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Até junho de 2021, o Brasil reconheceu 48 mil venezuelanos como pessoas refugiadas. O expressivo número se dá devido à grave crise política e social que o nosso vizinho enfrenta há alguns anos.
Entidades especializadas alertam que o trabalho de acolhimento de refugiados vai muito além de uma simples “caridade”. É preciso garantir a essas pessoas condições de vida digna, trabalho e meios para sobreviver.
Neste episódio do podcast “Somo Newa”, converso com Vanessa Tarantini, Mestre em Direitos Humanos pela Universidade de São Paulo, e que atua desde 2018 na ACNUR Brasil, agência da ONU especializada no apoio a refugiados. Vanessa explica a importância do trabalho para a real integração dessas pessoas à sociedade, além de orientar como as empresas podem colaborar.
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Crises humanitárias que afetam países inteiros são cada vez mais comuns. Presentes em praticamente todos os continentes, as crises humanitárias causam uma onda de migração forçada e pedidos de refúgio. Algumas dessas pessoas procuram o Brasil para recomeçarem suas vidas.
A maior parte dos refugiados que hoje vive no Brasil é de venezuelanos, seguidos por sírios, congoleses e haitianos.
Neste episódio do “Somos Newa”, converso com Eliane Franco Figueiredo, sócia e diretora da Projeto RH e Líder do Comitê de Inserção de Refugiados do Grupo Mulheres do Brasil. Eliane trabalha pela capacitação técnica e inserção de refugiados no mercado de trabalho, e revela detalhes sobre desafios e avanços na vida dos refugiados no Brasil.
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O Dia Nacional do Tradutor e Intérprete de Libras é comemorado em 30 de setembro. Mesmo sendo reconhecida como comunicação e expressão dos surdos há 20 anos, a Língua Brasileira de Sinais - Libras, ainda não é tão difundida quanto deveria.
Segundo dados do IBGE, cerca de 5% da população brasileira possui algum tipo de deficiência auditiva, que por muitas vezes impede a conclusão dos estudos ou a inserção no mercado de trabalho formal.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, converso com David Lima, fundador da empresa Leve Libras, intérprete e tradutor há 12 anos. Lima fala sobre a iniciativa de popularizar a linguagem de sinais, a importância da inclusão na sala de aula e os desafios que as pessoas surdas ainda enfrentam.
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A inclusão de pessoas com deficiência na sociedade vem avançando nos últimos anos, mas mesmo assim, PcDs ainda precisam enfrentar preconceitos, desconfianças e tentativas de retrocesso.
A luta pelos direitos da pessoas com deficiência é tão importante que ganhou um dia no ano, o 21 de setembro. O principal objetivo é dar visibilidade, além de alertar a sociedade sobre os direitos básicos que infelizmente ainda são negados aos PcDs.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, converso com Marcos Lima, jornalista, palestrante e youtuber do canal “Histórias de cego”. Marcos Lima acredita na educação e na informação como maiores ferramentas de combate a preconceitos e falsas impressões.
Atualmente muitas empresas compreendem a importância da diversidade no mercado de trabalho. Os ganhos institucionais são enormes: inovação, engajamento, retorno financeiro, felicidade. Empresas que possuem pessoas diversas em suas equipes conseguem conversar mais diretamente com o consumidor, além de desenhar produtos melhores e mais adequados à realidade do público em questão. Mas mesmo com todos os benefícios, algumas organizações não consideram a diversidade um valor importante, indo na contramão de todas as estatísticas que só mostram resultados favoráveis.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, converso com Debora Gepp, que trabalha com diversidade e inclusão há 8 anos e é co-fundadora da Rede Brasileira de Mulheres LBTQ. Debora fala sobre a inclusão de pessoas LGBTQIAP+ no mercado de trabalho e em cargos de chefia, além da importância do olhar interseccional e intencional das ações afirmativas dentro das empresas.
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O etarismo é a discriminação pessoal ou profissional com pessoas acima dos 50 anos de idade. Esse problema, que não é exclusivo do Brasil, se agravou durante a pandemia de Covid-19.
Muitos profissionais mais velhos encontram grandes dificuldades na recolocação profissional, pois tem suas experiências e habilidades ignoradas por conta da idade.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, eu converso com o empreendedor social Mórris Litvak. Ele se inspirou na própria avó para criar a Maturi, uma startup que aproxima profissionais 50+ do mercado de trabalho e de iniciativas empreendedoras.
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Os perennials - pessoas com idade perene -, são aquelas que não necessariamente se apóiam apenas nos anos vividos, mas sim nas experiências que vão adquirindo ao longo da vida.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, converso com Márcia Monteiro. Jornalista, chefe de redação do Globo Repórter e fundadora da Geração Ilimitada, Márcia explica como a diferença geracional é benéfica para a diversidade e para o desenvolvimento das empresas.
Marcia revela, ainda, como cada geração lida com assuntos fundamentais como inclusão, diversidade e aprendizado.
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As mulheres lésbicas são afetadas por uma profunda invisibilidade, tanto que em nosso país há pouquíssimos estudos e estatísticas sobre suas dores, situações de violência e discriminação.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, converso com Mayra Castro, advogada, mulher lésbica e palestrante internacional.
Mestre em Direito Internacional pela Universidade de Genebra, Mayra explica como foi lidar com situações de assédio, a percepção sobre a lesbofobia no Brasil, além da importância do capitalismo consciente e suas motivações.
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O feminismo é um conceito antigo e, felizmente, cada vez mais difundido entre mulheres e homens. Porém, a luta pela igualdade de direitos ainda é cansativa. Por muitas vezes, essa batalha afeta até mesmo a vida pessoal de uma mulher.
Neste episódio do podcast “Somos Newa”, converso com Maria Cândida, jornalista, apresentadora influencer e feminista. Maria conta como suas experiências a fizeram enxergar o feminismo como algo essencial na vida da mulher e como a independência financeira e o empoderamento são fundamentais para a autoestima e o bem-estar.
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A desconstrução vem se tornando um assunto comum em debates e conversas em grupo, mas você sabe qual é a real importância dela na construção de uma sociedade mais justa?
A desconstrução ajuda a colocar luz nas micro e macro violências incentivadas pelo racismo e pelo machismo estrutural.
Neste episódio do “Somos Newa”, eu converso com Manoel Soares, jornalista, escritor, ativista e co-fundador da Central Única das Favelas, a CUFA. Soares conta como a desconstrução precisa ser um processo constante e vigilante, e que atitudes intencionais são primordiais para a construção de uma sociedade em que a equidade seja uma realidade.
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