Explicação da ideia de separação em looping.
O que está conhecendo agora não é isso que você parece perceber. Mas sim, a ideia de separação sendo repetida incessantemente.
A consciência dizendo a si mesma: “estou separada, estou separada” a todo instante.
E então, através dos pensamentos de culpa medo e punição são pensadas as formas, as cenas, esse roteiro todo.
E a culpa é uma ideia dentro da ideia de separação. É nesse lugar que ela acontece e não no corpo.
A culpa não é uma emoção, a culpa é uma ideia que utiliza as nossas crenças na separação, os pensamentos que ela inventa e as emoções derivadas delas para manter a ideia da culpa.
Você está sentindo culpa agora?
A culpa não é um sentimento, a culpa é uma ideia!
E nós usamos as crenças nessa ideia para ter sensações e confirmar a ideia da culpa.
A culpa em si não é uma emoção, um sentimento ou um fato!
A culpa é a nossa decisão de não confiar no Amor de Deus.
As emoções surgem da crença na individualidade e nós usamos o corpo para dar realidade para ideias.
E Jesus, com essas lições, conduz a consciência a compreender que a ideia de separação e as ideias derivadas dela são falsas.
Por isso Ele fala tanto sobre a inocência do Filho de Deus.
Para simplesmente confiarmos que a inocência do Filho não pode ser tocada por ilusões.
No entanto, enquanto acreditarmos que a ilusão é verdadeira, estaremos identificados com “algo a mais” e usaremos a consciência e os pensamentos apenas para distrair-se da ideia de medo de Deus — a negação do medo.
É por isso que muitos estudantes passam a negar o medo ao invés de perdoar.
Como acontece a negação do medo e nós o confundimos com perdão?
A consciência distraída com a forma não olha para a ideia da culpa que realmente precisa ser vista como inexistente.
Ela olha para o medo que alimenta a culpa e tenta livrar-se do medo ao invés de reconectar-se com o que Deus pensa.
Sem compreender a irrealidade da culpa, a consciência usa a culpa para distorcer tudo o que compreende, espiritualizando ou não, e negar o medo.
O “Márcio/consciência” não existe, ele é apenas uma forma de pensar da consciência dando realidade para a IDEIA DA CULPA.
Então, se não estivermos atentos a isso, vamos usar a consciência e o personagem para negar o medo ao invés de localizar-se onde nunca saímos: da Mente de Deus.
Cristo já está desperto e consciente, no mesmo instante em que imaginou uma ideia sem sentido, já foi respondido.
Esse que chamamos de Filho de Deus aqui no sonho é o efeito do sonho.
Somos “consciências” pensadas no pensamento do Cristo.
Então, a nossa meta é aceitar essa certeza que foi garantida por Deus.
Inclusive a ideia de “voltar para algum lugar” é folclore, é um símbolo para a consciência aceitar uma jornada de mudança de formas de pensar.
O “voltar” é aceitar que nunca saimos, desistindo de pensar separação.
Você nega o medo ou aceita a sua realidade?
Medo: o “sacrifício” da realidade.
Negar o medo, ou tirar a realidade do medo.
Ex: sentado no auditório “Ken Wapnick)
Medo: nega-lo ou aceitar a sua irrealidade?
“A consciência, o nível da percepção, foi a primeira divisão introduzida na mente depois da separação, fazendo com que a mente seja um perceptor ao invés de um criador.
A consciência é corretamente identificada como o domínio do ego.
O ego é uma tentativa da mentalidade errada para perceberes a ti mesmo como desejas ser ao invés de como és.
No entanto, só podes conhecer a ti mesmo como és, porque essa é a única coisa quanto à qual podes ter certeza.
Tudo o mais está aberto ao questionamento.”