Maniçoba Podcast

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Maniçoba Podcast episodes

  • #13 - Nelson Cavaquinho - Nelson Cavaquinho (1973)

    Lado A

    Primeiro programa de 2013. Reveillon. Ouvintes Catarina, Amaral e Valdir e Sr. Vadinho. Paulo Henrique: garçom e fotógrafo.  Samba: pai do prazer, filho da dor. Versão de Juízo Final por Mombojó. A barriguda Caracu. Mitos da cerveja preta. Nelson Cavaquinho e a Mangueira. Sambas perdidos em botecos e outros inferninhos. Admirado por músicas populares e eruditos como Turíbio Santos. Eternizado no violão. Primeiro cavaquinho feito em caixa de charuto. Gávea, bairro dos chorões. Primeiros discos de Cartola e Nelson Cavaquinho. Zicartola. Venda de parcerias. Vozes estranhas da MPB. Chico Lopes. A fragilidade da voz.

    Lado B

    Luto e Melancolia na Música Popular Brasileira. O Evangelho Segundo Nelson Cavaquinho. Guilherme de Brito. Primeira chamada a partir de um telefone celular. Poeta Mário Jorge Vieira. Paixão de Cristo no Bairro América. Criação da Região Metropolitana de Curitiba. Angélica, Eliana, Narciso, Bruce Lee, Pixinguinha e Tolkien. Cabaré dos Bandidos. Lígia. Técnica da galinha. Ciro Monteiro. Mangue e o Baixo Meretrício. Balada do Mangue, Vinícius de Moraes. Trabalho como policial e a história do cavalo. Caridade. Faixa bônus.

    38 min
  • #12 - Elis Regina - Ela (1971)

    Lado A

    Tudo “Fe-ELIS”. Voz de Ataulfo Alves do Lucas Borges. Natal sem Simone e com Elis Regina. Simone defendida por Elis. Figura energética e variável: Furacão Elis. Apelido “Pimentinha” dado por Vinicius de Moraes. “Eliscóptero”. Relação com Rita Lee: da inimizade ao nome da própria filha em homenagem. Passeata contra a guitarra elétrica. Versões definitivas e não-definitivas de grandes canções da MPB e sua relatividade na arte: Elis e sua força. Lucas e sua grande técnica vocal. Primeiro disco aos 15 anos - “Viva a brotolândia”. Estilo Rock produzido pelo Carlos Imperial. Nova Celly Campello? Elis possuía ciclotimia? Desfila por vários estilos com facilidade. Milton Nascimento no primeiro encontro: a musa no início deu um grande fora. Versão dos Beatles. Engasgos e o charme do programa. Elis foi um desengasgo e um contra-estereótipo do pop-star no início. O beco das garrafas e sua importância para a MPB: chegada de Elis no Rio de Janeiro. Encontro com Ronaldo Bôscoli: famoso compositor e pegador da bossa nova. Elis e a destruição dos discos de Frank Sinatra. Festival de 1965 e a consagração: “Arrastão”. Vinicius e Edu Lobo. O Desengasgo para a fama.

    Lado B

    Aviso aos navegantes do Baden Powell e não do Lulu Santos. Inauguração do World Trade Center. Vôos do Concorde. Laranja mecânica. Piás fantasiados de Curitiba. 007. As descobertas nas sinapses de Nivaldo. Nascimento da TV Sergipe. Eleição de Jaime Lerner em Curitiba. Nascimentos de Shaolim, Thalia. Falecimento de Coco Channel e Jim Morrison. Gravou música de Roberto e Erasmo Carlos após toda disputa.  Programa Fino da Bossa. Competição com Jovem Guarda. Fernando Lobo e o Recife. Malandro de Araque. Faixa título. A estória do Bêbado e o Equilibrista. Hino da anistia e o engajamento dos artistas brasileiros. Para Não dizer que Não falei das flores e Geraldo Vandré. Lançados por Elis: Belchior, Tim Maia, Milton Nascimento, Jair Rodrigues, Renato Teixeira, Aldir Blanc, João Bosco, Zé Rodrix. Fase “casa no campo”. Elis alternando momentos de cantora e dona-de-casa. O toque de Midas do Catedrático enfatizando a Elis. Ivan Lins e a Madalena. Casamento com César Camargo Mariano. Interação amorosa e musical. Maria Rita e a turnê dos 30 anos da morte de Elis. Thaís e seus mais de 90 anos de idade assistindo Maria Rita. Xivas e seu perfil garçom. Maior salário pago aos 20 anos de idade. Primeiro disco a vender 1 milhão de copias. Considerada uma das melhores cantoras do mundo. Frase de Fernando Pessoa e de Pompeu, general romano. Argonautas e Caetano Veloso. Elis sepultou o glamour da era do rádio. Espetáculo Falso Brilhante: sucesso por vários anos; um marco da MPB. A nova fase da MPB muito voltada à televisão. Versão antropofágica da “estrada do sol”. Rodésia e a fase racional de Tim Maia. Contradição comentada por nosso ouvinte. Faixa bônus.

    42 min
  • #11 - Jards Macalé - Jards Macalé (1972)

    Lado A

    Farinha do Desprezo. Macunaímico. Turma da Tijuca e a Turma dos Baianos. Formação musical erudita. Jards Macalé e a Tropicália. Orquestra Tabajara. Hospedou Maria Bethânia. Penetrável do Hélio Oiticica. Tuti Moreno e Lanny Gordin.  Gotham City no FIC 1969. Parceria com Wally Salomão. Quatro Crioulos: Zé Keti, Jair do Cavaquinho, Elton Medeiros e Paulinho da Viola. Jards, Gil e Caetano no Festival de Glastonbury. Legal Gosta. Gal a Todo o Vapor. Interações com outros músicos. Linha da Morbeza Romântica. Capinam e Torquato Neto no mesmo disco. Não preciso de gente que me oriente.

    Lado B

    Os Malditos. Scorpions e Van Halen. Odyssey 100. Primeiro videogame do velho Nivas. Billie Joe Armstrong, Cameron Diaz e Rodolfo Abrantes. Último legítimo ninja. Geraldo Vandré e o movimento dos barcos. Moreira da Silva e o samba de breque. Documentário e reedição do disco. Encomenda do Naná Vasconcelos ao Torquato Neto. Let’s Play That em 1983 e 1994. Poema de Sete Faces. Canal no Youtube. Descoberta do Luiz Melodia pelo Hélio Oiticica. A gravação e o encarte do Transa. Grande Otelo e o Morro de São Carlos. Macalé do Botafogo. Guaraná Cruzeiro. Faixa Bônus. Bora Macau!

    45 min
  • #10 - Roberto Carlos - O Inimitável (1968)

    O disco soul e funk americano do rei Roberto Carlos, O Inimitável (CBS, 1968), é explorado pelo décimo episódio do Maniçoba Podcast. Este programa foi dedicado às mães e contou com a participação da mãe de um dos apresentadores.

    Lado A

    Décimo. Gravação pela manhã? A idéia do Velho Nivas. Rei, inimitável e alienígena. As viradas na carreira do Roberto. Bossa Nova, Rock e Romântico. Beatles e Roberto Carlos. Os Sputniks e a turma da Tijuca. Volta de Tim Maia ao Brasil. A veia romântica. A origem do nome MPB. Jovem guarda X música tradicional brasileira. Versões de músicas do Roberto Carlos. O programa O Fino da Bossa e o programa Jovem Guarda. Popularização da guitarra elétrica e do rock. Zimbo Trio. O ícone de todas as mães. Participação de Dona Telma. O início da TV em Sergipe. Fãs e fã clubes. Parceria com Erasmo Carlos. Segundo maior vendedor de cópias. Tonico e Tinoco. O rótulo Iê Iê Iê e o Hard Day’s Night. O título de rei.

    Lado B

    Memórias de 1968 do Velho Nivas. Início da Tropicália. Atentado a Andy Warhol. Internivas. Manoel Bandeira e Andreas Kisser. O romance de Dedé e Martinha. Sylvinha Telles vaiada por cantar Roberto. Defesa pelo concretista Augusto de Campos. Caetano pretendia usar o RC-7 em 1967. A visita de Roberto a Caetano em Londres. Força Estranha e Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos. João Donato acompanhou Roberto na noite carioca. Luiz Ayrão. A negação do disco Louco Por Você. Bill Ceasar e Carlos Imperial. Paêbiru. Roberto Carlos e os festivais. Madrasta e padrasto. Encontro Aliciador com Geraldo Vandré e Chico Buarque. O Divã e Odivan. É dez! Faixa bônus.

    43 min
  • #9 - Toquinho e Vinícius - São Demais Os Perigos Desta Vida (1972)

    Lado A

    Oitavo ou novo Maniçoba Podcast. Carreiras separadas dos dois grandes ícones. Incompatibilidade de agendas. O poeta e o violão. Um dos últimos grandes revolucionários. A história do Vinícius é a própria poesia dele. Última parceria de Vinícius. Influência afro. A história dos casamentos. Nove ou onze? Gesse Gessy. Mãe Menininha do Gantois curou o seu medo de avião. Gretchen e Fábio Jr. Largava tudo menos o quadro de Di Cavalcanti e a escova de dentes. Casou com os pulsos cortados. Formação erudita. Saiu da metafísica para a física. Trabalho no Itamaraty. Estética da bossa nova. O ouvinte Toquinho. Antônio Pecci Filho. Amigo do Chico Buarque. O Toquinho veio trazer estabilidade para o Vinícius. Lua Cheia. Telegrama para Toquinho. Orfeu da Conceição. O início da bossa nova. Pixinguinha.

    Lado B

    Arca de Noé. Disfagia e disfonia. Memórias de Xivas. Conferência de Estocolmo. Membros do Led Zeppelin foram proibidos de entrar em Singapura. Godfather e Garganta Profunda. Edinho Highlander. Dalva de Oliveira. As Moendas, trio de sergipanas que acompanhava Vinícius. Jackson de Figueiredo. Inauguração do Teatro Paiol em 27 de dezembro de 1971. Jaime Lerner tem uma música com Vinícius. Baden Powell, Macalé, Edu Lobo. Astor Piazzolla. Vários níveis de vida. Interage com o movimento hippie. Padrinho dos filhos dos poetas. Easy Music e a crítica tropicalista. Regra três do futebol. Poetinha. Alcoolismo. Saúde da entrega à vida. Que Maravilha, parceria com Jorge Ben. Shows universitários. Abertura do mercado porteño à música brasileira. Período em Itapoan. 11 horas na banheira. Cazuza e Pedro Bial.

    34 min
  • #8 - Gal Costa - Gal (1969)

    Lado A

    Presença do catedrático Lucas Borges, a voz da vinheta do programa? Capa psicodélica. Furiosa e Aloprada. All star band da Tropicália. Malucos genias: Lanny Gordin, Jards Macalé e Rogério Duprat. Grupo dos baianos. Baixa do Sapateiro em Salvador. Papel da Gal durante o exílio de Caetano e Gil. Tuaregs, os semi-nômades do Saara. Sequestro do filme “O que é isso, companheiro?”. Trilha do filme “Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa”. Tempero Coentrino. Cheiro da cozinha de Dona Telma. Freud e O Mal-Estar na Civilização. Como um dia de domingo. Momento único na MPB. As versões e regravações de País Tropical. Jorge Ben e a Tropicália. Maria da Graça Costa Penna Burgos. Criação de dona Mariah com música erudita. Adolescência de Nivaldo ouvindo Chopin na balaustrada. Roni discos, em Salvador. O trato entre Dedé e Gal. Influência do João Gilberto. Duprat, Stockhausen e Frank Zappa.

    Lado B

    Grupo do teatro Vila Velha. Influência de Dorival Caymmi. João Gilberto de saias. Declaração de Tom Zé. O exemplo do Velho Nivas. Homem na Lua. Woodstock. Arpanet. Última apresentação dos Beatles-The Apple Rooftop Concert. Monty Python. Inauguração do estádio Lourival Baptista, o Batistão. Coritiba campeão. Max Cavalera, Jennifer Lopez e Catherine Zeta-Jones. Eisenhower, Costa e Silva. Assovios e vaias desafinadas. O Grande Circo Místico e a inauguração do Balé Teatro Guaíra. Monumento do desbunde: Fa-tal. Gal consegue congregar todo o espírito da cultura da época. Juba da Gal: argumento da mamães da época para educar suas pequenas filhas. As Dunas da Gal: o Pier Nove, vanguarda, baratos e falas proibidas. Tropicalia e seu conceitual. Ideologia e estética. Hélio Oiticica. Origem do nome do movimento. O “Penetrável”. Os Parangolés e a profanação atual. Macalé o maldito bendito. Capinam e os caleidoscópios. Nascimento de uma estrela. Release do Caetano para o disco: 15 páginas? Recado para Gil e Caetano no meio da música. Agradecimentos e preenchimento. Onomatopéia do Velho Nivas.

    37 min
  • #7 - Secos & Molhados - Secos & Molhados (1973)

    Lado A

    Participação do inoxidável Dráuzio Almeida. Remasterização do Charles Gavin. Mais seco ou mais molhado? O Secos & Molhados criaram o Glam Rock? Origem da transexualidade no rock. Alice Cooper, David Bowie, Mick Jagger. A fantasia não é a maior característica. Meteoro. Críticas de Chacrinha ao Secos & Molhados. Chacretes e Ney Matogrosso. Passagem do desbunde para o bicho-grilo. Poética de liberdade, que ninguém tinha no momento da ditadura. A crítica não entendia. O grito que todos queriam dar, mas não conseguiam. João Apolinário e João Ricardo. Impregnada da cultura portuguesa. Poesia de Manoel Bandeira, Vinícius de Morais e Cassiano Ricardo. Ao mesmo tempo semente e tesoura. A criação do nome em Ubatuba. O grito do Ney. Uma banda de rock? Música latina.

    Lado B

    A música mais popular do disco, o hino do Glam. Alimentação correta, atividade física diária e vida amorosa adequada. Cadeira de rodas e fraldas geriátricas. Fim da Guerra do Vietnã. Golpe militar no Chile. Primeiro show transmitido via satélite. Surgimento do AC/DC. Estréia do Exorcista. TV Sergipe se afiliou à Rede Globo. Programa Fantástico. Primeiro fenômeno pop? Continental chegou a derreter discos de outros artistas. Consciência da banda que algum barulho iria causar. Público padrão do Teatro Guaíra: mulheres de cabelo Hebe. Camisas do Sex Pistols e Led Zeppelin. A inveja de Rosa de Hiroshima, de Gerson Conrad. A excelência de Ney Matogrosso incomodava. Tentaram musicar Vou-me Embora pra Pasárgada. Hino dos psicólogos ou da Igreja Universal? O disco começa em primeira pessoa e termina abrindo para que você fale. Moog do Zé Rodrix. Marcelo Frias, do Beat Boys, e a capa do disco.


    33 min
  • #6 - Chico Buarque - Chico Buarque Vol. 3 (1968)

    Lado A

    “O Piá dos olhos verdes (ou azuis?)”.  Fase transitória do Chico entre a tradição e a fase “espinhosa”. Chico e as temáticas carnavalescas.  A profundidade enxergada no cotidiano: o papel do poeta. Parceria com Tom Jobim- o início. “Tamanco” e retrato em preto e branco. Chico e a transmutação da MPB. Januária- presente do Di Cavalcanti. Amendoins confundindo disco com quadro. Músicas sobre a Feminilidade. O inicio da carreira: convivência familiar e com expoentes da MPB; Chico-o poliglota; faculdade de arquitetura. Bossa Nova marcando mais que os Beatles. Parceria com Toquinho. Carolina, a canção improvisada. Polêmicas com Caetano Veloso. Estilo do Chico dificultou a ascensão da Tropicália. Roda Viva: patrimônio nacional. Mobilização da nação. As luzes de 1967. O artista enquanto vítima da máquina roda viva. O Ato Institucional número 5 (AI-5). Os atores de Roda Viva espancados pelo CCC- Comando de Caça aos Comunistas.

    Lado B

    Velho Nivas e o início de sua terceira idade em plena ditadura. 2001- Odisséia no Espaço, primeiro transplante cardíaco, Acontecimentos com Beatles, Gil, Caetano e Raulzito. José Aluízio era Governador de Sergipe. Mara Maravilha, Otto, Ziggy Marley, Carla Bruni. A “palavra” bem valorizada na música do Chico. Pivetes ladrões de carro. Chico e seus parentes: “Pai dos Burros” e Carlinhos Brown. Sensibilidade Precoce. A carreira do Chico é paralela à história do Brasil. A famosa timidez do Chico: semelhança com Nara Leão. Elis perdeu a paciência com o Chico. A arte e sua força. Nelson Rodrigues e o choro perante a Banda. Chico “passeou” em todos os festivais. As vaias para “Sabiá”. A ditadura da Esquerda: o combate à unilateralidade. A peça “morte e vida Severina”. Professor Cícero Valeriano. Dor, desalento e a busca pela sobrevivência.  Agradecimentos do Velho Nivas. O ouvinte número 1. Conterrâneos.

    38 min
  • #5 - Jorge Ben - Solta o Pavão (1975)

    Lado A

    Pavão real, pavão dourado. Contra-caspa. Discos místicos do Jorge Ben: Tábua de Esmeralda, Solta o Pavão e África Brasil. Mística associada ao realismo do Jorge Ben. Coisas simples misturadas às profundas. Osmar Milito. Músicas sobre futebol. Zagueiro Rondinelli do Flamengo. Fez parte do juvenil do Flamengo. Alquimista Santo Tomás de Aquino. Foi seminarista por dois anos no Rio de Janeiro. Participava de corais e órgão. Fase racional do Tim Maia e fase magia negra do Raul Seixas. Orações nos discos do Jorge Ben. Solta o Pavão tem sobras do Tábua de Esmeralda. Solta o Pavão é um disco de transição. Um dos grandes violonistas do Brasil. Qual a idade de Jorge Ben? 67 ou 70. Gravou o primeiro disco aos 18 anos? Velho Nivas, acessor jurídico. As musas do Jorge Ben. Mágico de Oz. Aparecida, Jesualda, Bebete, Berenice, Katarina, etc. Contraste com a Bossa Nova. Jorge Ben caretão: católico, não bebe. Cuidado com o Bulldog. Comparado ao Sgt. Pepper’s. Força psicodélica. Fio Maravilha tentou processar Jorge Ben. Carreia prolífica. Tábua de Esmeralda, escrita pelo faraó Hermes Trismegisto, descreve o processo alquímico e foi foi encontrada por soldados de Alexandre, o grande. Nicolas Flamel é o namorado da viúva, Paracelso é o homem da gravata florida. Coral do Quarteto em Cy e do Golden Boys. Primeiro disco do Admiral Jorge V. Novo quadro: No tempo do Velho Nivas.

    Lado B

    Fatos históricos relevantes de 1975: surgimento do pró-alcool e Microsoft. Neve em Curitiba. Wish You Were Here do Pink Floyd. Clara Nunes vende 500 mil cópias. Nascimento do Jack White e Sean Lennon. John Lennon deixa o rock para fazer pão na cozinha. Tábua de Esmeraldinas. A oração Jorge da Capadócia foi regravado pelos Racionais MCs e Fernanda Abreu. Mano Brown homenageou Jorge Ben com o nome dos filhos: Jorge e Domênica. Produção de Paulinho Tapajós. São Jorge era muito associado ao Ogum. Farol de poesia vivo. Ultimamente tem resgatado esta fase, que é mais criativa dele. Mosh derruba cerveja no disco. Tábua de Esmeralda e África Brasil estão entre os melhores discos do mundo. Mora mais nos Estados Unidos. Voltou a frequentar mais o Brasil. Cultura a serviço do popular. Domingas Teresa Inaimo, musa maior do Jorge Ben. Dumingaix. Família discreta. Jorge Ben também é Menezes. Mora numa cidade cheia de caipiras americanos. Descrição de um processo técnico da alquimia. Transmutação de metais não é reconhecida pela ciência clássica. Grisol, vidro inquebrável. Desenhos das capas do Tábua de Esmeralda e Solta o Pavão. Gil e Jorge Ben tiveram uma visão na casa de Nicolas Flamel. Nicolas Flamel é referenciado no filme do Harry Potter. Onomatopéias do velho Nivas.

    41 min
  • #4 - Raul Seixas - Novo Aeon (1975)

    Lado A

    Anti-sepsia. Mistura viva importante de tudo que há de bom na música brasileira. Catedrático Sr. Lucas Borges. Documentário recente sobre o Raulzito. Figura pitoresca, maluco beleza versus profundidade da obra. O Lennon brasileiro. Raulseixistas. Crítica à estrutura religiosa. Virada do Raulzito do Raul Seixas. Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10. Paulo Coelho e o envolvimento com o satanismo. “Tente Outra Vez” salvando um suicida. Krig-ha Bandolo entre os mais importantes discos da música brasileira. Introdutor da música americana com estilo brasileiro? Raul queria ser escritor. Filho de engenheiro, ávido por leitura. Não foi um estudante com bons resultados escolares. Relâmpagos do Rock e Raulzito e os Panteras. Tocou com Jerry Adriani e Roberto Carlos. Trabalho como produtor na CBS. Ida ao Rio de Janeiro. Lançamento de Sérgio Sampaio e o FIC 1972. “Let Me Sing” acabou com uma discussão sobre música nacional x música brasileira, com a união do rock ao baião. Campanha contra a guitarra elétrica. Origem do programa com a maniçoba e a Nega Fulô. Edy Star, a verdadeira viuva do Raul Seixas. Grito do Tarzan.

    Lado B

    Atenção da ditadura à obra do Raul Seixas. Parceria com Paulo Coelho. Antes de conhecer Paulo Coelho, Raul era careta. Faz supletivo e passa no vestibular de direito para se casar com Edith. Raul consulta psiquiatra e a volta ao mundo musical. Correção de ouvinte sobre comentário no programa do Cartola. Sociedade Alternativa e discos voadores. Ele e Paulo Coelho cortam o pescoço de um animal. Significado do Novo Aeon. Símbolo da Sociedade Alternativa: a cruz ansata. Imprimatur. Analogia com Beatles. Transição misticismo para nova fase: parceria com Claudio Roberto. Mitos ou verdades sobre a ida de Raul aos EUA. Frases perigosas. Confusão com o delegado de Caieiras, São Paulo. Causas da morte de Raul Seixas. Etilismo, pancreatite e diabetes. O álcool o matou. Fim da carreira com o Marcelo Nova. Vários músicos regravaram a obra dele. Esquecimento na década de 80. Marcelo Nova comprava a feira do Raul. Espírito do disco. Surgimento do movimento punk e esquecimento do Raul Seixas. Direito de deixar Jesus Sofrer. Em 40 minutos fomos da tarde para a madrugada.

    36 min

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Um disco na vitrola e algumas cervejas por programa. Três amigos contam as histórias por trás da música brasileira.