O que você faria? – Histórias de Carreira

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O que você faria? – Histórias de Carreira episodes

  • O Que Você Faria? #27 - Qual o papel do CSO - Chief Sustainability Officer - para a organização? Fabiana Gomes, Hidrovias do Brasil

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Fabiana Gomes sobre os desafios da sustentabilidade como estratégia do negócio.

    Bióloga de formação, tendo feito carreira em consultoria, Fabiana compartilha conosco os aprendizados com a transição de carreira técnica para a posição de executiva de uma grande corporação com reporte direto ao Conselho.

    Fabiana reflete que os profissionais dos conselhos foram treinados para gerar valor para os shareholders e considera que sua geração é responsável por fazer a transição do negócio para o capitalismo dos stakeholders.

    Quando entrou na Hidrovias, logo nas primeiras conversas recebeu um feedback certeiro: você agora é uma executiva da empresa e não mais uma consultora. Além disto, ouvir que “ parecia querer  transformar a empresa em uma ONG, foram momentos muito importantes que a ajudaram a entender o seu papel na organização. E a mudança que essa transição de carreira estava exigindo dela.

    Fabiana avalia que seu compromisso está além de informar pares e gestores. Seu objetivo é convencer e engajar e conversar com quem divide o rio conosco – as comunidades do entorno. Isto deve estar nas premissas da liderança.

    Fabiana tem 25 anos de experiência na avaliação de impactos ambientais e sociais  e passivos, nos setores público e privado. Para ela, resultados estão ligados a decisões estratégicas relacionadas à expansão ou reorganização de negócios por meio de processos de M&A, opções de investimento, programas de desinvestimento e gestão de ativos problemáticos sob uma perspectiva socioambiental.

    É formada em Ciências Biológicas pela USP, especialista em gestão ambiental e possui mestrado em botânica pela mesma instituição. Cursou o PMD – Program for Management Development – pelo IESE Business School, campus São Paulo (Sede do ISE Business School) em 2022. Atuou como consultora na Ramboll por 13 anos e atualmente ocupa o cargo de Diretora de Sustentabilidade da Hidrovias do Brasil.


    Acompanhe os próximos episódios para conhecer mais histórias de pessoas como a Fabiana, que compartilham seus dilemas e desafios e nos provocam importantes reflexões, além de contribuir para o enriquecimento de nossas futuras escolhas.


    Novos episódios todas as últimas terças-feiras do mês.

     

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    Bruno Daminello Zacarias

    Carminda Tavares

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    Fabio Luis de Sousa

    João Victor Peixoto

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    41 min
  • O Que Você Faria? #26 - Como navegar na volatilidade para empreender? Niko Theodorakis, Noah Wood Building Design

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Nicolaos Theodorakis, ou Niko, como é conhecido, cuja missão é revolucionar o mercado da construção civil, considerado o segundo maior poluidor do mundo, ao utilizar a madeira engenheirada - recurso sustentável e renovável - em soluções para a construção civil, que ainda reduz em 50% o tempo de obra.

    Niko afirma que nada resiste ao trabalho bem-feito (lema que está nas paredes da empresa) e busca trabalhar com os times sempre provocando a reflexão: problemas acontecem todos os dias. Corrigimos? O que aprendemos com isso?

     

    De família de origem empreendedora - imigrantes gregos do ramo têxtil - afirma que seu MBA, antes mesmo da atuação em Investment Banking ou da formação como engenheiro de produção, foi o balcão das lojas e fábricas do negócio da família que ajudou a gerir no icônico bairro do Brás, em São Paulo.

     

    Tendo fundado a Noah e feito primeira rodada de investimentos há alguns meses do início da pandemia, vivenciou a solidão da posição de CEO e compartilha conosco o processo e os desafios para a formação de uma equipe empreendedora.

     

    Engenheiro de produção pela FEI, Niko é empreendedor do mercado imobiliário há 11 anos, sócio e investidor na Alfa Realty, empresa que atua no mercado de incorporação residencial de alto padrão em São Paulo e foi sócio da FinCapital, holding que criou e montou a CrediHome, empresa que está revolucionando a forma como as pessoas tomam crédito imobiliário no Brasil. Antes do mercado imobiliário, atuou por 11 anos no mercado financeiro, na área de Investment Banking, tendo participado de inúmeras operações de IPO, M&A e mercado de capitais quando atuou no BTG Pactual. Niko cursou o AMP - Advanced Management Program – do IESE, campus SP, (sede do ISE Business School) em 2018.

    Acompanhe os próximos episódios para conhecer mais histórias de pessoas como o Niko, que compartilham seus dilemas e desafios e nos provocam

    importantes reflexões, além de contribuir para o enriquecimento de nossas futuras escolhas.


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    33 min
  • O Que Você Faria? #25 - Como superar o desafio de fortalecer o lado humano da área de RH? - Vivian Broge, Iguatemi S.A.

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Vivian Broge, diretora de

    Recursos Humanos e ESG da Iguatemi S.A. e nossa antiga aluna PMD’13.

    Como ela mesma afirma “está” diretora de Recursos Humanos e ESG da Iguatemi S.A. Desde o começo da carreira executiva em uma empresa de telecomunicações, depois de passar por produção de rádio, tv e filmes, entendeu que tinha habilidade para resolver problemas. Mas não de uma forma técnica e sim escutando as pessoas e chegando a soluções colaborativas e com abordagem integrativa. Assim, descobriu este seu “super poder”.

    Para a executiva, saber fazer perguntas e estar genuinamente disposta a escutar as respostas é um bom caminho para uma gestão sustentável. Ela entende que as pessoas responsáveis pela gestão do negócio e,  portanto, das pessoas, estabelecem condições de criar colaborativamente ao se libertar da obrigação

    de saber todas as respostas. Quando perguntada sobre “Como os gestores voltados ao resultado podem fazer uma gestão colocando as pessoas no centro?”, a resposta vem de uma forma muito simples: “Recursos Humanos é o resultado, porque são as pessoas que colocam o seu talento a serviço de gerar valor e impacto positivo nas empresas.”

    Mãe do Artur e da Nina, Vivian afirma que  a maternidade foi o melhor programa de desenvolvimento em que já se matriculou. Ao ser contratada grávida do primeiro filho, percebeu a importância de ser uma mulher em posição de liderança e o quanto poderia usar a sua voz e o dom da comunicação para criar espaços e ajudar outras mulheres no trabalho de buscar a equidade de gênero e influenciar o mundo ao seu redor.

    Vivian Broge é uma  profissional de RH bastante experiente, com passagem por diferentes empresas multinacionais como Danone, Natura e IBOPE.  Também possui conhecimento em gestão e desenvolvimento de negócios, incluindo atividades de M&A, gestão de marketing, negociação, planejamento e coaching, o que a torna uma parceira estratégica na atuação da organização. Vivian atua ainda como professora na FIA, há quase 12 anos. É formada em Comunicação Social, com habilitação em Rádio e TV. Sua vontade de aprender está refletida em diversos programas e especializações, entre eles o PMD – Program for Management Develpment do IESE Business School, campus São Paulo

     

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    36 min
  • O Que Você Faria? #24 - Déborah Campani, Bradesco | Qual o papel do líder no desenvolvimento das pessoas?

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Déborah Campani, Diretora

    Regional do Bradesco, nossa antiga aluna AMP’19 e Leader ID’22.

    Déborah entende que a liderança deve ser sustentável: o gestor precisa buscar olhar para seus sucessores e deixar um legado. Ter um time de profissionais que entendam seu papel no contexto, que se sintam responsáveis na sua cadeira e pela sua cadeira e que busquem a qualificação para contribuir com o negócio são elementos que vão diferenciar o resultado das organizações e das pessoas. O líder sustentável procura entender os problemas, sabe ouvir, consegue adotar um estilo de liderança humanizada e aí sim, obtém o melhor dos mundos: consegue trabalhar bem, com a equipe engajada e que se percebe valorizada.  

    Déborah tem ciência de que sempre foi muito focada em resultados – a forma dela de trabalhar e até liderar a levaram até aqui, mas entende hoje que este estilo de liderança pode ser repensado e aprimorado para permitir seu crescimento.

    Déborah tem mais de 34 anos de experiência no mercado financeiro. Atuou como Diretora Regional desde 03/2019 no estado de Santa Catarina e a partir de 12/2020 assumiu os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo tendo sob sua gestão seis  gerências regionais, , com 200 agências, 3.000 funcionários e mais de R$ 38 bi em recursos administrados.

    Atua ainda como diretora da ABERJ, Associação de Bancos do estado do RJ, é mentora do IVG e criadora do grupo de mentoria Mulheres 21. É formada em Administração de Empresas, com 2 MBAs em gestão estratégica de pessoas pela FGV e pela PUC/RS, dentre outras especializações. Realizou PGP (Programa Gerencial Bradesco), o AMP (Advanced Management Program) do IESE e o Leader ID, pelo ISE Business School.

     

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    32 min
  • O Que Você Faria? #23 - É possível exercer a influência sem o poder?

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Eduardo Carvalho, Presidente LATAM da Equinix e AMP´16.

    Do ponto de vista de diferentes cargos e funções, como fundador, sócio, dono e até CEO em uma estrutura matricial, Eduardo compartilha o principal aprendizado de sua trajetória: o poder na gestão realmente diminuiu, mas a opinião do líder continua valendo muito. Ele nunca separa o pessoal do profissional (afinal somos uma só pessoa) e se tornou amigo dos diretores da organização. Tendo em vista que a principal habilidade de um líder é fazer as coisas se moverem, Eduardo busca incentivar os times a pensar globalmente, mas agir localmente.

    Segundo nos contou, as discussões na Equinix não são baseadas em powerpoint e sim em conversas francas. A meta é sair de toda e qualquer reunião com uma visão única, ainda que sua opinião tenha sido vencida.

    Para ele, estamos vivendo o fim da era do poder e o principal papel da liderança é pedir e negociar – e não mandar ou “canetar”. Eduardo entende que a posição de CEO exige hoje as habilidade de negociação e de gestão de pessoas, além da gestão de conflitos e da conquista para o engajamento.

    Eduardo Carvalho é formado em Administração, com vários cursos de especialização em universidades como Kellogg, Columbia, IESE Business School, campus SP (sede do ISE Business School) e Oxford. Foi presidente da Equinix no Brasil por 9 anos e, logo após, assumiu a presidência para a América Latina. Além de executivo, é empreendedor, possui participação em 8 empresas, e em duas delas atua no conselho administrativo.

    Acompanhe os próximos episódios para conhecer mais histórias de pessoas como o Eduardo, que compartilham seus dilemas e desafios e nos provocam importantes reflexões, além de contribuir para o enriquecimento de nossas futuras escolhas.

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    34 min
  • O Que Você Faria? #22 - A inovação só acontece com mudança de cultura e apoio do C-level

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Armandina Formoso, Head of Corporate Venture na BRQ Digital Solutions, EMBA´18.

    Armandina acredita que uma empresa inovadora não precisa de uma área de inovação. Com mais de 12 anos de experiência trabalhando em Inovação Corporativa e no ecossistema brasileiro de startups, hoje está à frente da área de Corporate Venture da BRQ, em São Paulo, onde desenha a estratégia de inovação corporativa focada em CVC, inovação aberta e intraempreendedorismo.

    O seu dia a dia passa por aprimorar o ecossistema de inovação da empresa, investindo em startups de scale-up b2b, criando iniciativas de construção de empreendimentos corporativos com uma estratégia go-to-market. “O foco é resolver as dores de nossos principais clientes, também estabelecendo parcerias com empreendedores e hubs para desenvolver estratégias e conexões de inovação aberta.”, explica a jovem executiva de origem mexicana.

    Com experiência no mercado americano, na área de marketing, nos segmentos de entretenimento e telecomunicações se considera uma desbravadora. Já falava – e trabalhava com startups desde 2016 quando nem o conceito deste modelo de negócio era conhecido.

    Com tudo o que já fez, ensinou e desenvolveu, avalia que no começo da carreira 70% era aprendizado e 30% trabalho. Hoje esta equação se inverteu. O que a move é aquele frio na barriga de fazer coisas novas e pode afirmar que o que já conquistou foi motivado por seus desejos pessoais: voltar ao Brasil e a São Paulo, aprender coisas novas, se desafiar. Seus olhos brilham quando fala de inovação e não se importa de começar algo novo sem um papel definido ou muito estruturado. Vai fundo e muito rápido. Para ela, as aulas do EMBA ajudaram a fortalecer sua autoconfiança.

    Recentemente, Armandina foi apontada pela Global Corporate Venturing, plataforma que promove a inovação em todo o mundo, como uma das 39 mulheres tomadoras de decisão em investimentos corporativos que estão mudando a cara do mercado.

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    36 min
  • O Que Você Faria #21 - Como quebrar silos e implementar uma cultura mais ágil e aberta ao risco?

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Eduardo Fonseca, CEO para América Latina da Prometeon Tire Group, e antigo aluno dos programas PMD 2013 e do Decisões 4.0.

    Para Eduardo, a pandemia de covid foi o momento mais crítico de sua carreira e ele acredita que não há outro desafio profissional que se compare à situação vivida: na Prometeon pararam quase 4 mil funcionários em menos de 3 dias. No entanto, ao mesmo tempo que foi um desafio gigantesco, ele identificou aí uma excelente oportunidade de negócio para o grupo. E colocou uma meta: sair do 3° lugar para o topo do mercado.

    Ele sabia que tinha capacidade produtiva para tal e contava com um grupo competente de funcionários. O desafio era colocar em prática um plano ousado que requeria enfrentar problemas como os silos já estabelecidos, uma cultura de tomada de decisão lenta e pouco organizada, um time acostumado a esperar decisões top-downpara se mover, e com pouca agilidade. E como fazer?

    Eduardo conta como foi complexo o processo que exigiu a integração de várias áreas e de muitas pessoas para atingir a meta – e conseguiram, com governança e disciplina. Para ele, um dos fatores de sucesso foi permitir que todos opinassem e fazer com que os riscos fossem compartilhados – “quando um ganha, todos ganham, quando um perde, todos perdem.”

    Eduardo Fonseca é CEO para América Latina da Prometeon Tire Group (Antiga Divisão de Pneus Comerciais Pirelli) e se juntou à empresa em 2019. Anteriormente, trabalhou em empresas multinacionais, entre elas: Ford, Dana Corp, Pirelli e Johnson & Johnson, onde construiu uma sólida experiência em operações, sempre em ambientes multiculturais.

    Trabalhou em produção, utilizou metodologia lean, implantou novas plantas, fez gerenciamento de processos e fornecedores, e atuou provendo suporte ao cliente tanto no Brasil como no exterior. Trabalhou fora do Brasil por 8 anos, na África do Sul, EUA e Itália. Recentemente, antes de se juntar à Prometeon, Eduardo foi o Diretor Sr. de Manufatura da J&J para Brasil/Argentina, sendo responsável pela maior fábrica da divisão de Consumo no mundo, localizada em São José dos Campos.

    É engenheiro formado pela Universidade Mauá, com pós-graduação em Administração de Marketing pela ESPM, Executive MBA (EMBA) pela Universidade de Pittsburgh – EUA e PMD – Program for Management Development pelo IESE Business Shcool, campus São Paulo.

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    36 min
  • O Que Você Faria? #20 – O desafio e a alegria de construir pontes entre as pessoas e os negócios

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Dorival Dourado, mentor, conselheiro e investidor-anjo, e antigo aluno do Advanced Board Leaders Program - ABLP 2022.

    Aos 64 anos, Dorival considera que está no 3° Estágio de sua carreira: teve uma trajetória bem-sucedida de 22 anos no Grupo Abril, fase que relembra com muito carinho e respeito pelos ensinamentos da família Civita, como, por exemplo, ter se tornado um leitor voraz. Inquieto e sem gostar muito de uma “zona de conforto”, seguiu para o mercado financeiro, decisão que o levou a uma carreia fora do País. Depois, aceitou o desafio de voltar ao Brasil e “tirar do papel” uma nova empresa, também deste segmento. Desta fase, acredita ele, tirou grandes aprendizados que o prepararam para o 3º ciclo que vive agora como conselheiro, mentor e investidor-anjo.

    Nesta conversa, Dorival nos conta de um drama pessoal que o fez repensar a forma de viver e buscar o equilíbrio entre fazer o que gosta no campo profissional e estar com quem gosta, no campo pessoal – a família, 4 filhos, 7 netos e os amigos, além de de dedicar à leitura. Teve dois enfartos, precisou ser reanimado e ficou quase 5 meses em recuperação. Parou de fumar, continua “workaholic”, mas, como ele diz, com consciência. Esta experiência somada a todas as oportunidades no campo profissional lhe dão a tranquilidade de buscar a felicidade no que faz. Para ele um conselheiro e mentor deve saber fazer as perguntas certas e provocar as reflexões necessárias para que a tomada de decisão seja assertiva. Já enquanto investidor-anjo supre sua necessidade de aprender cada vez mais.

    Formado em administração, foi eleito pela Information Week americana como top 10 Global CIO. Hoje é conselheiro de empresas nacionais, estrangerias, de capital aberto e fechado, dentre elas duas familiares e é Investidor Anjo em empresas nos segmentos de educação, serviços financeiros, saúde e legal.

    Foi conselheiro da ICP-Brasil e da Secretária Municipal de Tecnologia e Inovação da Prefeitura de São Paulo. Tem formação como conselheiro de empresas pelo IBGC e é antigo aluno do ABLP – Advanced Board Leaders Program, 2022, pelo ISE Business School.

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    38 min
  • O Que Você Faria? #19 - Como escalar a transformação nas empresas?

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com o inquieto Pedro Bortolotto sobre a arte de escalar a transformação em grandes organizações e sob a perspectiva do agronegócio brasileiro, que afirma: “será referência mundial”. Diante do potencial conflito nas conversas francas e transparentes com CEOs, Pedro reflete sobre capabilities, riscos e sobre a verdadeira transformação construída bottom up, pelas “bordas da organização”.

    Engenheiro de Produção pela UFRGS, Pedro Bortolotto possui Mestrado em Gestão de Suprimentos pela UNISINOS, e cursou o PMD - Program for Management Development - em 2017 pelo IESE Business School, campus São Paulo (Sede do ISE Business School). Com passagens por diversas empresas ligadas ao agronegócio como Yara e o Private Equity Agrogalaxy, possui vivência em diferentes países e regiões e sempre atuou nos processos de transformações organizacionais e de negócios. Atua hoje como Chief Transformation Officer na Alvarez&Marsal, implementando soluções que promovem a transformação e o desenvolvimento de novos mercados com vantagens competitivas.

    Acompanhe os próximos episódios para conhecer mais histórias de pessoas como o Pedro, que compartilham seus dilemas e desafios e nos provocam importantes reflexões, além de contribuir para o enriquecimento de nossas futuras escolhas.

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    40 min
  • O Que Você Faria? #18 - Transição de carreira do mercado tradicional para a nova economia

    Neste episódio de “O Que Você Faria?”, o Podcast do ISE Business School, o professor Renato Fernandes conversa com Isadora Gabriel. Formada em psicologia, ela compartilha os desafios de cursar um Executive MBA internacional para uma pessoa que não veio das “tradicionais” graduações para este Programa, como engenharia, administração e finanças. Isadora fala ainda sobre o processo de mudança de sua carreira, de empresas tradicionais para empresas da chamada “nova economia”.

    Psicóloga formada pela PUC-SP, pós-graduada em Gestão Estratégica de Serviços pela ESPM, Coach formada pelo ICI (Integrated Coaching Institute), Isabela cursou o Executive MBA pelo IESE Business School, campus São Paulo (Sede do ISE Business School) em 2019. Executiva de Gestão de Pessoas conta com passagem por grandes empresas como Unilever, Vivo, Itaú BBA, B3 e Banco Safra, bem como em start ups como AMARO e Movile, todas líderes ou pioneiras em seus mercados. Durante esses anos, acumulou vasta experiência em transformação cultural, contratação, desenvolvimento e gestão de talentos, bem como gestão de times de alta performance. Atualmente é Diretora Executiva de Pessoas da Movile, uma investidora brasileira com foco na aceleração de empresas de tecnologia e suas pessoas como Ifood, Sympla e Playkids.

    Acompanhe os próximos episódios para conhecer mais histórias de pessoas como a Isadora, que compartilham seus dilemas e desafios e nos provocam importantes reflexões, além de contribuir para o enriquecimento de nossas futuras escolhas.

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