Estas são as ideias para a revisão de hoje:
(16) Eu não tenho pensamentos neutros.
(17) Eu não vejo coisas neutras.
(18) Eu não estou sozinho ao experimentar os efeitos do que vejo.
(19) Eu não estou sozinho ao experimentar os efeitos dos meus pensamentos.
(20) Eu estou determinado a ver.
A revisão que fazemos hoje nos conduz a uma experiência direta da aceitação de que todo pensamento que nós pensamos é refletido em nossa experiência de vida.
Todo o pensamento que a consciência observa pode ser oferecido ao relembrar de que o Filho de Deus não está no mundo, ou podemos oferece-lo para a distração da consciência em análises, símbolos, analogias, perguntas e comparações para a não aceitação direta da metafísica a qual Jesus nos direciona.
Lembre-se: é impossível que falte fé ao Filho de Deus, mas Ele pode escolher onde quer direciona-lá.
E em cada lição, Jesus nos diz: acesse o Espírito Santo que está em sua consciência e permita que ele te conduza no desfazer dos seus significados equivocados.
Jesus não está ensinando as consciências a tornarem-se santas. Ele está relembrando que o Filho de Deus nunca perdeu a sua santidade e que é impossível que Ele esteja no mundo.
Então, a meta com o Espírito Santo é que cada consciência relembre que faz parte de um sonho, de ilusões.
A Lição 54 é outro dia de revisão no qual estamos lembrando a nós mesmos: “o que eu penso que eu sou no mundo não tem significado”.
Mas, guiados pela louca e diminuta ideia, podemos imaginar e projetar significados ilusoriamente.
Nenhum pensamento é neutro, e todos os pensamentos que pensamos, quando não ajustados para a realidade que compartilhamos com Deus, distraem a consciência de sua única meta.
Qual é a verdadeira meta da consciência identificando-se no corpo?
Todas as lições nesta revisão estão nos conduzindo a alinhar-se com Deus ao invés de “autoajudar-se” com o ego.
Qual é o mundo que eu realmente quero?
Deus? Ou quero melhorar a vida do personagem?
Será importante deixar isso claro na consciência para visualizarmos os bloqueios ao amor.
O desejo da consciência é a ferramenta principal para o tomador de decisão.
Ou seja, a auto-observação é fundamental para a mudança de postura mental.
“Seja a mudança que você busca no mundo.” Ghandi.
E essa decisão pela mudança não irá desfazer a ilusão na minha ideia de consciência fragmentada.
Mas sim, irá liberar na mente unificada separada a culpa e as testemunhas da culpa.
Você consegue sentir os efeitos do perdão?
Você consegue sentir o efeito da aceitação do milagre?
Cada milagre libera a mim e o irmão de ser uma testemunha do medo.
Parecemos estar no mundo, mas o Filho de Deus não está aqui. Apenas os nossos pensamentos sem significado nos dão essa impressão.
O maior bloqueio para consciência é essa ideia de linearidade de tempo, porque, muitas vezes a consciência induz o personagem a imaginar que “amanhã”, “na semana que vem”, “depois que eu conseguir soltar essa ou aquela crença” ou “depois do estudo do capítulo tal eu vou ter paz”, ou conseguirei aceitar os pensamentos de Jesus nesse percurso.
O sistema de pensamento induzido pelo ego basea a sua forma de pensar no passado, no futuro, ou na ideia de que o personagem deveria estar sentindo outra coisa no presente.
O ego conduz a consciência a pensamentos multidimensionais.
Ou seja, o seu sistema de pensamento pode colocar-te em diversas possibilidades, diversos futuros possíveis.
Porque para cada pensamento, você buscará no mundo cenas e imagens que confirmem a realidade da vontade da crença através do desejo incutido no personagem.