A entrada de Roberto Carlos na Europa não foi totalmente perfeita. Já internacional brasileiro e com títulos ganhos no Palmeiras, o famoso lateral esquerdo chegou a Milão, para reforçar o Internazionale, mas só esteve uma temporada em Itália. Depois disso, esteve envolvido na troca direta dos italianos com o Real Madrid e foi para os merengues, com os neroazzurri a receberem Zamorano.
Juan António Pizzi chegou aos dragões com a difícil missão de mostrar que podia ser um novo Mário Jardel. Mas os golos ficaram nas promessas e a fama de Pichichi ficou nas ilhas Canárias. Uma passagem relâmpago e pouco feliz.
Mané quando se mudou do Liverpool para o Bayern München era uma super estrela. Tinha acabado de ser distinguido com o título de melhor jogador africano do ano e acreditou que chegava à Bundesliga com um estatuto diferente, mas nem tudo foi o avançado esperava.
Um craque prematuro, um símbolo de explosividade e golos em velocidade. Chegou ao Real Madrid e tudo mudou. A história de Michael Owen nos Merengues é o tema do Negócio Mistério desta semana.
O alemão chegou ao Benfica no último dia do mercado de transferências em 2022. Na Luz havia esperança que o homem de cristal não ia voltar a estalar, mas Draxler não conseguiu evitar as lesões e a sua passagem pelo Benfica ficou marcada pelas muitas lesões e uma operação que o fez terminar a época ainda em fevereiro.
Um dos médios com mais classe no futebol mundial nos anos da viragem do milénio. Juan Sebastián Verón, ou La Brujita, obrigou Ferguson a ir atrás dele a Roma, quando o argentino jogava na Lazio. A sua chegada a Manchester foi impactante, mas o sucesso foi fugaz.
Internacional brasileiro, provas dadas no futebol europeu, mas em busca de uma nova vida. Assim foi apresentado Felipe Anderson no FC Porto. O brasileiro chegou num dos últimos dias do mercado de transferência da pandemia, em 2020, mas não convenceu. Saiu sem deixar saudade.
Mesmo antes do Campeonato do Mundo da Alemanha em 2006, Shevchenko foi anunciado como reforço do Chelsea. Chegou como jogador mais caro dos londrinos, mas a fama de goleador ficou em Milão. Várias lesões e uma recuperação difícil estiveram na origem da falta do sucesso do ucraniano em Londres.
Finalmente, em 2002, Juan Román Riquelme chegou à Europa e ao destino mais que provável... Barcelona. Já tinha vestido a pela de lenda no Boca Juniors e a esperança dos Culés é que fizesse o mesmo na cidade condal, mas Riquelme foi uma espécie de patinho feio do treinador Van Gaal e não só. Nunca vingou nos Blaugrana, como se profetizava.
Paulo Nunes, o Diabo Loiro, chegou à Luz no verão de 1997 com o selo de ser o companheiro de Jardel no Grêmio. O Benfica pagou uma fortuna pelo brasileiro... Era um craque, mas em Portugal nunca conseguiu demonstrar a fama que ganhou no Brasil.
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O futebol está cheio de passagens improváveis e este podcast vai contar essas histórias. Um capítulo por semana, a homenagear quem se perde pelas páginas e históricos do zerozero.