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Nesse episódio, ouviremos sobre uma pesquisa etnográfica feita em meio urbano e que perpassa questões como a importância da ocupação de espaços públicos, a dimensão sociopolítica do sofrimento e a urgência da democratização da Psicanálise. Convidamos a antropóloga Renata Leal para conversar conosco e nos contar como foi fazer o seu trabalho de conclusão de curso, “Psicanálise na Rua: notas de um encontro”, orientado pela professora Silvia Maria Ferreira Guimarães e defendido em 2020 na Universidade de Brasília.
Renata conviveu com o grupo Psicanálise na Rua, no coração de Brasília. E vai nos contar como foi fazer pesquisa na rua, perguntar e ouvir sobre saúde mental, o seu processo de escrita, os seus “rascunhos zoados”. Vamos ouvir?
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Agradecimentos: Renata Leal, Psicanálise de rua, toda a equipe do Mundaréu.
Nesse episódio, Thaise Oliveira, formada em Jornalismo e em Antropologia, nos contará como foi fazer o seu TCC sobre as relações inter-étnicas na África do Sul. A partir dos principais jornais do país, ela encontrou tirinhas e charges sobre o polêmico ex-presidente Jacob Zuma, que ficou no poder entre 2009 e 2018. Thaise também vai contar como foi achar o tema de pesquisa, fazer a pesquisa de campo em outro país e seu processo de orientação pela professora Juliana Braz Dias na Universidade de Brasília. Com “Percepções sobre identidades étnicas e raciais em charges sobre Jacob Zuma na África do Sul”, preparem-se para ter uma pequena experiência sonora e cultural sobre a nação arco-íris, a África do Sul.
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Agradecimentos: Thaise Oliveira, Guilherme da Luz, parceiro, professor de percussão e de vida, que colaborou com a trilha sonora desse episódio, Milena Peres e a toda a equipe do Mundaréu tanto de Campinas, quanto de Brasília. Ainda, Soraya Fleischer e Daniela Manica, por sempre acolherem e incentivarem nossa equipe; Capes, CNPQ, CEAD/UnB e Labjor/Unicamp que incentivam o projeto do Mundaréu.
Neste episódio, entrevistamos Maria Luiza Vietes sobre sua monografia de graduação: “A casa e o homestay coabitando: uma etnografia do processo de transformação de casas de família em acomodações turísticas na Ilha de Ataúro em Timor-Leste”. O “homestay” é um tipo de serviço turístico onde estrangeiros pagam para ficar em casas de família. A coabitação entre turistas e nativos tem gerado uma série de transformações nas vidas, famílias e, principalmente, nas casas de timorenses. Retratando este cenário, o episódio irá refletir sobre o efeito de transformações econômicas no uso e circulação de objetos e pessoas no Timor. Também falamos sobre a trajetória de pesquisa da Malu, desde o primeiro encontro com sua orientadora, Kelly Cristiane da Silva, até sua ida ao Timor-Leste em 2018 e sua defesa em 2020, na Universidade de Brasília.
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Agradecimentos: Agradecimentos à Maria Luiza Vietes por ter aceitado e se disponibilizado em participar deste episódio, às professoras Soraya Fleischer e Daniela Manica pela coordenação e orientação desse importante projeto de ensino, pesquisa e extensão, aos estudantes Irene Chemin e Arthur Ulhôa por coordenarem a segunda temporada do “Mundo na sala de aula” e à solidariedade de toda equipe do Mundaréu.
Muita história e muita luta foram necessárias para que o encontro entre a liderança quilombola Maria Luiza Marcelino e o antropólogo Matheus Viana acontecesse, lá na Comunidade Quilombola Namastê em Ubá, Minas Gerais. O Matheus, com ouvidos e coração abertos, registrou com carinho as memórias centenárias da Mestra, sua força e zelo singulares. Nesse episódio, você vai conhecer um pouco dessa longa trajetória de pesquisa, orientada pelo professor Carlos Alexandre Barbosa Plínio dos Santos e defendida em 2020 na Universidade de Brasília com o TCC intitulado “De 1836 até aqui: Histórias de vidas, lideranças, lutas e espiritualidade de Maria Luiza Marcelino (Ubá/MG)”.
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Agradecimentos: Mestra Maria Luiza Marcelino, Matheus Viana, Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG, Ana Noronha.
Seu Dedé, Tila, Varlei, todos garimpeiros e garimpeiras de cristal, filhos e netos de outros que também garimparam nesses morros e chapadas. Nesse episódio, vamos conhecer esses interlocutores da antropóloga Julia Tossin Noleto. Ela produziu o trabalho intitulado “Tem vez que o cristal dá em cima. Tem vez que ele dá na baixada: Uma etnografia do conhecimento do garimpo e dos garimpeiros de cristal de rocha da Chapada dos Veadeiros/GO”. A Julia fez a graduação em Antropologia na Universidade de Brasília e defendeu seu TCC no ano de 2020, orientada pelo professor Henyo Trindade Barreto Filho.
A convidada vai nos contar sobre o tema de sua pesquisa, as estratégias metodológicas que ela utilizou em campo, o processo de escrita do trabalho, a inclusão de fotografias e, por fim, os resultados que chegou com seu TCC. Vamos conhecer a Chapada dos Veadeiros, seus moradores e moradoras e a história do garimpo de cristal.
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Agradecimentos: Seu Dedé, Tila, Varlei, garimpeiras e garimpeiros da Chapada dos Veadeiros/GO, José Procópio, Tico Magalhães, Seu Estrelo e equipe do Mundaréu.
Nesse episódio, vamos conversar com a Ana Cláudia Knihs. O seu TCC se intitula, “Se você abrir o armário do meu filho, só tem remédio”: Reflexões antropológicas sobre os medicamentos no cenário da Síndrome Congênita do Zika Vírus em Recife/PE. A Ana se graduou em Antropologia pela Universidade de Brasília e defendeu seu trabalho no ano de 2020, sob a orientação de Soraya Fleischer.
Vamos conhecer como ela integrou uma equipe de pesquisa e foi até o Recife conhecer famílias atingidas pela epidemia do Vírus Zika. Como ela transformou um tema de iniciação científica em um tema do TCC. E, depois, como Ana Cláudia se preparou para a defesa e apresentou o seu trabalho para uma banca examinadora.
Página do episódio.
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Agradecimentos: Mães e famílias de micro, Raquel Lustosa e equipe de pesquisa, Rosana Castro, Departamento de Antropologia, CNPq, Lia de Itamaracá e equipe do Mundaréu.
Assim como em antropólogos pioneiros, o Pedro Ribas foi até outro país para pesquisar cultura e política. Mas diferente dos clássicos, ele viveu essa experiência em 2019, fez do WhatsApp o seu caderno de campo, marchou pelas ruas junto com seus amigos e amigas catalães. Em “Festa e desobediência em nome da independência da Catalunha: eventos e mobilizações do Procés”, ele mostrou como a coletividade é importante desde a feitura e a escrita do TCC até as manifestações, preservação da memória e luta por um Estado independente. Orientado por Luiz Eduardo de Lacerda Abreu, defendeu sua dissertação de graduação em Antropologia na Universidade de Brasília em 2020.
*Errata: Artés, a cidade que Ana e Pedro visitaram, não fica a 600km, mas a 74km de Barcelona.
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Agradecimentos: Pedro Ribas, Ada Berrojo, Ana Claudia Knihs, Natalia Ubiali e Malu Vietes. E a equipe do Mundaréu, em especial, Raíssa Almeida e as coordenadoras da segunda temporada do Mundo na sala de aula, Irene Chemin e Arthur Ulhôa, e as coordenadoras do Mundaréu, Soraya Fleischer e Daniela Manica.
A chuva vem, crescem as árvores, florescem, geram frutos e sementes. As pessoas gostam muito das sementes de Andiroba, Ucuúba e Murumuru, que existem lá na maior floresta tropical do mundo, a Amazônia, e as coletam e trabalham junto com elas na produção de óleos vegetais. O Bruno Campelo Pereira, graduado em Antropologia pela Unicamp, acompanhou todo esse processo, em diálogo com sua mãe e principal interlocutora, Vera Lúcia Campelo, que nasceu no município de Itamarati, no Médio Rio Juruá/AM. E assim, orientado pela professora Artionka Capiberibe, ele defendeu em 2020 o seu TCC, “Mercadores da Floresta: extrativistas do Óleo no Médio-Juruá e suas Economias”. Vamos ouvir o que essas sementes têm para nos dizer?
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Agradecimentos: Bruno Campelo Pereira, Vera Lúcia e Celina Campelo, Artionka Capiberibe, sementes de Andiroba, Ucuuba e Murumuru.
O Mundo na sala de aula é uma série do Mundaréu. Em 2020, foi lançada a Primeira Temporada e, agora em 2021, chega a Segunda Temporada. Estreia no dia 2 de agosto, em 9 episódios, com frequência quinzenal, às segundas-feiras cedinho da manhã. Confira o teaser de lançamento.
Produzida por estudantes de Antropologia, a série é também destinada a estudantes de Ciências Sociais e de outras áreas. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) será o foco dessa nova temporada. O que levar em conta para escolher um tema de pesquisa? Como encontrar uma orientadora? Onde realizar a pesquisa de campo, registrar os dados e depois analisá-los? Que bibliografia poderá ajudar? Na hora da defesa pública do TCC, como lidar com as perguntas da banca? E depois, o que fazer com a monografia pronta, para quem devolver, divulgar, discutir?
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Agradecimentos: Entrevistadas, suas orientadoras e comunidades com quem realizaram suas pesquisas, Rosa Venina, Biblioteca Central da UnB, Ellen Oléria e demais músicos e bandas.
GIF, emoji, sticker, áudio, texto, foto e vídeo. Quantas são as formas para se comunicar por um celular? O que conseguimos transmitir por essa pequena tela? Como os aplicativos de mensagem ajudam a fazer pesquisa antropológica quando se está longe, quando se está no meio da pandemia?
Flávia Medeiros, antropóloga da UFSC em Florianópolis, e Penha Xavier, liderança comunitária da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro, já trocaram muito e continuam trocando agora em tempos de distanciamento social. Produzem juntas uma Antropologia potente sobre o racismo, o encarceramento em massa, o abolicionismo penal, o genocídio da população negra no país. E tudo pelo zap.
** Penha da Silva Souza Xavier tem 54 anos, é egressa do sistema penitenciário e atualmente está cursando o 3° ano do Ensino Médio no Colégio Pedro II. Penha é militante do movimento social pelos direitos de mulheres presas e egressas e cria seus 8 netos. Para apoiar a Penha estamos fazendo essa campanha na qual você pode contribuir transferindo quantia de qualquer valor diretamente no PIX 01952701775. Os comprovantes podem ser encaminhados diretamente para a Flavia (WhatsApp 21-99962-1751). Agradecemos muitíssimo a todes.
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Agradecimentos: Penha, Vitória e Flávia; Doralyce, Bia Ferreira e Vinicius Lezo; Arthur Cruvinel, Altafonte e Colmeia 22; e Ellen Oléria.
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