Depois de ter sido um dos melhores jogadores da final da Champions de 2014 e ter brilhado no Mundial do Brasil, Di María protagonizou uma das maiores mexidas do mercado de transferências nesse verão. O argentino mudou-se do Real Madrid para o Manchester United, numa aquisição cujo o valor foi recorde no futebol britânico. Mas só esteve um ano nos Reds Devils.
Hazard chegou a Madrid com o rótulo de estrela, recebeu a camisola número 7, noutros tempos de Ronaldo, mas o peso da transferência, assim como o símbolo do Real anularam o génio belga. Lesões, peso a mais e até problemas de confiança ajudaram a um final penoso, de um jogador que terminou a carreira aos 32 anos.
Veio para ocupar a vaga do lesionado Izmailov, mas a passagem de Angulo pelo Sporting foi fugaz e sem expressão. Um talento em Valencia, um flop em Alvalade. Terminou a carreira quando saiu dos leões.
A passagem de Zlatan Ibrahimovic pelo Barcelona ficou marcada pelo bate-boca com a imprensa, depois de uma foto no parque de estacionamento com Piqué, mas a vertente desportiva do sueco foi impactante, mesmo não tendo ganho a Liga dos Campeões, vencida pelos Culés nos anos em que o possante avançado não esteve na Cidade Condal.
Um oásis no deserto, uma pedrada no charco, talvez um amor de verão. Buffon foi jogador do Paris Saint-Germain apenas uma temporada. Dois títulos em Itália e um Au-revoir tímido…
Meio ano fugaz e seguiu a sua vida. A passagem de Dani Osvaldo pelo FC Porto teve impacto na chegada, mas não no jogo. O internacional italiano, nascido em Buenos Aires, veio rotulado de craque, mas na cidade invicta não expôs o seu futebol.
No verão de 1993, e já depois de ver que os holandeses se davam bem em Itália, o Internazionale fez chegar a Milão Dennis Bergkamp. Goleador no Ajax, goleador no Europeu, tudo fazia prever um sucesso neroazzurri, mas Bergkamp e o Inter foram exceções nesta regra.
Johan Cruyff foi o primeiro holandês a criar impacto na Catalunha. A porta aberta pelo pensador futebolístico teve um impacto brutal e quando Louis Van Gaal chegou ao Barcelona em 1997 as viagens entre a terra das tulipas e a cidade condal foram mais que nunca. Neste episódio especial, Luís Rocha Rodrigues e Vasco Sousa viajam sobre a década de 90 e um dos períodos mais entusiasmantes do Barcelona.
Depois de uma época soberba no Vitesse e um Campeonato da Europa em casa, Van Hooijdonk foi apresentado como o novo avançado do Benfica, que no verão de 2000 tinha perdido Nuno Gomes e João Vieira Pinto. O ponta de lança neerlandês assinou por três épocas, mas acabou por cumprir apenas uma, mas fez golos, muitos golos.
Depois de já ser figura destacada no Vasco e nas seleções jovens brasileiras, Helton rejeitou várias propostas para mudar de clube no Brasil e atravessou o Atlântico para ser reforço da U. Leiria. Na cidade do rio Lis, o guarda-redes tornou-se figura, foi a uma final da Taça de Portugal e passado pouco tempo mudou-se para o FC Porto. Mas aquela mudança para Leiria foi algo que deixou surpreendida muita gente.
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E quando o Ronaldo jogou no PSV? E aquele período do Forlán no United? E quando o Diego Costa esteve no Penafiel?
O futebol está cheio de passagens improváveis e este podcast vai contar essas histórias. Um capítulo por semana, a homenagear quem se perde pelas páginas e históricos do zerozero.