As disputas mais recentes por minerais estratégicos estão gerando um redesenho das regras que regem a exploração dos mares.
Estados Unidos avançam para liberar mineração em alto-mar, amparados apenas em sua lei nacional. A França consolida seu monopólio energético na Europa com a matriz nuclear e facilita a instalação de data centers de alta potência de grandes corporações, ajustando normas urbanísticas e priorizando a transferência de energia ao funcionamento do aparato corporativo, em detrimento do cidadão comum.
No Brasil, discursos de soberania contrastam com a displicência na proteção de dados sensíveis e com os limites impostos por acordos ambientais a áreas marítimas recém-incorporadas.
Nessa disputa por minerais raros e energia, como o Brasil se posicionará e quais serão os impactos diretos em nossa vida?
Com Arthur Machado.