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Em entrevista ao MUNDO RH, Henrique Cacique analisa como cultura, experiência, escuta e método podem transformar a marca empregadora em uma estratégia para atrair talentos e criar razões para que eles permaneçam.
“Marca empregadora não começa na vaga. Ela começa na vontade de permanecer.”
A reflexão abre o primeiro episódio do podcast Vozes que Movem Empresas e sintetiza o debate conduzido com Henrique Cacique, especialista em employer branding, comunicação interna, cultura organizacional, People Analytics, inteligência artificial aplicada ao RH e atuação como HRBP.
Durante a conversa, Cacique propõe ampliar a compreensão sobre employer branding. Em vez de restringir o tema às campanhas de recrutamento, à divulgação de vagas e à reputação externa, ele defende que a marca empregadora também seja construída a partir da experiência vivida pelos profissionais dentro da organização.
Sob essa perspectiva, a empresa não é somente uma marca que busca candidatos. É uma organização que emprega pessoas, estabelece relações, comunica valores e produz experiências que podem fortalecer ou enfraquecer o desejo de permanência.
Employer branding precisa superar as campanhas
Um dos pontos centrais do episódio é a forma como o employer branding foi incorporado por parte das empresas brasileiras. Na avaliação do especialista, a disciplina acabou excessivamente associada ao marketing de atração, reduzindo seu espaço nas decisões relacionadas à cultura, liderança, experiência do colaborador e retenção de talentos.
Quando sua contribuição é medida apenas pelo alcance de campanhas ou pelo preenchimento de vagas, a marca empregadora corre o risco de ser percebida como uma atividade de comunicação. Entretanto, quando consegue identificar problemas, interpretar a experiência dos profissionais e apoiar mudanças internas, passa a ocupar uma posição mais estratégica.
O desafio está em conectar competências de RH e marketing, mas sem limitar o employer branding a nenhuma dessas áreas. Para Cacique, é necessário desenvolver uma abordagem adequada à realidade das organizações brasileiras e capaz de dialogar diretamente com o negócio.
Cultura precisa aparecer nos comportamentos
A entrevista também discute como tornar a cultura organizacional mais concreta. Valores expostos em paredes, apresentações ou códigos internos não são suficientes quando não aparecem nas decisões, na conduta das lideranças e nas relações de trabalho.
Cacique destaca que as empresas precisam traduzir a cultura em comportamentos compreensíveis. Isso permite que os profissionais entendam o que a organização espera e possam avaliar se existe coerência entre o discurso institucional e a experiência cotidiana.
Sua trajetória nas áreas de design, tecnologia e gestão de pessoas também aparece como referência para a adoção de métodos como Design Thinking e Duplo Diamante. Essas ferramentas podem ajudar o RH a investigar necessidades, identificar problemas, testar hipóteses e desenvolver soluções com critérios mais claros.
A utilização de método também fortalece a apresentação dos projetos à alta liderança. Em lugar de defender apenas uma ideia, o profissional de RH consegue demonstrar o problema identificado, o processo de investigação, os dados considerados e os resultados esperados.
Experiências relevantes não dependem de grandes orçamentos
Os casos apresentados no podcast mostram que o encantamento dos colaboradores nem sempre exige ações grandiosas. Cacique relembra iniciativas desenvolvidas a partir de momentos pessoais, como a participação de um filho em uma final de campeonato, o aniversário de uma avó ou a chegada de um animal de estimação à família.
Embora simples, essas ações podem gerar impacto porque demonstram atenção ao contexto e reconhecem o colaborador para além de sua função profissional.
Em outra iniciativa, realizada com centenas de jovens, o brinde tradicional foi substituído por uma experiência de voo de balão. A proposta era criar uma lembrança significativa, em vez de entregar mais um objeto promocional.
Os exemplos reforçam que a experiência precisa estar relacionada ao público, ao momento e à identidade da empresa. Para o RH, a discussão deixa de estar concentrada no custo ou no formato da ação e passa a considerar o significado da experiência oferecida.
Escutar exige disposição para enfrentar críticas
O episódio também aborda a perda de controle das empresas sobre as narrativas relacionadas ao ambiente de trabalho. Plataformas como Glassdoor, Reddit, LinkedIn e TikTok ampliaram o espaço para que colaboradores e ex-colaboradores compartilhem suas percepções.
Para Cacique, estimular profissionais a se tornarem embaixadores da empresa também exige aceitar opiniões que nem sempre serão positivas ou alinhadas à comunicação institucional.
Nesse contexto, a principal questão é como a organização utiliza aquilo que escuta. Comentários e críticas podem ser ignorados, tratados como ataques ou transformados em informações para identificar problemas e melhorar a experiência dos profissionais.
Quando analisado por meio de dados, padrões e indicadores, o desconforto pode revelar distâncias entre a promessa da marca empregadora e a realidade encontrada pelos colaboradores.
Marca pessoal muda a relação com as empresas
Outro tema discutido é o crescimento das marcas pessoais no ambiente corporativo. Profissionais especializados e de alta performance conquistam cada vez mais visibilidade própria, algumas vezes alcançando reconhecimento superior ao da organização em determinados públicos.
Essa mudança exige uma nova negociação entre empresa e colaborador. A reputação do profissional não será necessariamente transferida para a marca empregadora. Para que essa associação aconteça, é necessário existir interesse, confiança e benefício para ambos.
As empresas podem contribuir oferecendo espaço para que seus especialistas ganhem projeção, mas também precisam garantir respaldo e coerência entre aquilo que comunicam publicamente e a experiência entregue internamente.
Uma discussão sobre o futuro do trabalho
Ao final da entrevista, Henrique Cacique defende que a área de employer branding tem condições de liderar discussões sobre o futuro do trabalho. Para isso, precisa ampliar seu campo de atuação e se conectar à cultura, à tecnologia, à experiência dos colaboradores, à escuta ativa e às prioridades do negócio.
O employer branding estratégico, segundo a reflexão apresentada no podcast, não é aquele que apenas torna a empresa mais atraente aos olhos do mercado. É o que contribui para construir uma organização sobre a qual as pessoas desejem falar e na qual encontrem motivos reais para permanecer.
O episódio completo do Vozes que Movem Empresas apresenta os casos compartilhados por Henrique Cacique e aponta caminhos para que lideranças e profissionais de RH transformem a promessa da marca empregadora em experiências percebidas no cotidiano
Em novo episódio do podcast do Mundo RH, Cecília Seabra, jornalista e especialista em economia e gestão da sustentabilidade, discute liderança, riscos psicossociais e inteligência artificial, além de apresentar as provocações de seu próximo livro, Allboarding.
Quando a escuta deixa de ser apenas discurso e começa a influenciar decisões, o que realmente muda dentro de uma empresa? Essa é uma das reflexões centrais do novo episódio do podcast do Mundo RH, que recebe a jornalista Cecília Seabra para uma conversa vibrante sobre relações humanas, liderança e o futuro do trabalho.
Ao longo da entrevista, a convidada defende que escuta e intencionalidade não devem ser tratadas como competências periféricas. Em ambientes marcados por mudanças aceleradas, pressão por resultados e novas tecnologias, essas capacidades passam a ocupar um lugar estratégico na cultura, na gestão de pessoas e na sustentabilidade dos negócios.
A conversa também aborda a atualização da NR-1 e a crescente atenção aos riscos psicossociais. O debate coloca lideranças e profissionais de RH diante de uma responsabilidade que vai além de ouvir: é preciso acolher, avaliar as situações e transformar os sinais apresentados pelos colaboradores em ações concretas.
Outro destaque é o conceito de Allboarding, tema do livro que Cecília está concluindo e cujo lançamento está previsto para este ano. A proposta amplia a visão tradicional do onboarding e convida as organizações a repensarem toda a jornada profissional — da contratação ao desenvolvimento, passando pelas relações cotidianas e até pelo desligamento.
A obra parte de uma provocação direta: pessoas não são recursos, mas agentes de transformação. Essa perspectiva desafia modelos tradicionais de gestão e propõe relações de trabalho mais conscientes, humanas e intencionais.
Em um cenário marcado pelo avanço da inteligência artificial e da automação, o episódio mostra por que a qualidade das relações humanas pode se tornar um dos maiores diferenciais competitivos das organizações.
Mais do que oferecer respostas prontas, a entrevista apresenta questionamentos que todo líder e profissional de RH deveria fazer. Afinal, a empresa está realmente preparada para ouvir — e, principalmente, para mudar?
Acompanhe este novo episódio do podcast do Mundo RH e participe dessa conversa urgente sobre pessoas, trabalho e transformação.
Neste episódio do podcast do Mundo RH, conversamos com Bettina Grajcer, especialista em ESG.
ESG deixou de ser apenas uma sigla bonita nos relatórios corporativos. Neste episódio do podcast do Mundo RH, conversamos com Bettina Grajcer, especialista em ESG, para entender como sustentabilidade, diversidade, governança, reputação, mudanças climáticas e gestão de pessoas já impactam a rotina das empresas brasileiras.
De forma simples e direta, a entrevista mostra por que ESG precisa sair do discurso e entrar nas decisões reais do negócio. Para o RH, o desafio é claro: preparar lideranças, engajar colaboradores e ajudar a transformar impacto positivo em estratégia de crescimento, redução de riscos e competitividade.
ESG deixou de ser apenas uma sigla bonita nos relatórios corporativos. Neste episódio do podcast do Mundo RH, conversamos com Bettina Grajcer, especialista em ESG, para entender como sustentabilidade, diversidade, governança, reputação, mudanças climáticas e gestão de pessoas já impactam a rotina das empresas brasileiras.
De forma simples e direta, a entrevista mostra por que ESG precisa sair do discurso e entrar nas decisões reais do negócio. Para o RH, o desafio é claro: preparar lideranças, engajar colaboradores e ajudar a transformar impacto positivo em estratégia de crescimento, redução de riscos e competitividade.
No novo episódio do podcast Mundo RH, Maurício Pedro compartilha reflexões práticas e humanas sobre liderança, autoconhecimento e o futuro das relações no trabalho
O podcast Mundo RH apresenta um episódio especial que mergulha em um dos temas mais urgentes do universo corporativo: a transformação da liderança. Em uma conversa profunda, provocativa e repleta de exemplos reais, o executivo e autor Maurício Pedro, com mais de quatro décadas de experiência, convida o público a repensar o que, de fato, significa liderar pessoas.
Autor do livro “Liderança Humanizada – O Líder muito além do herói”, Maurício traz uma abordagem que rompe com os modelos tradicionais baseados em hierarquia e controle. Ao longo do episódio, ele defende que liderança não é sobre o cargo ocupado, mas sobre o impacto gerado nas pessoas — uma construção que nasce do reconhecimento, da escuta e da capacidade de desenvolver talentos.
A conversa percorre temas essenciais para o RH e para executivos que enfrentam os desafios da nova economia do trabalho. Entre os destaques, estão a responsabilidade emocional do líder, o papel do autoconhecimento na tomada de decisão, a importância de criar ambientes saudáveis e o risco de lideranças autoritárias que afastam equipes e comprometem resultados.
Com uma linguagem acessível e reflexiva, Maurício também compartilha histórias marcantes de sua trajetória, mostrando como pequenos gestos — como um simples “bom dia” — podem revelar o clima emocional de uma equipe e influenciar diretamente a cultura organizacional.
Outro ponto alto do episódio é a discussão sobre o mito do “líder nato”. Para o autor, embora algumas pessoas tenham inclinações naturais, a liderança é, acima de tudo, uma competência que pode e deve ser desenvolvida ao longo do tempo.
Em um momento em que o Brasil registra altos índices de afastamento por saúde mental e as empresas são cada vez mais cobradas por ambientes psicologicamente seguros, o episódio se posiciona como um conteúdo estratégico para profissionais de RH, líderes e executivos que desejam alinhar performance e bem-estar.
Mais do que uma conversa, o episódio propõe uma reflexão sobre legado. Afinal, como destaca Maurício Pedro, liderar é, sobretudo, sobre fazer com que as pessoas se tornem melhores — e saiam das relações profissionais mais fortalecidas do que entraram.
Disponível nas principais plataformas, o novo episódio do podcast Mundo RH é um convite à transformação — pessoal, profissional e, sobretudo, humana.
No mundo do trabalho, a discussão sobre “pessoas certas, no lugar certo” ganhou uma camada nova: entender não só o indivíduo, mas o comportamento do time como um organismo vivo. Ao mesmo tempo em que cresce a pressão por resultados, líderes lidam com squads que se formam e se desfazem rapidamente, aumento de burnout e dificuldade em reter talentos.
É nesse cenário que entra a RH99, uma RH tech brasileira especializada em instrumentos digitais de avaliação psicológica e soluções de psicometria apoiadas por tecnologia e inteligência artificial. No centro dessa operação está a plataforma RX, que faz o mapeamento motivacional de equipes inteiras e ajuda o RH a tomar decisões mais assertivas sobre contratação, desenvolvimento e organização de times.
Neste episódio do podcast Mundo RH, Francisco Carlos conversa com Marco Sinicco, CEO da RH99, sobre como a análise comportamental coletiva está redesenhando o papel do RH e da psicologia organizacional dentro das empresas.
A conversa parte de um ponto pouco explorado do dia a dia corporativo: os “atritos silenciosos” – aqueles conflitos que não aparecem em relatórios, mas que corroem performance, clima e engajamento. A partir de um teste motivacional de personalidade, o Human Guide – tropicalizado para o Brasil, validado pelo Conselho Federal de Psicologia e integrado à plataforma RX –, a RH99 consegue mapear o “DNA motivacional” de cada pessoa em apenas dez minutos de respostas.
Com esses dados, a plataforma cruza perfis, simula cenários e mostra como líderes, gestores e equipes tendem a reagir sob pressão, colaborar entre si ou reter informações. O objetivo não é rotular ninguém, mas oferecer uma visão sistêmica: quem se complementa, onde estão os pontos de atrito, quais equipes têm mais propensão a ruídos de comunicação e que tipo de perfil faz sentido adicionar em uma nova contratação.
Marco explica como esse olhar coletivo muda a lógica tradicional do processo seletivo. Em vez de buscar apenas o “gênio da lâmpada” em termos técnicos, o RH passa a enxergar se aquele talento, na prática, vai fortalecer ou desorganizar um time que hoje funciona bem. A análise comportamental coletiva também apoia decisões de movimentação interna, sucessão de liderança e formação de squads, usando simuladores que testam combinações de perfis antes mesmo da mudança acontecer.
Outro ponto central da entrevista é a prevenção de burnout e riscos psicossociais. A plataforma RX cruza variáveis como estilo de liderança, nível de sensibilidade, dinâmica de equipe, gênero e faixa etária para apontar colaboradores que podem estar mais expostos a esgotamento – um tema que ganha ainda mais relevância com a entrada em vigor de normas que cobram das empresas ações preventivas na gestão de riscos psicossociais. A tecnologia não substitui o psicólogo organizacional, mas amplia sua capacidade de leitura e de atuação de forma antecipada, antes que a situação vire um caso grave ou judicial.
Marco também fala sobre o impacto direto na redução de turnover. Ao mapear o clima real das equipes, identificar ambientes mais tóxicos e readequar perfis de liderança e liderados, as empresas reduzem desligamentos caros, evitam contratações equivocadas e constroem times mais engajados. A ferramenta, diz ele, não é “barata” – mas custa menos que lidar com times desfuncionais, perda de talentos e imagem arranhada no mercado.
A entrevista aborda ainda os bastidores da adoção desse tipo de solução. Segundo Marco, o maior desafio não é técnico, é cultural: exige vontade da alta liderança de olhar para dados que podem revelar problemas em diretorias, sucessões mal encaminhadas e culturas que não conversam com o discurso oficial. Muitas empresas começam por um departamento crítico, colhem resultados e só depois expandem o uso da plataforma para toda a organização.
Outro gargalo é a formação dos profissionais que vão operar ess
No podcast do Mundo RH, Guilherme Luz, CEO da Galena, mostra como inteligência artificial e aprendizagem personalizada estão ajudando empresas a vencer a obsolescência das habilidades
🎙️ Imagine que mais de 70% das habilidades atuais deixarão de ser relevantes até 2030. Some a isso outro dado: 85% dos cargos que existirão em cinco anos sequer existem hoje. Para líderes de Recursos Humanos, esse cenário parece desafiador — e é. Mas também representa uma oportunidade única: colocar o RH no centro da estratégia das empresas.
Foi sobre esse tema que conversamos no podcast do Mundo RH com Guilherme Luz, cofundador e CEO da Galena, plataforma de desenvolvimento profissional que tem revolucionado a forma como organizações preparam seus times para o futuro.
Aprendizagem personalizada com inteligência artificial
Durante a entrevista, Luz explicou como a Galena utiliza inteligência artificial (IA) para criar planos de desenvolvimento individualizados para cada colaborador. A lógica é simples e poderosa: entender o ponto de partida, mapear os objetivos de carreira e construir uma trilha de aprendizagem que conecta habilidades inadiáveis ao que cada profissional precisa para evoluir.
🎙️ “Nosso propósito é ajudar empresas a desenvolverem talentos de forma estratégica, alinhando mais de 90% das habilidades aprendidas às competências essenciais da organização”, destacou Luz.
Na prática, a Galena disponibiliza um catálogo com mais de 250 mil cursos e recursos educacionais — de graduações a mentorias — e conecta cada pessoa ao que faz sentido para sua jornada.
People Analytics: o RH com visão estratégica
Outro ponto forte da conversa foi o impacto do People Analytics. Ao reunir planos de desenvolvimento individuais, a plataforma gera um mapa estratégico de habilidades que ajuda o RH a tomar decisões baseadas em dados.
Esse recurso permite, por exemplo, identificar profissionais prontos para ocupar novas posições antes de buscar talentos no mercado externo.
🎙️ “Hoje não dá mais para o RH navegar de olhos vendados. A tomada de decisão precisa ser baseada em dados em tempo real”, reforçou Luz.
Inteligência Artificial como multiplicador de produtividade
Se engana quem pensa que IA é assunto restrito a especialistas. Ferramentas como ChatGPT ou Gemini já estão democratizando o uso da tecnologia dentro das empresas, aumentando a eficiência em tarefas simples e abrindo espaço para que equipes se concentrem no que realmente importa.
Para o RH, esse movimento significa um impacto direto na produtividade, engajamento e retenção de talentos.
Habilidades que o RH precisa priorizar já
No bate-papo, Luz também destacou quais são as três habilidades essenciais que os RHs precisam colocar no radar para o desenvolvimento de seus colaboradores:
O futuro é agora
A mensagem central do episódio é clara: o futuro do trabalho já começou, e cabe ao RH acelerar a preparação dos colaboradores. Se a velocidade de mudança é um desafio, a aprendizagem contínua é a resposta.
🎙️ “RH, essa é a missão primordial: atualizar e potencializar equipes para que as empresas não se tornem obsoletas”, concluiu Luz.
Neste episódio do Podcast Mundo RH, o CEO da Mileto, Giuliano Amaral, explica por que o ensino técnico integrado ao Ensino Médio pode ser o ponto de virada para jovens que querem conquistar espaço no mercado de trabalho desde cedo.
Você já se perguntou por que tantos jovens terminam o Ensino Médio sem saber o que fazer da vida? E se a resposta estiver num caminho que une aprendizado com prática — e que o mercado de trabalho já valoriza de verdade?
No novo episódio do Podcast Mundo RH, o papo é reto com Giuliano Amaral, CEO da Mileto, que mostra como o ensino técnico pode ser um trampolim real para quem quer começar a carreira com o pé direito.
Essa conversa é essencial — não só pra você que tá terminando a escola e sente que precisa de um plano, mas também pros pais que querem orientar melhor seus filhos e pros gestores de RH que querem entender como ajudar a próxima geração a se desenvolver com mais preparo e protagonismo.
Spoiler: dá sim pra começar cedo e com propósito. Dá sim pra fugir das incertezas e já sair na frente com uma formação técnica de qualidade. E dá sim pra criar uma ponte forte entre escola e trabalho — basta escolher o caminho certo.
🎙️ Ouça agora, compartilhe com quem precisa dessa luz e bora falar sério sobre o futuro profissional dos nossos jovens!
Um brinde à gestão inteligente — como terroir, blend e maturação também fazem parte do dia a dia do RH e da liderança corporativa
Você já parou pra pensar que o segredo de uma boa liderança pode estar... em uma taça de vinho?
Neste episódio especial do Podcast Mundo RH, embarcamos em uma verdadeira degustação de ideias com Antonio Carlos Matos da Silva, estrategista e autor do livro “Equilíbrio, Estrutura e Estratégia – Como a arte do vinho pode inspirar a gestão empresarial”, publicado pela Editora Labrador.
A partir de uma imersão nas vinícolas, Antonio Carlos percebeu algo que pouca gente se dá conta: assim como o vinho, as empresas também precisam de cuidado com o solo (cultura organizacional), escolhas precisas de blend (diversidade de talentos), tempo de maturação (formação de líderes) e atenção total à experiência sensorial — sim, aquela que cria vínculos profundos com o cliente. 🍷✨
Este episódio é um convite para repensar os modelos de gestão, liderança e RH com mais profundidade, empatia e estratégia. Seja você um CEO, gestor de pessoas, profissional de cultura ou apaixonado por inovação — prepare sua taça (ou seu café!) e mergulhe com a gente nessa jornada sensorial e estratégica.
Dê o play, reflita e se inspire — porque uma empresa bem gerida, assim como um bom vinho, é feita de tempo, propósito e equilíbrio.
🔗 Ouça agora e compartilhe com sua equipe!
Podcast do Mundo RH revela como a tecnologia está simplificando a gestão de viagens e despesas nas empresas com a OnFly
Em um cenário onde as viagens a trabalho voltaram a crescer em ritmo acelerado — superando US$ 1,5 trilhão globalmente em 2024, segundo a GBTA — empresas de todos os portes enfrentam um velho conhecido: a complexidade na gestão de reservas, reembolsos e políticas de viagem. E é justamente nesse ponto que a OnFly vem fazendo a diferença para mais de 2 mil empresas em todo o Brasil.
A proposta da OnFly é simples e poderosa: centralizar toda a jornada de viagens e despesas corporativas em um só lugar, com controle, economia e foco no que realmente importa — a experiência do colaborador.
Muito além da reserva: gestão inteligente e economia real
Imagine um time de RH lidando com 50 viagens por mês. Sem uma solução digital, isso significa uma avalanche de e-mails, recibos perdidos, horas de conciliação manual e um risco alto de não conformidade com as políticas internas. Com a OnFly, esse cenário muda completamente.
Vinícius Lima, CMO da OnFly, explica:
“Nossa plataforma permite que o próprio colaborador faça reservas com autonomia, dentro das políticas da empresa, enquanto o gestor acompanha tudo em tempo real por meio de um dashboard intuitivo.”O impacto? Redução de até 40% nos custos com viagens corporativas e uma economia valiosa de tempo para as áreas de RH e financeiro.
Reembolso? Só se você quiser
A OnFly entende que experiência do colaborador importa. Por isso, substitui o tradicional e burocrático processo de reembolso por adiantamentos ou cartões pré-pagos corporativos com controle total de categorias e horários de uso — uma solução que, inclusive, chamou a atenção da Mastercard.
Um novo benefício que conecta pessoas à marca
Outro diferencial da OnFly é o Onhappy — um benefício que permite ao colaborador utilizar tarifas corporativas em viagens de lazer. Ele pode ser usado como bonificação, incentivo por metas ou até mesmo como parte do pacote de benefícios.
“A geração Z valoriza experiências. O Onhappy conecta emocionalmente o colaborador à marca. E empresas como a Sólides já usam esse recurso de forma ativa”, destaca Vinícius.Com total transparência fiscal, o Onhappy também permite ao RH acompanhar em tempo real o uso e a adesão, consolidando-se como uma ferramenta de engajamento e retenção.
Integrações que economizam tempo e energia
Além da economia financeira, a OnFly entrega integrações nativas com mais de 80% dos ERPs e sistemas de RH do mercado, como SAP, Workday e Totvs. Com isso, dados fluem automaticamente entre as áreas, evitando retrabalho e liberando os profissionais para atuarem de forma mais estratégica.
Se sua empresa ainda trata viagens como um mal necessário, talvez seja hora de repensar.
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