Novos Cientistas - USP

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  • Biossensor informa níveis de álcool e glicose pela análise da lágrima
    A aluna de doutorado do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP Laís Canniatti Brazaca participou do desenvolvimento de um protótipo de óculos que captam a lágrima do paciente e informam, por meio de um biossensor, os níveis de álcool, glicose e vitaminas no sangue. A inovação é fruto do trabalho conjunto do IFSC e da Universidade da Califórnia, nos EUA, onde o projeto foi desenvolvido
    11 min
  • Biossensor informa níveis de álcool e glicose pela análise da lágrima
    Em entrevista aos Novos Cientistas desta quinta-feira, 21, a pesquisadora Lais Canniatti Brazaca, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, descreveu sobre o protótipo de óculos que são capazes de medir os níveis de álcool, glicose e vitaminas, pela lágrima. Isso é possibilitado pela instalação de um biossensor acoplado nos óculos que, além de medir os níveis, transmitem em tempo real as informações a um computador ou celular. Os estudos vêm sendo realizado com a participação de pesquisadores da USP e da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA).
    Laís explicou que o biossensor é instalado na frente dos óculos, no canto de uma das lentes e um pequeno canal com eletrodos captura a lágrima para fazer a análise das substâncias. Em seguida, os resultados são enviados a um dispositivo acoplado a uma das hastes dos óculos que transmite as informações. “A lágrima é estimulada pelo uso de um pequeno bastão de mentol, bastante utilizado por atores, que é aplicado na pele, na base dos olhos”, explicou Laís.
    A pesquisa de doutorado de Laís foi realizada na Universidade da Califórnia (EUA) e no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. Nos EUA, ela teve a orientação do professor Joseph Wang. No IFSC, os estudos foram realizados no Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia, sob a coordenação do professor Waltencir Zucolotto.
    “A principal ideia do dispositivo é usá-lo em casa”, descreveu Laís, por tratar-se, segundo ela, de um sistema extremamente fácil de ser utilizado em até três vezes num único dia. “O biossensor pode ser usado durante um dia todo, como após o café da manhã, almoço e jantar”, explicou a pesquisadora. Em relação a um produto comercial, Laís disse que serão necessários mais experimentos. “Até o momento o sistema foi testado em apenas três pessoas. Há ainda uma série de testes que deverão ser realizados com uma população maior e passar por agentes de regulação até chegar ao mercado. Isso ainda está distante de acontecer”, avisou a pesquisadora.
    11 min
  • Biossensor informa níveis de álcool e glicose pela análise da lágrima
    A aluna de doutorado do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP Laís Canniatti Brazaca participou do desenvolvimento de um protótipo de óculos que captam a lágrima do paciente e informam, por meio de um biossensor, os níveis de álcool, glicose e vitaminas no sangue. A inovação é fruto do trabalho conjunto do IFSC e da Universidade da Califórnia, nos EUA, onde o projeto foi desenvolvido
    11 min
  • Biossensor informa níveis de álcool e glicose pela análise da lágrima
    Em entrevista aos Novos Cientistas desta quinta-feira, 21, a pesquisadora Lais Canniatti Brazaca, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, descreveu sobre o protótipo de óculos que são capazes de medir os níveis de álcool, glicose e vitaminas, pela lágrima. Isso é possibilitado pela instalação de um biossensor acoplado nos óculos que, além de medir os níveis, transmitem em tempo real as informações a um computador ou celular. Os estudos vêm sendo realizado com a participação de pesquisadores da USP e da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA).
    Laís explicou que o biossensor é instalado na frente dos óculos, no canto de uma das lentes e um pequeno canal com eletrodos captura a lágrima para fazer a análise das substâncias. Em seguida, os resultados são enviados a um dispositivo acoplado a uma das hastes dos óculos que transmite as informações. “A lágrima é estimulada pelo uso de um pequeno bastão de mentol, bastante utilizado por atores, que é aplicado na pele, na base dos olhos”, explicou Laís.
    A pesquisa de doutorado de Laís foi realizada na Universidade da Califórnia (EUA) e no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. Nos EUA, ela teve a orientação do professor Joseph Wang. No IFSC, os estudos foram realizados no Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia, sob a coordenação do professor Waltencir Zucolotto.
    “A principal ideia do dispositivo é usá-lo em casa”, descreveu Laís, por tratar-se, segundo ela, de um sistema extremamente fácil de ser utilizado em até três vezes num único dia. “O biossensor pode ser usado durante um dia todo, como após o café da manhã, almoço e jantar”, explicou a pesquisadora. Em relação a um produto comercial, Laís disse que serão necessários mais experimentos. “Até o momento o sistema foi testado em apenas três pessoas. Há ainda uma série de testes que deverão ser realizados com uma população maior e passar por agentes de regulação até chegar ao mercado. Isso ainda está distante de acontecer”, avisou a pesquisadora.
    11 min
  • Combinação de amido e gás ozônio resulta em plásticos mais resistentes
    Um estudo de pós-doutorado que vem sendo desenvolvido na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e na Escola Politécnica (Poli), resultou num plástico ambientalmente correto, mais transparente e mais resistente. Para chegar a esse produto, que já está em processo de patente, os pesquisadores desenvolveram uma técnica que usa amido de mandioca e gás ozônio
    9 min
  • Combinação de amido e gás ozônio resulta em plásticos mais resistentes
    O amido é um carboidrato produzido por plantas e pode ser encontrado em grandes quantidades de alimentos, como mandioca, milho, batata e arroz. E foi a partir desta substância, extraída da mandioca, que a engenheira química e de alimentos Carla Ivonne La Fuente Arias vem desenvolvendo um novo tipo de plástico, mais resistente e mais transparente, para ser usado em embalagens. O produto resulta das pesquisas de pós-doutorado da pesquisadora no Grupo de Estudos em Engenharia de Processos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e no Laboratório de Engenharia de Alimentos (LEA) da Escola Politécnica (Poli). “A principal característica deste novo plástico é ser biodegradável. Diferente dos plásticos convencionais, o produto poderá ser degradado na natureza em menor tempo. Trata-se de uma tecnologia verde, amigável com o ambiente”, descreveu Carla em entrevista ao Novos Cientistas.
    Nos laboratórios da Esalq e da Poli, Carla utilizou o gás ozônio para processar o amido e melhorar as propriedades do plástico. Segundo a pesquisadora, a produção de plásticos a partir de amidos tem sido explorada há 15 anos pelo grupo da professora Carmen Cecilia Tadini, do LEA, da Poli. A modificação, que é realizada com o ozônio, melhora as propriedades do plástico. “Produzimos esse plástico biodegradável e, mesmo ainda na etapa inicial, já obtivemos um produto de boa qualidade”, afirmou Carla. A próxima etapa, a ser executada na Poli, é a produção em escala semi-industrial. Assim, para a concretização do projeto, são realizadas na Esalq as etapas de ozonização, secagem e caracterização das amostras de amido. Na sequência, Carla leva o material até a Poli para preparar e caracterizar o plástico biodegradável.
    Carla informou também que já houve um pedido de patente para o produto, junto à Agência USP de Inovação.
    9 min
  • Combinação de amido e gás ozônio resulta em plásticos mais resistentes
    Um estudo de pós-doutorado que vem sendo desenvolvido na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e na Escola Politécnica (Poli), resultou num plástico ambientalmente correto, mais transparente e mais resistente. Para chegar a esse produto, que já está em processo de patente, os pesquisadores desenvolveram uma técnica que usa amido de mandioca e gás ozônio
    9 min
  • Combinação de amido e gás ozônio resulta em plásticos mais resistentes
    O amido é um carboidrato produzido por plantas e pode ser encontrado em grandes quantidades de alimentos, como mandioca, milho, batata e arroz. E foi a partir desta substância, extraída da mandioca, que a engenheira química e de alimentos Carla Ivonne La Fuente Arias vem desenvolvendo um novo tipo de plástico, mais resistente e mais transparente, para ser usado em embalagens. O produto resulta das pesquisas de pós-doutorado da pesquisadora no Grupo de Estudos em Engenharia de Processos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e no Laboratório de Engenharia de Alimentos (LEA) da Escola Politécnica (Poli). “A principal característica deste novo plástico é ser biodegradável. Diferente dos plásticos convencionais, o produto poderá ser degradado na natureza em menor tempo. Trata-se de uma tecnologia verde, amigável com o ambiente”, descreveu Carla em entrevista ao Novos Cientistas.
    Nos laboratórios da Esalq e da Poli, Carla utilizou o gás ozônio para processar o amido e melhorar as propriedades do plástico. Segundo a pesquisadora, a produção de plásticos a partir de amidos tem sido explorada há 15 anos pelo grupo da professora Carmen Cecilia Tadini, do LEA, da Poli. A modificação, que é realizada com o ozônio, melhora as propriedades do plástico. “Produzimos esse plástico biodegradável e, mesmo ainda na etapa inicial, já obtivemos um produto de boa qualidade”, afirmou Carla. A próxima etapa, a ser executada na Poli, é a produção em escala semi-industrial. Assim, para a concretização do projeto, são realizadas na Esalq as etapas de ozonização, secagem e caracterização das amostras de amido. Na sequência, Carla leva o material até a Poli para preparar e caracterizar o plástico biodegradável.
    Carla informou também que já houve um pedido de patente para o produto, junto à Agência USP de Inovação.
    9 min
  • Inteligência artificial pode gerar desenhos de observação
    Antes mesmo de iniciar seu programa de mestrado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o artista plástico Sérgio Venâncio já tinha em mente o desenvolvimento de um software que pudesse produzir desenhos de observação por meio de imagens geradas em uma câmera digital. Já na pós-graduação, foi desenvolvido então o Extentio.
    Em sua participação nos Novos Cientistas, Venâncio contou que uma das inspirações para a criação do software veio do artista britânico Harold Cohen, que, na década de 1970, desenvolveu um robô capaz de desenhar e pintar. Cohen serviu de base para os estudos de Venâncio. No projeto foram incorporados conceitos como o de Visão Computacional, área da inteligência artificial que treina computadores para interpretar e entender o mundo visual, e Machine Learning (Aprendizado de Máquina).
    O programa utiliza uma câmera treinada, por intermédio de algoritmos, para reconhecer determinados elementos, como o rosto de uma pessoa. Quando as imagens são captadas, enquadradas e redimensionalizadas, o software, que traça apenas linhas, começa a desenhar usando-as como base. De acordo com o pesquisador, o software não substitui o trabalho do artista por completo. “Não é um software finalizado mas sim um processo constante onde traduzo minha linguagem de observar e desenhar para uma linguagem de máquina. Ele depende muito do observar do artista. Harold Cohen dizia que ele e sua máquina mantinham uma sociedade artística”, descreveu o artista. “Vamos trabalhando com o software como se eu desenhasse como faço com o lápis. É possível sempre alterar o programa. É um ciclo”, explicou Venâncio.
    As obras geradas pelo Extentio podem ser vistas na exposição Pós-Gráfica, que reúne trabalhos de sete artistas que estudam poéticas visuais na ECA e fazem parte do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais. A mostra está aberta, gratuitamente, até o dia 14 de novembro, no Espaço das Artes da USP, que fica na Rua da Praça do Relógio, 160, na Cidade Universitária. De segunda a sexta das 10 às 20 horas.
    14 min
  • Inteligência artificial pode gerar desenhos de observação
    Na entrevista desta quinta-feira (7) nos Novos Cientistas, o artista plástico Sérgio Venâncio descreveu como foi o desenvolvimento do Extentio, na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. O software simula o processo de desenho de observação através de imagens geradas por câmeras digitais. O trabalho foi desenvolvido em seu mestrado na ECA, sob orientação da professora Silvia Regina Ferreira de Laurentiz
    14 min

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Espaço destinado aos novos mestres e doutores da USP para falar sobre suas pesquisas e inovações, num bate-papo informal e descontraído.

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