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Enquanto os anúncios de projetos de hidrogênio verde não param de surgir, a indústria se prepara para atender os potenciais contratos e viabilizar essas novas plantas.
Para falar sobre a demanda dos novos projetos entrevistamos Luiz Antonio Mello, head de Vendas da thyssenkrupp Uhde.
A empresa já possui contrato fechado no Brasil para fornecimento de três eletrolisadores com potência total de 60 MW de energia, que devem produzir 10 mil toneladas/ano de hidrogênio verde e 60 mil toneladas/ano de amônia verde, até o final de 2023.
Luiz Antonio Mello contou que a empresa possui capacidade global de atendimento de 1 GW por ano, mas tem planos de expansão de curto prazo, podendo atender, em menos de dois anos, 3 GW/ano, e em menos de cinco anos, 5 GW/ano.
Nosso entrevistado também falou sobre a expectativa de novos projetos, o custo da produção da cadeia de suprimento, a viabilidade da exportação e aplicações em diversos segmentos industriais.
Saiba mais em: megawhat.energy
A tecnologia do hidrogênio verde tem dados seus primeiros passos para sair da teoria e atingir a concretização dos projetos. Uma das empresas de olho na liderança deste mercado é a Comerc Eficiência, que em parceria com a Casa dos Ventos, fechou um pré-contrato com o Complexo do Pecém para a instalação de uma unidade de produção de hidrogênio e amônia verde, com capacidade para mais de 2 GW de eletrólise.
Das lições aprendidas de licenciamento, financiamento e estruturação do projeto, a empresa busca comercializar o hidrogênio com foco em três áreas: projetos de grande porte para o mercado nacional, projetos de grande porte para o mercado internacional e o atendimento de projetos industriais.
Marcel Haratz, presidente da Comerc Eficiência, é o entrevistado deste episódio do MegaCast Convida, e conta sobre o andamento da demanda de projetos, o atendimento da cadeia de fabricantes e a logística de exportação.
Segundo ele, a maior parcela do trabalho mira o mercado internacional, que tem mostrado “bastante demanda”.
O hidrogênio verde tem despontado entre os projetos de pesquisa e desenvolvimento e acordos de cooperação, mas de que forma a tecnologia está perto de ser utilizada pelos diversos segmentos da indústria e contribuir para a descarbonização da matriz energética?
Na segunda parte da quinta temporada do MegaCast Convida, vamos conversar com as empresas que estão trabalhando neste desenvolvimento e que já enxergam um futuro para as suas operações.
Neste episódio, nosso entrevistado é Samuel Pereira, gerente de Transição Energética da Raízen, empresa que recentemente fechou um acordo de cooperação para a construção de plantas de produção de hidrogênio renovável a partir do etanol, com início das operações previsto para 2023.
A empresa tem pensado no hidrogênio renovável de forma complementar dentro do seu portfólio, como uma ótima opção de combustível para o segmento do transporte pesado.
Para saber mais acesse https://megawhat.energy
Para o funcionamento adequado do promissor mercado internacional de hidrogênio de baixo carbono, uma etapa fundamental será a de certificação da produção, que validará o montante de carbono emitido no processo produtivo do hidrogênio. Preocupada com essa questão, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) obteve a aprovação do Comitê Internacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica (Cigré), na França, para participar de grupo de trabalho global sobre certificação de energia e hidrogênio renovável.
A CCEE vai debater em âmbito internacional quais os atributos necessários para definir o hidrogênio como renovável e quais os critérios mínimos a serem considerados em uma certificação desse processo.
Para entendermos um pouco mais sobre esse assunto, a MegaWhat conversou com o gerente de Análise e Informações ao Mercado da CCEE, Ricardo Gedra, que participa diretamente dessas discussões. Segundo ele, a ideia é que a certificação não exclua rotas tecnológicas, nem fontes de energia.
Que o Brasil tem a oportunidade de assumir um papel de protagonismo mundial na produção de hidrogênio, no contexto da transição energética, ninguém dúvida. Mas como tornar esse mercado real? Qual será o modelo regulatório que as empresas deverão seguir para aportar os recursos bilionários previstos nos empreendimentos de produção hidrogênio no país?
É sobre essas questões que vamos tratar no terceiro episódio da série Hidrogênio Sustentável e Suas Formas de Produção. Maria Fernanda Soares, sócia na área de Petróleo e Gás do Machado Meyer Advogados, e Mariele Milhorance, advogada na área de Petróleo e Gás do Machado Meyer Advogados, comentam sobre a regulação em torno do hidrogênio.
Como definir uma regulação que incentive investimentos no setor e que, ao mesmo tempo, não crie obstáculos para uma indústria que ainda está em desenvolvimento? E o que deve ser regulado agora e o que pode ser regulado mais à frente?
Para Milhorance, não existe uma receita definida sobre o como esse mercado deve funcionar. “O ponto de partida do regulador é estar atento”, afirmou ela.
Segundo Soares, o Brasil é visto hoje como um dos maiores potenciais de geração de hidrogênio renovável. Em sua visão, é importante o país assimilar lições regulatórias aprendidas sem ansiedade.
Para saber mais acesse https://megawhat.energy
Em agosto deste ano, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) instituiu o Programa Nacional do Hidrogênio, a fim de fortalecer o desenvolvimento desta nova tecnologia, que tem se tornado uma prioridade na estratégia climática e de transição energética no mundo todo, por prover uma alternativa para setores com dificuldade em reduzir as emissões de carbono.
O Hidrogênio Sustentável e Suas Formas de Produção é o tema desta temporada do MegaCast Convida. No primeiro episódio, discutimos as diferentes formas de produção de hidrogênio, a partir de fontes renováveis, ou de outras formas de geração de energia elétrica.
Neste episódio, falamos sobre a posição do Brasil neste mercado, qual deve ser o papel do governo federal e dos governos estaduais, e como o país está se organizando para aproveitar seu potencial energético e, de fato, liderar a economia do hidrogênio no mundo.
A jornalista da MegaWhat Camila Maia conversou com Agnes da Costa, chefe da Assessoria Especial em Assuntos Regulatórios do Ministério de Minas e Energia (MME), coordenadora do Comitê Gestor do Programa Nacional do Hidrogênio, e futura diretora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para um mandato que vai começar em dezembro deste ano.
A nova temporada do MegaCast Convida vai abordar o hidrogênio sustentável e suas formas de produção, tema que tem ganhado cada vez mais notoriedade, devido à oportunidade para o Brasil de se posicionar competitivamente no mercado global, no âmbito do processo de transição e segurança energética.
No primeiro episódio, discutimos sobre as diferentes formas de produção de hidrogênio e a posição do Brasil em relação ao restante do mundo. Para isso, o jornalista Rodrigo Polito conversou com Heloísa Borges, diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Na opinião da diretora, é importante garantir a neutralidade tecnológica na produção de hidrogênio de baixo carbono, para assegurar o desenvolvimento de mercados sem barreiras para determinadas alternativas.
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O ano é de Copa do Mundo, mas também é de eleições no Brasil, assunto que movimenta todo o país e, é claro, o setor de energia. O segundo turno das eleições para presidente e governador, em alguns casos, acontece no dia 30 de outubro, mas já está definido o desenho do Congresso dos próximos quatro anos, com os resultados das eleições para Senado e Câmara em mãos.
Esse foi o assunto deste MegaCast Especial, no qual a jornalista da MegaWhat Camila Maia entrevistou Leandro Gabiati, diretor da Domimium Consultoria Política e Governamental. Segundo o especialista, a composição do parlamento já mostra muitas tendências para o setor de energia.
Como as casas devem se posicionar em relação a importantes pautas do setor? O Projeto de Lei 414 vai passar? A depender do resultado das eleições presidenciais, quais devem ser as principais tendências em termos de política energética no nosso país?
Para saber mais, assine: https://megawhat.energy/planos
Como uma petroleira deve se posicionar em meio à emergência climática? Embora a commodity e os combustíveis fósseis ainda sejam, de longe, os principais geradores de caixa das grandes petroleiras, essas grandes empresas estão cada vez mais diversificando os investimentos, em busca de uma transição verde que visa combater uma emergência climática que antes parecia distante, mas está diante de todos nós.
Com o tema Energia à frente da sustentabilidade, a quarta temporada do MegaCast Convida falou sobre como o setor de energia lidera a busca por sustentabilidade no sentido completo, de olho na questão ambiental mas também nos impactos sociais de todas essas transformações.
Neste último episodio da temporada, a jornalista da MegaWhat Camila Maia conversou com Monique Gonçalves, uma das líderes da agenda climática da Shell no Brasil. Apesar de ser uma das grandes empresas de petróleo no mundo, a Shell foi também uma das primeiras companhias a buscar essa diversificação de seus negócios, com metas ambiciosas de redução de emissões de gases poluentes.
Para a companhia, a transição energética já está acontecendo, e seus investimentos buscam impulsionar esse progresso, com redução da pegada de carbono e financiamentos para acelerar novas tecnologias que ajudem a combater a emergência climática e garantir oferta de energia no mundo.
Educação é um dos temas mais importantes para a sociedade brasileira, sendo pauta central de discursos e ações políticas, assim como assunto corrente dentro das nossas próprias casas. Uma das bases do desenvolvimento sustentável de qualquer sociedade ou região, é por meio da educação que formamos as pessoas que viabilizam esse desenvolvimento.
Apesar de improvável, existe uma forte relação entre energia e educação, tanto no âmbito de educação em energia propriamente dita quanto na medida em que o setor, como integrante da sociedade, pode contribuir para a ampliação do acesso ao conhecimento e à educação inclusiva e de qualidade.
Nesse episódio da 4ª temporada do MegaCast Convida, a jornalista da MegaWhat Jade Stoppa Pires conversou sobre esse tema com o Dominic Schmal, diretor de Sustentabilidade da EDP, empresa que tem investindo em educação como parte de suas medidas para manter bom relacionamento com os stakeholders.
Na entrevista, Schmal fala sobre a dimensão que as práticas ESG podem ter quando aplicadas de forma responsável pelas empresas. Para ele, o setor de energia pode impulsionar a educação básica e profissional no Brasil, garantindo retornos positivos para a sociedade e para as organizações.
Schmal conta um pouco da história do Instituto EDP, o braço de investimentos socioambientais da empresa, e explica como se desenvolve essa relação entre energia e educação na prática. A companhia tem alguns projetos importantes, como o EDP nas escolas e os cursos de eletricista voltados ao público feminino e ao público trans.
*Este episódio foi patrocinado pela Vibra Energia
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