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Desde a Revolução Industrial, na segunda metade do século XVIII, o mundo adotou um modelo de uso intensivo dos recursos naturais para o desenvolvimento econômico-social, que levou a uma preocupação nas últimas décadas com relação à escassez de recursos e ao aquecimento global. Por isso, um dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) está relacionado a produção e consumo sustentáveis.
O jornalista Rodrigo Polito conversou sobre o assunto com Júlio César Mendes, executivo corporativo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética da Equatorial Energia. Com receita líquida anual de cerca de R$ 24 bilhões, o grupo atua em todos os segmentos do mercado de energia brasileiro, com seis distribuidoras, nove linhas de transmissão e 12 ativos de geração, somando 1,2 gigawatts (GW) de capacidade instalada.
Segundo Mendes, nos últimos cinco anos, o grupo investiu cerca de R$ 200 milhões em projetos de eficiência energética, que geraram economia de mais de 100 megawatts-hora (MWh), o equivalente ao consumo de 56 mil famílias durante um ano.
“Não é simplesmente vender energia, mas a visão do grupo Equatorial é combater o desperdício”, disse Mendes. “Para maximizar o resultado [das medidas de eficiência energética], além de oferecer no mercado equipamentos mais modernos que consumam menos energia, é preciso garantir um cidadão consciente quanto ao uso”.
Para saber mais, acesse https://megawhat.energy
Grandes empreendimentos de infraestrutura tem o potencial não só de contribuir para o crescimento do país, mas também para o desenvolvimento econômico-social das localidades em que eles estão inseridos. Esse aspecto tem relação profunda com o objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) de tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, resilientes e sustentáveis.
Sobre este tema, o jornalista Rodrigo Polito conversou com Paulo Roberto Pinto, presidente da Norte Energia, proprietária da hidrelétrica de Belo Monte. Localizada no Rio Xingu, no Pará, a hidrelétrica, de 11.233 megawatts (MW) de capacidade instalada é a terceira maior do mundo, e a maior usina genuinamente brasileira, já que Itaipu, de 14 mil MW é um empreendimento compartilhado com o Paraguai.
Os investimentos da Norte Energia possibilitaram a melhoria da qualidade de vida em Altamira, principal município situado na área de influência da hidrelétrica. Antes da usina, 27 mil habitantes de Altamira moravam em casas de palafita, sujeitas à inundação recorrentes. Além disso, 25% das famílias estavam abaixo da linha da pobreza. Hoje, cerca de 90% dos moradores da cidade são atendidos com sistema de tratamento de esgoto.
Do total de R$ 42 bilhões de investimentos em Belo Monte, cerca de R$ 6,3 bilhões foram destinados à área socioambiental. “Não conheço no mundo investimento na área socioambiental de um projeto de porte como foi em Belo Monte”, disse Pinto.
“O bem-estar da população do entorno, o bem-estar da população local e a preservação do meio ambiente são tão importantes quanto o potencial de geração que nós representamos para o sistema elétrico brasileiro”, completou o executivo.
#transiçãoenergética #hidrelétrica #ods #onu #sustentabilidade #saneamentobásico #setoreletrico
A gestão das políticas de diversidade pelas organizações é sempre um desafio: não adianta manter apenas um discurso. As rotinas e a estrutura das empresas precisam ser alteradas e adaptadas para, mais que apenas contratados, esses novos talentos possam ser desenvolvidos e prosperem na carreira.
Neste episódio do MegaCast Convida, a jornalista da MegaWhat Camila Maia conversou sobre esses desafios com a Régia Barbosa, superintendente de Desenvolvimento Organizacional e Cultura da Neoenergia, que contou um pouco das medidas tomadas pela companhia em busca de uma relação melhor com as comunidades na qual atua.
A capacitação é chave para muitas das políticas de diversidade defendidas pela Neoenergia, que vão desde a imposição de um percentual mínimo de mulheres nas turmas da escola de eletricistas, até a oferta de aulas e inglês e espanhol para funcionários, a fim de não impedir as contratações por falta de conhecimento de língua estrangeira.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
O papel da linha de transmissão vai muito além de conectar as usinas aos centros consumidores. No segmento de transmissão, também é possível desenvolver medidas de sustentabilidade ambiental e social, além de inovação e transformação digital. Iniciativas desse tipo possuem relação com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionada à infraestrutura, inovação e indústria.
Sobre esses pontos, o jornalista Rodrigo Polito conversou com Ricardo Cyrino, executivo de longa trajetória do setor elétrico e atualmente presidente da Evoltz, transmissora de energia e veículo de investimentos no Brasil do Ontario Teachers Pension Plan (OTPP).
Na opinião de Cyrino, uma peça fundamental no processo da transformação digital é a cultura. “Para fazer uma transformação digital, temos que transformar as mentes das pessoas, os hábitos e consumos, e quebrar os paradigmas”, afirmou o executivo.
Cyrino também contou que a companhia vai olhar oportunidades de investimentos nos leilões de transmissão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), além de oportunidades de aquisições de ativos no mercado, que estejam de acordo com as expectativas dos acionistas da empresa.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
Dia 29 de maio foi comemorado o Dia Mundial da Energia, assunto que está cada vez mais importante diante das emergências climáticas e do papel do setor de energia de liderar uma transição que busca reduzir as emissões globais de gases causadores de efeito estufa.
A transição energética é uma realidade no mundo todo e, no Brasil, não é diferente. Com uma das matrizes mais renováveis do mundo, temos um cardápio repleto de opções para aumentar a eficiência energética e viabilizar novas tecnologias que nos levem para essa nova realidade.
Nesse MegaCast Especial, a jornalista da MegaWhat Camila Maia conversou Marcel Haratz, CEO da Nexway, o braço de eficiência energética e soluções do Grupo Comerc, sobre o papel das novas tecnologias e dos investimentos em eficiência na aceleração da transição energética.
*Este episódio foi patrocinado pela Comerc Energia
A gigante hidrelétrica de Itaipu é utilizada como referência pelo setor de energia para ressaltar a capacidade instalada de geração do país e as perspectivas de expansão de outras fontes. Por exemplo, recentemente tem sido muito comum ler e ouvir que a potência eólica offshore do Brasil equivale a ’50 Itaipus’.
Mas qual seria a referência de Itaipu para manter seu desenvolvimento sustentável e mitigar os impactos ambientais?
De fonte hidrelétrica, a usina de Itaipu Binacional já nasceu com uma grande responsabilidade ambiental, e foi sobre isso que a jornalista da MegaWhat, Jade Stoppa Pires, conversou com o superintendente de Meio Ambiente da Itaipu, Ariel Scheffer, no sexto episódio da quarta temporada do MegaCast Convida.
Scheffer aborda todas as fases do projeto da usina, da concepção e criação da empresa às tratativas da binacionalidade nas ações sobre o meio ambiente.
Além disso, o executivo ainda aponta programas que visam a sustentabilidade do empreendimento, ressaltando a parceria entre Brasil e Paraguai não apenas na geração de energia, mas na manutenção e preservação das áreas onde a usina está inserida.
A discussão passa pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU que dizem respeito à vida na água e terrestre, e como eles se relacionam com o setor de energia.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
As empresas tradicionalmente ligadas ao mundo do petróleo estão liderando os investimentos em energias renováveis, e isso não é por acaso.
Trata-se de um movimento voltado para o futuro, pautado pelas emergências climáticas e pela perspectiva de que o mundo dos combustíveis fósseis vai mudar, gradualmente, para um uso cada vez maior de energias renováveis e sustentáveis, com baixo impacto de carbono.
É o caso da Vibra Energia, cuja mudança de objetivo estratégico se refletiu inclusive em um novo nome. Conhecida como BR Distribuidora no mercado, a companhia está aos poucos deixando de ser uma empresa puramente de distribuição de combustíveis, e está investindo na diversificação dos produtos ofertados ao mercado, com apostas em combustíveis renováveis, eletromobilidade, e até mesmo energia elétrica.
Este é o tema deste episódio do MegaCast Convida. A jornalista Camila Maia conversou com Wilson Ferreira Junior, presidente da Vibra, que contou os passos que a companhia está tomando para fazer parte da liderança da transição energética, investindo em novas tecnologias de olho nesse futuro renovável.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
As tarifas de energia no país continuam em alta e uma soma de fatores leva a isso, nesta conta, podemos citar os subsídios concedidos por meio de políticas públicas, seja para geração de energia renovável, para atendimento de comunidades isoladas, ou até mesmo para atender a população de baixa renda por meio da Tarifa Social.
“É uma questão de escolha e todas são defensáveis”, disse o futuro diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, neste quarto episódio do MegaCast Convida Energia à Frente da Sustentabilidade, que tratou do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU relacionado à erradicação da pobreza.
Objetivo que está diretamente relacionado à energia, uma vez que o acesso à eletricidade também é uma componente de desenvolvimento social.
Mas a Aneel não faz políticas públicas, ela as implementa e faz o cálculo do impacto na conta do consumidor, que beneficiado ou não, divide o bolo desses subsídios. Neste ano, o valor aprovado para a conta que libera esses recursos ficou em cerca de R$ 33 bilhões, que deve resultar num impacto de 15% nas contas de energia.
Para Sandoval Feitosa, esses subsídios deveriam vir do orçamento público, o que geraria uma conta de energia mais limpa, do ponto de vista de ter menos ‘penduricalhos’.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
As energias renováveis são sempre citadas quando se fala em desenvolvimento sustentável pelo viés ambiental, mas o impacto positivo vai além disso. Os projetos ficam, em grande parte, nas regiões mais carentes do Brasil.
Com o tema Energia à Frente da Sustentabilidade, neste episódio da quarta temporada do MegaCast Convida, a jornalista Camila Maia conversou com Lucas Araripe, diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos, sobre o pioneirismo da companhia ao desenvolver a fonte eólica no Brasil e, junto disso, levar investimentos ao sertão do Nordeste.
Na entrevista, Lucas Araripe lembrou que onde não chove, venta, e essa riqueza natural que começou a ser explorada com afinco há menos de 15 anos tem sido responsável por grandes transformações sociais, ambientais e econômicas no país.
O tema é importante, e tratado por diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como aqueles que buscam trabalho decente e crescimento econômico e cidades e comunidades sustentáveis, sem falar da missão de levar energia acessível e limpa a todos.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
A discussão sobre a igualdade de gênero é longa, tanto em pontos para avançar, quanto do período de discussão.
Neste episódio, Natália Bezutti, jornalista da MegaWhat, entrevista Clarissa Sadock, CEO da AES Brasil, sobre a igualdade de gênero, tema que compõe a lista de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e converge com uma outra sigla, que tem seu cumprimento cada vez mais exigido em negociações do mercado, o ESG.
Segundo Clarissa Sadock, para que a igualdade de gênero seja uma realidade, ela também demanda programação e uma política corporativa com metas.
E é isso o que a AES Brasil buscou junto da expansão do seu portfólio de geração: a entrada de mulheres na área operacional da empresa, onde identificou a maior defasagem.
A executiva explicou que a área de operação e manutenção dos ativos de geração possui baixa rotatividade de profissionais, portanto, os novos projetos começaram a contar com esse olhar direcionado para a contratação e formação de mulheres.
Para o primeiro, o complexo eólico Tucano, na Bahia, foram dois anos de planejamento. Um para buscar as mulheres no mercado, e o seguinte para a formação em parceria junto ao Senai do estado. Agora o parque de 322 MW está próximo de entrar em operação com 13 novas profissionais em campo.
E o processo está sendo retomado em Cajuína, complexo com mais de 1 GW, que será construído em fases no Rio Grande do Norte, e que contará com mulheres em sua operação.
*Este episódio é patrocinado pela Vibra Energia
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