Mundo RH
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Mundo RH episodes

  • A vaga promete, o Glassdoor confirma?

    A vaga promete, o Glassdoor confirma? Lucas Rizzardo, executivo da plataforma, mostra como relatos reais de candidatos e ex-colaboradores estão redefinindo o employer branding. Ouça agora mesmo e descubra por que reputação não se controla com campanha.



    37 min
  • A mesma empresa, diferentes momentos de carreira

     Antonio Napoleone Neto, do Bradesco, discute como a proposta de valor ao colaborador precisa fazer sentido tanto para quem começa quanto para quem busca um novo grande desafio. 


    A mesma empresa pode representar o primeiro emprego de alguém e, ao mesmo tempo, o próximo grande desafio de outra pessoa. Mas será que a proposta de valor ao colaborador conversa com esses dois momentos?

    Antonio Napoleone Neto, do Bradesco, provoca essa reflexão no Vozes que Movem Empresas.




    37 min
  • Toda empresa tem uma história sobre como é trabalhar ali

    Ela está no EVP, nos valores, nas campanhas e nos selos. Mas existe outra versão: aquela que os funcionários contam quando a empresa não está na sala.

    E o que acontece quando essas duas histórias não combinam?

    Neste episódio do Vozes que Movem Empresas, Anderson Mendes conversa com Izabeli Pereira, coordenadora de Comunicação Interna e consultora em Employer Branding e Cultura Organizacional, sobre cultura, liderança, reputação e as incoerências que nenhuma campanha consegue esconder.

    Uma conversa sobre um erro cada vez mais caro: investir mais energia em parecer uma excelente empresa para trabalhar do que em construir uma experiência que sustente essa promessa.

    Porque talvez sua marca empregadora não precise de uma história melhor, talvez precise começar pela história que seus funcionários já estão contando.

    🎧 Dê o play e descubra o que acontece quando a promessa da marca encontra a vida real.

    41 min
  • Cultura aparece quando a vida acontece


    O que acontece quando a vida real coloca à prova aquilo que uma empresa diz acreditar?

    Letícia Veltrone descobriu que estava grávida justamente na primeira semana em uma nova empresa e ao assumir sua primeira posição de liderança.

    Neste episódio de Vozes que Movem Empresas, falamos sobre maternidade, liderança, cultura e fundamentalmente sobre Employer Branding.

    Uma conversa humana e necessária sobre carreira, vulnerabilidade e uma provocação importante: a cultura de verdade aparece quando a vida acontece.

    🎙️ Dê o play e ouça o episódio completo

    36 min
  • IA no RH muda processos e amplia papel estratégico

    Em conversa com o Mundo RH, Thaylan Toth, CEO da Mindsight, explica por que a inteligência artificial nativa pode transformar a gestão de pessoas sem retirar o julgamento humano das decisões.

    A inteligência artificial já chegou ao RH. Mas será que as empresas estão realmente transformando a gestão de pessoas ou apenas adicionando novas ferramentas a processos antigos?

    Essa é uma das provocações que conduzem o novo episódio do podcast do Mundo RH, que recebe Thaylan Toth, fundador e CEO da Mindsight, para uma conversa sobre inteligência artificial, tecnologia e o futuro da gestão de pessoas.

    No episódio, Toth explica o conceito de uma plataforma AI Native, na qual a inteligência artificial não aparece apenas como um recurso adicional. Ela está integrada ao funcionamento do sistema e pode apoiar diferentes etapas da gestão, desde a criação de pesquisas e avaliações até a análise de informações e a construção de planos de ação.

    Um dos pontos centrais da conversa é justamente a capacidade da IA de lidar com algo que sempre foi desafiador para o RH: contexto, narrativas e particularidades humanas. Para o executivo, a tecnologia permite abandonar parte da lógica de processos excessivamente padronizados e responder com mais rapidez às necessidades específicas de áreas, equipes e gestores.

    Mas isso não significa entregar todas as decisões aos algoritmos. Toth defende um modelo híbrido, no qual a IA automatiza tarefas, organiza informações e amplia a capacidade operacional, enquanto o profissional de RH continua exercendo julgamento, interpretação e relacionamento humano.

    A discussão ganha ainda mais relevância diante dos dados apresentados pela Mindsight: apenas 17,7% dos RHs já possuem iniciativas de IA em execução, enquanto 77,3% dos profissionais não se consideram totalmente preparados para aplicar a tecnologia no cotidiano.

    Ao longo do episódio, a conversa passa ainda por recrutamento, avaliação de desempenho, engajamento, produtividade e pelo impacto da IA em empresas médias e equipes enxutas.

    Mais do que falar sobre tecnologia, o episódio coloca uma questão sobre a mesa: se a IA pode assumir parte do operacional, o que o RH fará com o tempo, a inteligência e a capacidade estratégica que ganhará?

    54 min
  • Cultura ajuda uma empresa a vender mais?

    Neste episódio do Vozes que Movem Empresas, Lucas Pirito, líder de RH da Flash, mostra como cultura pode sair do discurso e entrar de verdade na estratégia do negócio.

    Da avaliação de performance à voz dos colaboradores, a conversa revela o que muda quando cultura deixa de ser um valor escrito na parede e passa a orientar escolhas, comportamentos e resultados.

    🎙️ Dê o play e confira essa conversa!

    39 min
  • Toda empresa tem uma marca empregadora. A pergunta é se alguém está cuidando dela.

    No novo episódio do Vozes, recebemos Ligia Oliveira para uma conversa sobre employer branding que começa antes da atração e não termina no desligamento. A especialista da Cia de Talentos analisa por que anúncios de vaga genéricos fazem a empresa competir consigo mesma e mostra o custo real de trocar aderência por volume de currículos. 

    A conversa passa ainda por equilíbrio como teste de coerência, a quebra da promessa na relação com a liderança, employee advocacy e a virada de controlar a mensagem para merecer a mensagem. Um episódio para quem entendeu que a experiência é a única prova que nenhuma comunicação consegue substituir.

    39 min
  • Uma estratégia global de employer branding precisa aprender a falar local

    Traduzir uma campanha é suficiente para que ela funcione em diferentes países? Para Pedro Neumann, tropicalizar um EVP exige muito mais: é preciso traduzir expectativas, compreender a cultura local e adaptar a narrativa sem descaracterizar a promessa global.

    Neste episódio de Vozes que Movem Empresas, Pedro compartilha sua experiência na tropicalização do EVP da UnitedHealth Group no Brasil e explica como imagens locais, conteúdos com colaboradores e testes A/B ajudaram a aumentar identificação, engajamento e conversão.

    A conversa também aborda as métricas que conectam employer branding ao negócio, a importância das candidaturas qualificadas, o papel do Glassdoor na escuta da reputação e os cuidados necessários para não transformar promotores internos em porta-vozes artificiais.

    Um episódio sobre contexto, autenticidade e a coragem de escutar o que a empresa ainda não sabe, ou talvez não queira ouvir.

     

    36 min
  • Employer branding deveria atrair menos gente?

    Uma marca empregadora forte precisa ser desejada por todos — ou deve deixar claro para quem aquela empresa realmente faz sentido?

    Neste episódio de Vozes que Movem Empresas, recebemos Lucas Bosco, especialista em employer branding, para discutir por que volume de currículos não é sinônimo de uma estratégia bem-sucedida.

    A conversa aborda a importância de priorizar retenção antes da atração, os quatro atributos de um EVP consistente, a distância entre promessa e experiência e o papel da comunicação interna na construção de uma marca verdadeira.

    Lucas também explica como estimular o employee advocacy sem padronizar a voz dos colaboradores e por que as empresas precisam trocar “liberdade com responsabilidade” por “liberdade com consciência”.

    Um papo sobre cultura, transparência e a coragem de mostrar uma organização como ela realmente é — inclusive para quem decidir que aquele lugar não é para si.

    39 min
  • Da promessa à voz: como nasce uma marca empregadora

    A marca empregadora não começa na vaga. Ela começa na vontade de permanecer e ganha força quando o colaborador decide contar que faz parte.
    Neste episódio de Vozes que Movem Empresas, recebemos Vanessa Cynbaluk para uma conversa sobre a jornada que conecta Employer Branding, Employee Experience e Employee Advocacy.


    Em três atos: a promessa, a experiência e a voz, o episódio discute por que atrair talentos é apenas o começo. A verdadeira reputação de uma empresa é construída quando a cultura apresentada ao mercado encontra respaldo na liderança, no ambiente de trabalho e na experiência cotidiana das pessoas.
    Vanessa também aborda a atração de jovens talentos, a adaptação do EVP a diferentes culturas e a preparação de embaixadores capazes de representar a empresa sem perder sua autenticidade.


    Como transformar colaboradores em vozes da marca sem criar discursos artificiais? E o que precisa existir antes de ensinar alguém a publicar, falar ou representar a organização?


    Dê o play e descubra por que nenhuma campanha sustenta por muito tempo uma promessa que o cotidiano desmente.

    Dê o play e descubra por que a marca empregadora mais poderosa não é aquela que fala mais alto, mas aquela cuja experiência confirma o que foi prometido.

    30 min

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