O perdão é a minha função como a luz do mundo.
A lição de hoje é a aceitação na consciência do plano de Deus para a salvação.
Então, vamos relembrar o que é o perdão através dos pensamentos de Jesus neste percurso.
O perdão reconhece que o que pensaste que teu irmão fez a ti não ocorreu. Ele não perdoa pecados tornando-os reais. Ele vê que não há pecado. E, nesse modo de ver, todos os teus pecados são perdoados. O que é o pecado, senão uma ideia falsa sobre o Filho de Deus? O perdão simplesmente vê a sua falsidade e, portanto, a abandona. A Vontade de Deus passa, então, a ser livre para ocupar agora o espaço que lhe é devido.”
“O perdão é a minha função como a luz do mundo.”
O perdão é o relembrar da consciência, na consciência, de que o Filho de Deus não está no mundo.
Não está nesta ou naquela ocasião. Nesta ou naquela cena. Nesta ou naquela história seja ela qual for.
“O perdão é a minha função como a luz do mundo.”
Perdoar é aceitar que o Filho de Deus não está no mundo, que o Filho de Deus permanece Cristo como Deus o criou e, portanto, não é o “nós” no mundo.
O “eu”, ou o “nós” no mundo é somente uma forma de pensar através do efeito da louca e diminuta ideia, a consciência unificada separada para compartilhar e confirmar a culpa.
Mas até aqui Jesus claramente nos assegura que formas de pensar à parte de Sua Fonte Criadora não são culpadas porque, o que não é a imagem e semelhança de Deus, não existe.
Existe um único Filho e uma única ilusão.
“As ilusões sobre ti mesmo e sobre o mundo são uma só.“
“O perdão é a minha função como a luz do mundo.”
Só existe um Filho e uma única ilusão.
Quando empreendemos metas com o ego, expressamos apenas o nosso desejo pela morte, e não pela vida, o contrario do que o ego manipula para pensarmos como vida.
Pois, tudo no mundo chegará ao fim, assim como o corpo. É assim para tudo que é ilusório.
Culpa não é caracterizada ou expressada através de arrependimentos, a culpa é representada pela busca que a consciência empreende em formas para não aceitar que a Vida É a completude em Si própria.
A Vida, a Eterna — à imagem e semelhança de Deus, não pode ser em um corpo, e jamais estará em um corpo, ou em uma forma.
A Vida não representa buscas, a representação da Vida É a Totalidade.
No entanto, enquanto nos imaginarmos aqui no mundo, poderemos escolher e decidir usar o corpo, suas expressões de falta, atividades em supri-las, para reconhecer e relembrar a vida através de Sua Fonte Criadora.
Representar a vida no mundo, em realidade, é utilizar as experiências para realinhar as nossas metas individuais com os atributos do Espírito Santo, que são totalmente alinhados com Deus.
A vida em sua realidade antecede a toda ideia de criação, surgimento do cosmo ou da humanidade.
Deus É, antes de qualquer representação holográfica na forma. E a Vida É com Ele em eternidade.
A Vida verdadeira não pode ser definida nesta ou naquela construção imagética.
Isso é apenas uma reunião de pensamentos, quereres e vontades equivocadas em relação a nossa origem verdadeira, Cristo.
Não dá para chamar de vida o cenário que você vê. A vida não é essa sequência linear de atividades.
E se quisermos representar a Vida através de um nome ou um símbolo, podemos chamá-la de Cristo, o Filho de Deus.
“O perdão é a minha função como a luz do mundo.”
Perdoar não é usar os pensamentos com Jesus para proteger-se do ego. Perdoar é relembrar que nunca houve ego.
“O perdão é minha função como a luz do mundo. Quero cumprir minha função para que eu possa ser feliz.”
“Quero me lembrar disso porque quero ser feliz.”