Memória da Rabeca Brasileira

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Memória da Rabeca Brasileira episodes

  • Songbook das Rabecas Brasileiras
    Entrevista com Jorge Linemburg sobre o primeiro "Songbook das Rabecas Brasileiras". Um livro digital reunindo exemplos de peças musicais representativas das diversas manifestações artísticas, tradicionais e inovadoras, nas quais as rabecas brasileiras estão ou estiveram presentes.


    #rumositaucultural #itaucultural #songbookdasrabecasbrasileiras #rabecasbrasileiras
    15 min
  • (parte 2) Rabecas Luso-afro-brasileiras
    Caio Padilha convida o Prof. Luiz Moretto para uma conversa sobre Rabecas luso-afro-brasileiras e os contextos sócio-políticos e decoloniais do trabalho de pesquisa acadêmica do professor. Luiz Moretto é músico e compositor formado pela Universidade do estado de Santa Catarina (UDESC), e doutor em etnomusicologia pelo King’s College London. Sua tese debate práticas e tradições de instrumentos friccionados em culturas luso-afro-brasileiras, e seus contextos sócio-políticos e decoloniais. Em Portugal gravou e se apresentou por mais de uma década com músicos Moçambicanos, Portugueses, Caboverdianos e Angolanos. No Reino Unido e Europa tem discos lançados com a London Improvisers Orchestra, Luiz Moretto Quintet, Victor Gama, Refilon, Orisch 9 entre outros. Atualmente está trabalhando num livro sobre as tradições de rabecas luso-afro-brasileiras, que resulta das pesquisas realizadas em áreas especificas de três países ‘lusófonos’.
    22 min
  • Rabecas Luso-afro-brasileiras (parte 1)
    Caio Padilha convida o Prof. Luiz Moretto para uma conversa sobre Rabecas luso-afro-brasileiras e os contextos sócio-políticos e decoloniais do trabalho de pesquisa acadêmica do professor. Luiz Moretto é músico e compositor formado pela Universidade do estado de Santa Catarina (UDESC), e doutor em etnomusicologia pelo King’s College London. Sua tese debate práticas e tradições de instrumentos friccionados em culturas luso-afro-brasileiras, e seus contextos sócio-políticos e decoloniais. Em Portugal gravou e se apresentou por mais de uma década com músicos Moçambicanos, Portugueses, Caboverdianos e Angolanos. No Reino Unido e Europa tem discos lançados com a London Improvisers Orchestra, Luiz Moretto Quintet, Victor Gama, Refilon, Orisch 9 entre outros. Atualmente está trabalhando num livro sobre as tradições de rabecas luso-afro-brasileiras, que resulta das pesquisas realizadas em áreas especificas de três países ‘lusófonos’.
    25 min
  • Fonografias da Rabeca Brasileira
    Os registros fonográficos de rabequeiros no Brasil ganharam maior relevo a partir da década de 1940. Especialmente com as viagens etnográficas de Luiz Heitor Corrêa de Azevedo pelo Ceará e Minas Gerais. Ao fotografar e gravar rabequeiros como Cego Sinfrônio, Cego Ferreirinha ou José Gerôncio nesses diferentes estados, o carioca Luiz Heitor coloca a rabeca brasileira, pela primeira vez, no reino das representações fonográficas que serviriam para análise e colecionamento folclórico nacional; ainda que, por ironia, tenha usado para gravar os rabequeiros brasileiros, alguns equipamentos emprestados da Biblioteca do Congresso Norte-americano - onde todos esses fonogramas também estão guardados e, infelizmente, não podem ser publicados ainda.









    8 min
  • (parte 2) 175 anos do Romanceiro Fabião das Queimadas
    Fabião das Queimadas foi um poeta rabequeiro que, entre outras coisas, cantava a saga de bois incapturáveis. E cantava esses personagens fujões usando a primeira pessoa do singular. Talvez para escapar, ainda que poeticamente, de sua condição cativa naquela sociedade escravista. A versão do chamado "Romance do Boi da Mão de Pau" composta de 48 estrofes cantadas ao som da rabeca é a mais emblemática no âmbito autoral daquele repertório romanceiro que foi considerado originalmente brasileiro e nordestino; e que interessava à elite letrada na virada do século XIX para o século XX.
    32 min
  • 175 anos do Romanceiro Fabião das Queimadas (parte 1)
    O Romance do Boi da Mão de Pau tem autoria muito bem conhecida. Era cantado por um rabequeiro afamado, preto alforriado do século XIX que, no agreste potiguar, completaria 175 anos de idade em 2023. Por isso, este episódio (publicado em duas partes) traz um conteúdo especial do Memória da Rabeca Brasileira - celebrando a vida e obra de Fabião das Queimadas.
    28 min
  • (Parte 2) Geraldo Idalino
    Nascido em Nova Cruz no estado do Rio Grande do Norte e considerado um virtuose da rabeca, Geraldo Idalino completaria 80 anos de idade em novembro de 2022. Após 15 anos de seu falecimento, o disco mais antológico de sua carreira - Um Violino no Forró - também completa 40 anos de lançamento pela gravadora Copacabana Discos (RJ), mas infelizmente, ainda espera o merecido reconhecimento nacional. "Um Violino no Forró" (1982) foi um projeto fonográfico pioneiro para música de rabeca no Brasil e certamente contribuiu para que o IPHAN reconhecesse o Forró como patrimônio imaterial da cultura brasileira.
    36 min
  • Geraldo Idalino (Parte 1)
    Após dois anos produzindo a série Memória da Rabeca Brasileira com episódios podcast e entrevistas ao vivo no Youtube com rabequeiros e rabequeiras de todo o Brasil, Portugal e América Latina, Caio Padilha se habilita a preservar o patrimônio imaterial dos repertórios da rabeca potiguar. Pois através do violino de Geraldo Idalino (ou Geraldo da Rabeca), compartilharemos com o grande público uma fonte criativa vital, vinda de um
    talentosíssimo compositor e legítimo instrumentista das feiras e rádios da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
    34 min
  • 2023: Grandes Rios de Memória da Rabeca!
    Vem aí a terceira temporada Memória da Rabeca Brasileira! Se inscreva em nosso canal no Youtube e ative as notificações para ter a cesso a todos os conteúdos! Vamos falar de rabequeiros e rabequeiras que formam grandes afluentes culturais entre o Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul!
    9 min
  • Patrimônio Vivo das Rabecas
    Por influência decisiva do trabalho do professor Gilmar de Carvalho e do fotógrafo Francisco Sousa, no Ceará foram contemplados no edital da Secretaria de Cultura do Estado como "Tesouros Vivos da Cultura" os seguintes mestres: Antônio Pinto (Luthier e rabequeiro de Aurora); Totonho (Luthier de Mauriti); Antônio Hortênsio (já falecido, rabequeiro de Varjota); Gil Chagas (Luthier de Aurora); Aécio Ramos (Luthier do Crato). Todos com um salário vitalício pela guarda de saberes tradicionais sobre as rabecas e práticas musicais.
    24 min

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Primeira série podcast inteiramente dedicada à rabeca brasileira, com ensaios antropológicos sobre diversos temas relacionados às culturas, identidades e territorialidades do Brasil. Com trilhas e…