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Olá a todos e todas! Eu sou Marcelo Fonseca e esse é o Obra Fechada!
Avançamos aqui no ano de 2023, falando de discos, livros e audiovisuais, mas principalmente conversando. Acreditando na construção do diálogo e buscando significado nesses construtos culturais que tanto gostamos.
No episódio de hoje voltamos nossos olhos para o Chile, um vizinho que passou por uma ditadura sangrenta, opressiva e assassina tanto quanto o Brasil, só que diferente de nós, soube lidar, exigir seus direitos e fazer as reivindicações das ruas se tornarem leis.
E para pensar sobre a história recente de nosso país irmão do outro lado da cordilheira, o tema de hoje é um clássico chileno e latino americano: El Derecho de Vivir en Paz, sexto álbum do músico, poeta, professor, dramaturgo e mártir revolucionário, Victor Jara, lançado em 1971.
E para pensar a importância dessa obra magnífica da música latinoamericana, eu trouxe de volta ao Obra Fechada, o meu amigo e apresentador dos programas Ako Bah Ho & Sonidos Latinos, pesquisador da música e vocalista do Ornitorrincos - Daniel Villaverde
Programa gravado em 13/abr./2023.
#obrafechada #podcast #disco #vinyl #nuevacancionchilena #novacançãochilena #vinilo #vinil #victorjara #elderechodevivirenpaz
REFERÊNCIAS
CANTO PORQUE LA GUITARRA / TIENE SENTIDO Y RAZÓN”: FOLKLORE AND POLITICS IN THE MUSIC OF VÍCTOR JARA (1966-1973) - Natália Ayo SCHMIEDECKE
Canto que ha sido valiente siempre será canción nueva : o cancioneiro de Víctor Jara e o golpe civil-militar no Chile - Silvia Sônia Simões
Victor Jara: El derecho de vivir en paz | Documental en Español
“INVADINDO A INVASÃO CULTURAL”: VÍCTOR JARA E O USO DA GUITARRA ELÉTRICA NA NUEVA CANCIÓN CHILENA - Letícia Porto Ribeiro e Marcello Messina
Quem matou Victor Jara? - Paul Cantor
HISTÓRICO DA DITADURA CIVIL-MILITAR DO CHILE
Victor Jara: El derecho de vivir en paz | Documental en Español
Olá todos e todas! Eu sou Marcelo Fonseca e eu estou mais uma vez aqui à frente do Obra Fechada, para falar de filmes. Como vocês sabem, o projeto tem o foco de falar também de livros e discos, buscando entender o contexto de criação destas obras da cultura e também o que elas têm a nos dizer.
Hoje em especial eu resolvi pensar um pouco sobre educação, revendo um de meus filmes prediletos lançado ali na primeira década dos anos 2000. Um filme que fala de violência, do ofício do professor, das relações de poder, de preconceito e principalmente direitos humanos e formação de futuro.
O tema de hoje Entre les Murs, ou em bom português “Entre os muros da escola”, longa metragem lançado em 2008, do diretor francês Laurent Cantet E que apesar de ser um filme francês traz assustadoras similaridades com os problemas enfrentados pelos professores no Brasil
E para fazer a conversa comigo, retorna ao Obra Fechada, a minha amiga, socióloga, mestre em sociologia e professora: Marcela Rufato.
Programa gravado em 10/mar./2023.
#obrafechada #podcast #filme #cinema #longametragem #entrelesmurs #entreosmurosdaescola #cinemafrancês #laurentcantet #fraçoisbégaudeau #bncc #escola
REFERÊNCIAS
Para Falar de Disciplina, Corpos e Conhecimentos Entre os Muros da Escola - José Claudio Del Pino e Bruno dos Santos Pastoriza
VIOLÊNCIA SIMBÓLICA EM CONTEXTOS ESCOLARES: O DISCURSO DE AUTORIDADE NO FILME “ENTRE OS MUROS DA ESCOLA” de Tatiane Kelly Pinto de Carvalho
O polêmico espaço da argumentação inscrito no filme “Entre os muros da escola” Jonathan Raphael Bertassi da Silva, Soraya Maria Romano Pacífico, Lucília Maria Abrahão e Sousa e Maria Beatriz Ribeiro Prandi
Entre os muros da escola: Possibilidades para rever as noções de disciplina e avaliação - Tereza Maria Trindade da Silva, Henrique Melo Ribeiro e
Frederico Rodrigues Campos
Escola, cultura e diferença: uma análise do filme Entre os muros da escola - Mariana da Costa Schorn e Inês Hennigen
O cinema que pensa a pedagogia: autonomia e emancipação das práticas pedagógicas nos filmes o contador de histórias e entre os muros da escola José Carlos dos Santos Debus
Fracasso escolar: Uma interpretação a partir do filme “Entre os muros da escola” - Ana Rita da Silva e Elianda Figueiredo Arantes Tiballi
A ROSTIDADE DA FIGURA DO PROFESSOR E DO ALUNO POR ENTRE OS MUROS DA ESCOLA: docência e práticas curriculares - Janete Magalhães e Carlos Eduardo Ferraço
Interculturalidade e o papel da escola na atualidade: reflexões a partir do filme Entre os muros da escola - Flaviana Gasparotti Nunes
Olá você que chegou e você que voltou para ouvir mais um episódio do Obra Fechada. Eu sou Marcelo Fonseca, autor, host e faz tudo nesse espaço.
Esse é o meu podcast dedicado a livros, discos e audiovisuais e que chega ao seu terceiro ano de atividade.
No episódio de hoje retornaremos a cidade de São Paulo, especificamente no começo do século XX. Uma cidade menor, que estava em franco processo de crescimento e já era expert em excluir e expulsar os despossuídos. Relegando-os a uma existência subalternizada mas ao mesmo tempo de resistência.
É nesse contexto duro da selva de concreto e aço, que falo junto do meu amigo e convidado Lucas Lutero, que retorna ao programa, sobre Quarto de Despejo, leitura obrigatória para se entender o Brasil, escrito pela grandiosa Carolina Maria de Jesus e publicado em 1960.
Programa gravado em 14/mar./2023.
#obrafechada #podcast #livro #diário #autobiografia #quartodedespejo #carolinamariadejesus #literatura #literaturabrasileira #literaturamarginal #diariodeumafavelada
REFERÊNCIAS
Quarto de despejo: A escrita como arma e conforto à fome - Silvana José Benevenuto
Apropriação da informação, empoderamento e protagonismo social: uma análise da obra quarto de despejo - Daysene de Araújo Costa
ENTRE O “QUARTO DE DESPEJO” E A “SALA DE VISITA”: A trajetória de Carolina de Jesus no meio intelectual brasileiro - Taice Andrade da Luz
Quarto de Despejo: uma análise acerca do racismo e da branquitude - Jorge Luis Felizardo dos Santos
Pesquisa Fapesp - Poética da diáspora
QUARTO DE DESPEJO: FATO E FICÇÃO NO ESPAÇO AUTOBIOGRÁFICO - Letícia Pereira de Andrade
A centralidade da linguagem e do trabalho em Quarto de Despejo - Carla Prado Vilela
QUARTO DE DESPEJO: ESCRITA E AUTORA MARGINALIZADAS - Cleideni Alves do Nascimento, Marly Catarina Soares
O CÂNONE E A LITERATURA MARGINAL DE CAROLINA MARIA DE JESUS: UMA ANÁLISE DE QUARTO DE DESPEJO - Rebeca Mendes Garcia e Larissa Cardoso Beltrão
O direito à cidade em dois cenários literários brasileiros: Quarto de Despejo e Becos da Memória - Clovis Ultramari, Manoela Massuchetto Jazar
PRODUÇÃO E RECEPÇÃO DE QUARTO DE DESPEJO, DE CAROLINA MARIA DE JESUS: RELAÇÕES PUBLICITÁRIAS, CONTEXTUAIS E EDITORIAIS - Elzira Divina Perpétua
A censura ao direito de sonhar em Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus - Luciana Paiva Coronel
Carolina Maria de Jesus: análise identitária em Quarto de despejo - Diário de uma favelada - Borges, Valdeci Rezende
VOZES DISSONANTES NA PROCESSUALIDADE DA REINVENÇÃO DO EU EM QUARTO DE DESPEJO - Raffaella Andréa Fernandez
REVISITANDO A CINDERELA NEGRA: LITERATURA E HISTÓRIA EM QUARTO DE DESPEJO, DE CAROLINA MARIA DE JESUS - Mariângela Alonso e José Pedro Toniosso
QUARTO DE DESPEJO: CAROLINA DE JESUS E O SURGIMENTO DA CULTURA POPULAR MODIFICADA - Rodrigo Cazes Costa
Análise sociológica literária da fome na obra Quarto de Despejo (1960) de Carolina de Jesus - Maryelle Ferreira Pinheiro
A obra QRevisitando a Cinderela Negra: Literatura e História em Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesusuarto de Despejo: diário de uma favelada de Carolina Maria de Jesus como caminho para abordar o tema Racismo Ambiental na Educação em Ciências - Araújo, Bruna Elisa
Educação e invisibilidade social na obra Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus - Simone Cabral Marinho dos Santos, Nadia Farias Santos e Bruna Karine de Oliveira
Olá todos e todas, eu sou Marcelo Fonseca e este é o Obra Fechada, um podcast semanal, que discute as obras culturais (ou contra culturais) como uma grande desculpa para reunir amigos, fãs e entusiastas a falarem de discos, livros e filmes.
A gravação de cada episódio deste projeto, exige preparo, pesquisa, e organização para que tudo dê certo. De qualquer maneira, a desculpa da conversa, é também um ponto comum entre eu e os convidados.
E por pensar nessas coisas, que chego a conclusão deste episódio me é tão importante.
Em 1986 eu era um pré adolescente de 12 anos e estudava num colégio público da periferia de São Paulo. Eu ouvia o que aparecia no rádio e as músicas que meus pais gostavam em casa. Alguns amigos no colégio gostavam de Michael Jackson, Madonna, e outros de Iron Maiden.
Um ano antes, o Rock in Rio tinha acontecido e toda juventude brasileira, que via a ditadura militar ser desfeita, vislumbrava um mundo de possibilidades novas, com visual, estilo e música que fossem suas. Eram os anos de estouro do que ficou conhecido posteriormente como B-ROCK. E mau sabia eu, que naquele ano de 1986, sairia um disco que mudaria a minha vida.
O tema de hoje é “The Queen is Dead”, disco da banda inglesa “The Smiths”. E para fazer a conversa, eu trouxe um amigo, que eu sei que tem um apego emocional tão grande quanto o meu, em relação a esta banda e esta obra - como vocês o meu amigo Francisco, ou para os mais íntimos - Loly.
Programa gravado em 15/mar./2023.
#obrafechada #podcast #disco #musica #album #postpunk #vinil #vinyl #thequeenisdead #thesmiths #mikejoyce #andyrourke #morrissey #johnnymarr #manchester
REFERÊNCIAS
The Untold Truth Of The Smiths (grunge.com)
There_is_a_Light_That_Never_Goes_Out__o_dandismo_como_inspiracao_para_a_performance_de_Morrissey_e_os_Smiths
But don´t forget the songs that saved your life: The Smiths, YouTube e a nostalgia no pop contemporâneo
http://www3.ufrb.edu.br/seer/index.php/reconcavos/article/download/1107/674
Um conto de três cidades: música e sensibilidades culturais urbanas | E-Compós
As controvérsias de Morrissey e a cultura do cancelamento: Uma batalha nas guerras culturais da música pop | Revista Eco-Pós
Além-da-estereotipia-o-modelo-de-fã-criativo-a-partir-do-percurso-de-Morrissey
DIÁLOGOS ENTRE A REBELDIA E A ANDROGINIA | Diversidade e Educação
A estética da melancolia nas letras do The Smiths
Olá a todos e todas. Eu sou Marcelo Fonseca e esse é o Obra Fechada, um podcast sobre livros, discos e audiovisuais e principalmente pessoas. Pessoas que fazem as obras da cultura e também as pessoas que se interessam e pensam sobre essas obras.
Como já é costume eu agradeço você que chegou aqui no programa e que tem se mantido presente através das audições que já foram disponibilizadas. Reforço que, caso você seja novo por aqui, navegue pela nossa playlist, pois muita gente boa passou por aqui falando de coisas legais.
E hoje falaremos sobre uma obra importantíssima para a construção e percepção de uma ideia de humanidade em um determinado tempo. Uma peça de teatro que já foi encenada um incontável número de veze e que mesmo que não tenhamos lido ou assistido, conhecemos frases tiradas de seu texto. Uma peça do século XVII, que vem permanecendo, intrigando, tanto por seu conteúdo, quanto por seu autor, que sabemos muito pouco.
O tema de hoje é Hamlet, a tragédia do príncipe da Dinamarca, escrita por William Shakespeare e datada de 1600.
E para me ajudar nessa conversa, pensando junto sobre essa Obra que diz tanto, eu trouxe o meu amigo e professor Leandro Tibiriçá Bastos.
Programa gravado em 26/mar./2023.
REFERÊNCIAS
“DIÁLOGOS QUE PERPASSAM O TEMPO E O ESPAÇO: SHAKESPEARE E SUASSUNA” - PATRÍCIA BARTH RADAELLI DE OLIVEIRA
ESPECTRALIZAÇÕES DE HAMLET: APROXIMAÇÕES ENTRE A TEORIA DA TRADUÇÃO E A APROPRIAÇÃO LITERÁRIA - Erika Viviane Costa Vieira
A MALDIÇÃO PRIMEIRA E OUTROS INTERTEXTOS BÍBLICOS EM HAMLET, DE SHAKESPEARE - Ana Claudia de Souza de Oliveira
A GÊNESE DE UM CLÁSSICO: POR QUE A PEÇA HAMLET DE SHAKESPEARE REVOLUCIONOU O TEATRO - Gabriela Guidi Trovó
O Bazar do renascimento: da rota da seda a Michelangelo - Jerry Brotton
Olá a todos e todas. Eu sou Marcelo Fonseca, e este é o Obra Fechada, um podcast dedicado às obras da cultura, em especial, discos, livros e audiovisuais. Eu estou aqui mais uma vez, entregando semana a semana, discussões que tentam pensar esses produtos em seu tempo, em seu espaço, o que nos fazem pensar, e o impacto que tem no mundo em que vivemos.
No episódio de hoje voltamos nossa atenção a um anime, que durante pouco mais de 20 episódios traz discussões morais e psicológicas profundas, travestido em desenho de robôs gigantes lutando contra alienígenas. Uma série que usa de signos, símbolos, tecnologias, misticismos variados, para trazer uma história de trama política, abandono parental, conspiração, luta pelo poder, traição, trauma, autodescoberta adolescente e muitos outros temas.
O tema desse episódio é Neon Genesis Evangelion, anime de Hideaki Anno lançado no ano de 1995. E para fazer a conversa comigo, volta ao programa, o meu amigo, designer e ilustrador de mão cheia Thiago Cutovoi.
Programa gravado em 18/mar./2023.
REFERÊNCIAS
“DA TERRA VERMELHA VÊM OS HUMANOS”: COMUNICAÇÃO
INTER-RELIGIOSA NA SEMIOSFERA XINTO-BUDISTA-CRISTÃ DE NEON
GENESIS EVANGELION - JOSIELDO SILVA PEREIRA
NEON GENESIS CAPITAL, MODERNIDADE CYBERPUNK E UM POSSÍVEL ACELERACIONISMO ECOLÓGICO - Carlos Henrique Carvalho Souza
IDENTIDADE E REPRESENTAÇÃO: UM ESTUDO SOBRE ASUKA LANGLEY - Maicon Cyrilio Galdino Pereira
O Crepúsculo na Terra do Sol Nascente - Ian Rodrigues Birnbaum
CENAS DE UMA NOITE TRISTE - Yan Nery Vieira
A REPRESENTAÇÃO DE DILEMAS MORAIS E EXISTENCIAIS EM NEON
GENESIS EVANGELION - Kaio Felipe
Entre evas e humanos: uma abordagem da relação homem-máquina através da animação japonesa néon genesis evangelion - Danielly Amatte Lopes
Christian Dunker - Neon Genesis Evangelion: anime revela a nossa passagem para o mundo adulto
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Olá para você que chegou até aqui. Esse é o Obra Fechada e estamos no nosso terceiro ano falando de discos, livros e audiovisuais, sempre buscando uma abordagem que traga novos olhares sobre os produtos culturais que tanto gostamos.
No episódio de hoje falaremos de uma pedra fundamental da música underground brasileira. Um disco que atravessou as barreiras nacionais e se transformou em um marco internacional de seu estilo ao mesmo tempo que consolidou Belo Horizonte como a meca do metal extremo brasileiro.
O tema do episódio é INRI, primeiro disco de estúdio dos pioneiros do Death Metal brasileiro - Sarcófago.
E dividindo a mesa comigo, para falar desse petardo, eu trouxe o meu amigo e uma das mentes atrás do Motim Underground - Balthasar
Programa gravado em 26/fev./2023.
REFERÊNCIAS
Blood on the Tracks: Pynchon, Bleeding Edge, and (Un)Popular Music from Britney to Black Metal - Samuel Thomas (Durham University, UK)
A rare interview with Sarcofago - Kim Kelly
Na trilha do metal: a construção de terriotorialidades das bandas de heavy metal em Belo Horizonte nos anos 1980 - Gleyber Eustáquio Calaça Silva, Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento e Alexandre Magno Alves Diniz
Heavy Metal Music in Latin America - Perspectives from the Distorted South - Nelson Varas Díaz, Daniel Nevárez Araújo e Eliut Rivera-Segarra
Decibel Magazine
A BESTA QUE SE RECUSA A MORRER - Identidade, mídia, consumo e resistência na subcultura heavy metal - Gustavo Dhein (Mestrado em Comunicação - Cásper Líbero)
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Olá você que chegou. Esse é o Obra Fechada, um podcast sobre livros, discos e audiovisuais e de discussão sobre essas peças tão presentes em nossas vidas. Nesse episódio falaremos da construção de narrativas que vêm acompanhadas de produtos culturais. Como nossos sentimentos são moldados através dos filmes que assistimos? Como nosso entendimento da história, dos eventos da humanidade podem ser alterados, dependendo da perspectiva do diretor em determinado filme? É possível que exista alguma obra cultural completamente isenta de ideologia?
O mote para tentar responder essas questões é provavelmente o filme de guerra definitivo. Uma película que mostra uma realidade brutal e violenta, e deixa um grito de nunca mais no ar. O tema de hoje é "Idi i smotri" ou em bom português brasileiro "Vá e veja" longa metragem soviético, dirigido por Elem Klimov e lançado em 1985. E para fazer o bate bola comigo, eu trouxe o meu amigo e mente por trás da Aetia Editorial e Doenças Tropicais Podcast : Felipe Jacó.
Programa gravado em 22/fev./2023.
REFERÊNCIAS:
Come and See (1985): Klimov's Intimate Epic - Lloyd Michaels (Quartely Review of Film and Video)
Klimov’s “Come & See” as a Work of Cinematic Response - Laura Brubaker
Interview with Elem Klimov by Ron Holloway - Kinema
Come and See? The Power of Images and International Criminal Justice - Immi Tallgren
Trauma, guerra e arte: um estudo de caso do filme Vá e veja e sua relação com o culto da Grande Guerra Patriótica na União Soviética | Jorel Musa de Noronha Lemes e Rafael Licinio Tavares
War as a Protagonist: Philosophical Problems in the film Come and See by Elem Klimov* R.V. Gulyaev National Research University Higher School of Economics, Moscow, Russia
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Olá a todos e todas! Sejam bem vindos e bem vindas ao Obra Fechada. E nessa volta para as novas temporadas, posso dizer que tem sido uma ótima experiência dividir esses momentos com os convidados e ouvintes. Fazendo o meu pedido frequente, peço que se for de seu interesse acesse a nossa playlist, navegue pelos conteúdos produzidos e se quiser compartilhe com seus amigos e contatos.
Temos nossas redes sociais, Instagram, Twitter e Facebook, para contato e possíveis parcerias.
Hoje faremos um episódio muito especial, pois são raras as vezes que temos a oportunidade de perceber o impacto de uma obra em tempo real, e que consiga juntar olhares positivos de público e crítica. Hoje falaremos de Torto Arado, romance de 2019 de Itamar Vieira Junior, lançado pela Editora Todavia e vencedor de três importantes prêmios literários: Oceanos, Leya e Jabuti.
Obra ímpar que discute as relações raciais e de terra no Brasil, Torto Arado encanta, mostrando numa narrativa melodiosa um Brasil profundo, ligado a várias chagas do passado. É um livro que trata de relações familiares, de ancestralidade, de fé, esperança e redenção, da posse de terra no país e também diz muito dos diferentes Brasis que existem em nosso território múltiplo, principalmente aqueles que são ostracizados.
Para essa conversa temos o retorno do meu amigo, Doutor em História Social e professor Rafael Dias.
Programa gravado em 02/abr./2023.
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Olá todos e todas! Eu sou Marcelo Fonseca e esse é o Obra Fechada!
Chegamos em 2023 e falaremos de uma importante obra. Monumento fundamental de um artista que deixou uma marca profunda no jazz, e na construção da música vanguardista. Um artista único, inquieto e inovador, que teve a chance de estar ao lado dos grandes nomes de sua área em sua época.
O tema de hoje é Giant Steps, disco do lendário saxofonista John Coltrane, lançado em 1960.
E para falar desse disco tão importante cheio de histórias eu trouxe o meu amigo, publicitário e podcaster Diego Fernandes.
REFERÊNCIAS:
A TRANSCENDENTAL APPROACH TO JOHN COLTRANE: APPLYING CONCEPTS OF SPIRITUALITY TO GIANT STEPS INTO THE COSMOS - Reza Mohajer
Enciclopedia Britânica
How John Coltrane made Giant Steps
The most feared song in jazz, explained
John Coltrane - Giant Steps - Circle of Fifths Diagram
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