Natan Rufino | Áudio
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Natan Rufino | Áudio episodes

  • Por que eles não puderam curá-lo? | Natan Rufino
    Nesta mensagem encontramos um acontecimento interessante quando os discípulos de Jesus não conseguiram curar um rapaz atormentado por um espírito imundo. Quando Jesus expulsa o demônio causando admiração nos discípulos, ele explica a razão por que não puderam curar o rapaz.
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  • É a Ceia do Senhor que Comeis? | Natan Rufino
    Lins, São Paulo
    Muitos conhecem o texto de 1 Coríntios 11, usado frequentemente como parte integrante da liturgia da santa ceia em quase todas as igrejas cristãs. O que talvez alguns ainda não tenham percebido é que Paulo está falando sobre o que "não é a ceia" e o mais curioso é quando ele argumenta mostrando o porque ele pensa assim:
    Vos ajuntais não para melhor
    Vos ajuntais para pior
    Havia divisões na igreja
    Por isso, diz Paulo, "quando vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que comeis" (1 Coríntios 11.20). A Ceia do Senhor é a mesma "Santa Comunhão". Infelizmente alguns por não perceberem o foco de Paulo nesta passagem, tem causado mais males do que bem ao usar esta passagem para falar sobre o assunto. Espero que esta mensagem em áudio, mesmo com todas as suas limitações, sirva de inspiração para um estudo mais profundo sobre este texto tão importante.
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  • O Senhor é o seu pastor ou o pastor é o seu senhor? | Natan Rufino
    Ensinamento proferido durante a Conferência de Ministros organizada pelo Ministério Verbo da Vida na região Centro Oeste no ano de 2011. Esta ministração foi realizada com o objetivo de apontar os princípios realmente bíblicos em relação a questões ministeriais. Trata de algumas verdades simples que foram esquecidas ao longo da história, mas que continuam registradas nas Escrituras para servirem de norte para todos aqueles que desejam aprender o que é bíblico e o que não é.
    Sabemos que em certo sentido o Cristianismo evangélico saiu do catolicismo romano, mas nem todo catolicismo romano saiu do nosso cristianismo. As supostas "hierarquias e autoridades eclesiásticas", os "títulos eclesiásticos" que sugerem uma posição especial para aqueles que fazem parte do "sacramento da ordem", tudo isso nos mostra que tem alguma coisa destoante em relação às Escrituras.
    Enquanto hoje em dia alguns consideram uma espécie de rebelião não chamar o nome do outro sem antes mencionar o termo "pastor", "apóstolo" ou algo parecido, vemos na Bíblia Pedro falando sobre o "amado irmão Paulo" (2 Pedro 3.15) e Paulo mencionando "Tiago, Cefas e João" (Gálatas 2.9) sem que nenhum dos dois faça uso de títulos ou termos que hoje em dia pensamos ser a mais honrada demonstração de respeito ou consideração. Isso não fazia parte da vida cristã em sua essência, mas entrou no período em que o tradicionalismo católico romano predominou e não saiu mais do nosso meio. É comum se ouvir dizer que as "pessoas precisam respeitar os pastores", mas pouco se fala que os "pastores precisam respeitar as pessoas".
    Jesus disse em Lucas 22.25-27:
    Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, EU SOU COMO QUEM SERVE.
    O padrão mundano de liderança é totalmente diferente do padrão deixado por Jesus. Que suas palavras não sejam apenas lembranças de algo interessante que um dia foi dito, mas uma expressão natural da nossa vida cheia do conhecimento da Palavra de Deus.
    O conceito mundano de autoridade pode até funcionar até certo ponto, mas como Jesus disse: "Nós não somos assim" (Lucas 22.26).
    Para mais informações quanto aos ensinamentos, livros, e diversos outros materiais produzidos por ministério Verbo da Vida acesse: www.verbodavida.org.br
    1 hr 34 min
  • Maturidade, Responsabilidade e Independrência | Natan Rufino
    É muito comum ouvir falar sobre a importância da dependência no meio cristão: “depender de Deus”, “depender da palavra”, “dependermos uns dos outros”, e assim por diante. Tudo isso é corretíssimo e muito saudável. No entanto, isto não invalida a importância do conceito bíblico para independência em relação ao crescimento e maturidade cristãos. Maturidade, responsabilidade e independência são termos que se relacionam entre si. No contexto apropriado, o sentido de independência é completamente aceitável e até mesmo esperado por parte daqueles que crescem em Deus.
    Não se assuste ao me ouvir dizer: Independência é uma coisa boa! Foi na verdade planejada por Deus e é esperada por ele na vida dos seus filhos que realmente se alimentam da sua Palavra.
    As Escrituras estão recheadas de analogias entre as coisas naturais e espirituais. A Bíblia diz que é preciso “desejar o genuíno leite espiritual para que por ele seja alcançado o crescimento para a salvação” (1 Pedro 2.2). A criança ainda na fase de crescimento para tudo depende dos seus cuidadores, mas à medida que a maturidade vai chegando, a mesma vai alcançando cada vez mais independência. Obviamente que uma criança de um ou dois anos de idade, mesmo saudável, dependerá completamente dos pais ou de outros até que chegue ao tempo previamente determinado onde ela andará com as próprias pernas, tomará suas decisões e colherá o resultado de suas próprias escolhas. Neste sentido, podemos dizer que a dependência faz parte das fases da vida, mas não seria normal que este indivíduo continuasse dependente das mesmas coisas da infância durante sua fase adulta.
    Se criança por alguma razão tiver sido acometida de algum mal que a impeça de andar, se locomover, ou fazer qualquer outra atividade de forma normal, mesmo que cresça e amadureça, este indivíduo continuará dependente de outros por muito tempo. Contudo, esta dependência não é o planejamento normal de Deus para o fluxo da vida, pois o natural é que a criança amadureça, adquira responsabilidades e se torne independente. Assim como a dependência faz parte do processo da vida, é bom que se diga que a independência também faz!
    Há textos na Bíblia ensinando que é da vontade de Deus que não sejamos mais como “meninos levados” por ventos de doutrinas e sim “adultos que seguem” a verdade em amor. Enquanto “ser levado” é uma caraterística da infância, “seguir” é uma ação que traz a ideia de decisão e escolha, características da fase adulta. Deus deseja que cresçamos e façamos as escolhas certas por nós mesmos.
    Depender de Deus, das Escrituras e do amor dos irmãos são coisas saudáveis que devemos praticar constantemente, mas não podemos desprezar o que Bíblia ressalta sobre a importância do sentido bíblico da independência em conexão com a maturidade e a responsabilidade a serem alcançadas por todo filho de Deus.
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  • Questões Relacionadas a Namoro e Casamento | Natan Rufino
    Tendo a Bíblia como uma revelação progressiva podemos compreender que os assuntos por ela abordados vão ganhando cada vez mais luz à medida que nos aproximamos do final dos tempos. Com o assunto do casamento não é diferente, a palavra de Deus o apresenta de forma concisa por toda a a Bíblia e ao chegamos no Novo Testamento observamos que as Escrituras o apresentam de forma direta e objetiva, esclarecendo as mentes e os corações para que tenhamos cada vez mais consciência da nossa responsabilidade como filhos de Deus em todas as áreas da nossa vida, incluindo o relacionamento matrimonial. Escrevendo a Timóteo Paulo diz que nos últimos tempos alguns dariam ouvidos a espíritos enganadores e estes proibiriam o casamento, e nós já temos visto isto acontecer em nossa época mesmo em seguimentos cristãos da nossa sociedade, mas precisamos entender que assim como é antibíblico proibir, também é maligno exigir que os jovens se casem. Todo extremo é perigoso. Não é bíblico proibir, assim como não é bíblico impor sobre os outros a ideia de que o casamento é obrigatório.
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  • A Bênção do Sofrimento | Criciúma | Natan Rufino
    Ministração feita na CENJ em Criciúma, Santa Catarina. Como diria Paulo “os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória que há de ser revelada em nós”. O Novo Testamento tem muito a dizer sobre as bênçãos que acompanham a vida do crente por consequência de sofrimentos bíblicos por ele suportados. Isto não significa sofrer doenças, miséria ou situações desmoralizantes e paralisantes que Satanás tente por sobre nós, mas, como a Bíblia ensina, o crente irá “sofrer a perda”, “sofrer perseguição”, “sofrer a tentação” e sofrer por causa do amor que devemos ter como cristãos, pois “o amor é sofredor”.
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  • A ousadia da fé: Jesus contra a tempestade! | Natan Rufino
    Igreja Batista Renascer, Goiatuba - Goiás
    Em Lucas 8.22-25 encontramos o texto que nos conta de uma tempestade de vento que sobreveio contra Jesus e os que com ele estavam no mesmo barco. Observe também que mesmo tendo sido a natureza criada por Deus, a tempestade naquele momento não era uma manifestação da vontade divina, pois se o fosse, Jesus jamais a teria repreendido.
    Jesus repreendeu o vento criado por Deus pois sabia que a sua manifestação naquela tempestade não era uma obra divina. Jesus não repreenderia uma coisa que seu próprio Pai estivesse fazendo. No mínimo porque ele pregava o que vivia, afinal, foi ele mesmo quem disse que “todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mateus 12.25). Jesus ainda disse que NEM Satanás repreende Satanás, sendo assim, por que Jesus repreenderia uma obra de Deus? Se nem Satanás expele Satanás, por que Jesus desfaria as coisas feitas pelo seu Pai? Não, aquela tempestade não fora enviada ou controlada por Deus e é exatamente por isso que Jesus, conhecedor desta verdade, a desfez e destruiu. Afinal, as Escrituras dizem que o filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo e não as obras de Deus! (1 João 3.8).
    Nem todos os acontecimentos sobre os quais a Bíblia narra, foram inspirados ou controlados por Deus, mas uma coisa é certa: O texto sagrado que fala sobre aqueles acontecimentos é divinamente inspirado e uma bênção para a vida de todo aquele que ler. Sabemos que existem algumas palavras do diabo na Bíblia, mas Satanás não fora inspirado por Deus para dizer as coisas que disse para que assim suas palavras pudessem estar no livro sagrado. O que Satanás disse não foi inspirado por Deus, mas o que as Escrituras dizem sobre o que ele disse certamente foi inspirado! Assim também, a tempestade de Lucas 8 não fora "inspirada" por Deus, mas o que o texto bíblico fala sobre o acontecimento, foi!
    Precisamos nos esforçar para aceitar que a Escritura é divinamente inspirada e, além de ser útil, é também suficiente para nos orientar na vontade de Deus para nossas vidas. O Espírito Santo nos ajuda na compreensão de cada texto que lemos, pois ele nos foi dado para conhecermos as coisas que por Deus nos foram doadas gratuitamente (1 Coríntios 2.12). O texto de Lucas 8.22-25 está cheio de lições profundas que nos inspiram a assumirmos nossa posição de filhos de Deus neste mundo, à semelhança do nosso Senhor Jesus Cristo, que se nos tornou da parte de Deus sabedoria, justiça, santificação e redenção (1 Coríntios 1.30). Jesus, mais uma vez, nos dá o exemplo: Quando ele se posicionou contra a tempestade que vinha para matar e destruir, fez com que isto se tornasse para nós o modelo de como devemos agir em fé em situações semelhantes.
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