Novos Cientistas - USP

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Novos Cientistas - USP episodes

  • Samba de uma comunidade transmite às crianças valores ancestrais afro-brasileiros
    Na entrevista desta quinta-feira (26) no podcast Os Novos Cientistas, a pesquisadora Jerusa Machado Gomes falou sobre o seu estudo Brincar na encruzilhada: as experiências das crianças negras na roda de samba do pagode na disciplina. A pesquisa teve a orientação da professora Soraia Chung Saura e partiu da observação da autora na participação de crianças que frequentam o “Pagode da Disciplina”, uma roda de samba que acontece todo último domingo de cada mês, no Jardim Miriam, na zona sul de São Paulo.
    Segundo Jerusa, a pesquisa se insere nos campos da Educação, Cultura e História. “Frequento muitas comunidades de samba e sempre fiquei atenta ao comportamento das crianças levadas por seus pais a esses espaços. Enquanto umas brincavam, corriam, outras sambavam, querendo tocar algum instrumento”, contou.
    A pesquisa partiu de um resgate da infância da própria pesquisadora, quando era levada pelos pais às rodas de samba da Escola de Samba Vai Vai. Ela citou que as rodas de samba, além de proporcionar diversão e lazer, são fundamentais para a transmissão de valores ancestrais e identidade cultural. “Os saberes são passados de uma forma natural e há um cuidado para com as crianças. Temos um ‘aquilombamento’ de acolhimento com os pequenos, adultos e idosos”, descreveu Jerusa.
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    14 min
  • Estudo de pós doutorado analisa produção acadêmica de centro de artes cênicas da USP
    No episódio desta quinta-feira (12) dos Novos Cientistas, a conversa foi com a pesquisadora, atriz e dançarina Evinha Sampaio. Ela empreendeu uma pesquisa de pós-doutorado em que aborda a produção acadêmica do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Sob a supervisão da professora Maria Silvia Betti, Evinha analisa os primeiros dez anos do Cepeca. “Foram dez teses de doutorado e 23 dissertações de mestrado escritas ao longo desse período por integrantes do centro”, contabilizou a pesquisadora. O relatório final de Evinha inclui um arquivo iconográfico digital com 93 fotos de espetáculos produzidos a partir daquelas teses e dissertações. A intenção da pesquisadora é transformar o relatório em livro, a ser distribuído para estudiosos e interessados nos estudos das artes cênicas.
    O Cepeca surgiu há quase 20 anos e desenvolve trabalhos de pesquisa e inovação na área das artes cênicas na ECA, fundado em 2007 pelo professor Armando Sérgio da Silva (1945-2023). Com foco na pós-graduação, o Centro se tornou objeto de estudo de Evinha que é intitulado Cepeca: Um Coletivo de Individualidades (2007-2017). “Nesses dez anos foram produzidos dois livros organizados pelo professor Armando Sérgio e mostras no Tusp e no centro da cidade”, contou Evinha.
    Os estudos desenvolvidos no Cepeca permitem que se compartilhe conhecimentos com as pessoas que se interessam pelo tema, tanto no âmbito da USP quanto na cidade de São Paulo. “Mas há vários espetáculos que saíram do ambiente universitário, com apresentações no Tusp, em Lisboa, cidades da América Latina. Mas não vejo o Cepeca como uma produtora de espetáculo. Não estamos no mercado”, contou Evinha. A pesquisadora tem agora um projeto de publicação de seu trabalho em livro. “Lancei uma ‘vaquinha eletrônica’ para viabilizar a publicação”, contou. Para os interessados em auxiliar no projeto basta acessar a plataforma Catarse. “Na busca basta digitar ‘Cepeca um coletivo de individualidades’. Lá tem todas as informações sobre o livro e as formas que as pessoas poderão contribuir”, orientou Evinha.
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    13 min
  • Relação entre humanos e animais foi afetada com práticas de controle de zoonoses
    A pesquisadora Carolina Ribeiro Simon é autora de um estudo de mestrado desenvolvido na Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e de Design (FAU) da USP que aborda o tratamento dispensado a animais no contexto das transformações urbanas na cidade de São Paulo, no controle de zoonoses. Carolina foi a entrevistada desta quinta-feira (29) no podcast Os Novos Cientistas. A pesquisa intitulada A relação humano-animal e o combate às zoonoses no imaginário urbano da cidade de São Paulo contou com a orientação do professor Vladimir Bartalini.
    De acordo com a pesquisadora, se por um lado o controle de doenças transmissíveis entre os animais e os humanos, as chamadas zoonoses, são essenciais para promoção da saúde pública, por outro, ele acaba por reforçar estigmas e práticas excludentes. “Principalmente quando essas ações de controle se fundamentam exclusivamente no medo do contágio ou na lógica da eliminação sem considerar, por exemplo, bem-estar animal ou contextos sociais e ecológicos envolvidos”, disse Carolina.
    Carolina investigou como a negação da presença animal se disseminou no imaginário social em resposta às ações do poder público, desde a primeira metade do século 19, na cidade de São Paulo, quando se intensificou a preocupação com a saúde pública. “Tais abordagens acabaram alimentando posturas muitas vezes intolerantes, promovendo distanciamento e a desvalorização da vida animal, o que dificulta a construção de uma convivência urbana mais equilibrada, mais ética, mais respeitosa”, avaliou a pesquisadora.
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    15 min
  • Cientistas avaliam substituir sacarose por fibras de mandioca na fabricação de chocolates diet
    Uma mistura contendo fibra de mandioca e edulcorantes (adoçantes) foi utilizada em dois chocolates amargos diet. “Essa mistura que chamo de ‘comercial’ cumpre as funções da sacarose na formulação do chocolate amargo diet”, afirmou a engenheira química Damaris Costa. A pesquisadora foi a entrevistada desta quinta-feira (15) do podcast Os Novos Cientistas.
    No bate-papo com o jornalista Antonio Carlos Quinto, Damaris descreveu como chegou a essa formulação, cujas metodologias estão descritas na pesquisa de mestrado intitulada Desenvolvimento de chocolate amargo com substituição da sacarose por mistura de fibra com edulcorantes. A pesquisadora teve a orientação da professora Suzana Caetano da Silva Lannes, da FCF USP.
    Segundo a engenheira química, a substituição demonstrou comportamento próximo das amostras estudadas de chocolates amargos e ao leite, com e sem sacarose, presentes no mercado. “Outro ponto seria também o alinhamento com as tendências do mercado. Hoje, a população busca por produtos desse tipo, como os chocolates com baixos índices glicêmicos”, destacou a pesquisadora.
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    15 min
  • Pesquisa analisa as dificuldades de atuação de profissionais de educação física lésbicas
    Na edição desta quinta-feira (17) dos Novos Cientistas, a professora de educação física Maria Clara Elias Polo descreveu como realizou a sua pesquisa na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP intitulada “Sapata sim. Às vezes…pra quê, né?”: O negociar, o performar e o passar por de profissionais de educação física lésbicas (2024). O objetivo do estudo, como contou Maria Clara ao jornalista Antonio Carlos Quinto, foi analisar como as profissionais de educação física lésbicas performam e negociam lesbianidades nas áreas de atuação profissional.
    Sob a orientação do professor José Miguel Olivar, da FSP, e coorientação da professora Yara Maria de Carvalho, associada da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), a pesquisadora acompanhou três profissionais lésbicas no campo de atuação do bacharelado, especialmente em uma instituição esportiva, em quadras de areia e em uma produtora de conteúdos audiovisuais. “Empreendi uma etnografia por um período de 12 meses”, contou Maria Clara. “Para tanto, utilizei diários de campo, aplicativos de celular para registro, gravadores, máquina fotográfica. Conversas de whatsapp, interações em redes sociais foram consideradas, agrupadas e selecionadas”, descreveu a pesquisadora.
    Segundo Maria Clara, em suas rotinas de trabalho, as profissionais de educação física lésbicas buscam isolar as questões que envolvem intimidade e lesbianidade de questões referentes às transações econômicas e atuação profissional. Para tanto, utilizam de dispositivos como o “armário” e o “passar por” mulheres heterossexuais em determinadas situações. “Percebemos nessa tese como as profissionais de educação física lésbicas trabalham, se cuidam, partilham das vivências econômicas e domésticas”, observou Maria Clara.
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    13 min
  • Estudo demonstra a riqueza e potencialidades da Caatinga
    É quase senso comum que a Caatinga é um biossistema árido, desprovido de vegetações e de difícil adaptação. “Se pedirmos a qualquer pessoa que feche os olhos e imagine um cenário da caatinga, esta é a visão, em geral, que vem à cabeça da maioria” , descreveu Andreia de Araújo. A pesquisadora é autora do estudo de doutorado RI.CA.ATINGA: o semiárido clama pela valorização de sua riqueza, defendido na Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Design (FAU) da USP.
    Andreia foi entrevistada no podcast Os Novos Cientistas, desta quinta-feira (3), e descreveu como realizou sua pesquisa, que foi orientada pela professora Catarina Lima, da FAU. “O objetivo de meu estudo foi compreender os significados por trás da valoração da Catinga e identificar fatores que permitam uma nova perspectiva acerca desse ecossistema”, explicou. Em sua pesquisa, Andreia propõe abordagens pedagógicas para promover uma visão mais positiva do semiárido brasileiro.
    A partir de entrevistas, visitas ao sertão nordestino e acesso a bibliografia científica, jornais e obras literárias, Andreia encontrou indícios de que a desvalorização desse bioma pode estar associada a narrativas deturpadas difundidas pela mídia, obras literárias e ações governamentais. A investigação começou por visitas às cidades nordestinas no agreste Pernambucano – Bezerros, Caruaru e Gravatá – e entrevistas. Em seguida, Andreia coletou depoimentos – de forma virtual, por conta da pandemia – em uma oficina montada por ela. A pesquisadora investigou também artigos científicos, jornais e literatura para entender a construção da imagem coletiva do sertão ao longo do tempo.
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    13 min
  • Modelo desenvolvido em laboratório abre caminhos para tratar a dermatite atópica
    Nesta edição do podcast Os Novos Cientistas, a pesquisadora Silvia Romano de Assis conversou com o jornalista Antonio Carlos Quinto sobre o seu estudo desenvolvido na Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP. A pesquisa intitulada Estabelecimento de modelo in vitro de epiderme humana reconstruída para dermatite atópica teve a orientação da professora Silvia Stuti Maria Engler e visou melhorar um modelo de Epiderme Humana Reconstruída (RHE). “Esse modelo é uma  ferramenta valiosa em pesquisa dermatológica, particularmente no estudo da dermatite atópica”, descreveu a pesquisadora.
    Como explicou Sílvia, a dermatite atópica é uma doença dermatológica que afeta uma parte significativa da população global.
    Muito comum surgir na primeira infância, mas ela também acomete adultos. Entre os sintomas, pele seca, coceira e lesões na pele que variam conforme a gravidade da doença. “Podem, por exemplo, surgir lesões avermelhadas com escoriações. O próprio de coçar, já provoca algum machucado na pele”, ressaltou a pesquisadora. A doença é complexa e tem o envolvimento de vários fatores, tanto fatores uma predisposição genética, fatores imunológicos, fatores ambientais e a combinação desses fatores é que resulta nessas alterações da pele e também desencadeia um processo assim inflamatório.
    Silvia contou que o modelo utilizado no estudo foi desenvolvido no laboratório, a partir de células humanas cultivadas em placas. “Essas células recebem reagentes específicos que promovem o seu crescimento e permite o desenvolvimento de uma epiderme humana, semelhante à pele humana nativa”, como explicou Silvia, destacando que a RHE também permite “que a gente possa simular algumas doenças dermatológicas. sendo uma alternativa à experimentação animal.” A RHE, como descreveu Silvia, é feita a partir da pele humana. “Recebemos doações de biópsias de pele, normalmente de cirurgias plásticas. Então, essas amostras, com o consentimento do paciente, passam por um processo onde a gente faz a extração das células da pele e essas células ficam armazenadas nos nossos bancos. Depois, as cultivamos separadamente e fazemos essa reconstrução da pele  ou epidermes humanas in vitro. ”
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    11 min
  • Banda da Lapa resiste à urbanização e industrialização paulistana desde os anos 1880
    Desde os anos 1880, uma banda formada por operários se mantem em atividade na cidade de São Paulo. Mais especificamente no bairro da Lapa, na zona oeste da cidade. A Corporação Musical Operária da Lapa, ou simplesmente “Banda da Lapa” como é mais conhecida, foi objeto de um estudo de mestrado realizado no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP. A autora da pesquisa, Paula de Mattos Skromov, foi a entrevistada desta quinta-feira (6) no podcast Os Novos cientistas.
    No estudo Paisagens sonoras da Banda da Lapa: tradição e memória operárias na cidade de São Paulo de 1914 a 1930 e de 2003 a 2019, que teve a orientação do professor Jaime Tadeu Oliva, do IEB, Paula traz a história deste grupo musical formado por operários que sobreviveu à urbanização e industrialização paulistana. “A banda da Lapa é a única sobrevivente entre muitas bandas amadoras que embalaram São Paulo entre os anos 1889 e 1930, na Primeira República”, contou a pesquisadora.
    Atualmente, como descreveu Paula, a banda tem, em média, 20 integrantes. “Esse número varia, porque o critério para participação da banda é uma adesão voluntária. A a maior parte dos músicos é trabalhador. As mulheres passaram a integrar o corpo musical a partir dos anos 1990”, destacou a pesquisadora. A banda é mantida e autogerida pelos seus integrantes, desde os seus primórdios. “Ela se mantém em parte com a renda obtida de cachês, muitos modestos, e é bancada, em parte, pelos próprios integrantes”, informou a pesquisadora. Ela também destacou que a banda atua nos carnavais paulistanos. “Aliás, neste sábado, 8 de março, o grupo participará do Bloco do Jamelão, no Bixiga, a partir das 14 horas”, informou Paula.
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    14 min
  • Plataforma inédita no Brasil usa Inteligência Artificial para diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA)
    No podcast Os Novos Cientistas desta quinta-feira, 20, o pesquisador Gabriel Cirino, que é mestre pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, conversou com o jornalista Antonio Carlos Quinto sobre a startup Braine – Brazilian AI for Neurodiversity, por ele desenvolvida em disciplinas do Mestrado Profissional em Empreendedorismo (MPE) da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) da USP.  A Braine é uma plataforma que usa inteligência artificial auxiliando no diagnóstico e acompanhamento do autismo, de forma mais rápida e eficiente em relação aos métodos tradicionais.
    “Em muitos casos o diagnóstico do autismo pode levar anos”, contou Gabriel. O pesquisador traçou um comparativo entre os métodos convencionais de diagnóstico e o que o método da plataforma Braine pode possibilitar. “Um tratamento convencional pode durar entre seis e doze meses, há um custo de R$ 5 mil a R$10 mil”, estimou. Gabriel disse que com a Braine, o tempo de tratamento cai para algumas semanas com valores médios de R$ 200.
    De acordo com Gabriel, o trabalho da plataforma é fundamentado em protocolos clínicos reconhecidos, como o CID-11 e o DSM-5, garantindo que nossa tecnologia esteja alinhada com as melhores práticas da neurociência e da clínica especializada. O pesquisador salientou que, “atualmente, estamos desenvolvendo três frentes principais para apoiar profissionais, pacientes e famílias ao longo da jornada do cuidado: Prognóstico Precoce, Suporte ao Tratamento e Monitoramento e Gestão de Crises.” O pesquisador informou ainda que a Braina está com projetos pilotos em andamento, e uma primeira versão foi testada com um grupo seleto de usuários – incluindo psicólogos, educadores e pessoas com TEA. A expectativa é que, ainda em 2025, possamos lançar uma versão ampliada dos produtos da Braine para um público maior.
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    13 min
  • Debate acadêmico passou distante da negritude do geógrafo Milton Santos
    Na entrevista desta quinta-feira (7), no podcast Os Novos Cientistas, o geógrafo Tadeu Batista Alves contou ao jornalista Antonio Carlos Quinto como realizou seu estudo sobre o geógrafo e intelectual brasileiro Milton Santos. No estudo intitulado Milton Santos: Narrativas em construção sobre ser negro no Brasil ao final do século XX, Tadeu Batista contou com a orientação do professor Jaime Tadeu Oliva.
    Para a sua pesquisa, o geógrafo analisou entrevistas, depoimentos e trabalhos acadêmicos que Milton Santos produziu entre o final dos anos 1980 e o início dos anos 1990, com foco nas questões da população negra e sua cidadania no Brasil. Também examinou em seu acervo, mantido no arquivo do IEB, fotografias e textos que ele identificava como leituras obrigatórias sobre a população negra no Brasil e sua integração na sociedade. “Meu objetivo foi entender Milton Santos como um personagem do Brasil, revisitando sua negritude e sua participação na universidade para melhor entender a realidade do negro no século 20”, disse o pesquisador.
    De acordo com Tadeu, apesar da grande representatividade negra de Milton Santos na universidade e que sempre colocou em pauta a questão da negritude, ele foi silenciado por ser interlocutores. “Um exemplo desse silenciamento ocorreu quando ele foi homenageado pela USP e em seu discurso falou sobre a necessidade de ampliar o acesso da população negra à Universidade. Quando vamos ver se essa menção teve algum destaque, achamos somente notas de rodapé sobre o assunto abordado por ele”, destacou o pesquisador.
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    12 min

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Espaço destinado aos novos mestres e doutores da USP para falar sobre suas pesquisas e inovações, num bate-papo informal e descontraído.

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