Natan Rufino | Áudio
Download on the App Store

Natan Rufino | Áudio episodes

  • O Alcorão manda matar quem não é muçulmano? | Natan Rufino
    Texto escrito na época do ataque a Charlie Hebdo:
    A Europa e o mundo se veem impressionados com os últimos acontecimentos envolvendo muçulmanos e a “pecaminosa liberdade de expressão ocidental”, como a chamam alguns “pensadores” islâmicos. Pelo menos 12 mortos e uma mensagem clara: “não falem mal de Alá! Não falem mal de Maomé! Não falem mal do Alcorão! Não falem mal do Islamismo! Se não vos submeterdes, nós os mataremos!”
    Diante da impressionante cena de “vingança” por parte de “muçulmanos radicais” (ainda que esta expressão seja um tanto quanto redundante), o mundo se mostra chocado sem saber como administrar os sentimentos em relação à ligação entre atentados desta natureza e a famosa “religião da paz”, o islamismo. Aqui se faz necessário o velho adágio popular: “O pior cego é aquele que não quer ver”.
    Em meio a todos os comentários televisionados pelo mundo, vejo que o pior inimigo para as atuais sociedades ocidentais que desejam o mínimo de paz e harmonia possíveis são os muçulmanos considerados MODERADOS, pois estes bons moços iludem aos que não conhecem os fundamentos do islamismo e os fazem acreditar que, talvez, estes “terroristas loucos” sejam apenas alguns desequilibrados que NÃO SEGUEM os verdadeiros fundamentos do Islã.
    Quero repetir pelo menos 4 coisas sobre o ISLAMISMO que você PRECISA saber:
    As passagens do Corão que falam de harmonia e paz são as primeiras citações de Maomé a serem escritas e as mais violentas constituem a segunda parte das citações. As mais recentes REVOGAM as primeiras, ou seja, as passagens violentas, intransigentes e que exigem assassinatos em massa e decapitações são as que estão valendo HOJE!
    A SHARIA é um tipo de lei que os muçulmanos têm a obrigação de implantar em todo o mundo e não podem descansar enquanto isso não se tornar uma realidade global. Para eles, democracia é pecado e abominação. Segundo eles a LIBERDADE DE EXPRESSÃO é uma falha na sociedade atual e serve apenas de brecha útil para a reivindicação da implantação do Islamismo. SHARIA, é a lei pela qual eles se sentem no direito de bater em suas esposas, açoitar publicamente alcoólatras e aqueles que jogam, amputar as mãos de ladrões, executar homossexuais, açoitar fornicadores e apedrejar até à morte aqueles que cometeram adultério. Pela própria SHARIA também são condenados à morte quem ousar criticar MAOMÉ, o ALCORÃO ou o ISLAMISMO. Tal “lei” ainda determina que os que abandonam o Islamismo sejam assassinados em nome de Alá e determina que aqueles que creem que Jesus é filho de Deus sejam decapitados. É também dever de todo muçulmano fazer guerra (JIHAD) contra todos os povos até que todas as sociedades e governos se curvem à “religião de Deus” em suas terras.
    Os muçulmanos PODEM ENGANAR quem não é muçulmano se isso for proteger suas vidas ou o islamismo. Também podem mentir em nome de Alá se isso favorecer o avanço e a expansão do ISLAMISMO em uma sociedade ou nação não muçulmana. Duas das palavras no mundo islâmico conhecidas por representar essa prática são: TAQIYYA e KITMAN.
    Quando os muçulmanos presentes em uma sociedade são a minoria, eles costumam citar os versos do Alcorão que falam de paz e harmonia, mas quando o número passa da metade da população local, é comum acontecer deles se tornarem mais agressivos e promoverem a incitação e mobilização islâmica através dos versos violentos.
    Quando você assistir a um suposto “muçulmano moderado” dando entrevistas sobre o acontecimento em Charlie Hebdo e você o ouvir dizer que tais práticas nada tem a ver com o Islamismo, saiba de uma coisa desde já: Ou ele está praticando a Taqiyya, dissimulando e torcendo a verdade de forma consciente, ou ele não é um verdadeiro muçulmano seguidor de Maomé, ou simplesmente não sabe quais os fundamentos essenciais de sua suposta religião.
    No Alcorão existem pelo menos 164 versos que conclamam todos os muçulmanos à guerra contra os “infiéis”. Alguns dos versos são bem explícitos com ordens de amputação de partes do corpo e também decapitações, e ordenam o assassinato de “infiéis” onde quer que se encontrem. Aos muçulmanos que não se juntam à esta guerra o Alcorão os chama de HIPÓCRITAS e são avisados de que Alá os enviará para o inferno se eles não se juntarem à “tão importante” carnificina. Diferentemente de textos de violência do Antigo Testamento, os textos do Alcorão não são apenas descritivos ou históricos; ao contrário disso, são textos mandatórios e NÃO ESTÃO limitados a um contexto passado e já obsoleto.
    O problema no Islamismo não se refere à presença de má pessoas em seu meio, mas à má ideologia presente na própria “religião” em si. O próprio exemplo pessoal de Maomé, seu fundador, e todo o legado espalhado pela história, mostram o rastro de sangue deixado pelo Islamismo onde quer que se tenha feito presente.
    Leia alguns dos versos do ALCORÃO citados abaixo e depois separe 14 segundos para meditar e tentar descobrir de onde vêm tamanha violência e intransigência praticada pelos seguidores de Maomé:
    Incitação à assassinatos e guerra contra não-muçulmanos até todos aceitarem o islamismo:
    [2.191] MATAI-OS onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.
    [2.192] Porém, se desistirem, sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.
    [2.193] E COMBATEI-OS ATÉ terminar a iniquidade e PREVALECER A RELIGIÃO DE DEUS. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, SENÃO CONTRA OS INÍQUOS.
    Incitação à guerra em prol do Islamismo:
    [2.244] FAÇAM GUERRA pela causa de Alá e sabei que Ele ouve e sabe todas as coisas.
    A guerra contra não-muçulmanos é uma ordem de Maomé:
    [2.216] Está-vos PRESCRITA A GUERRA (pela causa de Alá), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial; todavia, Alá sabe todo o bem que fizerdes, Alá dele tomará consciência.
    Incitação ao castigo de não-muçulmanos:
    [3.56] QUANTO AOS INCRÉDULOS, CASTIGÁ-LOS-EI SEVERAMENTE, NESTE MUNDO e no outro, e jamais terão protetores.
    Intransigência religiosa com ameaças de terror:
    [3.151] INFUNDIREMOS TERROR NOS CORAÇÕES DOS INCRÉDULOS, por terem atribuído parceiros a Alá [entre outros, Jesus e o Espírito Santo], sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso. Sua morada será o fogo infernal. Quão funesta é a morada dos iníquos!
    Incitação à guerra e ao suicídio terrorista:
    [4.74] Que FAÇAM GUERRA pela causa de Alá aqueles DISPOSTOS A SACRIFICAR A VIDA TERRENA pela futura, porque a quem FIZER GUERRA PELA CAUSA DE ALÁ, quer sucumba, quer vença, CONCEDEREMOS MAGNÍFICA RECOMPENSA.
    Incitação à guerra contra não-muçulmanos:
    [4.76] OS fiéis [muçulmanos] FAZEM GUERRA PELA CAUSA DE ALÁ; os incrédulos, ao contrário, combatem pela do sedutor. FAÇAM GUERRA, POIS, CONTRA os aliados de Satanás, porque a angústia de Satanás é débil.
    Como tratar desertores do islamismo, da jihad e da sharia:
    [4.89] Anseiam (os hipócritas) que renegueis [o islamismo], como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham se voltado para a causa de Alá. Porém, SE SE REBELAREM [contra o islamismo], CAPTURAI-OS então, MATAI-OS, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.
    Sacrifício e indução à guerra contra infiéis:
    [4.95] Os fiéis [muçulmanos], que, sem razão fundada, permanecem em suas casas, jamais se equiparam àqueles que SACRIFICAM OS SEUS BENS E SUAS VIDAS PELA CAUSA DE ALÁ; Ele concede MAIOR DIGNIDADE ÀQUELES QUE SACRIFICAM OS SEUS BENS E SUAS VIDAS do que aos que permanecem (em suas casas). Embora Alá prometa a todos (os fiéis) o bem, sempre CONFERE AOS JIHADISTAS UMA RECOMPENSA SUPERIOR à dos que permanecem (em suas casas).
    Perseguição, sofrimento:
    [4.104] E NÃO DESFALEÇAIS NA PERSEGUIÇÃO AO INIMIGO; porque, SE SOFRERDES, ELES SOFRERÃO TANTO QUANTO VÓS; porém, vós podeis esperar de Alá o que eles não esperam…
    Castigo, assassinato, crucificações, amputações, banimento:
    [5.33] O CASTIGO, para aqueles que LUTAM CONTRA ALÁ e CONTRA O SEU MENSAGEIRO [MAOMÉ] e semeiam a corrupção na terra, é QUE SEJAM MORTOS, OU CRUCIFICADOS, OU LHES SEJA DECEPADA A MÃO E O PÉ OPOSTOS, OU BANIDOS. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
    Decapitação, amputação, terror:
    [8.12] E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo INFUNDIREI O TERROR NOS CORAÇÕES DOS INCRÉDULOS; DECAPITAI-OS E DECEPAI-LHES OS DEDOS!
    Incitação à guerra até o islamismo prevalecer na terra:
    [8.39] GUERREIEM [contra os infiéis] ATÉ que não haja mais incredulidade, e até PREVALECER TOTALMENTE A RELIGIÃO DE ALÁ…
    Terrorismo e crueldade para infundir medo:
    [8.57] Se entrardes em GUERRA COM OS INFIÉIS, INFUNDA TERROR nos que estivem por trás deles, PARA QUE SE LEMBREM DISSO depois.
    Indução à chacinas e escravidão:
    [8.67] Não é dado a profeta algum fazer cativos de guerra, ANTES DE TER PROMOVIDO GRANDE CHACINA EM SUA TERRA…
    Prescrição para intimidar não-muçulmanos com armas:
    [8.59] E não pensem os incrédulos que poderão obter coisas melhores (do que os fiéis). Jamais o conseguirão.
    [8.60] Mobilizai TUDO QUANDO DISPUSERDES, EM ARMAS e cavalaria, PARA INTIMIDAR, com isso, o inimigo de Alá e vosso, E SE INTIMIDAREM AINDA OUTROS QUE NÃO CONHECEIS, mas que Alá bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alá, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados.
    Maomé é incitado a estimular os muçulmanos à guerra:
    [8.65] Ó Profeta, ESTIMULA OS FIÉIS [muçulmanos] À GUERRA. Se entre vós houvesse vinte perseverantes, venceriam duzentos, e se houvessem cem, venceriam mil dos incrédulos, porque estes são insensatos.
    Capturar, espreitar e matar não-muçulmanos é um dever dos muçulmanos:
    [9....
    0 min
  • Impureza Sexual e Arrependimento | Natan Rufino
    Jesus disse em Mateus 5.27-30 que o homem que olha para um mulher com “intenção impura”já adulterou com ela no coração. Deus está deixando claro que fantasias, intenções e pensamentos indevidos na área sexual são considerados por ele como pecados consumados. Obviamente que ele não se refere a pensamentos que simplesmente “vem” (que devem ser resistidos e expulsos), mas se refere a pensamentos que são deliberadamente desenvolvidos pela pessoa. Muitos dos religiosos da época que se orgulhavam e desprezavam os outros por não se considerarem adúlteros como os demais, agora estavam diante da realidade deixada por Jesus do “adultério emocional”.
    Jesus tomou a iniciativa de tocar neste assunto porque o considerou necessário. Ele fala com uma comunidade de homens, em sua maioria casados, e que, segundo ele, provavelmente incorriam no pecado que ele reprova. Todos os elementos mencionados por Jesus neste texto apontam para a prática da masturbação: olhar para uma mulher com intenções impuras e depois sugere arrancar o olho e cortar a mão. A abstinência sugerida por Jesus tinha por objetivo a preservação de uma vida pura e o objetivo de evitar que a impureza levasse todo o corpo para o inferno.
    As Escrituras estão cheias de passagens que falam contra a impureza sexual, como você observará nesta mensagem. Contudo, a mesma Bíblia também está repleta de passagens que apontam para o caminho do arrependimento e tratam sobre a sua importância para a santidade e pureza na vida do servo de Deus. Quando realmente entendemos o que é o arrependimento bíblico pode parecer que as Escrituras minimizam a relevância do pecado, mas a verdade é que elas glorificam a dignidade do arrependimento.
    Jesus disse que até mesmo Sodoma se tivesse se arrependido não teria sido destruída por Deus e teria permanecido entre nós até o dia de hoje (Mateus 11.21-23). Além disso, o Senhor ainda fez questão de mencionar os ninivitas que tinham sido condenados à destruição por causa de seu pecado, mas por terem se arrependido, foram poupados por Deus e diz ainda que no futuro, no dia do juízo, os ninivitas julgarão as gerações perversas e adúlteras do mundo (Mateus 12.41). Tudo isso por causa da importância que Deus atribui ao arrependimento!
    Se você vive uma vida desordenada e está preso ao pecado, seja ele qual for, desde a fofoca até à masturbação compulsiva, lembre-se do que Jesus disse: até Sodoma teria sido poupada se tivesse se arrependido. Seja, pois, zeloso pelas coisas de Deus, e arrependa-se, pois Deus te ama muito e deseja te usar para abençoar esta geração (Apocalipse 3.19).
    0 min
  • Espírito e Carne: Guerra Constante! | Natan Rufino
    As Escrituras ensinam com bastante clareza que Jesus foi tentado em todas as coisas como nós (Hebreus 4.15) e que ao descer do céu ele passou a ter uma vontade que deveria ser evitada para que a vontade de Deus prevalecesse (João 6.38). Jesus, nos dias da sua carne, tinha vontade de fazer o que não devia, mas conseguiu viver uma vida santa sempre se desfazendo de sua própria vontade e dando lugar a vontade de Deus (Mateus 26.39). Embora uma vida vivida desta forma imprima sofrimento naquele que a pratica (Hebreus 2.18), é também a vida que agrada a Deus (1 Pedro 1.3, 1 Pedro 3.17).
    Se Jesus foi tentado como somos e mesmo assim nunca pecou, aprendemos que ser tentado não é pecado. Com isso também aprendemos que sentir vontade de fazer o que não devemos é algo a ser encarado com naturalidade por um filho de Deus que vive em santidade. A tentação é a vontade de pecar e não o “pecado da vontade”. Assim como Jesus viveu uma vida humana normal sendo tentado como nós e nunca pecou, devemos almejar viver em santidade o tempo todo, mesmo convivendo com a vontade de pecar que surge de vez em quando.
    Cada um de nós é tentado quando atraído e engodado pela própria vontade, mas somente se a vontade der à luz o pecado é que entrará em operação o princípio de morte (Tiago 1.14,15). Porque se vivermos segundo a carne, certamente morreremos; mas se pelo espírito mortificarmos os feitos do corpo, certamente viveremos (Romanos 8.13). O espírito e a carne são opostos entre si e trazem consigo realidades inversamente proporcionais: quanto mais liberamos nosso espírito nas coisas de Deus, mais reduzimos nossa carne à escravidão (1 Coríntios 9.27), por outro lado, quanto mais deixamos nossa carne livre, mais empurramos nosso espírito para o fundo do calabouço. Assim como você não pode deixar o peixe livre no ar, nem o passarinho livre no mar sem matar ambos, da mesma forma não deve cometer a tolice de pensar que a graça te deixa livre para pecar.
    Usar da liberdade que nos foi dada em Cristo em relação à Lei de Moisés para dar ocasião à carne é burrice (Gálatas 5.13), pois fomos libertados de Moisés para sermos escravos de Cristo (1 Coríntios 7.22, Romanos 7.25). Todo cristão deveria se orgulhar de ser escravo de Cristo e de estar debaixo da sua LEI (1 Coríntios 9.21). Como bem disse Jesus: “bem aventurado é aquele que não se escandalizar dele” (Mateus 11.6).
    0 min
  • Verdades sobre os Últimos Dias | Natan Rufino
    Mensagem proferida durante Fórum sobre o Mundo Islâmico.
    Nesta ministração, realizada no Ministério Terra Fértil no Rio de Janeiro, é feita uma abordagem geral sobre alguns dos aspectos mais importantes relacionados aos temas citados abaixo:
    O Mundo Islâmico e a Escatologia Bíblica
    As Setentas Semanas de Daniel
    A Cronologia Bíblica
    O Erro do Calendário hebreu: Seder Olam Rabá
    O Povo do Príncipe que virá
    O Anticristo não será Nicolai Carpegian, nem seu conterrâneo
    A igreja católica não é o reino do Anticristo
    Gogue da Terra de Magogue
    Turquia, o lugar onde Satanás habita
    0 min
  • O Novo Testamento ensina que Deus mata? | Natan Rufino
    A ira de Deus vem do céu!
    Chega a ser engraçado quando você menciona o conceito da ira de Deus para uma pessoa que simplesmente não conhece muita coisa das Escrituras Sagradas. Muito comumente se impressionam com a declaração, e de pronto já rebatem a ideia “explicando” porque Deus jamais poderia se irar.
    A lógica na cabeça de alguns que, segundo eles, justificaria seu espanto quanto à doutrina da ira de Deus, é simples: “Deus é bom, e sendo bom, ele não pode se irar, já que a ira é uma coisa ruim”. A verdade, porém, é que as coisas não são tão simplistas assim.
    Sei que alguns não gostarão de lembrar-se disso, mas Paulo disse claramente que “a ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Romanos 1.18). Sim, é isso mesmo que você leu: a ira mencionada no texto é de Deus!
    É importante observar que o texto sagrado está mesmo falando sobre Deus se irar contra a impiedade e a perversão. Afinal de contas, não dizemos que Deus é justo? Se ele é justo e santo, então, não poderia ser diferente. Como diz as Escrituras: “Deus é juiz justo, um Deus que se ira todos os dias” (Salmo 7.11).
    Observe que a ira em questão é de Deus mesmo e não do diabo; em Apocalipse as Escrituras falam sobre "a ira do Dragão", que é Satanás, mas o texto de Romanos fala claramente sobre a ira de Deus e não do Diabo. Se ainda houver alguma dúvida quanto a isso, Paulo auxilia os desavisados que esta ira vem DO CÉU e não do inferno! A ira de Deus se manifesta do céu!
    Vimos em Romanos que Paulo disse que a ira de Deus se revela do céu. Em Colossenses e Efésios ele diz que a "ira de Deus vem" contra os desobedientes. Em seguida, ele acrescenta o seguinte: "Portanto, [IRMÃOS], não sejais participantes com eles" (Efésios 5.7). Paulo não queria que os irmãos participassem da desobediência para que não participassem da punição.
    O simples pensamento de que “Deus não pode se irar, porque Deus é bom e a ira é uma coisa ruim” é na verdade incompatível com as Escrituras. O pensamento mais correto seria: “se a Bíblia fala sobre a existência da ira de Deus, e sendo Deus bom, isto talvez seja um indício de que existe um lado positivo na ira!”. Afinal, o versículo que citamos acima não diz que a ira de Deus se manifesta do céu CONTRA A IMPIEDADE E A PERVERSÃO? Não seria mais correto afirmar que se a ira de Deus se manifesta contra o mal é porque ela é uma coisa boa? É um conceito simples: Se alguém luta contra o bem, ele é mau; mas se luta contra o mal, ele é bom.
    Veja o uso da palavra "prazer" como exemplo. Eu poderia dizer que tenho prazer na lei de Deus e nela medito de dia e de noite. Dessa forma eu estaria usando a palavra “prazer” em conexão com aquilo que é bom. Por outro lado, sabemos que é possível usar a palavra "prazer" associando-a a alguma coisa má e reprovável. Sendo assim, mesmo a palavra prazer estar comumente associada a coisas boas e desejáveis, eu poderia dizer que ter prazer com certas coisas proibidas ou ilegais é algo ruim. Assim como o prazer pode ser algo ruim quando não está associado a algo bom, a ira pode ser uma coisa boa quando direcionada CONTRA uma coisa ruim. Irar-se contra o pecado ou irar-se contra o mal, é uma coisa boa! De fato, seria muito estranho acreditarmos que Deus é bom se pensássemos que ele não se ira contra o mal.
    0 min
  • Motivação Parasita e Motivação Divina | Ana Gaia Rufino
    Um estudo sobre a atitude correta que todo cristão deve manter em seu coração para com os outros. Para cumprir a Lei de Moisés basta "amar o próximo como a si mesmo"; porém,  para obedecer ao Novo Mandamento que Jesus deixou é preciso "amar os outros como ele mesmo nos amou" (João 13.34). Nesta mensagem Ana fala sobre a importância de se empenhar para fazer outras pessoas felizes e não apenas procurar coisas nos outros que nos façam felizes.
    0 min
  • Trabalho, Dinheiro e Dízimo - Parte 3 | Natan Rufino
    Certa vez li um livro e também já ouvi alguém dizer que existem na Bíblia aproximadamente 215 versículos sobre fé, 218 versículos sobre salvação, 500 versículos sobre oração e 2085 versículos sobre dinheiro. Além disso, das 40 parábolas que Jesus contou, 17 delas envolvem o conceito do dinheiro, prosperidade e questões financeiras; ou seja, 47% de todas as parábolas que temos registradas tratam especificamente sobre esse assunto.
    O texto do parágrafo acima não tem o objetivo de provar que o dinheiro ou a prosperidade financeira seja o assunto mais importante da Bíblia, muito pelo contrário. Talvez isso indique este seja um dos assuntos que mais causam problemas àquele que se propõe em servir a Deus.
    Parece-me que boa parte dos crentes já entenderam que o dinheiro não é a raiz de todos os males, o que, de certa forma, traz algum avanço para o Cristianismo; todavia, alguns parecem ter esquecido que o amor ao mesmo dinheiro ainda continua sendo a raiz de todos os males. No Novo Testamento só existem duas coisas das quais somos instruídos a fugir: a imoralidade e a idolatria; esta última, por sua vez, sendo reconceituada nas páginas do Novo Testamento como: “avareza”, “amor do dinheiro”, “cobiça”, “querer ficar rico”.
    Existe sim uma posição saudável para o dinheiro na vida de uma pessoa de Deus, mas um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo jamais poderia esquecer que “a vida de um homem não consiste na abundância de bens que ele possui” (Lucas 12.15).
    Deus sempre deixa disponível um caminho melhor e mais excelente para todas as áreas da nossa vida. Segundo as Escrituras a maneira estabelecida por Deus para alcançarmos os bens ou recursos que precisamos é o trabalho. Com trabalho vem a prosperidade e a abundância de tudo quanto tempos.
    Após a abundância de bens devemos ter o “cuidado de nunca nos esquecermos do Senhor nosso Deus pois ele é quem nos dá forças para adquirirmos tais riquezas” (Deuteronômio 8.5-19). O dízimo é apenas um dos elementos que faz parte do sistema divino para o nosso próprio bem. Além de sustentar as pessoas que Deus chama e estabelece no ministério e promover o avanço dos planos de Deus nesta terra, o dízimo também protege da avareza e da sórdida ganância ao seu doador.
    Dar o dízimo, como oferta a Deus, é fazer manutenção da lembrança de que Deus me deu forças e inteligência para conquistar tudo que eu tenho. Além disso o dízimo é também parte da fonte financeira para os avanços do Evangelho nessa terra. A cada nova doação todo crente deveria trabalhar seu coração para manter a mesma atitude do rei Davi ao fazer uma oração de agradecimento por ter tido condições de contribuir com a obra de Deus: “No entanto, o meu povo e eu não podemos, de fato, te dar nada, pois tudo vem de ti, e nós somente devolvemos o que já era teu” (1 Crônicas 29.14, NTLH).
    0 min
  • O que a Bíblia ensina sobre o Anticristo | Natan Rufino
    Há muitas opiniões divergentes quanto à mais acertada linha de pensamento em relação aos acontecimentos dos últimos dias. A Escatologia se tornou uma das matérias do mundo cristão onde mais encontramos variações de interpretação dos mesmos textos. A linha de pensamento seguida neste áudio concorda com uma das mais antigas interpretações conhecidas na igreja cristã oriental, que identifica o Anticristo mencionado na Bíblia como um descendente de Ismael, e cujas convicções políticas e religiosas se fundamentam na fé Islâmica. Ouça o áudio e entenda um pouco mais a respeito desse assunto tão importante.
    0 min

About Natan Rufino | Áudio

From the publisher's feed

Ministrando a Palavra de Deus com Graça e Muita Alegria!