no Rio de Janeiro a Revolta

    dos 18 do Forte de Copacabana. Esse evento foi um levante militar liderado por
    jovens oficiais que buscavam uma mudança no sistema político brasileiro e mais
    oportunidades para os militares. Embora tenha sido rapidamente reprimida, a
    revolta teve um impacto significativo no cenário político da época.

     

    No mesmo dia, em 1932, António de Oliveira

    Salazar tornou-se o primeiro-ministro de Portugal. Salazar governou o país como
    ditador pelos próximos 36 anos, implantando um regime autoritário. Seu governo
    teve um impacto duradouro na política e na sociedade portuguesa.

     

    Em 1946, um momento icônico na moda aconteceu

    quando o estilista francês Louis Reard lançou o biquíni. Esse traje de banho
    ousado e revolucionário foi apresentado pela primeira vez em uma famosa piscina
    em Paris, marcando uma mudança na moda praia e quebrando tabus sociais.

     

    Outro avanço importante ocorreu em 1951,

    quando William Shockley inventou o transistor. Esse pequeno dispositivo
    revolucionou a eletrônica e abriu caminho para a era da tecnologia moderna,
    sendo a base para o desenvolvimento de computadores, telefones e muitos outros
    dispositivos eletrônicos que usamos no dia a dia.

     

    No campo dos direitos trabalhistas, em 1962,

    o presidente brasileiro João Goulart, conhecido como Jango, sancionou a Lei do
    13º salário. Essa lei garantia aos trabalhadores brasileiros o direito a
    receber um salário extra no final do ano, contribuindo para melhorias nas
    condições de trabalho e na qualidade de vida dos trabalhadores.

     

    Por fim, em 1996, nasceu a ovelha Dolly. Esse

    evento marcou um avanço significativo na ciência e na genética, pois Dolly foi
    o primeiro mamífero a ser clonado a partir de uma célula adulta. Sua criação abriu
    portas para novas possibilidades na pesquisa científica e levantou questões
    éticas e morais sobre a clonagem.

     

    O dia 5 de julho é, portanto, uma data que

    nos lembra de eventos históricos importantes em várias áreas, desde a luta pela
    independência até avanços tecnológicos e conquistas sociais. Esses
    acontecimentos moldaram o mundo em que vivemos hoje e nos convidam a refletir
    sobre o passado enquanto olhamos para o futuro.

     

    Pesquisa e Edição: Luiz Sérgio Castro

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    5 min
  • O destino trágico dos Templários em Hattin e sua relíquia sagrada.
    No dia 4 de julho de 1187, um evento trágico marcou a história dos Templários, uma ordem de cavaleiros que se tornaria os predecessores diretos da Maçonaria. Nessa data, os Templários sofreram uma grande derrota na Batalha de Hattin, onde perderam sua relíquia sagrada - a suposta cruz em que Jesus Cristo foi crucificado.
    A relíquia da Santa Cruz era considerada um tesouro inestimável para os Templários, e sua posse dava-lhes um poder simbólico e espiritual significativo. No entanto, nesse fatídico dia, as forças islâmicas lideradas por Saladino conquistaram uma vitória decisiva sobre os Templários, resultando na perda da cruz e em um verdadeiro massacre dos cavaleiros.
    Essa derrota em Hattin teve consequências devastadoras para os Templários. Além da perda da relíquia sagrada, a ordem sofreu danos irreparáveis em termos de reputação e influência. A derrota foi um golpe esmagador para os cavaleiros, cuja missão era proteger os peregrinos cristãos na Terra Santa.
    Embora a cruz perdida nunca tenha sido recuperada, seu desaparecimento desencadeou uma série de teorias e lendas ao longo dos séculos. Alguns acreditam que os Templários secretamente a guardaram e a levaram para algum lugar desconhecido, enquanto outros afirmam que ela foi destruída ou perdida para sempre.
    Independentemente do destino da relíquia sagrada, a Batalha de Hattin marcou um ponto de virada na história dos Templários. A derrota foi um prenúncio do declínio da ordem, que posteriormente seria alvo de perseguição e supressão por parte da Igreja Católica e do rei da França.
    Apesar de sua queda, o legado dos Templários continuou a ecoar através do tempo, influenciando as ordens e organizações posteriores, incluindo a Maçonaria. A imagem dos Templários como guardiões da sabedoria e dos segredos ocultos persiste até hoje, inspirando fascínio e especulações sobre seu papel na história e na mística maçônica.
    A perda da relíquia sagrada dos Templários na Batalha de Hattin é um lembrete das turbulências e desafios enfrentados pelos cavaleiros medievais e das reviravoltas imprevisíveis da história. Esses eventos trágicos nos ajudam a compreender a complexidade da trajetória dos Templários e sua importância duradoura como um símbolo de coragem, devoção e mistério.
    4 min
  • Hoje na História – Aconteceu no dia 4 de julho.
    Em 4 de julho, uma série de acontecimentos históricos marcantes ocorreram ao longo dos anos. Esta data é especialmente celebrada pelos Estados Unidos, pois em 4 de julho de 1776, foi aprovada a "Declaração de Independência" norte-americana, marcando a separação oficial das colônias americanas da Grã-Bretanha. O "Fourth of July" se tornou um dia nacional de celebração nos EUA, simbolizando a independência e a liberdade.
    Em 4 de julho de 1819, ocorreu outro importante evento histórico no Brasil. Nessa data, a cidade de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, foi fundada por colonos suíços. Essa colonização suíça deixou marcas significativas na cultura e na arquitetura da região.
    No dia 4 de julho de 1831, o Congresso Belga proclamou o príncipe Leopoldo de Saxe-Coburg como o primeiro monarca da Bélgica independente. Esse evento marcou a criação de um país soberano e estabeleceu as bases para a monarquia constitucional belga.
    Em 4 de julho de 1878, a Turquia entregou a ilha de Chipre aos britânicos. Essa transferência de poder teve impactos significativos na história de Chipre e nas relações entre a Turquia, a Grécia e o Reino Unido.
    No campo da indústria automotiva, em 4 de julho de 1896, Henry Ford testou seu automóvel Ford pelas ruas de Detroit, no estado de Michigan, nos Estados Unidos. Esse evento marcou um avanço significativo na história dos automóveis e lançou as bases para a revolução automobilística que estava por vir.
    No campo da aviação, em 4 de julho de 1898, Santos Dumont sobrevoou Paris no balão Brasil. Essa conquista colocou Dumont como um dos pioneiros da aviação e contribuiu para o desenvolvimento da aviação no século XX.
    Em 4 de julho de 1936, Léon Blum tornou-se o primeiro ministro socialista da França e introduziu um programa de reformas sociais no país. Esse marco político representou uma mudança significativa na França, destacando a ascensão do socialismo no governo.
    No entanto, nem todos os eventos históricos de 4 de julho foram positivos. Em 4 de julho de 1939, o navio Saint Louis, transportando mais de 900 refugiados judeus da Alemanha, foi expulso da costa da Flórida. Essa trágica ocorrência destacou as dificuldades enfrentadas pelos refugiados judeus durante o período do Holocausto.
    Em 4 de julho de 1944, ocorreu um evento significativo na Segunda Guerra Mundial. As tropas aliadas liberaram a cidade de Roma, na Itália, do domínio alemão. É importante ressaltar que os pontos históricos da cidade permaneceram intactos, garantindo a preservação do rico patrimônio cultural romano.
    Em 4 de julho de 1946, o General Juan Perón assumiu a presidência da Argentina. Seu governo deixou um legado marcante no país, com políticas populistas e uma liderança carismática que influenciou profundamente a história argentina.
    Finalmente, em 4 de julho de 1987, a França condenou o genocida nazista Klaus Barbie à prisão perpétua. Essa sentença representou uma importante vitória na busca pela justiça contra os crimes de guerra e genocídio cometidos durante o regime nazista.
    Esses eventos históricos ocorridos no dia 4 de julho são apenas alguns exemplos de como essa data foi marcada por acontecimentos significativos em diferentes partes do mundo e em diversas áreas, desde a independência e lutas por liberdade até avanços científicos e políticos. Cada um desses eventos contribuiu para moldar a história e o desenvolvimento das sociedades envolvidas.
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    5 min
  • ÀS LIDERANÇAS MAÇÔNICAS: Uma Reflexão Questionadora
    Ao adentrarmos nos bastidores da Maçonaria, uma ordem fraterna com uma história imemorial, deparamo-nos com figuras icônicas cujas lideranças deixaram marcas indeléveis na trajetória da Ordem. Esses gigantes maçônicos, por vezes venerados, devem nos fazer questionar: como podemos nos inspirar em suas jornadas para trilhar nosso próprio caminho na Maçonaria?
    A liderança maçônica, envolta em uma aura simbólica e fraterna, exige de nós o papel de guias e mentores, promotores incansáveis da igualdade, do conhecimento e do respeito mútuo. Mas será que temos refletido sobre como nossas ações e exemplos refletem as virtudes morais e éticas que a Maçonaria preza? Será que estamos, de fato, iluminando o caminho para aqueles que nos acompanham?
    A construção de um ambiente de confiança e colaboração é essencial para uma liderança maçônica efetiva. Decisões democráticas, consenso e deliberação coletiva devem ser nossa base, estamos evitando a armadilha do autoritarismo? Será que estamos genuinamente abertos ao diálogo, à compreensão e ao acolhimento de perspectivas diferentes das nossas? Lembramo-nos o suficiente de que a liberdade de pensamento, a tolerância e o respeito às opiniões individuais são pilares maçônicos?
    Como líderes maçônicos, precisamos estar dispostos a aprender e enriquecer-nos com a diversidade de ideias e experiências que nos rodeiam. Comprometer-nos com nosso próprio desenvolvimento pessoal e espiritual é uma busca constante, pois a Maçonaria anseia pela evolução moral e espiritual de seus membros.
    Os ideais e valores da Maçonaria - igualdade, fraternidade e respeito mútuo - devem estar vivos em todas as nossas ações e decisões. Não podemos esquecer-nos da missão da Maçonaria de promover a evolução moral e espiritual dos membros, de construir um mundo melhor e mais harmonioso. Estamos honrando essa missão em nossas práticas de liderança? Será que estamos deixando um legado duradouro que verdadeiramente beneficia a todos?
    Por fim, é fundamental que, ao almejarmos posições de liderança maçônica, questionemos o verdadeiro significado e compromisso envolvidos nessa honra. Não podemos apenas nos apegar a máximas preestabelecidas, mas devemos refletir criticamente sobre o caminho fraterno e inspirador que desejamos trilhar. Devemos buscar uma liderança autêntica, que contribua efetivamente para o fortalecimento e a prosperidade da Maçonaria, deixando um legado que transcenda o tempo e beneficie as futuras gerações.
    Que a jornada da liderança maçônica seja marcada por uma constante busca pela autenticidade e pelo aprimoramento. Que possamos refletir sobre as perguntas que nos desafiam e moldar nossa liderança com sabedoria e discernimento.
    É crucial lembrar que a liderança maçônica não é apenas uma honra, mas também uma responsabilidade significativa. Devemos abraçar essa responsabilidade com humildade e dedicação, cientes de que nossas ações têm o potencial de impactar positivamente a Maçonaria e aqueles que a compõem.
    Que nos inspiremos nas grandiosas figuras maçônicas do passado, mas também estejamos dispostos a desafiar e questionar. Que possamos forjar uma liderança maçônica genuína, comprometida com a fraternidade, a igualdade e o respeito mútuo, enquanto buscamos constantemente evoluir como líderes e indivíduos.
    Assim, deixaremos um legado duradouro para as futuras gerações, perpetuando os valores e princípios da Maçonaria em um mundo que necessita cada vez mais de lideranças exemplares. Que nossa jornada maçônica seja um exemplo de excelência, servindo de inspiração para as gerações vindouras de maçons. Que nossos esforços escrevam um legado capaz de transcender o tempo e contribuir para a construção de um mundo melhor.
    Que assim seja!
    Eugenio Polessa
    Eugenio Polessa é Mestre Instalado, Grande Inspetor Geral e Deputado Federal pelo Espírito Santo.
    5 min
  • O ÁTRIO
    Por R. Christiano
    Na construção dos Templos existe uma simbologia precisa, que remonta à tradição alquímica.
    O verdadeiro conhecimento orienta-se para a síntese e, na arquitetura antiga, revela-se através dos planos e volumes que a caracterizam.
    Na antiguidade, o conhecimento orienta suas pesquisas, seguindo a intuição e a experiência espiritual, que se expressam na demonstração do esoterismo da natureza.
    A leitura arquitetônica de um Templo deve ser feita através das impressões que se experimenta ao penetrar no edifício, constituído por pisos precisos sobre os quais se erguem volumes bem definidos, que se perseguem em sucessões arquitetônicas e revelam um domínio que o nosso pensamento não consegue explicar, mas o fenômeno da Vida em sua evolução para o estado de Consciência.
    No Templo podemos experimentar um alargamento da Consciência, experimentar a transmutação de uma ação vital, traduzida em uma posse contínua de assimilação ou, como dizem em termos modernos, tornar consciente um processo inconsciente.
    Para nós maçons trata-se da realização de uma expressão sintética em todos os domínios da vida: espiritual, psíquico, energético. Para nós, arquitetura é uma palavra viva. A palavra cerebral diminui o espírito que a informou e a reduz a um conceito vazio.
    O Templo representa o Homem cósmico e real, o seguidor da Arte, e todas as suas sequências arquitetônicas se desenvolveram nesse pensamento, ilustrando o processo preciso que ele deve seguir para levar a cabo sua "Obra".
    Na linguagem alquímica, esses estágios foram representados com três cores: preto, branco e vermelho.
    Essa transmutação, que se dá na interioridade, foi projetada por nossos pais nos volumes e espaços que se elevam ao Céu, para compor, em seu simbolismo conciso, a sacralidade do Templo.
    Igreja e homem se fundem: toda a palingênese do indivíduo é fixada e cristalizada na pedra.
    A Igreja, ou Basílica, começa com o Átrio, que conduz ao próprio Templo.
    O primeiro desses nomes tem origem no grego oikos tes ecclesias, a domus ecclesiae , ou seja, a casa da comunidade, onde os Irmãos se reuniam no caminho da Arte.
    A segunda deriva de oikos basileios, ou casa real, uma alusão ao princípio solar que os iluminava.
    O Atrium é seguido pela área do Navate, ou seja, as colunatas internas, que representam a Fase al Bianco, ou lunar, seguida, por sua vez, pelo Sancta Sanctorum, ou seja, o presbitério, representante da Opera al Rosso.
    Três sequências arquitetônicas que refletem o que acontece no Homem, que caminha para a plena realização de sua “Consciência”.
    No Átrio ocorre a purificação, o início da Obra, o Trabalho de Hércules, resumido pelo nome da cor Preto.
    O Nigredo é a descida ad inferos, à própria interioridade, a viagem rumo ao Hades, onde o Iniciante, como Eneias, deve ter na mão a Palma de Ouro.
    Descer à própria interioridade equivale a retirar, uma a uma, todas aquelas constelações psíquicas que formam a nossa personalidade, que é a pessoa, máscara, com a qual estamos acostumados a falar e a nos movimentar no mundo exterior.
    Para que a Obra dê frutos, ela deve ser feita com aquela pitada de Ouro, a Anima, que todos nós possuímos, cujo simbolismo é, justamente, a palma dourada de Enéias.
    Caso contrário, há uma queda na loucura, a morte dos instintos inferiores que, trazidos à luz, impedem o Iniciado de encontrar a saída que o Iniciado deve resolver, por conta própria, por separações contínuas e sucessivas das impurezas que devem ser afaste-se totalmente.
    Somente quando a Ópera estiver concluída, o Iniciado pode esperar que o corvo negro seja substituído pela pomba branca, que sai voando da Arca, para retornar com o ramo verde de oliveira.
    “O Trabalho” exige muita firmeza: a coragem de observar os próprios limites sem fugir, permanecendo imóvel como Orion, firmemente plantado no chão com as pernas abertas.
    Este é o significado etimológico da palavra "Atrium", que deriva do grego atreon, que por sua vez se origina do verbo atremo, "que fica parado, imóvel".
    O preto também é a cor de Saturno; é simbolicamente representada por aquela glândula misteriosa que chamamos de epífise e que sabemos estar em contato direto com o sistema simpático e não com o sangue.
    O Opera al nero prelúdio precisamente para o despertar desta glândula; solicitá-la significa descer ou ascender à Prima Materia.
    Consciência que traz o Iniciado às margens do Grande Rio.
    Na cultura paleocristã, ele se torna o Cristóvão, o Portador de Cristo, do Sol em si, que está prestes a atravessar a impetuosa correnteza para chegar à margem oposta.
    Aqui aparece outro símbolo, a água, essência purificadora. Isso explica por que grandes piscinas ou pequenas banheiras foram colocadas nas entradas de lugares sagrados.
    No estilo gótico, eles foram colocados dentro do Templo, mas sempre no início da Igreja, antes das grandes naves que indicavam a saída da inquieta "Lei do Devir". A mesma água com a qual será realizado o batismo.
    Nas igrejas de estilo gótico, o simbolismo da aquisição bem-sucedida, pelo Iniciado, do conhecimento da matéria-prima, muitas vezes também era representado pelas rosáceas, o terceiro olho das fachadas, o olho pineal.
    Estes signos representam a expressão sintética em todos os aspectos da vida, assumem que a purificação ocorreu ao longo da escala ascendente que distingue o traço do nosso sistema hormonal, sede da vida.
    Os hindus o representaram com a ascensão da serpente Kundalini ao longo da espinha.
    Os egípcios o colocavam na testa dos Iniciados como "o Ureus", símbolo da realização bem-sucedida do Trabalho Negro.
    O Lapis Niger, a Pedra Negra, é colocado; a partir de agora marcará o início da vida sagrada do Iniciado, que se tornou, a partir deste momento, adepto, aceito!
    8 min
  • Programa Mérito Maçônico Movimenta as Lojas Jurisdicionadas à GLMEES
    Criado com o objetivo de incentivar as Lojas jurisdicionadas à GLMEES a cumprirem seu papel junto à sociedade e internamente entre os Irmãos, o programa Mérito Maçônico vem movimentando as Lojas.
    Estão sendo realizadas em todas as regiões capixabas iniciativas diversas que incluem ações sociais, reuniões conjuntas e apoio às atividades das Ordens Paramaçônicas.
    Ao todo, 106 Lojas participam do programa, e são acompanhadas por membros da comissão do Mérito Maçônico, que estão atuando como tutores.
    A primeira etapa do programa encerra no próximo dia 15 de julho. "Cerca de 50% das Lojas já enviaram a documentação, referente à primeira etapa, e estamos seguindo com os trabalhos. Já a segunda etapa se encerra no dia 31 de agosto e a terceira no dia 30 de novembro”, explicou o presidente da comissão organizadora do Mérito Maçônico, irmão Jorge Fernando Prates Ribeiro.
    Os indicadores de avaliação estão divididos em cinco eixos: Administrativo; Crescimento Percentual da Loja; Filantrópico/Social; Conteúdo Educacional de Cunho Maçônico e Congraçamento da Família Maçônica.
    O Grão-Mestre Valdir Massucatti, que propôs a criação do programa durante sua campanha rumo ao Grão-Mestrado, afirma que está feliz com os resultados obtidos até o momento. “Gostaria de parabenizar todos os Veneráveis Mestres e todos Irmãos das lojas pela adesão e pela efetiva participação no projeto do Mérito Maçônico. Também agradeço aos membros da comissão que estão trabalhando muito na avaliação das documentações”, destacou.
    E completou. “Muito bom ver as Lojas se movimentando para a realização de reuniões conjuntas, banquetes maçônicos, visitação às Ordens Paramaçônicas e ações para doação de sangue. Inclusive temos irmãos do interior se deslocando até outras cidades para doar sangue e pontuar no Mérito Maçônico”, disse.
    As Lojas vencedoras serão conhecidas no dia 16 de dezembro, durante a Soberana Grande Assembleia Deliberativa Solstício de Verão.
    Serão premiadas as 15 Lojas melhores ranqueadas, com valores entre R$ 1.000 e R$ 10.000. Elas também serão classificadas com selo Diamante, Ouro, Prata, Bronze e merecedoras de Menção Honrosa.
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  • Uma ponte entre o oriente e o ocidente - O sonho do Emir
    A história de Abd al Qadir, o maçom pai da nação argelina, expoente do esoterismo sufi, que acreditava na fraternidade e no poder do diálogo
    “Considero a Maçonaria a primeira instituição do mundo. Na minha opinião, qualquer homem que não professa a fé maçônica é um homem incompleto. Espero que um dia seus princípios sejam espalhados por todo o mundo. Porque assim os povos viverão em paz e fraternidade”. Estas são as palavras dirigidas a duas delegações de irmãos franceses pelo Emir Abd al-Qadir ou al Qader ou Alkader, símbolo da resistência argelina ao colonialismo francês no início do século XIX, falecido em Damasco em 26 de maio, há 140 anos.
    Uma figura chave de seu tempo, Al-Qadir, Qqa refinado intelectual e homem de armas, nasceu em 6 de setembro de 1808 em uma importante família muçulmana de estudiosos e místicos do poderoso sufi tariqa al Qadiriyya (da qual seu nome também deriva). Ele foi educado na religião islâmica, mas conhecia tão bem a cultura ocidental que se tornou uma espécie de ponte entre as duas. Defensor de seu povo, protetor dos cristãos contra a barbárie dos fanáticos, foi respeitado e honrado até como inimigo e foi tão corajoso que o Estado argelino insistiu em que seus ossos mortuários fossem devolvidos à sua amada Damasco.
    Os franceses concederam-lhe a Grã-Cruz da Legião de Honra depois de lutar e derrotá-lo. Ele admirava Platão e Ibn Arab, proibiu seus homens de invadir, destruir livros, usar violência contra civis e maltratar prisioneiros. E ele sempre falou de cristãos, muçulmanos e judeus como irmãos.
    Quando seu país foi invadido em 1830, Abdelkader lançou uma poderosa contra-ofensiva tentando unir todas as tribos em torno de uma mesma causa, a de repelir a ocupação francesa. Ele organizou um estado real no oeste da Argélia, dividindo-o em províncias administradas por califas, criou um aparato judicial e fiscal. Em 20 de maio de 1837 assinou com o general Bugeaud, comandante da força expedicionária francesa (e então governador-geral da Argélia de dezembro de 1840 a julho de 1847), o tratado de Tafna, com o qual a França reconheceu a independência de Oran, Arzew, Mostaganem e Mazagran, das cidades de Argel e Blida, da planície de Mitidja e do Sahel, territórios que compunham dois terços da Argélia. Um tratado que Paris reabriu as hostilidades. E quando finalmente em 1847 foi traído por ambas as tribos argelinas e seu aliado, o sultão do Marrocos, foi derrotado, ele se rendeu honrosamente, entregando seu cavalo como um guerreiro, sob a promessa de exílio em Alexandria ou Accra. Novamente os franceses o traíram, mandando-o para a prisão em Toulon e depois no Chateau d'Amboise, onde aprofundou seus estudos sobre os filósofos gregos, escrevendo posteriormente um ensaio intitulado "Apelo à inteligência", sobre a necessidade do diálogo e seu famoso "Livro de paradas", no qual fala da perfeição interior. Ele ganhou o apoio de Victor Hugo e Lord Londonderry e o respeito e amizade de Luís Napoleão Bonaparte (mais tarde Napoleão III) e o estado francês pagou-lhe uma pensão de 100.000 francos, permitindo-lhe retornar ao Oriente Médio.
    Ele novamente mostrou grande coragem e visão política em Damasco, onde havia se estabelecido para morar, quando em julho de 1860, em uma explosão de confrontos sectários, os drusos atacaram os bairros cristãos matando mais de 3.000. O emir interveio para deter o massacre e protegeu a comunidade de 15.000 cristãos damascenos e europeus que viviam na cidade, graças à sua influência sobre os dignitários.
    Posteriormente foi convidado para Paris onde conheceu Fernand De Lesseps (1805 1894), o diplomata e empresário que em 1869 construiu o Canal de Suez. A loja de Henrique IV no Oriente de Paris o convidou para ingressar na irmandade maçônica, mas a iniciação ocorreu no Egito em 18 de junho de 1864 na loja Les Pyramides em Alexandria, que era chefiada pelo Grande Oriente da França. Quando no gabinete de reflexão lhe perguntaram "Quais são os deveres do homem para com seus semelhantes?", ele respondeu:
    “Direcione-os para o que há de melhor, neste mundo e no próximo; ajude-os educando os ignorantes e despertando os indiferentes e distraídos; protegei-os, respeitando os que mais têm, sem os invejar, e os que menos têm, suprindo-lhes as necessidades, por meio do que pode ser útil e defendendo-os do mal. Existem dois fundamentos de todas as leis: primeiro, glorificar a Deus, segundo ter compaixão de suas criaturas, porque todos temos a mesma origem e as diferenças são apenas externas, pois a alma se origina de um único espírito, é um e não muitos e a multiplicidade está apenas no invólucro em que se revela e nas formas em que brilha.
    Os corpos são casas escuras, regiões escuras que, quando envolvidas pelas luzes da alma, brilham e brilham com aquelas luzes que dela transbordam.
    A correspondência entre o Emir e as duas lojas foi estudada por Bruno Étienne, Bruno Étinne (La Tronche, 6 de novembro de 1937 - Aixen-Provence, 4 de março de 2009) maçom francês, sociólogo, cientista político e islâmico.
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