Malhete Podcast

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By Luiz Sérgio F. CastroHistory
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Malhete Podcast episodes

  • REFLEXÃO: A VIDA? UM DESAFIO PARA CADA UM DE NÓS

    Nenhum

    homem é uma ilha; você não pode viver e crescer sozinho, a solidão é morte, a
    comunicação é vida.

    A

    vida humana é uma vida com os outros, uma vida para os outros; é algo
    extraordinário que nos sorri, que nos fala através de tudo o que vive, que nos
    oferece.

    6 min
  • A Dualidade da Luz e Sombra: Uma Reflexão Sob o Meio Dia.

    Por Hilquias Scardua

    Caminhando sob as luzes artificiais da

    noite, em um litoral onde a pálida luz da Lua se ausentava, deparei-me com
    diversas pessoas. Observava-as, e por instantes, ouvia seus disparates. Era
    difícil perceber, quase impossível sentir ali uma chama, a ponto de adormecer
    por completo. Contudo, essa chama existia, latente em cada uma delas.

    Nesses momentos, as vozes dos Mestres

    ecoavam como um coro de vozes afinadas, cada uma ressoando em sua escala
    harmônica. Recordo-me do canto: "Enquanto muitos buscam suas lanternas à
    Luz do Meio Dia, raros ousam ser Luz na densa sombra da Meia Noite." A frase,
    mesmo que não exatamente assim, foi meu ponto de partida para esta reflexão.

    Fato é que frequentemente fazemos mau

    uso de nossas capacidades, privando nossos sentidos pela insanidade de nossos
    pensamentos, direcionados ao confortável desejo de permanecer sob a luz já
    ofertada. Será que perdemos a capacidade de perceber que ainda somos a Luz, a
    centelha que persiste? Quem ousará renovar a força da antiga chama e ser Luz em
    meio às trevas?

    Essas perguntas me conduzem às

    prateleiras da memória, onde sou compelido a trazer um recorte que resgato de
    um texto de Diderot, em sua obra "Carta aos Cegos Endereçada aos que
    Vêem." "Se a curiosidade não me dominasse", disse um sábio cego,
    "eu preferiria muito mais ter longos braços; parece-me que as minhas mãos
    me instruiriam melhor do que os vossos olhos ou os vossos telescópios; além
    disso, os olhos cessam de ver mais do que as mãos de tocar. Valeria pois muito
    mais que me fosse aperfeiçoado o órgão que possuo do que me conceder o que me
    falta."

    Esse trecho revela a resposta de um

    filósofo cego, e tantas referências poderiam ser trazidas à luz dessa reflexão,
    inflamados por essa sincera exposição. Notório é que esse sábio esteve sob a
    Luz do Meio Dia, regozijando-se de sua magnitude; não há sombras para ele, mesmo
    privado do sentido da visão.

    Enfadonho é perceber tantos, mesmo com

    olhos sadios, que se esgueiram tateando o mundo à sua volta, sem dedicar um
    tempo mínimo para a contemplação. Parece que estão ainda nos grilhões, presos
    no fundo da caverna platônica.

    Quando um dos sentidos nos falta,

    compensamos de alguma maneira. Para os que creem apenas nos cinco sentidos, e
    quanto ao sexto sentido? Este não faz falta, não há motivo para compensá-lo.
    Certo? Entretanto, é aí que, iludidos, nos limitamos, e ainda pior quando não
    utilizamos esses cinco caminhos de Luz com a eficiência que nos foi concedida.

    Imagine-se na condição do filósofo cego,

    considerando que o sentido que lhe falta não é a visão, pois seus cinco
    sentidos estão sadios. Busca compensar a falta do sexto sentido, e aí entenderá
    o cerne desta reflexão.

    Nessa antagônica condição de Luz e

    Sombra, a alusão à Sabedoria e Ignorância testemunha a face comum de nossos
    dias. Os sofistas ganharam praças, meios digitais, bares, poder, e etc. Em
    nossa Ordem, percebe-se que a matéria de Sócrates foi sufocada pela Ordem do
    Dia. Conduzimos inúmeros cegos, como no "Ensaio sobre a Cegueira" de
    Saramago. No entanto, esses seres privaram-se da visão por escolha própria,
    deixando de exercer a ferramenta que o Divino Arquiteto dos Mundos lhes
    concedeu.

     

    Hilquias Scardua

    Cavaleiro da Liberdade

    5 min
  • Reflexão do dia - A Felicidade
    Por Giovanni Cecconi
    Todos procuram a felicidade, mas todos são, mais ou menos, infelizes, porque não existe uma visão clara da natureza da felicidade, que resulta de um estudo preciso e rigorosamente científico, bem como profundamente psicológico, de nós próprios.
    A felicidade é um estado da nossa consciência, que surge das profundezas do nosso Ser real, do nosso verdadeiro eu, que é alcançado através da meditação introspectiva.
    Poderíamos definir a felicidade como...a Bela Senhora...que evita se mostrar, demonstrando-nos o fato óbvio de que todos aqueles que a buscam nas coisas ou nas pessoas, ou em divindades externas a elas, acabam na tristeza.
    A felicidade não consiste em possuir coisas, objetos de prazer ou alegrias que vêm de fora, mas sim em ser o nosso verdadeiro Ser; seu segredo não está em ter, mas em sermos verdadeiramente nós mesmos.
    Os prazeres dos sentidos, por mais fugazes e momentâneos que sejam, naufragam na dor e na tristeza; são evanescentes, desprovidos de conteúdo, enquanto a dor e o sofrimento que causam duram muito tempo.
    Somente o homem que está nos níveis mais baixos da vida material busca alegria nos prazeres materiais; alegria que, muitas vezes, mais cedo ou mais tarde, se transforma em desilusão, mal-estar, turvação da inteligência, enfraquecimento da vontade, morte iminente e renascimento muito triste porque custa tanto sofrimento.
    O homem ascende a escada da felicidade, em direção à bem-aventurança no nível de evolução mental em que se encontra e, assim como o homem “normal” encontra alegria nos prazeres do bem viver, o homem renascido busca a alegria nos valores mais elevados da vida e eleva-se às dimensões superiores do Espírito
    Neste itinerário, nesta aventura que o homem percorre, unindo-se ao Princípio, é necessário recorrer à meditação introspectiva, à autoanálise, à confiança em si mesmo e no Logos interno que ilumina cada homem e, nunca, nos externos, autoridades, sacerdotes, igrejas, encarnações divinas e escritos sagrados, que só podem ser indícios capazes de confirmar a nossa experiência divina.
    A honra, a fama e a reputação que os homens buscam na ilusão de serem felizes são ilusórias; mesmo quando esses “metais” chegam sem serem solicitados, o homem renascido não é afetado por eles e a beleza enganosa da glória não o altera, porque ele sabe muito bem que as mesmas são coisas que se encontram na mente dos outros, enquanto a felicidade é intrínseca ao indivíduo e ao seu estado interno.
    A felicidade é a flor que desabrocha, é o fruto que amadurece, o da “Sua harmonia com o Infinito que já existe e dentro de você, que é o seu Eu mais profundo e a sua realidade interior”.
    4 min
  • Elogio a Densidade
    Por Hilquias Scardua
    Lidamos cotidianamente com a superficialidade das pessoas, é comum, massivo e redundante, numerosos, aqueles que não obtiveram valores, não detiveram densidade nobre ao seu juízo, que, visivelmente, se reflete em suas exposições comportamentais.
    Muitos colhem do final do curso, as águas contaminadas por sua longa trajetória até a exposição dos lagos prontos à face, pelo simples exército do "menor esforço". Não são todos que ousam percorrer distâncias para desfrutar da límpida e fresca água da fonte.
    É nesse campo que abriga a conformidade e impureza que convido a adentrarmos e, juntos, refletirmos.
    E por base na frase, de autoria desconhecida, a qual me amparo, expondo a angústia de permanecer entre os seres rasos que se multiplicam disparadamente:
    "Cansei de sofrer traumatismo craniano por mergulhar em pessoas tão rasas".
    E para ilustrar um pouco melhor a busca por uma densidade nobre, uma profundidade atrativa, exponho a sugestão que fiz a um grande amigo desenhista quando, ele em sua busca para alcançar melhor resultado técnico, usou como referência alguém de seu meio, um desenhista capaz e que atraía sua admiração:
    Foi quando sugeri que ele estudasse um Grande Mestre dos desenhos, Gustavo Doré, técnico muito além da referência da qual havia me apresentado.
    Ele, contrariado, disse que aquilo era demais e nada tinha a ver com o nível do outro artista. Com isso, complementei dizendo: - meu amigo, busque Doré, que no caminho, bem na metade desse caminho, você já terá ultrapassado tecnicamente aquele ao qual você admira.
    Essa busca nos tira da condição da superficialidade, quando almejamos ofertar melhores coisas e vamos diretamente à fonte, sem reservas e com a devida dedicação, não nos deixamos contaminar com os manuais daqueles que oferecem o final do caminho, o espelho turvo da superfície da água.
    Criamos densidades quando mergulhamos fundo na história da existência, nas fontes deixadas por aqueles que enobrecem a genialidade humana.
    Sim, temos que ir às fontes, aos Mestres, à melhor referência e servir-nos disso. É na Lei da Correspondência: "Tudo que está embaixo, é como tudo que está em cima". - “O que está fora é o reflexo do que está dentro”.
    E sobre essa razão, configuramos nossas densidades para não ofertarmos águas rasas e superfícies turvas.
    É fundamental compreender que essa busca pela profundidade não apenas nos liberta da superficialidade, mas também contribui para a riquíssima tapeçaria da sociedade. À medida que cada indivíduo se empenha em mergulhar nas fontes do conhecimento, das artes e da sabedoria, cria-se uma teia intricada de experiências enriquecedoras.
    Essa profundidade pessoal, longe de ser um empreendimento solitário, tece conexões que transcendem o indivíduo, impactando positivamente a comunidade ao seu redor. É como se cada mergulho nas águas profundas deixasse uma marca indelével, formando um legado que ecoa para além das fronteiras da superfície.
    Nesse processo, não apenas nos elevamos, mas também elevamos o coletivo, compartilhando as riquezas que encontramos nas profundezas da existência.
    Hilquias Scardua, Cavaleiro da Liberdade, T.F.A.
    5 min
  • Tristeza
    doçura da tranquilidade, ela se alimenta da tristeza que surge da perturbação.
    A tristeza é um abatimento da alma, que se segue a pensamentos irados; é essa sombra que nos toma, que nos paralisa e deprime, extinguindo, aos poucos, a vontade de viver em nós.
    É reconhecida pela incapacidade de chorar, pois só graças ao dom das lágrimas podemos vivenciar a tristeza como um estado pelos nossos erros.
    A tristeza insinua-se no coração do homem, corrói lentamente toda a sua vida e se não for combatida acaba por habitar em nós, como um inquilino, cada vez mais difícil de afugentar.
    A tristeza é o não prazer por excelência: priva-nos de todo o prazer e seca o coração e está na raiz da depressão nervosa, porque leva à sensação de não sentido da vida e a um estado de letargia, em que a vida aparece sem luz e sem esperança: numa palavra, inabitável.
    Eu me perguntei: por que minha alma está perturbada? Por que, às vezes, a tristeza permanece como uma sombra dentro de nós, como um zumbido que nunca para de nos atormentar?
    Podem ser muitos os motivos que, de vez em quando, geram em nós este estado: o sofrimento sofrido injustamente, as contradições reais da nossa vida, a constatação das frustrações dos nossos desejos, mesmo os mais nobres e justos.
    Muitas vezes, a vida e a realidade contradizem-nos em muitos aspectos, mas ai daqueles que pensam que podem viver num mundo dourado livre de frustrações, ai daqueles que se alimentam de nostalgia imaginária e de expectativas impossíveis; ai daqueles que se apaixonam pelos seus papéis e não querem abrir mão deles e crescer...!
    Se, porém, praticarmos a aceitação das contradições diárias; se, apesar do sofrimento, soubermos compreender e tratar as nossas feridas, os nossos porquês, então poderemos também abrir-nos àquela consolação que vem do nosso princípio, do nosso ser e da comunhão com os nossos irmãos.
    Indo mais fundo, parece-me que a essência da tristeza consiste em ser uma patologia da nossa relação com o tempo; por um lado, o passado é idealizado como um tempo indiscutivelmente melhor que o atual e é evocado com acentos sinceros de nostalgia, não sem uma certa obtusidade; por outro lado, sonhamos realizar num futuro mítico o que está sempre destinado a começar amanhã, ou tememos o futuro pelas incógnitas que ele pode conter; enfim, de uma forma ou de outra, refugiamo-nos num mundo imaginário para não aderir à realidade, mas, ao fazê-lo, não apreendemos o presente, como hoje, como a hora irrepetível que nos é dada para viver.
    Sentir tristeza diante da perspectiva da morte é típico da raça humana; a pedra angular, porém, para seguirmos o nosso caminho - tudo menos fácil - é apenas quando vislumbramos o amor e quando sabemos que o amor, a anima mundi, pode ser a razão de viver e de morrer; então a tristeza cessa e a felicidade e a alegria sempre renovadas que habitam dentro de nós abrem caminho.
    A Maçonaria é alegria e, portanto, antídoto para a tristeza, capacidade de viver, de forma adequada, a relação com o tempo, de viver o momento presente, o eterno presente; a alegria é uma virtude que une o tempo humano no hoje e na plenitude do nosso ser, antecipando, no presente, a nossa dimensão final, a alegria da meta que nos espera no conhecimento universal.
    A alegria não é um sentimento vago e espontâneo, mas um estado a ser buscado com esforço e comprometimento; devemos obedecer ao comando da alegria e praticá-lo, vivendo plenamente o momento presente, para experimentar que nem o passado nem o futuro podem nos determinar, mas que isso é possível vivendo apenas o hoje da nossa consciência.
    Cada um de nós deve começar o dia levantando os olhos para o céu e ouvindo o verdadeiro impulso do nosso coração, agradecendo, à nossa maneira, por ter recebido aquele lindo presente que é a vida.
    Uma forma particular de tristeza é a inveja e surge da consciência, da observação do bem e da felicidade dos outros; a matriz deste estado de ser é o desejo de ter a nós mesmos, as “coisas” dos outros, mesmo que às vezes desejemos simplesmente que o outro não tivesse esses bens, essas características e esses dons específicos e é por isso que que nós tentamos esconder esse sentimento indescritível, do qual não nos gabamos, mas do qual nos envergonhamos.
    Mais profundamente, a inveja é um reflexo que consiste em comparar-se sistematicamente com os outros; é o que reflete a minha capacidade pessoal de reconhecer o que foi concedido a mim e aos outros, respectivamente.
    Sempre há qualidades que os outros têm e eu não…; fixando-me nisso, em vez de me alegrar com a vida como ela é, observo e invejo os dons que ela distribuiu aos outros.
    A inveja é um sentimento que, infelizmente, já surge na infância, principalmente nas relações familiares.
    O invejoso é aquele que se sente excluído de um bem que o outro próximo possui: o bem do outro é sofrido como o próprio mal.
    Os afetados por esta patologia olham com maus olhos para a felicidade, a bondade e a virtude dos outros, a ponto de desfigurar a sua imagem e realidade, a ponto de concentrar todos os seus desejos naquilo que os outros possuem.
    A inveja às vezes assume uma conotação específica, que costumamos definir como ciúme; vem do viver próximo, da comparação contínua, da verificação do que os outros são e fazem e, consequentemente, da aprovação e do reconhecimento que recebem: mas é precisamente aqui que devemos praticar alegrar-se com aqueles que se alegram, chorar com aqueles que choram, para partilhar as alegrias e as tristezas dos nossos irmãos e dos nossos pares, porque as alegrias são dádivas para todos e para o bem comum.
    Porém, a inveja e o ciúme são os males mais presentes na vida comum e provocam discussões, disputas, desentendimentos, murmúrios...
    Existe um antídoto para a inveja e o ciúme?
    Sim, gratidão, isto é, saber agradecer, saber se surpreender com o bem, não importa quem o faça, saber ver com bom olhar tudo o que floresce ao nosso redor….
    Só quem sabe reconhecer e agradecer o bem feito pelos outros é capaz de fazer o bem, de purificar o seu trabalho e de cantar o seu agradecimento ao GADU por tudo o que funciona na história e na vida de um homem.
    O sentimento de inveja só deixa de existir em todos nós quando somos capazes de dizer que “o bem que pude fazer, fiz aos outros que estão comigo: sem estes irmãos, sem estes meus entes queridos, eu não teria sido capaz de fazer o pequeno bem que fiz."
    8 min
  • O Jeitinho Brasileiro - Uma Dose de Corrupção
    A corrupção é sistemática, abrangendo desde os cidadãos comuns até líderes e figuras célebres. No entanto, é triste considerar que a corrupção se entranhou em nossa cultura, ganhando até um apelido dócil que reflete uma característica do povo.
    É bem superficial a abordagem, mas é mesmo sobre as superficialidades que resolvo compartilhar essa reflexão.
    O "Jeitinho Brasileiro" tornou-se comum, encontrando espaço nas instituições como se fosse um recurso adicional, muitas vezes mascarando a impunidade.
    Mais recentemente, popularizou-se outra máscara desse comportamento cultural, desse símbolo nacional, quando a expressão "dá nada não" passou a ser ouvida entre as vozes dos hipócritas, dos que deturpam, dos corruptos assumidos e daqueles replicantes que, sem perceber, adotam esse comportamento corrupto. Não se trata de uma simples expressão, ela se inclina à profundidade dos abismos lamacentos do comportamento pretensioso e vil.
    Essa naturalização e banalização do comportamento têm implicações devastadoras. É comum depararmos com alguém oferecendo esses artifícios, sugerindo uma decisão superficial e fácil para definir resoluções variadas. Pois a corrupção foi ganhando força à medida que abraçamos a cultura do "nosso jeitinho.". E é nesse contexto que a citação de Nietzsche, que associa essa superficialização a uma grande e radical corrupção, se torna profundamente pertinente.
    "Raso, ralo, relativamente estúpido, geral, signo, marca de rebanho que, com todo tornar-consciente, está associada a uma grande e radical corrupção, falsificação, superficialização e generalização” – Nietzsche, Gaia Ciência, §354
    A corrupção, em suas formas mais sutis e cotidianas, mina a integridade da sociedade e compromete nossa capacidade de prosperar como nação. A normalização desses comportamentos corruptos tem consequências sérias, enfraquecendo a confiança e minando os alicerces de uma sociedade justa e ética. Enfrentar essa questão é essencial para a construção de um país mais íntegro e moralmente saudável.
    Pode parecer radical, certo? Mas não se trata da anticultura; entretanto, é um chamado à reflexão mais pura e sem filtros.
    Portanto, o "Jeitinho Brasileiro" deve ser confrontado e superado, não apenas no nível individual, mas também nas instituições e na cultura como um todo. Somente assim poderemos construir uma sociedade mais justa, onde a corrupção não encontre espaço para prosperar.
    Não é por base nessa reflexão que resolveremos a máxima do pavoroso estado de corrupção que encontra-se generalizada. Mas, é a partir do desvelo dessas máscaras que a face do perverso mundo das banalizações enfraquecem e as ações virtuosas ganham espaço.
    Jacaraípe, Serra-ES, 08 de Novembro de 2023.
    Hilquias Scardua
    Cavaleiro da Liberdade
    4 min
  • Clemente XII: A Primeira Excomunhão da Maçonaria

    , uma análise histórica aprofundada do

    momento significativo em que a maçonaria foi excomungada pela primeira vez pela
    bula papal "In Eminenti Apostolatus Specula" do Papa Clemente XII. Um
    evento que marcou um ponto de virada na história da maçonaria e seu relacionamento
    com a Igreja Católica.

    9 min
  • A Maçonaria pode acabar?

    Sim, talvez ou não.

    Decerto iremos divagar, ou seja, trilhar

    caminhos tortuosos, visto que a resposta dependerá de qual parte da Maçonaria
    estamos indagando.

    O Maçom pode acabar? Sim! Basta ele, por

    suas atitudes, retornar à condição de profano.

    Uma Loja Maçônica pode acabar? Sim!

    Basta ela deixar de ser para o Maçom um lugar consagrado aos Sãos Princípios da
    Moral e da Razão.

    Uma Potência Maçônica pode acabar? Sim!

    Basta ela se tornar um Reino ou uma empresa, acreditando que as Lojas são suas
    colônias/filiais, instituindo "Viscondes", "Condes",
    "Duques" e aplicando leis imperialistas.

    5 min
  • ARLS SAPIENTÍSSIMO IR.'. ALCY RIBEIRO DA COSTA Nº 3839 PRESTA HOMENAGEM E RECEBE NOVOS MEMBROS

    No dia 28/10/2023, a ARLS Sapientíssimo Ir.’.

    Alcy Ribeiro da Costa Nº 3839, Oriente de Guaçui/E.S., Rito Adonhiramita, realizou
    Sessão Magna de Iniciação, em seu Templo. A solenidade foi presidida pelo
    Venerável Mestre Adilson Júnior Ornela Págio, e marcada pela presença de
    diversos irmãos e convidados, que acompanharam de perto a cerimônia dos novos
    irmãos: Bruno Bonela da Silva, Geandro Pereira de Oliveira e Jackson Bruno de
    Sá Viana. 

    4 min

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