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"Quando deixamos de viver para apenas sobreviver?"
Essa pergunta, lida em um fanzine no começo dos anos 2000, atravessa este episódio inteiro. Ele nasceu de uma reflexão que comecei surgiu na pandemia — no meio do desemprego, da análise semanal e das caminhadas sem hora para voltar — e que amadureceu anos depois, com a leitura de "A Vida Não É Útil", de Ailton Krenak.
Este não é um episódio sobre o livro apenas: é uma tentativa de colocar Krenak em diálogo com outros pensadores que também questionaram a ideia de que a vida — ou o corpo, ou o tempo, ou a natureza — só valem alguma coisa quando produz, quando lhe atribuem uma "utilidade".
Passamos por André Gorz e a crítica à centralidade do trabalho, por Walter Benjamin e o Anjo da História, por John Bellamy Foster e Jason W. Moore no debate sobre a fratura entre capitalismo e natureza, por Aníbal Quijano e a colonialidade do poder, e por Rosa Luxemburgo e Ruy Mauro Marini na crítica ao imperialismo e à superexploração do trabalho no Sul Global.
Como já é tradição na temporada, o episódio conta novamente com a participação do professor e doutor em história social Rafael Dias, que já esteve no Obra Fechada nos episódios 19 (Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago) e 56 (Torto Arado, de Itamar Vieira Jr.). Desta vez ele traz o olhar de quem discute o livro de Krenak em sala de aula com adolescentes.
Na edição foram utilizados trechos de entrevistas de Ailton Krenak (Projeto Preserva) e de André Gorz, um fragmento do episódio 4 de Chernobyl (HBO), um recorte de Matrix (dirigido pelas irmãs Wachowski), um trecho de fala de Aníbal Quijano no Terceiro Congresso Latino-Americano e Caribenho de Ciências Sociais (FLACSO Equador), um fragmento de "Every Day Is Exactly the Same", do Nine Inch Nails, além de faixas de Everything Is Dead e Siarhei Korbut, do Pixabay. Todo o material foi usado para fins de estudo, comentário e análise cultural, sem finalidade comercial, e os direitos pertencem aos seus respectivos autores.
Referências essenciais
Capítulos
00:00:00 – Abertura00:14:31 – Parte 1 | A utilidade da vida00:33:49 – Parte 2 | Progresso: para onde e para quem?00:47:38 – Parte 3 | O Antropoceno e os devoradores da natureza01:02:33 – Parte 4 | Existir e resistir01:16:57 – Parte 5 | Qual é o lugar da esperança?01:24:29 – Encerramento
Este é um episódio muito especial para mim. Para escrevê-lo, precisei voltar às minhas próprias origens e revisitar lembranças que estavam guardadas havia décadas. Lembrei de ouvir Meantime em fita cassete enquanto atravessava São Paulo de ônibus, caminhando pelo centro da cidade e tentando entender o mundo ao meu redor. Foi uma oportunidade de recuperar ideias que me acompanhavam desde a adolescência e revisitá-las hoje com o olhar que o tempo, a pesquisa e a maturidade me permitiram construir.
Como já aconteceu em outros episódios do Obra Fechada, este não é um programa sobre letras ou uma análise faixa a faixa do disco. Meu interesse foi compreender Meantime dentro de seu contexto social, econômico e cultural, investigando as relações entre trabalho, música, indústria cultural e experiência cotidiana no início dos anos 1990.
A principal hipótese desenvolvida aqui é uma interpretação pessoal. Nenhum integrante do Helmet afirmou que Meantime seja um disco sobre o mundo do trabalho. Essa leitura nasce das entrevistas de Page Hamilton, de sua trajetória e das conexões que estabeleço entre sua biografia, a sonoridade da banda e o período histórico em que o álbum foi produzido. Como toda obra de arte, um disco também passa a pertencer a quem o escuta e pode adquirir novos significados com o tempo.
Talvez por isso este seja também o episódio mais autobiográfico do Obra Fechada. Ao contar a história de Meantime, acabei contando um pouco da minha própria história: a do office boy que atravessava São Paulo, ensaiava à noite, comprava fitas na Galeria do Rock e tentava compreender o mundo através da música.
Este episódio conta novamente com a participação de Luiz Mazetto, jornalista, escritor e pesquisador da cena hardcore brasileira, cujas contribuições enriqueceram decisivamente esta reflexão.
Na edição deste episódio foram utilizados trechos de músicas do Helmet (Meantime) e do Nirvana ("Smells Like Teen Spirit"), áudios de I'm Going To Kill You e Textures, de Chop Ghost (Pixabay), além de trechos do Blairing Out Show, Beavis and Butt-Head e da entrevista concedida por Luiz Mazetto em julho de 2026. Todo o material foi empregado exclusivamente para fins de pesquisa, comentário, crítica e análise cultural, sem finalidade comercial ou qualquer intenção de violar direitos autorais.
Espero que você goste de ouvir este episódio tanto quanto eu gostei de pesquisá-lo, escrevê-lo, gravá-lo e editá-lo.
Referências essenciais
Capítulos
00:00:00 – Abertura
00:11:41 – Parte 1 | O tempo do meio
00:28:08 – Parte 2 | Quem trabalha, toca
00:41:02 – Parte 3 | O laboratório do trabalho
00:48:12 – Parte 4 | A fábrica do som
01:02:02 – Encerramento
Nesta temporada, me comprometi a me desafiar técnica e teoricamente. A mudança de formato trouxe uma série de novos desafios, mas também me fez perceber algo que considero interessante: que cada temporada possa ter uma linha temática própria. Não como uma camisa de força, mas como um caminho para aprofundar determinados assuntos, oferecer diferentes perspectivas e ampliar o leque de conversas de um episódio para outro.
Acho que este episódio conseguiu alcançar um pouco desse objetivo. De certa forma, ele acabou se tornando uma continuação espiritual — ainda que não formal — dos episódios sobre Pele Negra, Máscaras Brancas, Nada Como um Dia Após o Outro Dia e Sobrevivendo no Inferno.
Reforço meu agradecimento ao querido amigo Davi Correia e aproveito para deixar suas redes sociais:
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O programa utilizou áudios de SlimeyFox, Into the Crowd, Ieberch, Dajit Kundi e Mattyt121, disponibilizados no Pixabay, além de trechos do documentário Notas de uma Guerra Particular, disponíveis no YouTube. Também foram utilizados excertos das músicas Police, do Suprême NTM, e Connexion, do Assassin.
A utilização desses materiais tem como objetivo contribuir para a pesquisa e a contextualização dos temas abordados, bem como divulgar as obras e seus autores, sem qualquer intenção de apropriação indevida ou obtenção de lucro a partir de direitos pertencentes a terceiros.
Referências citadas
00:00:00 Abertura
00:06:12 Parte 1 - Quem tem voz e quem é cenário em São Paulo
00:19:26 Parte 2 - Paris em chamas
00:39:24 Parte 3 - O racismo nosso de todo dia ou O ódio que gera o ódio
00:57:27 Parte 4 - Quem conta a história
01:02:47 - Encerramento
Todos os episódios do Obra Fechada foram prazerosos de fazer. Carrego cada conversa gravada com muito carinho. Com a mudança de formato, surgiram novos desafios: tempo, escrita, narrativa, leitura, preparo, edição e um cuidado técnico no qual ainda derrapo às vezes.
Talvez por isso esse tenha sido um dos episódios mais trabalhosos que já fiz. Porque ler Fanon nesta altura da vida traz cobrança. Ela vem da parte mais oculta da minha personalidade. E ao ouvir o resultado final percebi o quanto de mim foi colocado nesse roteiro e nesse áudio. Existem outros eus, de muitos tempos, atravessando minhas falas e memórias.
Nunca fui muito bom em vender nada. O episódio ficou longo, e o algoritmo provavelmente já me condenou ao ostracismo. Mas, antes da tragédia, vem a festa. Porque essa gravação acabou se tornando também um monumento ao menino que eu fui e à minha amizade de muitos anos com o Victor Garofano.
Nos deem mais essa chance.
Ouçam aos poucos. Curtam, apreciem, reflitam. Escutem numa viagem de ônibus, num dia de trânsito ruim, trabalhando, pedalando, caminhando ou simplesmente deixando as ideias atravessarem vocês.
Eu agradeço desde já.
Boa audição.
Referências citadas
00:00:00 Abertura
00:18:56 Parte 1 - O oceano entre nós
00:35:24 Parte 2 - A voz e a máscara
01:00:34 Parte 3 - O corpo desejado e o corpo negado
01:19:44 Parte 4 - Vigilância, suspeita e performance
01:38:30 Parte 5 - Um novo humanismo
02:05:20 - Encerramento
Este episódio retoma um gesto antigo do Obra Fechada: usar a obra-tema como ponto de partida para desdobrar outras discussões.
Não se trata de uma análise técnica ou definitiva de The Shape of Punk to Come.
O episódio propõe um cruzamento entre experiências: a cena hardcore brasileira em diálogo com o que acontecia em outros contextos, a partir de suas práticas, estéticas e posicionamentos políticos.
Mais do que explicar um disco, a ideia aqui é refletir sobre como certas referências circularam, foram apropriadas e transformadas.
O que significa, por exemplo, o impacto de correntes como o situacionismo ou o zapatismo dentro do punk?
E o que ainda pode ser mobilizado dessas experiências hoje — para além do clichê de “não repetir os erros do passado”?
Nesse episódio eu recebi o jornalista e escritor Eduardo Ribeiro e o curador e pesquisador André Mesquita, ambos amigos de muitos anos, e de muitos momentos na cena hardcore, que permanecem na minha vida.
Boa escuta!
Referências citadas
00:00:00 Abertura
00:09:05 Parte 1 - Jabaquara e Umeå na mesma frequência
00:35:24 Parte 2 - A forma que o punk tinha
00:42:04 Parte 3 - Manifesto, crítica, estética e ação revolucionária
00:58:15 Parte 4 - Bricolagem e Antropofagia
01:20:25 - Encerramento
Obra Fechada continua explorando o formato de ensaio sonoro — cruzando cinema, memória, política e experiência pessoal.
Neste episódio, partimos do filme A Voz de Hind Rajab, da diretora tunisiana Kaouther Ben Hania.
A narrativa acompanha uma ligação telefônica de Hind Rajab, uma menina palestina de cinco anos que, cercada por tiros e blindados, liga para a central do Crescente Vermelho pedindo ajuda.
O filme reconstrói essa história a partir de um elemento radical: o som.
A obra nos obriga a escutar — e a confrontar o que a guerra produz quando o outro deixa de ser visto como humano.
Ao longo do episódio, cruzamos essa experiência com reflexões sobre representação, colonialismo e desumanização, dialogando com autores como Edward Said e Ilan Pappé.
Entre memórias pessoais, cinema e política, este é um episódio sobre escuta, responsabilidade e sobre o que fazemos com uma voz depois que ela silencia.
Boa escuta.
Referências citadas
BEN HANIA, Kaouther (Dir.). A voz de Hind Rajab. Tunísia, 2024.
BINUR, Yoram. Meu inimigo, sou eu. São Paulo: Scriptta, 1995.
BOLADO, Carlos; GOLDBERG, B. Z.; SHAPIRO, Justine (Dir.). Promessas de um mundo novo (Promises). Estados Unidos, 2001.
FINKELSTEIN, Norman G. The Holocaust Industry: Reflections on the Exploitation of Jewish Suffering. London: Verso, 2000.
HUMAN RIGHTS WATCH. A Threshold Crossed: Israeli Authorities and the Crimes of Apartheid and Persecution. New York: HRW, 2021.
INTERNATIONAL COURT OF JUSTICE (ICJ). Application of the Convention on the Prevention and Punishment of the Crime of Genocide in the Gaza Strip (South Africa v. Israel). Provisional measures order, 2024.
PAPPÉ, Ilan. The Ethnic Cleansing of Palestine. Oxford: Oneworld Publications, 2006.
SAID, Edward W. Orientalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
SAID, Edward W. A questão da Palestina. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
AMNESTY INTERNATIONAL. Israel’s Apartheid Against Palestinians. London: Amnesty International, 2022.
B’TSELEM. A regime of Jewish supremacy from the Jordan River to the Mediterranean Sea: This is apartheid. Jerusalem: B’Tselem, 2021.
JEWISH VOICE FOR PEACE. Declarações públicas sobre políticas israelenses e direitos palestinos.
00:00:00 Abertura
00:02:39 Parte 1 - Paus, pedras e narrativas
00:18:05 Parte 2 - O telefone
00:27:47 Parte 3 - Ecos
00:34:23 Encerramento
Obra Fechada está de volta.
Depois de um hiato, o podcast retorna em um formato mais narrativo e experimental — um ensaio sonoro que cruza livros, discos e imagens, atravessado por vozes, citações e conversas.
Neste episódio, partimos de Realismo Capitalista, de Mark Fisher, e da pergunta que insiste em nos acompanhar:
é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo?
Ao longo de uma hora, atravessamos ideias, fantasmas e impasses do presente, em diálogo com Fábio Fernandes e Felipe Silva (Jacó).
Este é um episódio sobre imaginação política, cultura e os limites do que conseguimos desejar.
Boa escuta.
Referências citadas
FISHER, Mark. Realismo Capitalista: é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo? Trad. Fernando Scheibe. São Paulo: Autonomia Literária, 2020.
FISHER, Mark. Fantasmas da Minha Vida. Trad. Fernando Scheibe. São Paulo: Autonomia Literária, 2021.
GUATTARI, Félix. Revolução Molecular. São Paulo: Brasiliense, 1987.
JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Ática, 1996.
BLOCH, Ernst. O Princípio Esperança. Rio de Janeiro: EdUERJ / Contraponto, 2005.
PLANT, Sadie. Zeros and Ones. London: Fourth Estate, 1997.
ŽIŽEK, Slavoj. O Sublime Objeto da Ideologia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
00:00:00 Abertura
00:00:45 Parte 1 - Respostas para um mundo em chamas
00:03:54 Parte 2 - Um representante do precariado
00:19:31 Parte 3 - O sequestro dos nossos sonhos
00:40:30 Parte 4 - Realizar outras possibilidades, buscar outros mundos
00:59:30 Encerramento
Olá você que chegou aqui. Sinta-se à vontade aqui no Obra Fechada, um podcast sobre livros, discos e audiovisuais e de discussão sobre essas peças tão presentes em nossas vidas.
O episódio de hoje me é muito especial. Primeiro porque fiz parte do tema do programa. Segundo porque dois de meus grandes amigos estão aqui hoje para relembrar não só o contexto, mas como foi gravar esse disco.
O tema de hoje é "Um fio de vida no círculo da morte", álbum da banda Constrito, lançado em 2001.
E para relembrar tantos momentos especiais, estão comigo aqui hoje, Gabriel Castanho e Pierre Kerchove.
Programa gravado em 20/fev./2023.
Contribua com nosso financiamento coletivo para lançar a versão em vinil!
#obrafechada #podcast #disco #cd #hardcorepunk #metal #umfiodevidanocírculodamorte #constrito
Olá todos e todas. Eu sou Marcelo Fonseca e esse é o Obra Fechada. Um podcast dedicado à conversa, leve e às vezes um pouco mais aprofundada sobre os produtos culturais, seu contexto de produção e o que eles nos dizem no mudo em que vivemos.
No programa de hoje falaremos de um filme atualíssimo. Uma obra audiovisual que vai no âmago da exploração do trabalho, mediada por aplicativos. Como fica o novo trabalhador, cada vez mais alienado? Como se organizar politicamente em mundo cada vez mais incerto e guiado por amarras neoliberais? Como sobreviver e se humanizar em um mundo que cada vez mais nos desumaniza?
O tema do episódio de hoje é "Você não estava aqui", longa metragem de 2018 do diretor inglês Ken Loach.
E para fazer a outra ponta da mesa comigo, eu convidei o meu amigo de muitos anos, sociólogo e professor - Danilo Amorim.
Programa gravado em 12/mar./2023.
REFERÊNCIAS
Ken Loach: Keir Starmer Is Mr Bean Trying to Act Like Stalin
At Age 83, Ken Loach Is Still Dangerous
Você não estava aqui, e jamais estará - Paloma Franca Amorim
“Devemos atacar as próprias bases do livre mercado”. Entrevista com Ken Loach
O fetiche da tecno-produtividade digital em Ken Loach: a uberização do trabalho no filme Você não estava aqui - Cintia Medina e Adriano Parra
(Des) subjetivaçãopelo trabalho na era da uberização em Você não estava aqui, de Ken Loach
“VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI”: AS CONSEQUÊNCIAS DO ESVAZIAMENTO DOS
POSTOS DE TRABALHO FORMAL NA INGLATERRA - Lucas Barroso
UMA DÉCADA DE CRISE: DIÁLOGOS ENTRE A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHADOR E O RETRATO DE DETERIORAÇÃO SOCIAL NO FILME "VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI" (2019) Lucas Eduardo Silveira de Souza, Luis Otávio Silveira de Souza e Raphael Salatino Palomares
Precariedade, precarização e precariado no sistema capital do século XXI – “Você não estava aqui” Iael de Souza
Da alienação em Marx à sociedade do cansaço em Han: fantasia e realidade dos trabalhadores precarizados (uff.br)
Devemos atacar as bases do livre mercado - Entrevista Instituto Humanitas Unisinos
At Age 83, Ken Loach Still Dangerous - Jacobin - Dawn Foster
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Olá todos e todas, eu sou Marcelo Fonseca e esse é o Obra Fechada. Um podcast sobre livros, discos e audiovisuais, que tenta entender esses itens,através de seus autores, em seu contexto de criação e também os sentidos que podem ser transmitidos.
No episódio de hoje voltamos a falar de literatura. Falando de uma obra fundamental para a literatura latino americana, e que mistura o mágico com o histórico. Que discute a importância da luta e da liberdade em um contexto de escravidao e negritude.
O tema de hoje é "O reino deste mundo", romance de Alejo Carpentier, publicado em 1949.
E hoje, eu não tenho apenas um convidado, mas dois!
Sejam bem vindos Fábio Souza e Victor Garofano!
Programa gravado em 14/mai./2023.
REFERÊNCIAS
Os lugares preenchidos pela imaginação: a cena literária como desafio aos historiadores – Carpentier e O reino deste mundo
Entre desastres e transgressões, a chegada dos imigrantes haitianos no “reino deste mundo amazônico”
O REINO DESTE MUNDO - A história do ponto de vista dos oprimidos
O REINO DESTE MUNDO: REVOLUÇÃO E RELIGIOSIDADE ESCRAVA ENTRE REPRESENTAÇÕES E CONSTRUÇÃO DE MEMÓRIAS
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