É lá de Dourados que os versos da MC Anarandá ecoam para o mundo através de suas redes sociais.
Esta jovem indígena de apenas 24 anos quer ser ouvida. Como rapper e influenciadora digital, usa música como instrumento para falar sobre sua identidade, os costumes, rituais, a religião, educação e o dia a dia do seu povo.
Deixou a aldeia guarani-kaiowá para conhecer a vida dos brancos, aprender um novo idioma, uma nova cultura, fazer novos amigos.
Novos, porém, não foram os problemas que enfrenta como mulher e com questões de diversidade. Sofreu discriminação na universidade e encarou a questão do feminicídio com um clipe que está viralizando no YouTube mostrando a importância do tema.
Ela quer mais. Tem mais músicas, ideias, clipes que quer fazer. Só precisa de apoio e visibilidade.
No episódio de hoje no podcast, Somos Newa, nos emocionamos, cantamos e conhecemos mais sobres a nossa ancestralidade e raiz índigena.
E, antes de você dar play nessa entrevista e se emocionar junto com a gente, eu convido você a apoiar a Anarandá. Então, se você quiser seguir e compartilhar a arte da Anarandá ou, ainda, se tiver interesse em financiar de alguma maneira o trabalho artístico dela, procure ela no Instagram: @anarandarefletirmc
Se quiser seguir no Tiktok, também: @anarandagk21
Para comentários e sugestões, mande email para: [email protected] ou então DM para @somosnewa
Site: somosnewa.com.br (solicite nossa newsletter e receba convite para as próximas Masterclasses)
Produção: vozeconteudo.com.br - @vozeconteudo