Mundaréu
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Mundaréu episodes

  • #2 – Mundo na sala de aula: Áudiocassetadas, quando o “erro” vem entre aspas

    “Mundo na sala de aula”, a nova série do podcast Mundaréu!

    Nesse episódio, vamos resgatar os melhores (ou piores) “erros” de gravação da primeira temporada do Mundaréu. Ligações mal sucedidas, equipamentos teimosos, gaguejadas, pigarros, palavras enroladas, confusões, risadas e muitos outros perrengues que marcaram os bastidores deste podcast. Também vamos aproveitar para refletir sobre o que pode dar errado em uma pesquisa de campo na Antropologia.

    Mas espera aí, o que é “dar errado”? O que o “erro” significa em uma pesquisa de campo? Como lidar com eles? É um erro falar “erro”? Dois antropólogos, o José Miguel Olivar (USP) e a Érica Souza (UFMG), vão nos ajudar a pensar essas questões a partir das adversidades e soluções que cada um enfrentou no trabalho de campo.

    Disciplinas que podem se beneficiar deste episódio:

    • Métodos e Técnicas de Pesquisa em Antropologia
    • Adversidades no fazer antropológico
    • Antropologia e Ética
    • Pesquisa qualitativa
    • Estudos de gênero e sexualidade
    •  Materiais que podem dialogar com este episódio:

      • ALBUQUERQUE, Fabiane Andrade. “Meu corpo em campo: Reflexões e desafios no trabalho com imigrantes na Itália”. Cadernos de Campo 26(1), pp. 309-326, jan-dez/2017.
      • CARRIÇO, Antônio. “De(s)ilusões biográficas”. In CIOCCARI, Marta; LEITE LOPES, José Sérgio. (Orgs.). Narrativas da desigualdade: Memórias, trajetórias e conflitos. Rio de Janeiro: Mauad, 2013, pp. 351-369.
      • Conversas da Kata #2: Pílula Conversas de Quarentena: Campos em quarentena: perspectivas, experiências e caos. Entrevistadora: Ana Carolina. Entrevistadas: Zané do Nascimento, Mimi Ahlam, Jéssica Zaramella. Brasília: PPGAS, junho, 2020. Podcast. Acesso em 15/08/2020.
      • GEERTZ, Clifford. “Um jogo absorvente: Notas sobre a briga de galo balinesa”. In ___.  A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2008, pp. 185-213.
      • GONÇALVES, João Felipe. “Mojitos com limões do campo: a produtividade das adversidades etnográficas”. Cadernos de Campo  27(1), pp. 351- 376, jan-dez/2018.
      • Materiais extras:

        • Transcrição completa do episódio.
        • Currículo lattes do Arthur Ulhôa
        • Currículo Lattes da Melissa Bevilaqua
        • Currículo lattes do José Miguel Olivar Nieto
        • Currículo Lattes de Érica Souza
        • “Quem canta”, de Danú e Tatá
        • “Tango Bango”, de E´s Jammy Jams
        • “Eraser”, fotografia de Gulden Erikli Tüllük
        • Agradecimentos: Agradeço as professoras Soraya Fleischer e Daniela Manica pelas orientações, apoio e pela oportunidade de inventar esse episódio, a toda equipe do Mundaréu pela solidariedade, auxílio, dicas e sugestões e aos professores José Miguel Olivar e a Érica Souza pelas autorizações. Um agradecimento especial ao meu amigo Jay Khyl pela ajuda e paciência de responder minhas dúvidas técnicas.

          Expediente

          Apresentação: Arthur Ulhôa e Melissa Bevilaqua

          Produção: Arthur Ulhôa, Melissa Bevilaqua e Soraya Fleischer
          Montagem e edição do roteiro: Arthur Ulhôa, Soraya Fleischer e Daniela Manica
          Montagem e edição do episódio: Arthur Ulhôa e Lucas Linardi Carrasco
          Transcrição do episódio: Melissa Bevilaqua
          Conteúdo do sítio eletrônico: Arthur Ulhôa, Soraya Fleischer e e Daniela Manica
          Divulgação: Milena Peres e equipe do Mundaréu

          21 min
        • #1 – Mundo na sala de aula: A minha casa é muito engraçada: tem antropólogos e é ocupada

          “Mundo na sala de aula”, a nova série do podcast Mundaréu!

          Você já pensou em um dia chegar em casa e ter um antropólogo entrevistando a sua mãe na mesa da cozinha? E se a sua casa for uma ocupação de moradia popular de um antigo hotel no centro do Rio de Janeiro? E mais ainda: quando você menos percebesse, estivesse cursando antropologia? Foi mais ou menos isso o que aconteceu com o Hugo Virgilio, estudante de Antropologia da Universidade Federal Fluminense e em mobilidade estudantil na Universidade de Brasília. Ele produziu o primeiro episódio da nossa nova série: “Mundo na sala de aula”!

          Disciplinas que podem se beneficiar deste episódio:

          • Métodos e Técnicas de Pesquisa em Antropologia
          • Antropologia dos conflitos
          • Adversidades no fazer antropológico
          • Geografia Humana e Econômica
          • Teorias Antropológicas II
          • Antropologia urbana
          • Antropologia e ética
          • Antropologia visual
          • Materiais que podem dialogar com este episódio:

            • OLIVEIRA, Hugo Virgilio de. De um estranho no ninho: Quando antropólogos vão a campo. Monografia [Bacharelado em Antropologia]. Orientadora: Lucía Eilbaum. Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2022.
            • VIRGILIO, Hugo. “Um estranho no ninho: o corpo dos antropólogos e seus efeitos no trabalho de campo“. XIII Reunião de Antropologia do Mercosul, 2019.
            • GUTTERRES, Anelise dos Santos. “As diferentes formas de resistir em um contexto de ameaça de remoção de moradias”. Ayé: Revista de Antropologia 2(1), 2020, pp. 100-121.
            • RIBEIRO, F.; COELHO, K.; PATRIARCA, L.; BRAZ, P. Dossiê Adversidades no fazer antropológico – Parte I. Cadernos de Campo  (São Paulo 1991), 26(1), 2017.
            • RIBEIRO, F.; COELHO, K.; PATRIARCA, L.; BRAZ, P. Dossiê Adversidades no fazer antropológico – Parte II. Cadernos de Campo  (São Paulo 1991), 27(1), 2018.
            • BONETTI, Alinne; FLEISCHER, Soraya. Entre Saias Justas e Jogos de Cintura. Florianópolis: Editora Mulheres, 2007.
            • Mundaréu #4: lona, luta e andorinhas. Apresentadoras: Daniela Manica e Soraya Fleischer. Convidados: Irineu Pereira e Nashieli Rangel. Campinas: LABJOR, Abril, 2020. Podcast. Acesso em: 07/08/2020.
            • Cirandeiras #15: pandemia nas ocupações. Apresentadoras: Joana Suarez e Raquel Baster. Convidada: Maura Rodrigues. 2020. Podcast. Acesso em: 07/08/2020.
            •  Materiais extras

              • Transcrição completa do episódio
              • Currículo Lattes do Hugo Virgílio
              • Etnoquê? Introdução a Etnografia
              • Lutas pela moradia no centro da cidade
              • União Nacional pela Moradia Popular
              • Projeto Habitação Popular Quilombo da Gamboa – CONTRIBUA
              • Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (InEAC)/UFF
              • Consórcio Andifes
              • Filme: “O Outro Rio” de Émile B. Guérette
              • Música: “Quilombo, favela, rua” de Mano Teko (@manotekorj)
              • Expediente

                Apresentação: Hugo Virgilio e Luisa Nascimento
                Produção: Hugo Virgilio, Luisa Nascimento e Soraya Fleischer
                Montagem e edição do roteiro: Hugo Virgilio, Soraya Fleischer e Daniela Manica
                Montagem e edição do episódio: Hugo Virgilio e Lucas Linardi Carrasco
                Transcrição do episódio: Luisa Nascimento
                Autorizações para as músicas: Mano Teko – @manotekorj
                Conteúdo do sítio eletrônico: Hugo Virgilio e Soraya Fleischer
                Divulgação: Milena Peres e equipe do Mundaréu

                Agradecimentos: Um agradecimento as professoras Daniela Manica e Soraya Fleischer pela convite de pilotar esse primeiro episódio do Mundo em sala de aula e a toda a equipe do Mundaréu pelas sugestões e apoio. Também agradecer a UnB e seu Departamento de Antropologia pelo acolhimento, a professora Lucía Eilbaum (UFF); ao Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (InEAC) e ao Grupo de Estudo e Pesquisa em Antropologia do Direito e das Moralidades (GEPADIM). Também ao Mano Teko que tão gentilmente nos permitiu usar a usa música para embalar o episódio; ao Consórcio Andifes que permite a estudantes de graduação do Brasil inteiro a possibilidade de intercâmbio entre universidades federais; aos meus interlocutores, aos meus padrinhos Olga e Augusto pelo incentivo e por me ajudarem a me manter em Brasília, aos meus melhores amigos Eduardo, Yasmin e Luiza por sempre me apoiarem nas minhas loucuras e claro, aos meus pais por serem os melhores que eu poderia ter, por serem tão mente aberta e nos proporcionarem essa experiência tão legal que é o contato com a Antropologia.

                28 min
              • # 8 – Mundo, tempo e temporada

                Último da primeira temporada do Mundaréu, este episódio conta como esse tempo passou, para nós. Fala do mundo compartilhado que queremos criar com o Mundaréu, recapitulando um pouco nossos passos para a criação do podcast. Avaliamos, com nossa equipe e com os participantes dos episódios anteriores, os desafios e aprendizados de lançar um material em áudio na Antropologia, mostrando as diferentes facetas deste projeto de pesquisa, docência e extensão. Além disso, trazemos as vozes das/dos estudantes que têm participado da feitura cotidiana deste podcast.

                Contamos também um pouco sobre os próximos passos do Mundaréu.

                Já seguem nossas redes? @mundareupodcast, estamos no Twitter, Instagram e Facebook!

                Mais informações

                – Conheça nossa equipe!
                – Transcrição completa do episódio
                – Texto citado no episódio: CLIFFORD, James. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1998.

                Créditos

                – “Corpo a corpo” do Canto Cego,
                – “Eu quero luz, quero alegria”, de Rubinho do Vale.
                – “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília que embala sempre o Mundaréu!
                – Foto de capa do episódio: “Brokenness” por by Colin Adamson (FreeImages)

                Expediente

                Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
                Participação: Ana Noronha, Arthur Ulhôa, Bruno Campelo-Pereira, Fernanda Andreia Andrade, Hugo Virgílio, Irene Chemin, Lucas Linardi Carrasco, Luísa Nascimento, Melissa Bevilaqua, Milena Peres, Vinicius Fonseca, Zane do Nascimento.
                Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Lucas Linardi Carrasco
                Montagem e edição do roteiro: Daniela Manica e Soraya Fleischer
                Montagem e edição do episódio: Daniela Manica e Lucas Linardi Carrasco
                Composição das músicas e mixagem musical: Lucas Linardi Carrasco
                Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer e Daniela Manica
                Divulgação: Milena Peres

                Agradecimentos: Henrique Gomes, Patricia Barbosa, Marina Sena, Irineu Pereira, Marcel Bauab, Iranice do Nascimento, Fernanda Bittencourt, Geovane Flach, Marcela Vasco.

                 

                49 min
              • #7 – A gente vai no boca a boca

                “Eu nunca fiquei triste porque ele é assim, eu nunca fiquei mal por causa disso. Não, não! Ele é só meu filho, eu aprendi que antes do autismo tem uma criança ali e, hoje, tem um adulto lindo, um gato! Eu só queria saber como fazer pra deixar ele bem, pra ele ser uma criança feliz, pra ele ser um adolescente feliz do jeito dele”. (Depoimento de Iranice sobre o filho, Paulo Igor, em 5 de março de 2020).

                Saber. Saber o diagnóstico, saber como cuidar, saber como ajudar para ser feliz. Eis um direito pelo qual Iranice do Nascimento e tantas outras mães e pais de autistas lutam todo dia. Não é um direito evidente, nem acessível. Não está em todo lugar e nem é facultado a qualquer pessoa. Nesse episódio, conheceremos como essa luta foi feita por ela individualmente, e também institucionalmente, por meio da Associação Mão Amiga. Ao acompanhar as reuniões de acolhida dessa ONG, conhecer a proposta de “tratamento especializado”, caminhar pelas ruas do movimentado bairro da Pavuna na cidade do Rio de Janeiro, a antropóloga Clarice Rios vai aprendendo muito de perto, e também na prática, como se lida com o autismo no dia a dia.

                Mais informações

                – Transcrição completa do espisódio
                – Associação Mão Amiga – Bem Viver com Autismo, Pavuna/RJ.
                – Associação de Amigos do Autista, São Paulo/SP.
                – Currículo lattes da Clarice Rios
                – Livro organizado por Clarice Rios e Elizabeth Fein: Autismo em Tradução Uma conversa intercultural sobre condições do espectro autista. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2019.
                – Artigo de Clarice mencionado no episódio pela Iranice: “Nada sobre nós, sem nós? O corpo na construção do autista como sujeito social e político”. Sexualidad, Salud y Sociedad – Revista Latinoamericana, número 25, 2017, pp. 212-230.
                – Entrevista com Clarice Rios sobre um panorama da discussão do autismo no Brasil. Por Raquel Torres, Outras saúdes, 02/04/2019.

                Músicas, sítios e fotos

                – “Eu quero luz, quero alegria”, de Rubinho do Vale, que nesse episódio homenageia Mônica Accioly.
                – Sítio eletrônico do Rubinho do Vale.
                – “Quem canta”, música de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília, que embala sempre o Mundaréu.
                – Foto de capa do episódio: detalhe de encarte do Supermercado Guanabara/RJ.

                Expediente

                Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
                Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Fernanda Andrade, Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo
                Gravação: Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
                Transcrição das entrevistas: Fernanda Andrade
                Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica
                Montagem e edição do episódio: Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo
                Autorizações para as músicas: Soraya Fleischer e Lucas Linardi Carrasco
                Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer e Daniela Manica
                Divulgação: Milena Peres e Julia Couto

                Agradecimentos

                Paulo Igor, Mônica Accioly, Associação Mão Amiga, Danny Dee, Clarice Rios, Danú e Tatá e especialmente ao Rubinho do Vale.

                43 min
              • #6 – Ideias derrubam velhos valores

                “Fui pela primeira vez à ocupação de usuários de crack na esquina da Rua Flávia Farnese no Parque Maré, três quadras adentro da Av. Brasil, numa manhã de dezembro de 2013. O lugar em si já me instigou, pois se tratava de uma área liminar na favela, estruturada de antigos depósitos industriais e apartada das áreas residenciais e das ruas comerciais. Estava com Henrique Gomes, morador da Nova Holanda que então trabalhava na ONG Redes da Maré. A cena constituía-se de não mais que 15 barracos de lona preta que abrigavam os consumidores, os quais ainda acordavam, mas já nos olhavam de modo desconfiado. Ninguém conversou conosco. Henrique chamou por Vera, uma mulher negra de mais de sessenta anos, identificada como liderança local. Eu me apresentei a ela, disse vir de São Paulo e me apressei em dizer que não queria atrapalhá-la naquele momento, já que eu tinha intenção de retornar mais vezes para a realização de uma pesquisa. Era mesmo um primeiro contato.” (Taniele Rui, 2018, p. 63)

                Nesse episódio, vamos conhecer todos esses personagens, Dona Vera, uma importante liderança local; Henrique Gomes, morador do Complexo da Maré e interlocutor central da pesquisa; e Taniele Rui, antropóloga e professora da Unicamp. Eles vão nos contar várias histórias de como é fazer pesquisa no Rio de Janeiro, na Maré, numa época após os grandes eventos esportivos e na convivência com consumidores de crack. E conheceremos como a antropologia interpela criticamente a dita “guerra às drogas”, a principal política pública que tem sido empreendida para controlar o tráfico e o uso de substâncias ilegais.

                O impacto do Covid-19 nas comunidades de favela tem sido imenso. Se você quiser ajudar a Maré, há uma campanha muito bacana e bem organizada no site da ONG onde o Henrique trabalha. Na página deles, você encontra como doar bem facilmente: http://redesdamare.org.br/


                Mais informações
                – Transcrição completa do episódio. 
                – A citação acima vem desse artigo: RUI, Taniele. “Da deriva pela Av. Brasil à fixação numa esquina na Maré: usuários de crack refugiados da ‘pacificação’”. In: Juliana Farias, Lia Rocha, Márcia Leite e Monique Carvalho (orgs.). A militarização do Rio de Janeiro: Da pacificação à intervenção. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2018.
                – Currículo lattes da Taniele Cristina Rui.
                – Henrique Gomes trabalha na Redes de Desenvolvimento da Maré, “uma instituição da sociedade civil, é resultado de um longo processo de implicação dos seus fundadores com o movimento comunitário no conjunto de favelas da Maré e, também, na cidade do Rio de Janeiro”.
                – O Espaço Normal foi inaugurado em maio de 2018 como o primeiro espaço de referência sobre drogas em um território de favela.

                Expediente

                Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
                Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto, Vinicius Fonseca, Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo.
                Gravação: Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
                Transcrição das entrevistas: Bruno Campelo e Julia Couto.
                Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
                Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca, Lucas Linardi Carrasco, Bruno Campelo e Daniela Manica.
                Autorizações para as músicas: Lucas Linardi Carrasco e Soraya Fleischer.
                Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer, Daniela Manica e Bruno Campelo.
                Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

                Músicas

                – “Inventado” e “Corpo a corpo” do Canto Cego, uma banda do Complexo da Maré. A frase do título desse episódio, “Ideias derrubam velhos valores”, compõe uma das estrofes da segunda música.
                – “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília que embala sempre o Mundaréu! 

                Agradecimentos

                Clarice Rios, Danny Dee, Roberta Dittz e Canto Cego.

                 

                 

                46 min
              • #5 – Vozes na floresta e na universidade

                Lugar de índio é na floresta. Lugar de índio é na universidade, no happy hour do final do dia, na Moradia estudantil e também nas reuniões do Conselho Universitário. Na Unicamp, na UnB, na UFAM. Lugar de índio é na Marcha das Mulheres Indígenas, é viajando para Manaus, Brasília, Oiapoque, Índia ou também integrando a equipe de um projeto de pesquisa de Antropologia. São todos esses lugares, cada vez mais, cada vez mais longe.

                Nesse episódio, vamos conversar com Patrícia Barbosa, estudante da etnia Tukano, que fez o primeiro vestibular indígena realizado na Unicamp em 2018. Ela faz pesquisa com Artionka Capiberibe, professora e etnóloga do Departamento de Antropologia da Unicamp. Juntas, elas estiveram na Marcha das Mulheres Indígenas em 2019 como militantes, pesquisadoras e antropólogas. Universidade entre os povos na floresta e, de modo cada vez mais contundente, os povos da floresta na universidade – novos diálogos, novas vozes para conhecermos.

                Mais informações

                • Transcrição completa do episódio. 
                • Currículo Lattes da Artionka Capiberibe
                • Novo livro organizado por Artionka Capiberibe e Camila Loureiro Dias: Os índios na constituição. São Paulo: Ateliê Editorial, 2019.  
                • Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) – Vestibular indígena  
                • Rede Wayuri – Rede de Comunicadores Indígenas do Rio Negro  
                • Podcast Côpio Parente, boletim de áudio semanal com notícias de Brasília para os povos indígenas e povos da floresta, do Instituto Socioambiental (ISA)
                • Expediente

                  Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
                  Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Fonseca.
                  Gravação: Octávio Augusto (Rádio da Unicamp/SP) e Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
                  Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
                  Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
                  Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca e Daniela Manica.
                  Edição final do episódio: Daniela Manica.
                  Autorizações para as músicas: Lucas Linardi Carrasco e Soraya Fleischer.
                  Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

                  Músicas, filmes e campanhas

                  – Corpoterritório, de Elisa Mendes e Maria Lutterbach
                  – Primeira Marcha de mulheres indígenas, de Cristian Wari’u
                  – Episódio “#2anos de Copiô e duas boas notícias” do Copiô, Parente?
                  – Betinho – Campanha Contra a Fome no Brasil  
                  – “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília que embala sempre o Mundaréu! 

                  Agradecimentos

                  Elisa Mendes e Maria Lutterbach, Cristian Wari’u, Letícia Leite, Henyo Barreto Trindade Filho, Aline Rochedo da Editora Pachamama.

                  45 min
                • #4 – Lona, luta e andorinhas

                  No Brasil, 45% da área rural está nas mãos de menos de 1% das propriedades, segundo o estudo da ONG Oxfam Internacional (OXFAM, 2016). Segundo a Comissão da Pastoral da Terra, foram 29 assassinatos em conflitos no campo, no ano de 2019. No caso de lideranças indígenas, por exemplo, esse foi o número mais alto de assassinatos na última década (CPT, 2019). Padecemos de uma gritante concentração de terras, sofremos com uma enorme violência rural, vitimando principalmente aquelas pessoas que vêm lutando por um pedaço de terra para plantar, ter família, viver, sonhar.

                  Nesse episódio, vamos conhecer Irineu Pereira, importante liderança do movimento da Reforma Agrária no interior do Estado de São Paulo. Ele vai nos contar o que é acampar, assentar, batalhar pelo seu lote rural. Nashieli Rangel, antropóloga da Unicamp, vem estudando esse movimento há muitos anos, e nos mostrará como o diálogo com esse seu interlocutor tem sido fundamental em termos políticos, metodológicos e acadêmicos.

                  Mais informações

                  • Transcrição completa do episódio. 
                  • Currículo Lattes da Nashieli Loera Rangel
                  • Livro de Nashieli Loera Rangel, Tempo de acampamento. São Paulo: Editora UNESP, 2014, 231 p.
                  • Centro de Investigación y Estudios Superiores en Antropología Social (CIESAS) 
                  • Centro de Estudos Rurais (CERES/Unicamp) 
                  • Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
                  • Comissão Pastoral da Terra (CPT) 
                  • OXFAM Brasil
                  • Relatório Terrenos da desigualdade: Terra, agricultura e desigualdade no Brasil rural  (OXFAM, 2016)
                  • Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (ITESP)
                  • Expediente

                    Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
                    Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Fonseca.
                    Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp.
                    Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
                    Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
                    Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca.
                    Edição final: Daniela Manica.
                    Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

                    Músicas

                    “Floriô”, autoria de Zé Pinto e versão de Chico César.
                    “Blue Creek Trail”, de Dan Lebowitz
                    “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília. Essa música embala sempre o Mundaréu!

                    Agradecimentos especiais

                    Maria Silvana dos Santos, Christine Alencar, Rafael Villas-Bôas, Zé Pinto e Martina Ahlert.

                    44 min
                  • #3 – Pessoas cis podem fazer pesquisa com pessoas trans?

                    O que significa uma pessoa ser “cis”, ser “trans”?

                    Como acontece um processo de transição de gênero e quais podem ser os seus dilemas?
                    Muitos podem ser os desafios para quem faz pesquisa com as pessoas trans e pensa sobre o tema da transexualidade.
                    Como realizar uma pesquisa na Antropologia com esse tema?

                    São muitas perguntas. Nesse episódio, Érica Souza e Marcel Bauab vão nos ajudar com algumas respostas. Ela é antropóloga e professora da Universidade Federal de Minas Gerais. Ele é músico freelancer e luthier, passou pelo processo de transição e participou da pesquisa dela.

                    Mais informações

                    • Transcrição completa do episódio
                    • Currículo Lattes de Érica Souza
                    • Relatório do Projeto “Transexualidades e saúde pública no Brasil: entre a invisibilidade e a demanda por políticas públicas para homens trans” do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH/UFMG)
                    • Centro de Referência LGBT de Campinas/SP
                    • Expediente

                      Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
                      Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Ferreira.
                      Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp.
                      Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
                      Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
                      Montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca e Daniela Manica.
                      Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.

                      Músicas:

                      “Flutua” de Johhny Hooker com participação especial de Liniker.
                      “Dwarf Star“, de Freedom Trail Studio.

                      Agradecimentos especiais: Rafaela Bispo, Julia Morim, Paula Viana, Erica Colaço e Sarah Azoubel.

                      Mundaréu é embalado pela música “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília. Agradecemos sempre por essa parceria!

                      43 min
                    • #2 – Quando samsara é nirvana e nirvana é samsara

                      Nesse episódio, vamos conhecer Marina Sena, quiroprata, instrutora de ioga e mestranda na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Rodrigo Toniol, antropólogo e professor de Antropologia da Unicamp. Marina é uma das profissionais de saúde que participa de uma equipe de pesquisadores interessados em entender a relação entre saúde e espiritualidade. Rodrigo pesquisa o que essa equipe vem fazendo.

                      Como fazer pesquisa sobre a pesquisa alheia, como fazer pesquisa sobre o fazer científico? E quando essa ciência se produz a partir da rezas, chás, mandalas, mantras, práticas de respiração, visualização e meditação? Como é uma Antropologia sobre as PICS – as Práticas Integrativas e Complementares no SUS?

                       

                      Mais informações

                      • Transcrição completa do episódio.
                      • Currículo Lattes de Marina Sena
                      • Currículo Lattes de Rodrigo Toniol
                      • “Do Espírito na Saúde: oferta e uso de terapias alternativas/complementares nos serviços de saúde pública do Brasil”, para quem quiser conhecer a tese e o livro do Rodrigo Toniol.
                      • Artigo do Rodrigo Toniol no periódico Anuário Antropológico do Departamento de Antropologia da UnB:  “Atas do espírito: a Organização Mundial da Saúde e suas formas de instituir a espiritualidade”
                      • Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
                      • PICS no SUS
                      • Expediente

                        Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
                        Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Julia Couto e Vinicius Ferreira.
                        Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp.
                        Transcrição das entrevistas: Julia Couto.
                        Montagem e edição do programa: Vinicius Fonseca e Daniela Manica.
                        Divulgação: Milena Peres e Julia Couto.
                        Música: “Day 241 Merkabah Activation, Crystal Merkaba Meditation“

                        36 min
                      • #1 – Uma putafeminista, um puta antropólogo

                        O trabalho sexual é a profissão de Betânia Santos e o tema de pesquisa do antropólogo José Miguel Olivar Nieto. Ela, maranhense morando em Campinas/SP; ele, colombiano morando em São Paulo/SP. Nesse episódio, vamos conhecer os dois e conhecer as delicadezas e desafios de seus trabalhos.

                        Como é fazer pesquisa sobre o trabalho sexual? Quais são os cuidados éticos necessários e as estratégias metodológicas? Que tipo de expectativas as putas têm sobre os resultados gerados pela Antropologia?

                         

                        Mais informações

                        • Transcrição completa do episódio.
                        • Associação Mulheres Guerreiras
                        • Daspu
                        • Núcleo de Estudos da Prostituição/NEP
                        • Núcleo de Estudos de Gênero -PAGU
                        • Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (Unicamp)
                        • Currículo lattes do José Miguel Olivar Nieto
                        • Expediente
                          Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
                          Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Vinicius Ferreira e Julia Couto
                          Gravação: Octávio Augusto, Rádio da Unicamp
                          Transcrição, montagem e edição do episódio: Vinicius Fonseca e Daniela Manica
                          Música: “Funk da Daspu” foi composto para os desfiles da grife Daspu e gentilmente cedido para reprodução no episódio.

                          ​Ouça e veja mais

                          • “Funk da Daspu” de Gutz, Gimene e Kjá
                          • Documentário “Mulheres guerreiras: desbravando estradas da vida”, sobre a Associação Mulheres Guerreiras
                          • “O pedreiro” por José Miguel Olivar Nieto:
                          • 35 min

                          About Mundaréu

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                          Mundaréu, podcast de Antropologia produzido pelo Labjor/Unicamp

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