Marketing Digital Inteligente

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By Julio GianvechioBusiness
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Marketing Digital Inteligente episodes

  • O Setor Calçadista Brasileiro Deve Crescer Próximo De 3% No Ano De 2023
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente,
    Seu podcast de notícias do mercado.
    O Setor Calçadista brasileiro deve crescer próximo de 3% no ano de 2023, se comparado com 2022. Este número ainda está abaixo do nível pré-pandemia, mas deve representar algo em torno de 950 milhões de pares já que em 2022 foram produzidos 919,8 milhões. O Mercado interno ainda é responsável por mais de 80% das vendas do segmento.
    Em faturamento, o crescimento previsto para 2023 é de 10%, ou seja, a indústria prevê movimentar algo em torno de R$40 bilhões no ano. Em 2022 foram movimentados R$37 Bilhões, crescimento de 9,4% em relação a 2021.
    A matéria prima “couro”, segmento importante da indústria calçadista, em 2022 representou 17,7% do volume total, teve crescimento de 3,3% em relação ao ano anterior e fechou com produção de 163 milhões de pares.
    Outra curiosidade, é que as exportações devem cair em 2023. A projeção é de queda de 6% a 9%, o que representaria um volume de aproximadamente 130 milhões de pares. No primeiro trimestre de 2023, foram despachados 38,4 milhões de pares de calçados para o exterior, gerando +US$300 milhões. Isso significa uma retração de 5,7% no volume, mas um crescimento de 2,4% no faturamento em relação a 2022.
    Se analisarmos os 5 primeiros meses da exportação de calçados, foram +57 milhões de pares, gerando +US$538 milhões de faturamento. Ou seja, retração de 10,8% no volume, mas com receita estável. Um dos motivos seria a retomada do crescimento dos calçados chineses, 20% nesse período, e o desaquecimento da economia internacional.
    Olhando apenas para o mês de maio, o setor calçadista brasileiro exportou 8,53 milhões de pares, 18,7% a menos que em 2022. Se analisarmos o faturamento, a queda é de 5,6% em relação ao faturamento de 2022 que foi de US$98,2 milhões.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Oferecimento Construtora Equilíbrio. Ouça o Podcast “Viver em Equilíbrio” no youtube, spotify ou tocador de preferência.
    Fonte: Abicalçados, IEMI – Inteligência de Mercado, RAIS - CAGED,
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    3 min
  • VAREJO CRESCEU 2,4% No 1º Trimestre De 2023 E Março Superou Fevereiro , Crescimento De 0,8%
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente,
    Seu podcast de notícias do mercado.
    O Varejo cresceu 2,4% no primeiro trimestre de 2023 se comparado com o último trimestre de 2022. Maior crescimento desde 2018. Março superou fevereiro de 2023, com crescimento de 0,8%. Vale lembrar que a expectativa para março era de retração de 0,8% na comparação mês a mês. Se compararmos com o primeiro trimestre de 2022, o crescimento foi de +3%.
    Atividades varejista como Tecidos, vestuário e calçados (-4,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,2%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,6%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,1%), tiveram queda em relação a 2022. Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (7,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%) e Móveis e eletrodomésticos (0,3%)”, tiveram crescimento no mesmo período.
    No comércio varejista ampliado – que agora inclui as atividades de veículos, material de construção e atacado alimentício – houve um aumento de 3,7% no primeiro trimestre de 2023 ante o quarto trimestre de 2022. Comparando trimestre contra trimestre o crescimento foi de 3,3%.
    Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 1,2%. As regiões com as maiores altas foram: Paraíba (16,2%), Roraima (10,5%), Alagoas (8,8%) e Mato Grosso (8,2%). Apenas 6 das 27 UFs apresentaram crescimento negativo, dentre elas: Rio de Janeiro (-3,5%), Pernambuco (-3%) e Rondônia (-2,6%).
    Além disso, as PMEs também cresceram 2,5% na movimentação financeira real, em comparação ao primeiro trimestre de 2022. Apenas a Indústria fechou com retração, -0,5%.
    Lembrando que o PIB teve crescimento de 4,0% no 1º tri 2023 em relação ao mesmo período em 2022, 1,9% se comparado com o 4º tri 2022 e 3,3% se olharmos para os últimos 12 meses.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Oferecimento Construtora Equilíbrio. Ouça o Podcast “Viver em Equilíbrio” no youtube, spotify ou tocador de preferência.
    Fonte: IBGE
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    3 min
  • E - Commerce Brasileiro Tem Queda De 4,3% No 1º Trimestre De 2023
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente,
    Seu podcast de notícias do mercado.
    E-commerce brasileiro tem queda de 4,3% no 1º trimestre de 2023 e fecha o quarter com faturamento de R$ 40 bilhões. Mesmo com a retração inicial, a expectativa para o ano é de aceleração no segundo semestre e crescimento de 1,5% no acumulado do ano.
    Na contramão da desaceleração das vendas online temos os pequenos e médios e-commerce. Eles movimentaram mais de R$ 700 milhões neste primeiro trimestre, o que representa um aumento de aproximadamente 23% em comparação ao mesmo período de 2022.
    De janeiro a março de 2023, o volume de pedidos online, nas PMEs, chegou a quase 3 milhões, indicando um crescimento de cerca de 21% em relação aos três primeiros meses do ano passado. No total, foram vendidos mais de 12 milhões de itens, 16% a mais do que no em 2022.O valor médio por compra também aumentou, passando de 236,92 em 2022 para R$ 243,60 na média nacional.
    Neste segmento, o meio de pagamento que mais cresceu foi o PIX, presente em 34% dos pedidos contra 49,5% via cartão. Além disso, em relação aos segmentos mais vendidos, Moda liderou com R$ 255 milhões, seguido por Saúde & Beleza (R$ 61 milhões), Acessórios (R$ 54,5 milhões), e Casa & Jardim (R$ 32 milhões).
    Em relação ao volume de fraudes, um estudo com mais de 38 milhões de pedidos feitos no e-commerce brasileiro no período de 1° de janeiro até 31 de março de 2023, apontou queda de 27,3% nas tentativas de fraudes nas compras online. Já o ticket médio das fraudes subiu 9,4% em relação ao ano anterior, ficando em R$ 1.263,00.
    As categorias que mais sofreram tentativas de fraudes neste trimestre foram eletrônicos (5,1%), acessórios (4,2%), automotivo (4,1%) e móveis (3,9%).
    A expectativa geral para 2023 é que o e-commerce brasileiro feche o ano com um faturamento próximo de 185 bilhões de reais.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Oferecimento Construtora Equilíbrio. Ouça o Podcast “Viver em Equilíbrio” no youtube, spotify ou tocador de preferência.
    Fonte: Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), Nuvemshop, ClearSale
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    3 min
  • E - Commerce Fecha 2022 Com Recorde De Vendas, Redução De Preço Médio E Estabilidade No Faturamento
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente,
    Seu podcast de notícias do mercado.
    E-commerce fecha 2022 com recorde de vendas, redução de preço médio e estabilidade no faturamento, com aumento de apenas 1,6% contra os quase 30% do ano anterior.
    De maneira geral, o ano de 2022 começou acelerado nos 2 primeiros meses, desacelerou forte a partir de março - bateu a retração máxima de -4,8% em setembro e finalizou dezembro com retração de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
    As categorias que tiveram a maior retração em relação a 2021 foram: Telefonia(-15,2%), Esporte e Lazer(-6,9%), Eletroeletrônicos(-1,4%) e Informática(-1,3%).
    Por outro lado, as categorias Saúde(+16%), Alimentos e Bebidas(+14,3%), Perfumaria e Cosméticos(+13,4%), Eletrônicos(+9,8%), Casa e Decoração (+5,8%), e Moda e Acessórios (+2,1%) tiveram crescimento positivo. Sendo que Saúde, foi a que mais cresceu, 16%; e Moda e Acessórios, a que menos cresceu em 2022, apenas 2,1%.
    Em relação ao Ticket Médio, se fizermos uma média ponderada usando apenas as top 5 categorias, o valor médio que era de R$720 em 2021 passou a ser R$ 259 em 2022, estamos falando de uma queda de +60%. Ou seja, categorias que lideravam o ranking de crescimento em 2021, perderam suas posições para
    categorias de menor preço médio durante 2022.
    Outro dado que chama atenção no relatório foi o crescimento no número de compradores no e-commerce. 2022 teve um crescimento de 24% contra 10% de 2021 no número de pessoas comprando online. Crescemos de 87,7 milhões de shoppers em 2021, para +108 milhões de pessoas comprando online em 2022.
    A Região Norte foi a que apresentou o maior crescimento em receita em relação a 2021, 18%. Na sequência temos: Nordeste e Sul empatados com +3%, Sudeste +0,4% e Centro-Oeste com crescimento negativo, -2%.
    Praticamente metade dos pedidos no Brasil tiveram Frete Grátis. No Sudeste eles representam 60% dos pedidos. Nas outras regiões a relevância não passa de 20%. Além disso, as vendas no cartão ainda são a maioria esmagadora, 80%. PIX e boletos, juntos, representaram apenas 15% das transações.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Oferecimento Construtora Equilíbrio. Ouça o Podcast “Viver em Equilíbrio” no youtube, spotify ou tocador de preferência.
    Fonte: NielsenIQ Ebit
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    3 min
  • Agronegócio brasileiro recua 1,7% no 2º trimestre de 2022 e acumula queda de 2,48% no 1º semestre
    Agronegócio brasileiro recua 1,7% no 2º trimestre de 2022 e acumula queda de 2,48% no 1º semestre, quando comparado com o mesmo período no ano anterior. Vale ressaltar que em 2021 o PIB do Agro no Brasil bateu recorde histórico, chegando a representar 27,5% do PIB brasileiro. A estimativa para 2022 é que ele fique próximo de 25%.
    O ramo que sofreu a maior queda foi o Agrícola com retração de 2,71%, o que equivale a aproximadamente R$51 bilhões. Já o ramo da Pecuária teve retração de 1,82%, ou seja, um recuo de R$12 bilhões em relação a 2021.
    A redução do PIB do ramo agrícola no 1º semestre foi influenciada pela forte alta dos insumos para a produção, o que fica claro quando analisamos o aumento de +30% do PIB do setor de insumos. Além disso, por mais que os preços médios do segmento tenham aumentado, o PIB ainda segue pressionado negativamente pela redução da produção em setores relevantes.
    Já no ramo da pecuária, onde tivemos uma retração menor, houve uma acomodação dos preços médios e uma redução nos custos de insumos como Rações e Medicamentos ao longo do 1º semestre deste ano.
    Outro dado curioso é que a revisão do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola da cana de açúcar, por exemplo, reduziu de 19% para 3,4% a previsão de crescimento do setor em 2022.
    Quando o assunto é comércio exterior, se analisarmos o 1º semestre de 2022, o agronegócio brasileiro fechou com superávit de US$71,2 bilhões. Ou seja, crescimento de +32% em relação a 2021. No mês de julho, por exemplo, a balança comercial do agronegócio apresentou um superávit de US$12,8 bilhões, contribuindo para o saldo positivo da balança comercial total no mesmo período.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Fonte: Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) - Esalq/USP, CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), LSPA - IBGE, IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
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    3 min
  • Futuro do Trabalho. Quais os desafios para as empresas brasileiras nos próximos anos?
    Futuro do Trabalho. Quais os desafios para as empresas brasileiras nos próximos anos? Com a crescente adesão de empresas, dos mais diversos segmentos, aos sistemas híbridos, o que podemos esperar do mercado de trabalho para os próximos anos?
    O modelo de trabalho híbrido foi o mais adotado por empresas no Brasil. Ele passou de 44% em 2021 para 56% em 2022, crescimento de +27%. O modelo presencial que era 29% caiu para 25% e o modelo remoto reduziu de 27% em 2021, para 19% em 2022.
    Além disso, 82% das pessoas que estão no formato híbrido, já são definitivas e 76% delas trabalham em casa de 2 a 3 dias por semana.
    Outro dado curioso são os fatores que pesam na hora de escolher o modelo de trabalho. +50% querem “Manter a qualidade de vida”, 49% “construir carreira”, 38% buscam por “remuneração e benefício”, 36% querem que “se alinhe às suas preferências”, 29% buscam “propósito no trabalho” e 19% uma “forte cultura de colaboração”. E tem mais, ⅓ dos entrevistados já mudaram de emprego nos últimos 2 anos.
    65% das pessoas que estão no modelo de trabalho presencial mudariam de emprego para ir para o modelo híbrido e 54% das pessoas que estão no modelo remoto mudariam de emprego para se tornar híbrido. Ou seja, muita força de trabalho está buscando modelos híbridos para equilibrar convivência e conveniência.
    +80% das pessoas que estão no modelo híbrido, segundo a pesquisa, “declara que o formato aumenta a capacidade de se adaptarem a mudanças”, 76% “consideram que a empresa e chefes estão prontas para ajudar seus funcionários” e 73% consideram este o “melhor modelo de trabalho” para ambos os lados.
    Outro fato interessante, é que mesmo quando as pessoas estão trabalhando no modelo híbrido, 43% delas sentem que “devem ir para o escritório sempre que sua liderança estiver” na empresa. Além disso, 45% acham que trabalham mais quando estão remotos e 84% que conseguem separar bem as atividades pessoais das profissionais.
    A Colaboração com a equipe também ganhou mais relevância dentro dos departamentos e empresas. Cresceu de 68% para 83% de 2021 para 2022 dentro dos departamentos e de 68% para 81% dentro das empresas. Ou seja, as pessoas, equipes e empresas estão se tornando cada vez mais colaborativas.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Fonte: IDC Brasil, Google Workspace
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    3 min
  • O e-commerce brasileiro ultrapassou R$118 bilhões em vendas no 1º semestre de 2022
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente,
    seu podcast de notícias do mercado.
    O E-commerce brasileiro ultrapassou R$118 bilhões em vendas no 1º semestre de 2022, crescimento de 6% em relação ao período anterior, impulsionado pelos meses de janeiro, fevereiro e março.
    Quando olhamos para o volume de vendas, eletrodomésticos vem em 1º com 19%, seguido de telefonia 18%, casa e decoração 11%, informática 10%, eletrônicos 7% e moda e acessórios 4%. Dentre as categorias a que teve o crescimento mais expressivo foi Alimentos e bebidas, 128%.
    O Sudeste continua sendo a região mais importante para as lojas online, concentrando +60% das vendas. Na sequência temos: Sul com 15%, Nordeste com 14%, Centro-oeste com 7% e Norte com 3%.
    Outro dado interessante é o que estes consumidores compraram nos últimos 6 meses. +60% compraram comida pronta pela internet, 38% tinham itens de Farmácia nos seus pedidos, e Supermercado, esteve presente em +30% das compras online.
    Em relação às promoções que mais atraem: Frete Grátis ficou em primeiro lugar com 79% da preferência dos consumidores, desconto de 10 e 15 % no preço com 58%, Cupom Desconto 54%, bonificação em Programa de Lealdade 25% e Desconto no Frete, apenas 22% das pessoas acharam relevante na decisão de compra.
    Dentre os motivos de compra via aplicativos temos: Não Precisa Sair de Casa com 65% das justificativas, Tem Promoções Especiais 59%, Economia de Tempo 47% e Possui Entrega Rápida 42%.
    Outro dado curioso é que os consumidores do gênero masculino são os principais compradores de sites estrangeiros, representando 58% das compras. +60% possui entre 25 e 49 anos, 64% possui ensino superior e 39% têm renda familiar de até R$4.800.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Fonte: NielsenIQ Ebit / NIQ Ebit - Webshoppers 46
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    3 min
  • Mercado de Carbono pode trazer receitas de até US$100 bilhões para o Brasil
    Mercado de Carbono pode trazer receitas de até US$100 bilhões para o Brasil.
    Só o mercado voluntário de carbono no Brasil já movimentou mais de R$25 milhões em 2021, o equivalente a 17 milhões de toneladas de gases do efeito estufa que tiveram suas emissões compensadas.
    A banda Pearl Jam, por exemplo, faz compensação de emissão de gases do efeito estufa desde 2003. Para compensar as emissões de CO2 durante suas turnês pelo mundo, a banda compra créditos de carbono de projetos certificados.
    Mas o que são Créditos de Carbono?
    Crédito de Carbono é como um certificado que países, empresas ou pessoas compram, com o objetivo de compensar a emissão de gases do efeito estufa como o CO2, por exemplo. Ou seja, a redução das emissões de gases do efeito estufa passaram a ter valor econômico e podem ser negociadas.
    Eles funcionam como uma espécie de moeda ou token no mercado de carbono; e suas negociações são definidas por meio da legislação de cada país.
    No Brasil, é por meio do Decreto nº 5.882 de 2006.
    A comercialização é feita seguindo as regras do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), e podem ser: unilateral, bilateral ou multilateral.
    Em relação às vantagens deste novo conceito, em primeiro lugar vem o Investimento na Sustentabilidade. Os créditos de carbono por si só representam um benefício, visto que correspondem a uma tonelada de dióxido de carbono não emitida na atmosfera.
    O Marketing Verde é outra grande vantagem. Com as diversas agendas de ESG dentro das empresas e governos, o consumo consciente é um caminho inevitável para a evolução das pessoas e economia nos dias atuais. Além do desenvolvimento de novos negócios e oportunidades dentro de segmentos como o Agro e Cadeias de Produção de Indústrias e Varejo.
    Além disso, o BNDES lançou o segundo edital de Chamada para Aquisição de Créditos de Carbono no Mercado Voluntário. O valor total é de R$ 100 milhões para apoiar projetos de descarbonização da economia.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Fonte: ICC Brasil, McKinsey, Save Cerrado
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    3 min
  • Compras Online, 1º Trimestre de 2022 fechou com alta de +12% em Vendas e +11% em Faturamento
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente,
    seu podcast de notícias do mercado.
    Compras online, o primeiro trimestre de 2022 fechou com alta de +12% em volume de vendas e +11% em faturamento se comparado com o mesmo período do ano anterior.
    Além disso, em fevereiro de 2022, o varejo online já estava representando +12% do volume total do varejo no Brasil e o volume por segmento estava distribuído da seguinte forma:
    Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (42,5%); móveis e eletrodomésticos (28,7%); e tecidos, vestuário e calçados (10,5%).
    Quando analisamos o crescimento por região no primeiro trimestre temos o seguinte cenário: Norte com crescimento de 27,02%, Nordeste 22,79%, Centro-Oeste +15%, Sul 14,36% e Sudeste 9%.
    Já as PMEs cresceram 23% no primeiro trimestre em relação ao ano anterior, atingindo faturamento de +R$ 570 milhões nos três primeiros meses de 2022.
    Moda e acessórios foi o segmento de maior faturamento no e-commerce das PMEs nesse período, R$ 213,8 milhões em vendas; seguido por Acessórios com +R$ 87 milhões; e Saúde & Beleza com R$ 36,4 milhões.
    Outro indicador que também teve crescimento foi o preço médio do pedido, que subiu 9%, chegando aos R$236.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Fonte: Neotrust | Movimento Compre & Confie | camara-e.net, nuvemshop, ecommercebrasil
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    3 min
  • Varejo Omnichannel como definir a melhor divisão de investimento em Ads
    Senhoras e senhores bem vindos ao Marketing Digital Inteligente
    seu podcast de notícias do mercado!
    Varejo Omnichannel, como definir a melhor divisão de investimento em Ads?!
    Uma pesquisa recente da Analytic Partners, encomendada pelo Google, sugere uma nova forma para varejistas omnichannel dividirem seu orçamento de marketing entre online e offline. A proposta é alocar aproximadamente 60% desse orçamento em marketing digital e 40% em marketing tradicional.
    Uma das principais dúvidas dos profissionais de marketing que lidam com varejo multicanal é:, Se o marketing tradicional pode impactar no comércio eletrônico e os canais digitais podem fomentar o movimento nas lojas físicas, como definir a melhor divisão de investimento em Ads para maximizar o tráfego de clientes e gerar mais receita?
    Uma análise de mais de 150 marketing mix models – que são tipos de análise de correlação entre mídia e vendas dos principais varejistas da Europa, Oriente Médio, África e Estados Unidos, sugere que os varejistas devem investir entre 50%-70% de seu orçamento em canais digitais, e entre 30%-50% em marketing tradicional.
    O marketing digital é um grande impulsionador do sucesso online. Ele é responsável por +20% de toda a receita do e-commerce, enquanto apenas 8% da receita é atribuída ao marketing tradicional. Já as vendas nas lojas físicas, dependem igualmente do marketing digital e do tradicional.
    É claro que não existe uma divisão perfeita que funcione para todos os setores e varejistas. É preciso considerar a situação específica de cada empresa e mercado. Além do orçamento de marketing, outros fatores, como a criatividade e o público-alvo, também podem contribuir para a eficácia da sua campanha.
    Um grande abraço e até a próxima.
    Fonte: Google
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