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As ações asiáticas encerraram a sessão desta quinta-feira no terreno positivo (exceção ao índice Shangai), com os futuros em Wall Street avançando de forma modesta, na mesma direção das principais bolsas europeias, antes de um corte amplamente esperado nas taxas de juros por parte do Banco Central Europeu, à medida que os mercados vão reavaliando as apostas de flexibilização da política monetária este ano.
As ações de tecnologia lideram os ganhos no índice Stoxx 600 depois que o setor atingiu novas máximas históricas em Wall Street nesta quarta-feira. A Nvidia, uma das principais beneficiárias da enorme enxurrada de investimentos em inteligência artificial, tornou-se a primeira empresa de chips de computador a atingir US$ 3 trilhões em capitalização de mercado, ultrapassando a Apple para se tornar a segunda empresa mais valiosa do mundo (atrás apenas da Microsoft).As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira, 5, impulsionando o S&P 500 e o Nasdaq a novos recordes históricos. A divulgação de indicadores nos Estados Unidos aumentou as expectativas de um possível corte de juros pelo Federal Reserve ainda neste ano.
Já o Ibovespa oscilou em torno da estabilidade na maior parte desta quarta-feira, 5, tentando até o início da tarde obter o primeiro fechamento positivo desde 27 de maio, o que interromperia uma série de cinco perdas diárias. O índice variou entre a mínima de 121.253,01 pontos (-0,45%) e a máxima de 122.170,07 pontos (+0,30%), mas acabou encerrando novamente em baixa, desta vez de 0,32%, aos 121.407,33 pontos, com um volume de negociações de R$ 19,6 bilhões.Na semana e no mês, o índice da B3 recua 0,57%, acumulando uma perda de 9,52% no ano.
O dólar comercial fechou esta 4ª feira a R$ 5,30. A moeda norte-americana atingiu o maior patamar desde 5 de janeiro de 2023, quando estava a R$ 5,35. Ou seja, a cotação mais elevada em 1 ano e 5 meses. No dia, a cotação do dólar avançou 0,11%. Em uma semana, variou positivamente em 1,97%.
Em Brasília, o Senado aprovou nesta 4ª feira a taxação federal de 20% sobre as “comprinhas” de até US$ 50. Os senadores também aprovaram o texto-base do PL do Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação) que, como sofreu mudanças, voltará para a Câmara.
A taxação foi aprovada por causa de uma manobra do comando do Senado em acordo com os líderes governistas para que a votação fosse simbólica. Ou seja, não houve registro de quem foi a favor ou contra a nova cobrança sobre as importações.