Maniçoba Podcast

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Maniçoba Podcast episodes

  • #23 - Adoniran Barbosa - Adoniran Barbosa (1974)

    Lado A

    Sempre em nome do “pogressio”. Douglas o boemio e Jairo, o holandês sambista. Adoniran apresentado por Vadinho. O som mágico de Adoniran. Patrono do samba paulistano. João Rubinato e a mudança do nome. Família Italiana. A expulsão familiar. Os testes do Ary Barroso. As medicações eficazes de Nivaldo. A abertura do espaço social pelo Adoniran. O beliscão de Cris. A verdadeira “Saudosa Maloca”. Mato-Grosso e Matilde. Adoniran, o perceptivo e transformador da cara de São Paulo. Humor e olhar aguçado. O contato com as pessoas do cotidiano. Fundador Cultural, “trem das onze”, velocidade e Adoniran: a arte da sensibilidade. As semelhanças e diferenças quanto ao samba carioca: tipos humanos e forma de linguagem. A fotografia do cotidiano segundo Adoniran. A invenção da Boemia diurna. A continência ao mito.

    Lado B

    Nivaldo foi continuo… “mas você…” Produtor Milton Miranda. Edificio Joelma. Dom Juan Perón. Isabel Perón. Kraftwerk. Produção de Petróleo sergipano. Diário do Norte do Paraná. Penelope Cruz. Laura Pausini. Flávia Alessandra. Eurico Dutra. Lupicinio Rodrigues. Prova de Carinho e estória verdadeira. O custo alto da corda de instrumentos e aliança de Matilde. Banda Jaca. A experiência e visibilidade da música brasileira na Europa, por Jairo. O grupo musical, e o clube do boteco. Pandeiro brasileiro na Holanda. Foi gongado varias vezes. “Se você Jurar”. Aprovado após cantar Noel Rosa. Envolvimento com a rádio paulistano. Rádio teatro. Atuação na televisão. Época de resgate: 1974. Osvaldo Moles. Nara Leão. O impacto no Rio de Janeiro. Atuação em novelas. O personagem charutinho. O cangaceiro, pescador, filme do Mazaroppi. Cândido e Candinho. As improvisações nos roteiros. A estória do Arnesto, falecido em 2014. “Teu nome dá samba”. A composição após 15 anos. Faixa Bônus.

    38 min
  • #22 - Tom Zé - Estudando o Samba (1976)

    Lado A

    “Pra todos os gostos e todos os olhos”. O primeiro maniçoba na sauna curitibana. Douglas Lopes, o Grande Boêmio. Frequentador noturno de Tom Zé. O grande desafinado, inusitado e filósofo Tom Zé. O mais ousado Tropicalista, o menos reconhecido. A polêmica em forma de baiano. O tribunal do Feicebuqui e a coca-cola. O Aikidô musical- Tom Zé, o Steven Seagal da música. A quebra do dualismo. A origem em Irará, a expulsão da escola de música e a partida para os estudos em Salvador. O minimalismo em “A felicidade”. Os 130 anos de Nivaldo confirmados pelo Carbono 14. A metáfora da bossa nova: Conhecer a Bossa Nova e a namorada de três “orgãos do prazer e reprodução feminino” (tradução livre formal). Os conceitos musicais avançados de “Tô Ficando Atoladinha” - Uma verdadeira revolução histórico-musical. A isenção de preconceitos. A humildade de Tom Zé: as metas e os celulares. “Tô”, a diferença entre a confusão e a profundidade no paradoxo. Sonhos, caixas, tesouros e o enriquecimento da família de Tom Zé. Sorte e honestidade. O caminho autêntico do tropicalismo de Tom Zé e sua auto-ultrapassagem. Apresentador de Divino Maravilhoso. Ganhador do Festival de 1968. O sonho de tocar na rodoviária. A união do popular e o erudito.

    Lado B

    A redescoberta por David Byrne do Talking Heads: A venda de disco por engano e a mudança no destino. O estranhamento pelo desconhecimento dos brasileiros. Steve Jobs lança a Apple. Serge Gainsbourg. Operação Cajueiro. Tortura e prisão. Museu Oscar Niermeyer. Joana Prado. Wagner Moura. Simony. Agatha Cristie. Juscelino Jubischek. Mao Tse Tung. A propaganda do guaraná Taí. O lapso de memória de Augusto Fontes. A falsa ideologia. A origem da capa de “Todos os Olhos”. O debate de 2 meses. Olho de vidro, garota-de-programa, orifício, censura e arte. O museu do olho foi inspirado em Tom Zé? “Ein” e o hino à tosquice. “Toc” e sua revolução segundo um dos maestros mais respeitados no mundo. A quebra do tempo-relógio: o tempo quadrimensional. O respeito no mundo erudito. O 35 disco mais importante segundo a Rolling Stone. A filosofia versus a arte, os caminhos da elucidação. Irará: a extensão da idade média. A perspectiva grega-aristotélica e a contrapartida da cultura oral em Tom Zé. A legitimidade da origem de Tom Zé e a possibilidade pelos “analfatotéles”.

    45 min
  • #21 - Milton Nascimento - Milton (1970)

    Lado A

    Confraternização. Convidados Talita e Marcelo. Pão de queijo. Macarronada na casa dos pais da família Borges. Villa-Lobos, Bossa Nova e Milton Nascimento. Rádio defeituoso. Som Imaginário. Família Tiso. W Boys, Quarteto Sambacana e bandas de baile. Instrumentos de Milton. Curso técnico de contabilidade em Belo Horizonte. Vida na pensão e a família Borges. Maiores parceiros: Márcio Borges, Ronaldo Bastos e Fernando Brant.

    Lado B

    Formação do Queen. Fim dos Beatles e o impacto no Clube da Esquina. Meu Pé de Laranja Lima. Mariah Carey Uma Thurman e Fernanda Young. Oscarito. Falecimento da seleção da Itália. Bituca. Festival da TV Excelsior e o encontro com Elis. Composição de Travessia. Milagre dos Peixes. Native Dancer. O Woodstock mineiro, no morro Paraíso. História do Clube da Esquina, primeiro disco duplo de estúdio do Brasil.

    39 min
  • #20 - Walter Franco - Ou Não (1973)

    Lado A

    O convidado de 1973, grande Dráuzio Almeida.  Minimalismo. Estereótipos. Esplêndido incômodo. Ou não. Beatriz, a nova doutora. Companheiro Crostiti. O timbre das palavras e sílabas. Habilidade do compositor Walter.  Mamãe d`água. Revolver e a influência dos Beatles e John Lennon. Caetano Veloso e o disco branco. Discos mais devolvidos de todos os tempos. A angústia e a náusea. Música não-óbvia. Debussy e as marés. Walter Franco, o encerrador de festas. Sonoridade de mantras. 1945 o ano de nascimento de grandes músicos. Produziu inicialmente jingles. Cid Franco, pai, era radialista. A mixagem como instrumento musical. Produtores da capa. Festival de 1972. A estória de “cabeça”. Trabalhou com peças de teatro. O júri do FIC “conservador” e “Linear”. O pum de Rogério Duprat. “Cabeça”, uma das músicas mais vaiadas da história. A rede globo, a América católica. A destituição do júri. Dona Juliana, uma mulher milenar. Os Pholhas. A prisão de Roberto Freire.

    Lado B

    Canalha, outra música homenageada com vaias. O jogo de dados imaginário de Julio Medaglia, Rogério Duprat e Walter Franco. John Cage. Sérgio Ricardo. “Me deixe mudo” e Chico Buarque. World Trade Center. Play Center. Uma mordida contra a perfeição. Crise do petróleo. Pink Floyd. Black Sabath. Roberto Carlos. Juliette Lewis. Dudu Nobre. Tarsila do Amaral. Pablo Picasso. Salvador Allende. As regravações clássicas de Walter. Leila Pinheiro e serra do luar. O Walter era muito avançado para o próprio Tropicalismo. Jards Macalé, Torquato Neto, Itamar Assumpção. Raul Seixas.  Os malditos. A conta que não fecha. A experiência do Dráuzio com o Walter. A poesia visual. O professor que quase deixou a aula pelo show do Walter. Maxixe Machine. O Paiol, grande local de shows de Curitiba. O berro do Walter. O beijo AA força. O documentário “Muito Tudo”. A vanguarda paulista. Itamar paranaense?? Haikais e Leminski. Arnaldo Antunes. A unidade, o Taoismo, no muito tudo. A guerra interna. A dor canalha e seus significados. A filosofia do grito, Fernando Pessoa. O grito do grupo.

    46 min
  • #19 - Dorival Caymmi - Canções Praieiras (1954)

    Lado A

    “Maniçoba no ar”. A voz e o tratamento hormonal do Augusto. A convidada Talita Parteka. Versos do Paulo Cesar Pinheiro sobre Dorival. Marca registrada e marca inimitável do Caymmi. Centenário próximo. A memória falhada de Nivaldo. Envolvimento do Dorival com os rádios do Rio de Janeiro. Vivência e incorporação do mar. Descendência de italianos com a mistura mulata: a origem do grande compositor. A mistura musical e a picardia do baiano. O pai de Caymmi achava que Dorival tocava violão mal. Inovação na forma de tocar o instrumento. “O mar” é a música que ilustra a vida artística do compositor. Caymmi hiptoniza. A bronca do pai de Caymmi e o ensino dos acordes. A estória do famoso bordel sem nome do Rio: participação do pai dele e o papel do boêmio. “Pé que não anda não dá topada”. O violão pictórico de Dorival: o artista figurativo. A vivência da Itapoã do início do século.

    Lado B

    Veraneios de Caymmi. Bento existiu! Nivaldo presenciou Noel Rosa. 2000 léguas submarinas. Kirk Douglas. Protótipo do 707. Primeira eleição para prefeito de Curitiba. Amparo do São Francisco. A neta de Nivaldo. Angela Merkel. Rita Cadilac. Getúlio Vargas. Augusto Lumiere. Brasil, o mar e o praierismo Caymmiano. Arnaldo Antunes: O “canto das coisas em si”, do Dorival. O ritmo, a poesia e a crueldade do ambiente do pescador. A amizade com Jorge Amado. O encontro e a ligação intensa com o escritor conterrâneo. O vatapá de Jorge Amado. Parcerias. O livro “Mar Morto” e a obra de Caymmi. O contemplar da beleza e a fúria. A paixão da Talita pela obra de Jorge Amado. A religião Afro. A revolução chamada Carmem Miranda. O filme Banana da Terra. “ O que é que a baiana tem”. A estória do Balangandã. Influência do Dorival para a Bossa Nova. O violão forte base para a Bossa Nova. Ligação com João Gilberto.

    29 min
  • #18 - Novos Bahianos - Ferro Na Boneca (1970)

    Lado A

    Apoteose e marco “Novos Baianos”: Amálgama. Cantam a própria personalidade. “Ferro na Boneca” e o sucesso nas rádios. França Teixeira e seu bordão. Onomatopéia. Lapada na Rachada? Mistura da contra-cultura, samba e futebol. Geraçao Hippie influenciou o Ferro na Boneca. A comunidade compartilhada. O famoso saco de dinheiro atrás da maçaneta. Guerrilha de Che Guevara. Os Novos Baianos viviam “Sitiados”. A pensão de D. Maritó. Moraes Moreira procura Tom Zé. Encontro com Luis Galvão, conterrâneo de João Gilberto.  Poema de Augusto de Campos. O abraço para Bia e Andrezão e a estória da família Trinchão. Baby Consuelo (Bernadete Dinorah). Férias em Salvador.  Show de 69, de Gil e Caetano, no caminho de Baby. Encontro com Pepeu. O bar em Salvador e a dupla Moraes-Galvão. La Bouche, o aparecimento de Paulinho Boca de Cantor. A origem do apelido: o cachorro King. As mães e as filhas de Moraes e Galvão. Buchinha e seu batizado tardio: Maria. A origem de “Acabou Chorare”. Bebel Gilberto.

    Lado B

    Prisão de Dilma Roussef. Copa do México e o tri-campeonato mundial. Eleição de Lourival Batista. Inauguração do Museu de Arte Contemporanea. Nascimento de Frank e Ronald de Boer. Chorão. Netinho de Paula. Café Filho. Jimmy Hendrix. Janis Joplin.  A influência Hendrixiana de Pepeu. Salomão e as adaptações na guitarra do Pepeu. Astor Piazolla e o elogio à felicidade do grupo Novos Baianos. O apartamento em Botafogo. Jogos de futebol dentro do apê. Baby dormindo no armário. O palco adaptado para João Gilberto. A voz de Baby. Moraes Moreira: quase desistiu de ser músico após ouvir João Gilberto. Acabou chorare melhor disco de MPB de todos os tempos. A Biblia serviu de fonte de seda para o fumo. Apocalipse era o preferido. Contratados para jogar futebol: bons jogadores? Jogaram contra jogadores profissionais. A origem do apelido Baby: “Caveira my friend”. V Festival de Musica Popular Brasileira. Origem do nome do Grupo. Gil, Caetano, Tom Zé, Leminski, Cazuza. O espelho retrovisor de Baby.

    41 min
  • #17 - Gilberto Gil - Refazenda (1975)

    Lado A

    Poema de Paulo Leminski para Gil. Gilberto, o cosmopolita. Leitor antropofágico do poeta Esra Pound. A trilogia RE, junto com realce e refavela. Refazenda foi um retorno à cultura nordestina misturado à cultura Pop. Infância em Ituaçu. Participação brilhante de Dominguinhos. Luiz Gonzaga, o mestre maior. Primeiro instrumento foi acordeon. Gil é um caleidoscópio. A interpretação subversiva de Refazenda. A comunidade alternativa que não deu certo. O concretismo e o amor à palavra. O papel de João Gilberto. A revolução de “Pai e Mãe” e sua ligação com o debate contemporâneo da homoafetividade. O lado conservador de Gil: a formatura em administração. “Eu vim da Bahia”. Chico Buarque achou que Gil era melhor que ele. Elis e alavancamento da carreira de Gilberto Gil. Jeca Total, Monteiro Lobato, Gabriela. Ligação importante com a família. A cultura alimentar oriental. Miles Davis, Tuti Moreno e Jards Macalé. O papel do rádio na cultura cotidiana da época: “Essa é pra tocar no rádio”.

    Lado B

    A tropicália: Gil foi um dos pilares. Refazenda foi o primeiro disco onde Gil se encontrou. Primeira edição da Playboy no Brasil. Margareth Thatcher. Queen e o Bohemian Rapsody. Atentado em Beirute. Camila Morgado. Gary Neville. São Josemaria Escrivá e a Opus Dei. Dave Alexander. Gil foi o único latino a tocar no festival de White. No exílio se envolveu com o ambiente londrino. A caminhada contra a guitarra. Os Mutantes e o Festival de 1967. A crise emocional momentos antes. “Domingo no Parque”. Momentos de tensão na apresentação do “È proibido proibir”. Chuva de paus de tomates. Lamento Sertanejo: Homenagem à cultura que o velho Lua fundou. Doces Bárbaros, banda Hippie. Visual simbiótico. Acabaram em Florianópolis: a erva maldita. O enfraquecimento da ditadura. A internação no Hospício. A estória de “Drão” e “Flora”. Ligação com a família Ruiz-Leminski.

    45 min
  • #16 - Zé Ramalho - Zé Ramalho (1978)

    Lado A

    O cósmico Zé Ramalho. “Carne de pescoço”.  Significado de “Avohai”. Brejo do Cruz. Chico Buarque.  A importância do avô e da contra-cultura na vida de Zé. O sussurro, a viagem alucinógena, a multiplicidade. Patrick Moraz da banda Yes, participou da gravação do disco. Vanuza e a primeira gravação da Avohai. A voz do Zé carimba e eterniza a versão. A Vila do Sossego. Do movimento Beatnik aos cantadores do Nordeste. De Pink Floyd aos Beatles. O impacto do Woodstock. O banho de lama do Velho Nivas. Analogia com Novos Baianos. Solar da Fossa no Rio de Janeiro. Caetano Veloso. Jards Macalé. Paulo Leminski. A origem do Catatau. A contra-cultura sertaneja (ou praiana?) paraibana. Chão de giz - o hino ao amor. Elba Ramalho. Quantos beijos surgiram ouvindo a canção? Rivastigmina. Amor, melancolia, totalidade e abandono. A influência da Jovem Guarda: “Elis & os Demônios” e “Os Quatro Loucos”. A Capetinha de Nivas. Zé, o tocador de viola. Dominguinhos e nosso Salve. Alceu Valença e Lula Côrtes. Quinteto Armorial. Quinteto Violado. Vital Farias. Disco Cantoria: Elomar, Xangai e Geraldo Azevedo. Bob Dylan: homenagem em disco versado em português em 2008. Polêmica com Paulo Coelho. Raul Seixas tocante.

    Lado B

    Participação de Sérgio Dias. Trilha sonora de “Lisbela e o Prisioneiro”. Nivaldo e o septo de metal: seqüelas do Woodstock. Geisel e o fim do AI-5. Modelo Boeing 767. Estação Ecológica da Serra de Itabaiana. Canal do Rio Paraná. Itaipu e seu modelo arquitetural. Quedas de Foz do Iguaçu. Camila Pitanga. Tiazinha. Suzana Vieira. Lázaro Ramos. Keith Moon. Os Quatro Loucos imitaram o “The Who” quebrando os instrumentos. Ed Wood. On The Road adaptado no estilo de Zé Ramalho: experiência mística, cordeliana. Bicho de sete cabeças. Mistura de música barroca, moura e chorinho. Geraldo Azevedo e os dois nomes da música. Melodia que Zé não gostou. Hino da geração bicho-grilo. Espelho Cristalino e a parceria com Alceu Valença. Altamiro Carrilho. Paulo Moura. Chico Batera. Conflito no show em São Paulo. O Grande Encontro. Geração da nova música nordestina. Festival Abertura. “Vou danado pra Catende”. A lenda do Peabirú. Valorização após enchente. Louco por você de Roberto Carlos e Racional de Tim Maia. Raridade versus Valor artístico da obra. Experimentalismo. Deuses astronautas. A lenda de Sumé. Annunakkis e teorias ufológicas sobre o desenvolvimento humano. Pedra do Ingá do Bacamarte. Zé Ramalho e o significado de Miché. Novo site e novo layout.

    47 min
  • #15 - Waltel Branco - Meu Balanço (1975)

    Meu Balanço (CBS, 1975) é o mais cultuado disco do grande maestro paranaense Waltel Branco. Uma pedrada musical brasileira única. Waltel tem uma história musical vastíssima e esteve envolvido em consagrados discos e trilhas sonoras brasileiras e norte americanas.

    Lado A

    Numa relax, numa tranquila, numa boa. Tim Maia. Música cosmopolita. Tomando uma cerveja com o mestre. Disco raro. 1975 ou 1972? Discogs. Influência de funk e soul cubano. Pai músico. Paranaguá, uma beleza envelhecida. Itabira e Santo Amaro da Purificação. 8 horas de estúdio do disco do Roberto Carlos. Temporada em Cuba. Músico de apoio da Lia Ray. Buena Vista Social Club. Participou das apresentações de Stravinski no Brasil. Na Espanha, tocou com Andrés Segovia. Tango, Jazz, Rumba, Bossa Nova. Astor Piazzolla. Período em Copacabana: Chega de Saudade e João Gilberto. Arranjo para Insensatez negado. Filhas do Waltel: Jael e Soraia.

    Lado B

    Temporada nos Estados Unidos: Quincy Jones, Sal Salvador, Nat King Cole e Henry Mancini. Seminarista. Trilha da Pantera Cor-de-Rosa. Jaws, A Hora do Vampiro e São Silvestre. Geada Negra no Paraná. Érico Veríssimo e Plínio Salgado. Músico contratado da Rede Globo. Radamés Gnattali, Alceo Bocchino, Mário Tavares, Bento Mossurunga, Guerra-Peixe. Criador de cães Filas Brasileiros. Mussum. Baden Powell e as Guitarras em Chamas. Roberto Menescal. Cultura Afro. Black Power do Waltel. Feijoada no Dom Max. Cassinos. Título de Doutor Honoris Causa pela UFPR. Zoraia. Faixa Bônus.

    36 min
  • #14 - Legião Urbana - Legião Urbana (1985)

    Lado A

    O inesperado no carnaval: Musica popular britânica!  O inoxidável Dráuzio Almeida e a dissolução das fronteiras. Legião Urbana vencerá tudo!! O convidado Rodrigo. A importância da banda e sua representação na década de 80. A abertura política do país. Renato Russo: o porta-voz. “Por enquanto” como a melhor música de finalização de disco. A adolescência de Renato na década de 70. Brasília- a ilha cultural do país. Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Plebe Rude. A epifisiólise como alavanca da criatividade do Renato Russo.  A doença e a saúde, o exemplo do Renato Russo. A melancolia do poeta. Paralelo com Cazuza. A origem do apelido: Jean Jacques Rousseau. A turma da Colina. A origem do “Aborto Elétrico”. Fê e Flávio Lemos. O patrimônio do Legião veio do Aborto Elétrico. A nostalgia de Renato no aniversário da morte de John Lennon. A baquetada e o fim do Aborto Elétrico. O encontro do Dado Vila-Lobos e Marcelo Bonfá. Sangue e cordas de guitarra quebradas. Pichação e punk. O trovador solitário. Nivaldo e o amor pelo Capital Inicial. Gravação de “Química” pelo Paralamas do Sucesso: o início da banda. As conturbações da gravação do primeiro disco: corte nos pulsos, composição de “Índios”, problemas com produtores. Bruce “Springtin”. Espírito rock vs puritanismo. “Quem sabe faz ao vivo! ”. A música como afirmação ou negação do momento sócio-político. Legião como tradição cultural.

    Lado B

    Apresentação do programa Chico e Caetano. O “Reggae” e Michel Foucault. Tancredo Neves. “We are the World”. Rock n Rio. Jackson Barreto. Marcelo Déda. Ayres Brito. Coritiba Campeão Brasileiro. Emicida. Lewis Hamilton. Emílio Médici. Teixeirinha. O grande Márcio Jarek- o Beatnik. Renato Russo o pensador livre. A abertura política e a influência jovem. A influencia filosófica. Critica política e reflexões sobre a condição da juventude- influencias sobre o filósofo Márcio Jarek. Movimentos do Rock e a herança do Legião: inquietude e abertura; Rebelde sem causa do Ultraje a Rigor. Harmonias simples para as mensagens sobressaírem. Ramones. O show marcante e polêmico de Brasília: superlotação, violência policial, feridos, presos, bombas no palco e invasão do palco. Suspensão do show. Discos queimados. Fê Lemos morou na Inglaterra: experiência determinante. Cena de Brasília: sua força, identidade e espontaneidade. Renato Rocha e sua triste história. Dependência química. Vítima do sensacionalismo. Tributo ao Legião Urbana com Wagner Maniçoba de Moura. Faixa-Bônus.

    43 min

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